Veneração de imagens

De Ocultura
Ir para navegação Ir para pesquisar

A introdução a este artigo oferece contexto insuficiente para aqueles não familiarizados com o assunto.
Por favor nos ajude a melhorar a introdução para atingir o padrão Ocultura de qualidade. Você pode discutir o assunto na página de discussão.

Iconostase da Catedral da Anunciação, Moscou, Rússia

Veneração de imagens é tópico de seculares discussões nos meios religiosos cristãos.

O Segundo Concílio de Nicéia, realizado em 787, declarou a legitimidade do que é chamado pelos atuais protestantes/evangélicos como veneração de imagens definindo que, segundo o ensino dos Padres da Igreja e segundo a tradição universal da Igreja cristã, se podiam propor à veneração dos fiéis, conjuntamente com a Cruz, as imagens da Mãe de Jesus, dos Anjos e dos Santos, tanto nas igrejas como nas casas ou ao longo dos caminhos.

Em 1987, por ocasião do XII Centenário do II Concílio de Nicéia, o Papa João Paulo II por meio da Carta Apostólica Duodecim Saeculum, reafirmou como legítima a doutrina sobre a veneração das imagens.

A prática da veneração de imagens para a teologia católica e ortodoxa não é confundida com idolatria. Mesmo porque, para tais grupos religiosos, as imagens seriam meras representações de quem as orações são direcionadas.

Estes grupos, mesmo estando cientes de que não praticam a idolatria, muitas vezes, são questionados por grupos protestantes sobre o fato das orações direcionadas às imagens de quem já morreu, utilizando como base a Bíblia (livro aceito pelos católicos e protestantes como revelado por Deus) que deixa claro ser abominação o culto aos mortos e invocação dos espíritos. A estes, os católicos e ortodoxos rebatem pela Profissão de Fé cristã, a qual afirma a Comunhão dos Santos, e também pela invocação e não evocação dos santos, modelos de vida cristã.

Ligações externas