Mudanças entre as edições de "Um Ensaio Sobre Número"

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Scholion e. 9 = dwsy = 80 = p = Mars = 5 = h =
 
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&nbsp; = Chokmah = 2 = b = The Magus = I = 1.
 
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Scholion #. 9 = the Foundation of all things = the Foundation of the alphabet = Yod = 10 =
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Scholion #. 9 = the Foundation of all things = the Foundation of the alphabet = Yod = 10 = Malkuth = Kether = 1.
Malkuth = Kether = 1.
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Scholion z. 9 = IX = The Hermit = Yod = 10 = X = The Wheel of Fortune = k = 20 = XX = The
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Scholion z. 9 = IX = The Hermit = Yod = 10 = X = The Wheel of Fortune = k = 20 = XX = The Last Judgement = c = 300 = 30 = l = Justice = VIII = 8 = j = The Chariot = VII = 7 = z = The Lovers = VI = 6 = w = The Pope = V = 5 = h = The Emperor = IV = 4 = d = The Empress = III = 3 = g = The High Priestess = II = 2 = b = The Magus = I = 1 = a = The Fool = 0.
Last Judgement = c = 300 = 30 = l = Justice = VIII = 8 = j = The Chariot = VII = 7 = z = The
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Lovers = VI = 6 = w = The Pope = V = 5 = h = The Emperor
 
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= IV = 4 = d = The Empress = III
 
= 3 = g = The High Priestess = II = 2 = b = The Magus = I = 1 = a = The Fool = 0.
 
 
Scholion h. 9 = Luna = g = 3, etc., as before.
 
Scholion h. 9 = Luna = g = 3, etc., as before.
Indigo
 
Scholion q. 9 =
 
Lead
 
= Saturn = 3, etc., as before.
 
There are many other lines of argument. This form of reasoning reminds one of the riddle.
 
“Why is a story like a ghost?” Answer. “A story’s a tale; a tail’s a brush; a brush is a broom; a
 
brougham’s a carriage; a carriage is a gig; a gig’s a trap; a trap’s a snare; a snare’s a gin; gin’s a
 
spirit; and a spirit’s a ghost.”
 
  
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Lead</td>
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<td> = Saturn = 3, etc., as before.
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There are many other lines of argument. This form of reasoning reminds one of the riddle. Why is a story like a ghost?” Answer. “A story’s a tale; a tail’s a brush; a brush is a broom; a brougham’s a carriage; a carriage is a gig; a gig’s a trap; a trap’s a snare; a snare’s a gin; gin’s a spirit; and a spirit’s a ghost.”
  
 
Mas nossas identidades não são assim falsas; meditação revela a sua veracidade. Além disso, como explicarei mais tarde, 9 não é igual a 1 para o neófito. Essas equivalências são dogmáticas, e verdadeiras apenas pelo favor d'Ele em quem Tudo é Verdade. Na prática cada equivalência é uma operação mágica a ser realizada pelo aspirante.
 
Mas nossas identidades não são assim falsas; meditação revela a sua veracidade. Além disso, como explicarei mais tarde, 9 não é igual a 1 para o neófito. Essas equivalências são dogmáticas, e verdadeiras apenas pelo favor d'Ele em quem Tudo é Verdade. Na prática cada equivalência é uma operação mágica a ser realizada pelo aspirante.

Edição das 13h32min de 20 de dezembro de 2006

Merriam Websters Dictionary.jpg Este artigo encontra-se parcialmente em língua estrangeira.
Ajude e colabore com a tradução.

(Possa O Sagrado aliviar Suas severidades em direção ao Seu servo em respeito à pressa com que este ensaio foi composto!

Quando eu viajava com o venerável Iehi Aour em procura da verdade, nós encontramos um certo sábio e santo homem, Shri Parananda. Crianças! disse ele, por dois anos vocês terão que estudar comigo para que possam compreender completamente nossa Lei.

