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Of the Anthem, Crowley writes in ''Confessions:''
do Ofícion de Anthem, Crowley escreve no ''Confessions:''
 
:''Durante esse período [i.e. por volta de 1913] a interpretação completa do mistério central da maçonaria tornou-se clara na consciência e eu a expressei na forma dramática no ''The Ship''. O climax lírico está em alguns aspectos de minha consecussão suprema na invocação; de fato, do coro inicial: "Tu que és eu mesmo além de tudo meu..." pareceu-me merecer ser introduzido como o hino (anthem) no Ritual da Igreja Gnóstica Católica.''
:''During this period [i.e. around 1913] the full interpretation of the central mystery of freemasonry became clear in consciousness, and I expressed it in dramatic form in ''The Ship''. The lyrical climax is in some respects my supreme achievement in invocation; in fact, the chorus beginning: “Thou who art I beyond all I am...” seemed to me worthy to be introduced as the anthem into the Ritual of the Gnostic Catholic Church.''
 


==Ofício de Anthem==
==Ofício de Anthem==

Edição das 14h51min de 12 de janeiro de 2007

[1]

Merriam Websters Dictionary.jpg Este artigo encontra-se parcialmente em língua estrangeira.
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do Ofícion de Anthem, Crowley escreve no Confessions:

Durante esse período [i.e. por volta de 1913] a interpretação completa do mistério central da maçonaria tornou-se clara na consciência e eu a expressei na forma dramática no The Ship. O climax lírico está em alguns aspectos de minha consecussão suprema na invocação; de fato, do coro inicial: "Tu que és eu mesmo além de tudo meu..." pareceu-me merecer ser introduzido como o hino (anthem) no Ritual da Igreja Gnóstica Católica.

Ofício de Anthem

Tu que és eu mesmo, além de tudo meu;
Sem natureza, inominado, ateu;
Que quando o mais se esfuma, ficas no crisol;
Tu que és o segredo e o coração do Sol;

Tu que és a escondida fonte do universo;
Tu solitário, real fogo no bastão imerso;
Sempre abrasando; tu que és a só semente
De liberdade, vida, amor e luz eternamente;

Tu, além da visão e da palavra;
Tu eu invoco; e assim meu fogo lavra!
Tu eu invoco, minha vida, meu farol,
Tu que és o segredo e o coração do Sol

E aquele arcano dos arcanos santo
Do qual eu sou veículo e sou manto
Demonstra teu terrível, doce brilho:
Aparece, como é lei, neste teu filho!