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Quem são os Neteru?
'''Egiptologia''' é o estudo da cultura egípcia. É uma área da arqueologia e da história antiga Ainda que comumente associada ao período faraônico, a Egiptologia também se estende para as origens pré-dinásticas (anterior à unificação c. 3150 a.C) até períodos mais recentes da história do Egito. A disciplina surgiu, oficialmente, quando da criação da cadeira de Egiptologia no Collège de France para Jean-François Champollion (1790-1832), após sua decifração da escrita egípcia, os hieróglifos. A partir de então, uma nova luz abriu-se para os documentos dessa terra lendária que poderia ser interpretada, finalmente, através do ponto de vista dos próprios egípcios (até então vigoravam as interpretações bíblicas e de autores greco-romanos).
Neteru é um princípio divino, é como os egipicios se referiam aos deuses, no singular, querendo se referir a um princípio apenas, é neter, e quando este princípio é feminino, fica neteret.O sufixo ET refere-se sempre a palavras femininas.
 
Os egipicios não adoravam o Sol enquanto estrela em stritu sensu, muito menos adoração no sentido de subjulgação, como se eles fossem inferiores a estes deuses. Referenciavam, isto sim, o que o Sol representa, ou seja, luz, calor, vida, etc. Entretanto, cada neter possui vários aspectos, denotando várias facetas da mesma força~. Desta forma Rá, se manifesta como Heru, Kephra, Atum e até Osiris, que de acordo com a simbologia Iniciática egipcia, é o Rei(Faraó) do Submundo.
A egiptologia foi ganhando novas ramificações ao se tornar uma ciência mais madura. Técnicas arqueológicas mais acuradas foram aplicadas na descoberta e conservação dos monumentos, envolvendo um amplo leque de disciplinas em estudos arquitetônicos, biológicos e físicos, entre outros. Hoje em dia, a exploração de um sítio arqueológico no Egito envolve um longo processo de estudo deste antes de se começar qualquer escavação. Uma metodologia criteriosa é indispensável para a conservação das descobertas e este processo envolve igualmente sua análise e publicação para torná-las de acesso público.
Todos os neteru são considerados como emanações de Amem Rá, o Grande Sol Oculto,o Sol por tráz do Sol. Este, tem em Atum Rá, sua primeira emanação, mas ainda não é manifesta. É  Atum quem se desdobra nos mais diversos neteru, ou deuses.
 
A adoraçao a estes princípios divinos é muito mais uma reverencia  ao grande Todo que existe em primeiro lugar no âmago de todo ser humano, é o homem conhecendo e reconhecendo sua origem divina, e se identificando como um neteru também.
Para C. W. Ceram, a egiptologia começou com a obra "Description de l'Egypte" (ou "Recueil des observations et recherches qui ont été faites en Égypte pendant l'expédition française"), onde foi reunido pelo Ministro do Interior Jean-Antoine Chaptal os registos da expedição científica que acompanhara Napoleão Bonaparte na sua Campanha do Egito, em especial fundamentada nas gravuras de Vivant Denon (CERAM, C. W., Deuses, Túmulos e Sábios. trad. João Távora, Melhoramentos, São Paulo, 5ªed., 1956).
Pois é dito nos ensinamentos Iniciaticos do Antigo Egito, que ao vencer a roda das encarnações, todo ser humano asenta-se no seu lugar reservado na Cidade das Pirâmides,também conhecida pelos egipicios como Companhia dos Céus, Anu, ou tão somente On, em referencia ao som primordial da criaçao.
 
O homem toma seu lugar então como um neter, com um laço eterno com Atum, do qual um dia se desbobrou.
==Referências==
*[http://pt.wikipedia.org/wiki/Egiptologia Wikipédia] - retirado dia 22/07/2008 e.v.

Edição atual tal como às 08h38min de 22 de julho de 2008


Egiptologia é o estudo da cultura egípcia. É uma área da arqueologia e da história antiga Ainda que comumente associada ao período faraônico, a Egiptologia também se estende para as origens pré-dinásticas (anterior à unificação c. 3150 a.C) até períodos mais recentes da história do Egito. A disciplina surgiu, oficialmente, quando da criação da cadeira de Egiptologia no Collège de France para Jean-François Champollion (1790-1832), após sua decifração da escrita egípcia, os hieróglifos. A partir de então, uma nova luz abriu-se para os documentos dessa terra lendária que poderia ser interpretada, finalmente, através do ponto de vista dos próprios egípcios (até então vigoravam as interpretações bíblicas e de autores greco-romanos).

A egiptologia foi ganhando novas ramificações ao se tornar uma ciência mais madura. Técnicas arqueológicas mais acuradas foram aplicadas na descoberta e conservação dos monumentos, envolvendo um amplo leque de disciplinas em estudos arquitetônicos, biológicos e físicos, entre outros. Hoje em dia, a exploração de um sítio arqueológico no Egito envolve um longo processo de estudo deste antes de se começar qualquer escavação. Uma metodologia criteriosa é indispensável para a conservação das descobertas e este processo envolve igualmente sua análise e publicação para torná-las de acesso público.

Para C. W. Ceram, a egiptologia começou com a obra "Description de l'Egypte" (ou "Recueil des observations et recherches qui ont été faites en Égypte pendant l'expédition française"), onde foi reunido pelo Ministro do Interior Jean-Antoine Chaptal os registos da expedição científica que acompanhara Napoleão Bonaparte na sua Campanha do Egito, em especial fundamentada nas gravuras de Vivant Denon (CERAM, C. W., Deuses, Túmulos e Sábios. trad. João Távora, Melhoramentos, São Paulo, 5ªed., 1956).

Referências