“Venerável Senhor!” respondeu Frater I. A., “o primeiro verso da Nossa Lei contém apenas sete palavras. Por sete anos estudei aquele verso dia e noite; e no fim daquele tempo eu presumi—possa o Habitante da Eternidade me perdoar!—escrever uma monografia sobre a primeira palavras daquelas sete palavras.”

“Venerável Senhor!” disse eu, “aquela Primeira Palavra da nossa lei contém apenas seis letras. Por seis anos estudei aquela palavra dia e noite; e no fim daquele tempo não ousei pronunciar a primeira letra daquelas seis letras.”

Assim rebaixando a mim mesmo envergonhei* ambos o santo Yogi e meu venerável Frater I. A. Mas alas! Tetragrammaton! Alas! Adonai! A hora do meu silêncio passou. Possa a hora do meu silêncio retornar! Amen.)

Parte I

O Universo Como Ele Mesmo

Seção I

0. O Negativo—o Infinito—o Círculo, ou o Ponto.

1. A Unidade—o Positivo—o Finito—a Linha, derivada do 0 por extensão. O Ser divino.

2. A Díade—as Superfícies, derivada do 1 por reflexão*, ou pela revolução da linha ao redor do seu fim. O Demiurgo. A Votade divina.

3. A Tríade, o Sólido, derivada do 1 e 2 por adição. Matéria. A Inteligência divina.

4. O Quaternário, o Sólido existindo no Tempo, matéria como a conhecemos. Derivado do 2 por multiplicação. O Repouso divino.

5. O Quinário, Força ou Movimento. A interação da Vontade divina com a matéria. Derivado do 2 e 3 por adição.

6. O Senário, Mente. Derivado do 2 e 3 por multiplicação.

7. O Setenário, Desejo. Derivado do 3 e 4 por adição. (Há porém uma atribuição secundária do 7, fazendo dele o mais sagrado e perfeito dos números.)

8. A Ogdoad, Intelecto (também Mudança na Estabilidade). Derivado do 2 e 3 por multiplicação, 8= 2³.

9. A Ennead, Estabilidade na Mudança. Derivada do 2 e 3 por multiplicação, 9 = 3².

(Note que todos os números divisíveis por nove continuam assim divisíveis, não importa o quanto se altere a ordem dos algarismos.)

10. A Década, o Fim divino. Representa o 1 retornando ao 0. Derivada de 1 + 2 + 3 + 4 = 10.

11. A Hendecad, as malditas cascas que existem apenas fora da divina Árvore. 1 + 1 = 2, no seu sentido maléfico de não ser 1.

Seção I

0. O Ovo Cósmico.

1. O Eu da Divindade, além da Paternidade ou Maternidade.

2. O Pai.

3. A Mãe.

4. O Pai feito carne—autoritativo e paternal.

5. A Mãe feita carne—feroz e ativa.

6. O Filho—partilhando de todas essas naturezas.

7. A Mãe degradada a mera emoção animal.

8. O Pai degradado a mera razão animal.

9. O Filho degradado a mera vida animal.

10. A Filha, caída e tocando com suas mãos as cascas.

Nota-se que esta ordem representa a criação como degeneração progressiva—o que nós somos compelidos a pensar como maléfico. No organismo humano o mesmo arranjo será notado.

Seção III

0. O Pleroma do qual nossa individualidade é a mônada: o “All-Self”.

1. O Eu—o Ego divino do qual o homem é raramente consciente.

2. O Ego; aquilo que pensa “Eu”—uma falsidade, porque pensar “Eu” é negar “não-Eu” e assim criar a Díada.

3. A Alma; como 3 reconcilia 2 e 1, aqui são colocadas as aspirações à divindade. Também é o eu receptivo como o 2 é o assertivo.

