Sigilo

De Ocultura
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Parte da série Magia em Teoria & Prática.


Sigillum dei Aemeth (parte frontal)

Um sigilo (do latim sigillum, diminuitivo de signum, "sinal") é um símbolo desenhado para um propósito mágico específico. São desenhados para representar um glifo, composto de uma variedade de símbolos ou conceitos com a intenção desejada e inherent iconic meaning. Essencialmente, sigilos são ícones simbólicos que são representações comprimidas de idéias ou informações mais complexas.

Um sigilo possuir uma forma asbtrata, pictórica ou semi-abstrata. Pode aparecer em qualquer meio, seja físico ou virtual, ou apenas na mente. Símbolos visuais são a forma mais popular, mas o uso de outros símbolos audíveis e táteis na magia não é de total desconhecimento.

Austin Osman Spare, em seu "Zos Kia Cultus", refinou o uso de sigilos até que pudessem ser usados por si sós, ou seja, fora de um ritual. Sua técnica, agora conhecida como "sigilização", se tornou um elemento da Magia do Chaos e a partir dai, passou a ser mais popular na magia ocidental.

Sigilos possuem muitos usos potenciais. Proteção espiritual é um deles, especialmente quando usados durante um trabalho goético. Ele pode também ser usado para obter determinado fim desejado, escrevendo tal resultado em uma forma simbólica, e então queimando-o.

No método de "energização" desenvolvido por Austin Osman Spare, são realizados os seguintes passos (em uma abordagem rápida):

Escrever o seu desejo (o mais objetivo possível), eliminar as letras repetidas e, com as outras, montar uma figura (desenho ou símbolo) que em nada lembre as letras. Utilizando qualquer método de gnose (masturbação, por exemplo), na hora do estado alterado de consciência, fixe no desenho (o mais difícil é ficar apenas com o objetivo em mente, sem nenhum outro pensamento). O objetivo é eliminar o consciente, e mandar o objetivo para o inconsciente direto, gerando o "filho mágico", porém, o objetivo deve ser esquecido o mais rápido possível. Guardar o desenho e queimar quando o desejo se realizar.

Em um contexto pós-moderno, empresas podem usar suas logomarcas como sigilos trabalhados para alcançar um determinado grau de prestígio ou poder. A idéia que esses simbolos sejam usados como armas magicas é muito popular entra alguns ocultistas.