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Manichean priests, writing at their desk, with panel inscription in Sogdian. Manuscript from Khocho, Tarim Basin.

Maniqueísmo (em Persa Moderno آیین مانی Āyin e Māni) foi uma das maiores religiões antigas de origem Iraniana. Embora sua forma organizada esteja mais extinta nos dias de hoje, um reavivamento foi tentato sob o nome de Neo-Maniqueísmo. Entretanto, a maioria dos escritos do fundador, o profeta Sírio Mani ܡܐܢܝ, foram perdidos. Alguns especialistas argumentam que sua sutil influência continua no pensamento Cristião Ocidental via Santo Augostinho de Hippo, que co

was one of the major ancient religions of Iranian origin. Though its organized form is mostly extinct today, a revival has been attempted under the name of Neo-Manichaeism. However, most of the writings of the founding prophet Mani (Syriac, Predefinição:Lang) have been lost. Some scholars argue that its influence subtly continues in Western Christian thought via Saint Augustine of Hippo, who converted to Christianity from Manichaeism, which he passionately denounced in his writings. Those writings continue to be enormously influential among Catholic and Protestant theologians.

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Maniqueísmo, filosofia religiosa sincrética e dualística ensinada pelo profeta persa Mani (ou Manes) combinando elementos do zoroastrismo, cristianismo e gnosticismo, condenado pelo governo do império romano, filósofos neoplatonistas e cristãos ortodoxos.

Filosofia dualística que divide o mundo entre bem, ou Deus, e mal, ou o Diabo. A matéria é intrinsicamente má e o espírito intrinsicamente bom. Com a popularização do termo, maniqueista passou a ser um adjetivo para toda doutrina fundada nos dois princípios opostos do bem e do mal.

A igreja cristã de Mani era estruturada a partir dos diversos graus do desenvolvimento interior. Ele mesmo a encabeçava como apóstolo de Jesus Cristo. Junto a ele eram mantidos doze instrutores ou filhos da misericórdia. Seis filhos iluminados pelo sol do conhecimento assistiam a cada um deles. Esses "epíscopos" (bispos) eram auxiliados por seis presbíteros ou filhos da inteligencia. O quarto círculo compreendia inúmeros eleitos chamados de filhos e filhas da verdade ou dos mistérios, sua tarefa era pregar, cantar, escrever e traduzir. O quinto círculo era formado pelos auditores ou filhos e filhas da compreensão. Para esse ultimo grupo as exigencias eram menores, eles deviam seguir sobretudo, os dez mandamentos seguintes como fio condutor da sua vida cotidiana:

1. Não adorar nenhum ìdolo.
2. Purificar o que sai da boca: Não jurar, não mentir, não levantar falso testemunho ou caluniar.
3. Purificar o que entra pela boca: Não comer carne, nem ingerir alcool.
4. Venerar as mensagens divinas.
5. Ser fiel ao seu cônjuge e manter a continencia sexual durante os jejuns.
6. Auxiliar e consolar aqueles que sofrem.
7. Evitar os falsos profetas.
8. Não assustar, ferir, atormentar ou matar animais.
9. Não roubar nem fraudar.
10. Não praticar nenhuma magia ou feitiçaria.
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