4-9. O Eu Intelectual, como suas ramificações:

4. Memória. 5. Vontade. 6. Imaginação. 7. Desejo. 8. Razão. 9. O ser animal.

6. O Eu Consciente do Homem Normal: considerando-se livre, e na verdade um brinquedo do seu ambiente.

9. O Eu Inconsciente do Homem Normal: Reflexo, circulação, respiração, digestão, etc., todos pertencem a aqui.

10. O envelope físico ilusório; a armação do templo.

Seção IV

Tendo comparado essas atribuições com aquelas encontradas no 777, estudado elas, assimilado elas tão completamente que é natural e não necessita de esforço pensar “Binah, Mãe, Grande Mar, Trono, Saturno, Preto, Mirra, Tristeza, Inteligência, etc. etc. etc.,” em um flash sempre que o número 3 é mencionado ou visto, podemos proveitosamente proceder a passar pelos mais importantes dos mais altos números. Para este propósito removi a mim mesmo de livros de referência; somente aquelas coisas que se fixaram na minha mente (por sua importância) merecem lugar na simplicidade deste ensaio.

12. HVA, “Ele,” um título de Kether, identificando Kether com o Zodíaco, a “casa das 12 estrelas” e suas correspondências. Veja 777.

13. AChD, Unidade, e AHBH, Amor. Uma escala de unidade; assim 13 x 1 = 1; 26 = 13 x 2 = 2; 91 = 13 x 7; de modo que podemos encontrar em 26 e 91 elaborações da Diada e do Setenário respectivamente.

14. Uma “elaboração” do 5 (1 + 4 = 5), Força; uma “concentração” do 86 ( 8 + 6 = 14), Elohim, os 5 elementos.

15. IH, Iah, um dos nomes inefáveis; o Pai e a Mãe unidos. O número místico de Gueburah: 1 + 2 + 3 + 4 + 5.

17. O número de quadrados na Swastika, que pela forma é Aleph, a. Assim 17 lembra 1. Também IAV, IAO, o Pai trinuo. Veja 32 e 358.

18. ChI, Vida. Uma “elaboração” do 9.

20. IVD, Iod, a letra do Pai.

21. AHIH, existência, um título de Kether. Note 3 x 7 = 21. Também IHV, as primeiras 3 letras (ativas) de IHVH. Número místico de Tiphereth.

22. O número de letras no Alfabeto Hebraico; e dos caminhos na Árvore. Assim sugere compleição da imperfeição. Finalidade, e finalidade fatal. Note 2 x 11, a Díada maldita brincando com as Cascas.

24. Número dos Elders; e = 72 ÷ 3. 72 é o “Nome dividido.”

26. IHVH. Iehovah, como a Diáda expandida, o ciumento e terrível Deus, a Face menor. O Deus da Natureza, fecundo, cruel, belo, inflexível.

28. Número místico de Netzach, KCh, "Poder."

31. LA, "não" [N.T.: advérbio]; e AL, "Deus." Nesta Parte I. ("A Natureza como ela é") o número é um tanto proibitivo. Pois AL é o nome Divino de Chesed, misericórdia; e então o número aparentemete nega aquele Nome.

32. Número de Sephiroth e Caminhos, 10 + 32. Assim é a compleição da perfeição. Finalidade: as coisas como elas são em sua totalidade. AHIHVH, AHIH e IHVH combinados, Macroprosopus e Microprosopus, está aqui. Se supormos as 3 letras H fêmeas ocultando as 3 mães A, M, Sh, obtemos o número 358, Messias, q.v. Note 32 = 2^5, a Vontade divina extendida através do movimento. 64 = 2^6, será o número perfeito da matéria, pois é o 8, o primeiro cubo, ao quadrado. Então o descobrimos um número de Mercúrio, como se a solidez da matéria estivesse na verdade em movimento eterno.

35. AGLA, um nome de Deus = Ateh Gibor Le Olahm Adonai. "A Ti seja o Poder por todas as Eras, Ó meu Senhor!" 35 = 5 x 7. 7 = Divindade, 5 = Poder.

