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Osíris, também designado pelo nome Asar, era um dos filhos de Nut e Geb, ao lado de sua irmã Ísis, (com quem se casou) e seu irmão ciumento Seth, que mais tarde o matou.
Osíris aparece como uma múmia de barba, carregando um gancho como poder supremo. Ele usava a coroa branca do Alto Egito, com penas vermelhas. Sua pele é verde para representar a vegetação – como rei, ele ensinou os egípcios a agricultura.
Apesar dele ser o deus do submundo, ele não é um demônio ou um deus obscuro. Ao contrário, ele representa a esperança dos egípcios em viver em glória para sempre na vida depois da morte.
Referências à Osíris em Thelema aparecem nos seguntes Libri:
Liber LXV, cap.I, v.I:
Em volta do invisível coração da mente. Ergue-te, ó minha cobra! Está chegada a hora Da velada e santa inevável flor. Sobe ó minha cobra, para o brilho do florescimento No cadáver de Osíris que flutua na tumba! Ó coração de minha mãe, de minha irmã, meu prórpio, Tu és dado ao Nilo, para o terrível Tífon! Ah me! Porém a gloria da viraz tormenta Enfaixa-te e envolve-te no frenesi da forma. Aquieta-te ó minha alma, afim de que o encanto se dissolva Quando as baquetas forem erguidas e os aeons se succederem. Vê! Como em minha beleza tu és alegre, Ó cobra, que acaricias a coroa de meu coração! Vê! Nós somos um, e a tempestade dos anos desce no poente, e o Escaravelho aparece. Ó Escaravelho! O zumbido de tua dolorosa nota Seja sempre o transe desta trêmula garganta! Eu aguardo a despertar! o chamado do alto, do Senhor Adonai, do Senhor Adonai!"
Livro da Lei, cap.I, v.49: