Plenitude (grego), o Todo, Tao, sua tradução literal significa tecido ou zona de crescimento no caule ou na raiz das plantas. Usado pelos Gnósticos para significar o mais alto princípio do Ser onde habita o desconhecido Deus.
Na doutrina Gnóstica o Pleroma é o lugar de onde viemos como espíritos e para onde devemos ir, quando nos re-integrarmos. Acredita-se que sua definição esteja além da compreensão humana, pois os antigos gnósticos o descrevem como o Nada. Entretanto não é o mesmo Nada que nós estamos acostumados a idealizar, mas sim algo que está além da percepção humana, um Estado de não-ser, algo divino, além do Ser. De onde os Deuses nascem, são conscientes da sua divindade e começam a ter noção da grande obra do Inefável, o Infinito, o Universo e do mesmo. Utilizado no Novo Testamento como "plenitude-em-Cristo".
Por fim, denotando o pleno, ou campo transcendente da realidade divina, do qual, por emanação, toda existência manifesta-se, originou e para onde está destinada a voltar.
Abaixo trechos da "Doutrina Cristã Esotérica", do bispo Jean Bricaud:
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