36. Um número Solar. ALH. De outro modo sem importância, mas é o número místico de Mercúrio.

37. IChIDH. O mais alto princípio da Alma, atribuído a Kether. Note 37 = 111 ÷ 3.

38. Note 38 x 11 = 418 q.v. na Parte II.

39. IHVH AChD, Iehovah é um. 39 = 13 x 3. Esta é então a afirmação da alma aspirante.

40. Um número "morto" de lei fixa, 4 x 10, Tetragrammaton, a face menor imutável no peso de Malkuth.

41. AM, a Mãe, não-fertilizada e não-iluminada.

42. AMA, a Mãe, ainda escura. Aqui estão os 42 juízes dos mortos no Amennti, e aqui está o nome de 42 partes do Deus Criativo. Veja Liber 418.

44. DM, sangue. Veja a Parte II. Aqui 4 x 11 = corrupção do mundo criado.

45. MH, um título secreto de Ietzirah, o Mundo Formativo. ADM, Adam, homem, a espécie (não "o primeiro homem"). A é Ar, o sopro divino que incita DM, sangue, à existência.

49. Um número útil nos cálculos do Dr. Dee, e um número místico de Vênus.

50. O n;umero dos Portões de Binah, cujo nome é Morte (50 = N = pelo Tarot, "Morte").

51. AN, dor. NA, fracasso. ADVM, Edom, o reino dos reis demônios. Há muito na Qabalah sobre esses reis e seus duques; isso nunca significou muito pra mim, de qualquer jeito. Mas 51 é 1 a menos que 52.

52. AIMA, a Mãe fertilizada, o Phallus (y) enfiado em AMA. Também BN, o Filho. Note 52 = 13 x 4, 4 sendo Misericórdia e a influência do Pai.

60. Samekh, que por extenso se escreve 60 x 2 = 120 (q.v.) como Iod, 10, por extenso se escreve 10 x 2 = 20. Em geral, as dezenas são "solidificações" das idéias das unidades que elas multiplicam. Assim 50 é a Morte, a Força da Mudança no seu aspecto final e mais terreno. Samekh é "Temperança" no Tarot: o 6 (...); o pior nome pelo qual podemos chamar o 60 é "restrição".

64. DIN e DNI, inteligências (os gêmeos) de Mercúrio. Veja também 32.

65. ADNI. Em caracteres Romanos LXV = LVX, a Luz redentora. Veja o ritual de 5 = 6 e "Konx Om Pax". Note 65 = 13 x 5, a mais espiritual forma de força, assim como 10 x 5 foi sua forma mais material. Note HS, "Mantenha Silêncio!" e HIKL, o palácio; como se fosse dito "Silêncio é a Casa de Adonai".

67. BINH a Grande Mãe. Note 6 + 7 = 13, unindo as idéias de Binah e Kether. Um número de aspiração.

70. O Sanhedrin e os preceitos da Lei. O Divino 7 em sua forma mais material.

72. ChSD, Misericórdia. O número de Shemhamphorasch, como se afirmando Deus como misericordioso. PAra detalhes de Shemhamphorasch, veja 777 e outros livros clássicos de referëncia. Note especialmente I + IH + IHV + IHVH = 72.

73. ChKMH, Sabedoria. Também GML, Guimel, o caminho unindo Kether e Tiphereth. MAs Guimel, "a Sacerdotiza da Estrela de Prata", é a Hierofante Fêmea, a Lua; e Chokmah é o Logos, ou iniciador masculino. Veja também Liber 418 para muita informação nesses pontos, apesar de que do ponto de vista da Parte II.

78 MZLA, a influência de Kether. O número das cartas do Tarô, e o dos 13 caminhos da Barba de Macroprosopus. Note 78 = 13 x 6. Também AIVAS, o mensageiro. Veja a Parte II.

80. O número de P, a "Torre atingida pelo raio" do Tarô. 8 = Intelecto, Mercúrio; sua forma mais material é Ruína, como Intelecto no fim é individido contra si mesmo.

