O reconhecimento oficial da adoração do sol no Império Romano começou durante o tempo Aureliano quando ele instituiu o culto do "Sol invicto". O culto do Sol Invictos e o de Mithra são virtualmente os mesmos.
No ano 307 D.C., o Imperador Diocletiano, um adorador do sol, estava envolvido na dedicação de uma templo a Mithra e foi responsável pela queima da escritura que tornou possível para os últimos imperadores, formular suas próprias versões de "Cristinismo".
O Imperador Constantino, enquanto declarava ser Cristão, mantinha o título de "Pontifus Maximus" o alto sacerdote do paganismo. Suas moedas era escritas com: "SOL INVICTO COMITI" (COMPROMETIDO AO SOL INVENCÍVEL).
Domingo (Deis Solis), o dia do sol, era considerado pelos Mithraistas um dia sagrado de descanso.
No dia 25 de dezembro era comemorado como o nascimento do sol, dado como nascido pela "Rainha dos Céus" - "Mãe de deus"
Os Mithraistas celebravam um agape (festa) mithraico. Mithra era considerado um mediador entre deus e homem.