Liber AL vel Legis

Guia da Transformação
Leia nessa Ordem:
1. Passando do Velho ao Novo Aeon
2. A Lei da Liberdade
3. A Mensagem do Mestre Therion
4. De Lege Libellvm
5. Liber Oz
6. Dever
7. Liber AL vel Legis
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Tabela de conteúdo

Introdução

A religião conhecida como Thelema foi estabelecida com a escritura d'O Livro da Lei. Ele foi escrito (ou recebido) por Aleister Crowley no Cairo, Egito no ano 1904. Ele possui três capítulos, cada qual escrito em uma hora, começando ao meio-dia, nos dias 8, 9 e 10 de Abril. Crowley reinvidica que o autor foi uma entidade chamada Aiwass, a quem ele mais tarde identificou como seu próprio Sagrado Anjo Guardião. Os ensinamentos dentro deste livro foram o que chamamos Lei de Thelema, que podem ser resumidos nessas duas frases:

A interpretação deste livro é considerada uma questão indivídual, e promover abertamente idéias pessoais sobre seu significado é fortemente desencorajado. Segundo o comento, o entendimento deve ser adquirido somente com base nos escritos de Therion. Crowley trabalhou amplamente para ver a Lei de Thelema promulgada em todas as áreas de sociedade, no entando, o sucesso disto está baseado em cada um seguir voluntariosamente uma vida Thelêmica (veja o Dever) ao invés da evangelização ou tentativas diretas de conversão de outros. "Sucesso é tua prova: não argumentes; não convertas; não fales demais!" (AL III:42)

Do título do Livro

Na primeira edição esse Livro é chamado de L. L é a letra sagrada na Santa Tábua de Doze lados que forma o triângulo que estabiliza o Universo. Veja o Liber 418. L é a letra de Libra, Equilíbrio e Justiça no Tarot. Esse título deveria ser provavelmente "AL", "El", tal como a letra "L" fora ouvida da Voz de Aiwass, não vista. "AL" é o verdadeiro nome do Livro, suas letras e seu número 31 formam o Chave Mestra de seus Mistérios.

Sendo assim, o título completo e original desse livro é

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The Book of the Law as delivered by XCIII=418 to DCLXVI

A Escritura do Livro da Lei

O Chamado

De acordo com Crowley, a história começa no dia 16 de março de 1904, quando ele tenta a "mostrar os Silfos" por meio de um ritual a sua esposa, Rose. Embora ela não pudesse ver nada, ela parecia entrar em um leve transe e repetidamente disse: "Eles estão esperando por você!" Considerando que Rose não tinha nenhum interesse em magia ou misticismo, ele deu pouca atanção a isso. Porém, no dia 18, depois de invocar Thoth (o deus de conhecimento), ela menciona Hórus pelo nome como aquele que esperava por ele. Crowley, ainda cético, questionou-lhe várias perguntas sobre Hórus que ela respondeu com precisão, sem ter qualquer estudo anterior do assunto. A prova final foi a identificação que Rose fez de Horus na Estela da Revelação, então hospedada no museu de Boulak, com número de exibição 666.

No dia 20 de março, Crowley invocou Hórus, "com grande sucesso". Entre os dias 23 de março e 8 de abril, Crowley obteve a tradução dos hieróglifos da Estela. Também, Rose revelou que seu "informante" não era o próprio Horus, mas o mensageiro dele, Aiwass. Finalmente, no dia 7 de abril, Rose deu a Crowley suas instruções - que durante três dias, ele deveria entrar no "templo" e escrevesse o que ouvira entre meio-dia e às 13:00 horas.

A Escrita

Crowley escreveu o Livro da Lei no dia 8, 9 e 10 de abril, entre o meio-dia e às 13:00 horas. Ele descreve a "Voz de Aiwass" como vindo de sobre o ombro esquerdo dele, como se o orador estivesse de pé no canto do quarto. Era dito que sua voz era apaixonada, de timbre profundo, e musical, sem qualquer sotaque reconhecível.

Embora ele não tenha dado uma olhada ao redor do quarto, Crowley teve a impressão que Aiwass era um corpo de "fina matéria" como um "véu de gaze". Depois Crowley descreve Aiwass como "um homem alto, escuro nos seus trinta anos, compacto, ativo e forte, com a face de um rei selvagem, e olhos ocultaram para que seu olhar não destruisse o que eles olhassem" (Crowley, 1997).

Comentários do Livro da Lei

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