81. Um número místico da Lua.

84. Um número especialmente importante no Budismo. 84 = 7 x 12.

85. PH, a letra P. 85 = 5 x 17: mesmo a mais alta unidade, se for movida ou energizada, significa Guerra.

86. ALHIM. Veja "Uma Nota sobre o Gênese", EQUINOX I, nº 2.

90. Número de Tzaddi, um anzol = Tanha, o [clinging] do homem à vida, a armadliha na qual o homem é preso como um peixe é preso por um gancho. O aspecto mais material da vida animal; seu [doom] final decretado por sua própria luxúria. Também MIM, Água.

91. 91 = 7 x 13, a forma mais espiritual de Setenário. AMN, Amen, o mais santo nome de Deus; o Amoun dos Egípcios. É igual a IHVH ADNI (IAHDVNHI, entrelaçados), o nome de oito letras, portanto ligando o 7 ao 8. Note que AMN (reconhecendo N como final, 700) = 741 = AMThSh, as letras dos elementos; e assim uma forma do Tetragrama, uma forma desvelada.

100. O número de Q, a perfeita ilusão, 10 x 10. Também KP, a Roda da Fortuna. A identidade é aquela da matéria, fatalidade, mudaça, ilusão. Aparentemente a visão Budista do Samsara-Cakkram.

106. NVN, Nun, um peixe. O número da morte. Morte no Tarô [bears] uma foice [cross-handled]; daí o Peixe como símbolo do Redentor. Iota Chi Theta Upsilon Sigma = Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador.

108. Especialmente importante porque 108 = 2 x 2 x 3 x 3 x 3 = o quadrado de dois brincando com o cubo de três. Daí os Budistas o saudarem com aclamação , e fazem seus rosários desse número de contas.

111. AChD HVA ALHIM, "Ele é Um Deus". ALP, Aleph, um boi; um mil. O Touro redentor. Pela forma a Suástica, e assim o Relâmpago. "Como o relâmpago ilumina o Oriente mesmo ao Ocidente, assim será a chegada do Filho do Homem." Uma alusão à descida de Shiva a Shakti em Samahdi. O A Romano mostra o mesmo através da forma do Pentagrama, que ele imita.

ASN, ruína, destruição, morte súbita. Scil., da personalidade em SAmahdi.

APL, escuridão densa. Cf. São João da Cruz, que descreve estes fenômenos em grande detalhe.

AMO, o Aum ou Om Hindu.

MHVLL, louco — a destruição da Razão pela Iluminação.

OVLH, um holocausto. Cf. ASN.

PLA, a Maravilha Oculta, um título de Kether.

114. DMO, uma lágrima. A idade de Christian Rosencreutz.

120. SMK, Samek, um [prop]. Também MVSDI, base, fundação. 120 = 1 x 2 x 3 x 4 x 5, e é assim uma síntese do poder do pentagrama. [Também 1 + 2 + … + 14 + 15 = 120.] Daí sua importância no ritual 5 = 6, q.v. EQUINOX I, no 3. Eu porém discordo em parte; ele me parece simbolizar uma menor redenção que aquela associada a Tiphereth. Compare ao menos os números 0,12 e 210 em Liber Legis e Liber 418, e [extol] sua superioridade. Pois enquanto o primeiro é a sublime fórmula do infinito [surging] em finitude, e o último a suprema [rolling-up] da finitude na infinitude. o 120 pode simbolizar no máximo um tipo de condição intermediária de estabilidade. Pois como pode alguém proceder do 2 para o 0? 120 também é ON, um nome muito importante de Deus.

124. ODN, Eden.

131. SMAL, Satan assim-chamado, mas na verdade apenas Samael, o acusador dos [brethren], impopular com os Rabinos porque suas consciências não estavam limpas. Samael realiza uma das mais úteis funções; ele é o ceticismo, que acusa intelectualmente; a consciência, que acusa moralmente; e mesmo aquele acusador espiritual sobre o Umbral, sem o qual o SAntuário poderia ser profanado. Nós devemos derrotá-lo, é verdade; mas como deveríamos culpar e abusar dele, sem culpar e abusar Dele que o pôs ali?

