Dhyana

De Ocultura
Ir para navegação Ir para pesquisar
Sivakempfort.jpg

Yoga


Shiva Yoga
Raja Yoga
Tantra Yoga
Hatha Yoga


Asana
Pranayama
Yama
Niyama
Pratyahara
Dharana
Dhyana
Samadhi


Chakras
Muladhara
Svadhisthana
Manipura
Anahata
Visuddha
Ajna
Sahasrara

Dhyana é um termo Sânscrito que se refere a um dos tipos ou aspectos da contemplação (meditação). é um conceito chave no Hinduismo e Budismo. Equivalente aos termos jhāna em Pāli, "chán" em Chinês, "seon" em Coreano, e "zen" em Japonês.

Dhyana no Budismo

No Pali Canon, Buddha descreve os oito progressivos estados que levam à meditação ou Jhana. Os quatros primeiros estão conectados ao mundo fisico e os últimos quatro apenas ao mundo mental (q.q.d. não há nenhuma experiência corporal nos quatro maiores Jhanas). Deve-se notar que estes estados não são a meta final ensinada por Buddha desde que todos ainda estão dentro do campo da mente e da matéria. A meta final Nibbana (Sânscrito: Nirvana) é um experiência além da mente e da máteria.

Na Ásia Ocidental, várias escolas de Budismo achavam que o foco era no dhyana, sob nomes Chan, Zen, e Seon. De acordo com a tradição, Bodhidharma levou o Dhyana para o templo Shaolin na China, onde surgiu a transliteração "chan" ("seon" na Coréia, e então "zen" no Japão).

Dhyana no Hinduismo

No Ashtanga Yoga de Patanjali, o estágio de meditação que precede o dhyana é chamado de dharana. No Dhyana, o praticante é consciente do ato de contemplação e do objeto de meditação. Dhyana é diferente de Dharana no fato de que o praticante torna-se o objeto da sua contemplação e é capaz de manter este estado por 144 inspirações e expirações.

O Dhyana no Yoga é especificamente descrito por Sri Krishna no capítulo 6 do famoso Bhagavad Gita, onde ele explica os diferentes tipos de Yoga ao seu discípulo, Arjuna.

Referências