136. Um número místic de Júpiter; a soma dos 16 primeiros números naturais.

144. O quadrado e portanto a materialização do número 12. Daí os números no Apocalipse. 144.000 apenas signfica 12 (o número perfeito no zodíaco ou nas casa do céu e tribos de israel) x 12 i.e. [settled] x 1.000, i.e. na grande escala.

148. MZNIM, Balanças da Justiça.

156. BABALON. Veja Liber 418. Este número é importante principalmente para a Parte II. Não é relatado na Qabalah ortodoxa dogmática. Apesar disso é 12 x 13, a forma mais espiritual, 13, do mais perfeito número, 12, HVA. [É TzIVN, Zion, a Cidade das Pirâmides. — Ed.]

175. Um número místico de Vênus.

203. ABR, iniciais de AB, BN, RVCh, a Trindade.

206. DBR, a Fala, "a Palavra de Poder".

207. AVR, Luz. Contraste com AVB, 9, luz astral, e AVD, 11, a Luz Mágica. Aub é uma coisa ilusória da bruxaria (c.f. Obi, Obeah); Aud é quase = a força Kundalini (força "Ódica"). Isto ilustra bem a diferença entre o [sluggish], viscoso 9, e o [keen], extático 11.

210. Pertinente à Parte II. Veja Liber 418.

214. RVCh, o ar, a mente.

220. Pertinente à Parte II. O número de versos em Liber Legis.

231. A soma dos primeiros 22 números, 0 a 21; a soma dos Números-Chave das cartas do Tarô; daí uma extensão do 22 q.v.

270. I.N.R.I. Veja ritual 5 = 6.

280. A soma das "cinco letras de severidade", aquelas que têm uma forma final — Kaph, Mem, Nun, Pe, Tzaddi. Também o número dos quadrados nas laterais da Cripta 7 x 40; veja ritual 5 = 6. Também RP = terror.

300. A letra Shin, significando "dente", e sugerindo pela forma uma chama tripla. Refere Ietziraticamente ao fogo, e é simbólica do Espírito Santo, RVCh ALHIM = 300. Daí a letra do Espírito. Descendo no meio de IHVH, os quatro elementos inferiores, nós temos IHShVH Jeheshua, o Salvador, simbolizado pelo Pentagrama.

301. ASh, Fogo.

314. ShDI, o Todo-Poderoso, um nome de Deus atribuído a Iesod.

325. Um número místico de Marte. BRTzBAL, o espírito de Marte, e GRAPIAL, a inteligência de Marte.

326. IHShVH, Jesus - veja 300.

333. ChVRVNZVN, veja Liber 418, 10th Aethyr. É surpreendente que este 3 em larga escala seja um símbolo de dispersão tão terrível. Há sem dúvida um arcano venerável [here connoted], possivelmente o mal da Matéria [summó]. 333 = 37 x 9 o maldito.

340. ShM - o Nome.

341. A soma das "3 mães", Aleph, Mem, Shin.

345. MShH, Moisés. Note que por transposição nós temos 543, AHIH AShR AHIH, "Existência é existência", "Eu sou o que sou", um título sublime de Kether. Moisés é portanto considerado como o representante dessa manifestação particular da divindade, que declarou a si mesma sob esse nome especial.

358. Veja 32. MShICh, Messias, e NChSh, a serpente do Gênese. O dogma é que a cabeça da serpente (N) é ["bruised"], sendo substituída pelo M, a letra do Sacrifício, e Deus, a letra igualmente da virgindade (Iod = Virgo), e da divindade original (Iod = a fundação ou tipo de todas as letras). Assim a palavra pode ser lida: "O Sacrifício d'O Divino Nascido-da-virgem triunfante (Cheth, a Carruagem) através do Espírito", enquanto NChSh lê "Morte entrando no (reino do) Espírito".

Mas a concepção da Serpente como Redentora é mais verdadeira. Veja minha explicação do ritual 5 = 6 (EQUINOX I, No III).

361. ADNI HARTz, o Senhor da Terra. Note 361 denota as 3 Supernas, os 6 membros de Ruach e Malkuth. Este nome de Deus portanto [embraces] todas as 10 sephiroth.

365. Um número importante, apesar que não na pura Qabalah. Veja "O Canon". Meithras e Abraxas em Grego.

370. Na verdade mais importante para a Parte II. OSh, Criação. O Bode Sabático em seu mais alto aspecto. Isto mostra o todo da Criação como matéria e espírito. O material 3, o espiritual 7, e tudo cancelado em Zero. Também ShLM = paz.

400. A letra Tau, "O Universo". É o quadrado de 20, "A Roda da Fortuna", e mostra o Universo portanto como a Esfera da Fortuna — o Samsara-Cakkram, onde Karma, que os tolos chama acaso, reina.

400 é o número total de Sephiroth, cada uma das 10 contendo 10 em si mesma e sendo repetidas nos 4 mundos de Atziluth, Briah, Ietzirah, e Assiah. Estes quatro mundos são eles mesmos atribuídos a IHVH, que não é portanto o nome de um fetiche tribal, mas a fórmula de um sistema.

401. ATh, "o" enfático, significando "essência de", pois A e Th são a primeira e a última letra do Alfabeto Hebraico, como Alfa e Ômega são do Grego, e A e Z do Latino. Daí a Palavra Azoth, que não deve ser confundida com Azote (sem vida, azotos), o antigo nome do nitrogênio. Azoth significa a soma e essência de todos, concebida como Um.

406. ThV, a letra Tau (veja 400), também AThH, "Tu". Note que AHA (7), o divino nome de Vênus (7), dá as iniciais de Ani, Hua, Ateh — Eu, Ele, Tu; três diferentes aspectos da divindade adorados em três pessoas e em três maneiras, viz. (1) com a face [averted]; (2) com porstração; (3) com identificação.

418. Pertinente principalmente à Parte II, q.v.

419. TITh, a letra Teth.

434. DLTh, a letra Daleth.

440. ThLI, o grande dragão.

441. AMTh, Verdade. Note 441 = 21 x 21. 21 é AHIH, o Deus de Kether, cuja Vontade é Verdade.

450. ThN, o grande dragão.

463. MTH HShQD, a Vara de Moisés, o [rod] de [Almond]. 3 + 60 + 400, os caminhos do pilar do meio.

474. DVTh, Conhecimento, a Sephira que não é uma Sephira. Em um aspecto a criança de Chokmah e Binah; em outro a Ouitava Cabeça do Dragão [Stooping], elevada quando a Árvore da Vida foi despedaçada, e Macroprosopus pôs os querubim contra Microprosopus. Veja o ritual 4 = 7, supra. Também, e muito especialmente, Liber 418. É o demônio que religiões puramente intelectuais ou racionais tomam como seu Deus. O perigo especial do Budismo Hinayana.

480. LILITh, a rainha-demônio de Malkuth.

543. AHIH AShR AHIH, "Eu sou o que sou".

666. Último dos números místicos do Sol. SVRTh, o espírito do Sol. Também OMMV SThN, Ommo Satan, a Trindade Satânica de Typhon, Apophis e Besz; também ShN IHShVH, o nome de Jesus. Os nomes de Nero, Napoleão, W. E. Gladstone, e qualquer pessoa que você possa por acaso desgostar, resultam este número. Na realidade é a última extensão do número 6, tanto porque 6 x 111 (ALP = 111 = 1) = 6, quanto porque o Sol, cujo maior número ele é, é 6.

(...)

671. ThORA, a Lei, ThROA, o Portão, AThOR a Senhora do CAminho de Daleth, ROThA a Roda. Também ALP, DLTh, NVN, IVD, Adonai (veja 65) escrito por extenso.

Este importante número marca a identidade do Augoeides com o próprio Caminho ("Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida") e mostra o Tarô como uma Chave; e que a própria Lei nada mais é que isso. Por esta razão o Colégio externo da A:. A:. é coroado por este "conhecimento e conversação do Sagrado Anjo Guardião".

Este número também é o do Ritual do Neófito. Veja Liber XIII.

741. AMThSh, as quatro letras dos elementos. AMN, contando o N final como 700, o Nome supremo do Oculto. O dogma é que o Altíssimo não é mais que os Quatro Elementos; que não há nada além desses, além do Tetragrama. Este dogma é admiravelmente retratado por Lorde Dusanay em um conto chamado "As Andanças de Shaun".

777. Vide supra.

800. QShTh, o Arco-Íris. A Promessa da Redenção (8) — 8 como Mercúrio, Intelecto, o Ruach, Microprosopus, o Filho Redentor — em sua forma mais material.

811. IAO (numeração grega).

888. Jesus (numeração grega).

913. BRAShITh, o Início. Veja "Uma Nota sobre o Gênese".

Esta lista habilitará o estudante a acompanhar a maioria dos argumentos da Qabalah dogmática. É útil para ele passar por todos os argumentos pelo qual pode-se provar que qualqeur número dado é o supremo. É o caso, os muitos sendo apenas véus do Um; e o curso de argumentação leva ao conhecimento e veneração de cada número por sua vez. Por exemplo.

Thesis. The Number Nine is the highest and worthiest of the numbers.

Scholion a. “The number nine is sacred, and attains the summits of philosophy,” Zoroaster.

Scholion b. Nine is the best symbol of the Unchangeable One, since by whatever number it is multiplied, the sum of the figures is always 9, e.g. 9 × 487 = 4383. 4 + 3 + 8 + 3 = 18. 1 + 8 = 9.

Scholion g. 9 = f, a serpent. And the Serpent is the Holy Uræus, upon the crown of the Gods.

Scholion d. 9 = IX = the Hermit of the Tarot, the Ancient One with Lamp (Giver of Light) and Staff (the Middle Pillar of the Sephiroth). This, two, is the same Ancient as in 0, Aleph, “The Fool”, and Aleph = 1.

Scholion e. 9 = dwsy = 80 = p = Mars = 5 = h =

the Mother = Binah = 3

= g = lmg = 73 = hmkj =

= ba = The Father =

= (1 + 2) = Mystic Number of Chokmah =

  = Chokmah = 2 = b = The Magus = I = 1.

Scholion #. 9 = the Foundation of all things = the Foundation of the alphabet = Yod = 10 = Malkuth = Kether = 1.

Scholion z. 9 = IX = The Hermit = Yod = 10 = X = The Wheel of Fortune = k = 20 = XX = The Last Judgement = c = 300 = 30 = l = Justice = VIII = 8 = j = The Chariot = VII = 7 = z = The Lovers = VI = 6 = w = The Pope = V = 5 = h = The Emperor = IV = 4 = d = The Empress = III = 3 = g = The High Priestess = II = 2 = b = The Magus = I = 1 = a = The Fool = 0.

Scholion h. 9 = Luna = g = 3, etc., as before.

Scholion q. 9 = Indigo
Lead
= Saturn = 3, etc., as before.

There are many other lines of argument. This form of reasoning reminds one of the riddle. Why is a story like a ghost?” Answer. “A story’s a tale; a tail’s a brush; a brush is a broom; a brougham’s a carriage; a carriage is a gig; a gig’s a trap; a trap’s a snare; a snare’s a gin; gin’s a spirit; and a spirit’s a ghost.”

Mas nossas identidades não são assim falsas; meditação revela a sua veracidade. Além disso, como explicarei mais tarde, 9 não é igual a 1 para o neófito. Essas equivalências são dogmáticas, e verdadeiras apenas pelo favor d'Ele em quem Tudo é Verdade. Na prática cada equivalência é uma operação mágica a ser realizada pelo aspirante.