Solis Invictus

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O reconhecimento oficial da adoração do sol no Império Romano começou durante o tempo Aureliano quando ele instituiu o culto do "Sol invicto". O culto do Sol Invictos e o de Mithra são virtualmente os mesmos.

No ano 307 D.C., o Imperador Diocletiano, um adorador do sol, estava envolvido na dedicação de um templo a Mithra e foi responsável pela queima da escritura que tornou possível para os últimos imperadores, formular suas próprias versões de "Cristianismo".

O Imperador Constantino, enquanto declarava ser Cristão, mantinha o título de "Pontifus Maximus" o alto sacerdote do paganismo. Suas moedas eram escritas com: "SOL INVICTO COMITI" (COMPROMETIDO AO SOL INVENCÍVEL).

Domingo (Deis Solis), o dia do sol, era considerado pelos Mithraistas um dia sagrado de descanso.

No dia 25 de dezembro era comemorado como o nascimento do sol, dado como nascido pela "Rainha dos Céus" - "Mãe de deus"

Os Mithraistas celebravam um agape (festa) mithraico. Mithra era considerado um mediador entre deus e homem.

O último estado da religião pagã na Europa foi o Mithraismo. A adoração de Mithras, o deus Sol Invencível foi praticada por todo império Romano, incluindo as ilhas Britânicas. Os Templos em Londres e ao longo dos muros de Hadrian podem ainda ser vistos hoje bem como alguns remanescentes em Wales e York. Não há qualquer documentação escrita formal de estilo Ocidental dos Mistérios Mithraicos, o "Culto de Mithras" Romano. Os Templos subterrâneos e suas pinturas, estátuas e poucos documentos anti-pagãos feitos pelos primeiros crististas é tudo que permanece.


Mithra/Mitra é o protótipo para o Mithras Romano para o qual existem vários hinos nos textos sagrados Hindus e Zoroastrinos. Isto nos dá alguns insights sobre a energia desta divindade antes de se fundir com a grande massa de idéias mágicas Greco-Romanas. A evolução desta deidade de deus da terra verde, pastagens selvagens e da luz solar para aquele Deus do Sol Invencível, que move o cosmos por meio do assassinato da constelação de Touro, tem sido o assunto de muito interesse para historiadores e magistas.

O Mithras Romano foi, talvez, o maior rival do início do Cristismo por muitas razões. Bem como sendo uma religião pagã popular no Exército Romano, Mithraismo tem muitas similaridades com o Cristismo. Mithras nasceu de uma virgem, permaneceu em celibato, seu culto envolvendo bastismo, a partilha do pão marcado com uma cruz e vinho como sacrifício do sangue, deixar Domingos sagrados e Mithras nasceu em 25 de Dezembro. Mithraistas chamam a si mesmos 'irmãos' e eram liderados por um sacerdote chamado 'pai' (Pater). O símbolo do pai eram um bastão, uma espada curva, um anel e chapéu.

Estas similaridades assustaram os primeiros líderes crististas - cerca de 500 anos antes da "chegada de Cristo", todos os mistérios do cristismo já eram conhecidos. Para combater isto, escritores crististas disseram que o "Demônio" sabia com antecedência da vinda de "Cristo" e os imitou antes de eles existirem de maneira a denegrí-los. Como o cristismo ganhou forças e se tornou a religião formal do Império Romano, o 'Culto de Mithras' foi um dos primeiros cultos pagãos a serem atacados no quinto século; Templos a Mithras, como a maioria dos outros templos pagãos, foram destruídos e Igrejas construídas sobre deles.

Os Mistérios de Mithras permaneceu na Grã-Bretanha por algum tempo após o cristimo de Roma, e em sua 'Música do Macrocosmo' (Canu y byd mawr) o bardo Taliesin (6º século A.D.) demonstra seus conhecimento iniciatórico do 'Culto de Mithras'.

Sir James Frazer propôs que, na verdade, Taliesin o Bardo (6º século A.D.) foi um iniciado Mithraico. A 'Música do Macrocosmo' certamente contém alguma Erudição Mithráica e Taliesin, a figura histórica, foi versado em muitas outras sabedorias mágicas das Ilhas Britânicas. Não admira, portanto, que ele também eram familiarizado com os Mistérios Mithráicos. Outra interessante conexão entre o deus do Sol Invencível e a sabedoria Celta é proposta por John Matthews em 'Taliesin: Xamanismo e os Mistérios Bárdicos na Bretanha e Irlanda'.

Na Língua das Árvore, o alfabeto Ogham (antiga escrita irlandesa) poderia ser atribuído ao deus Ogma Cermait (o de fala suave), Grain-aineach (face de Sol), ou Trenfher (Homem Forte, Campeão), um filho do grande deus Dagda e deusa Danu. Na Gália ele era chamado Ogmios e era cultuado como um deus de luz e ensinamento. "Numa inscrição encontrada na Richborough, Ogmios é representado com raios de luz vindo de sua cabeça e segurando o flagelo do Solis Invictus". Todos os três títulos de Ogma certamente do link in with the rites of Mithras and the inscription in Richborough also supports a link. However what is not clear is if the link derives from the original Mithra, that is with the spread of Indo-European people or from the introduction of Mithras with the Roman Empire, that is Ogma possiblygained some Mithraic characteristic during the Roman Empire as he already showed some parallels with Mithras.

A special grade was created as the movement went underground at the end of 4th century AD. The grade of 'Chryfii' meaning "hidden ones" is inscribed in a Mithraeum in Rome. This was to insure the lore was not totally lost, and it is during this time we see the Mithraic lore return to the Middle East with all of its new Greeco-Roman based knowledge. The spread amazingly went all the way to Korea and finally reached Japan in 612AD. By modifying it to fit local customs and adapting to each new culture, the lore survived and Mithras was worshiped from Hadrian's Wall in England in the West all the way to Japan in the East. The Invincible Sun God lived up to its title and survived all ihis adversaries.

The possibility of Taliesin the Bard (6th century) being a Mithraic initiate also adds weight to the way lore was preserved by fusion with local customs and remained hidden by being one with the masses.

Findings of local Goddess statues and other Celtic religious artifactsin the Mithraic Temples (Mithraeums) along Hadrian's Wall suggest the male-only imagery of the cult had shifted and was again fusing with local custom and deities. It is perhaps a romantic notion to think that as Christianity overcome paganism within Britain, the remaining pagans of different traditions gathered in the well -rotected walls of the underground Mithraeums to pull together - Druids (or proto-druids) alongside Mithraists invoking their gods of solar lights to stop the destructions.

One way of unlocking the mysteries that have been lost is perhaps by looking at the where it started, the old land of Persia. In the same way Christianity overcame Mithraic mysteries and all paganism in the west, what was left of the original Mithra was dissolved by rise of Islam in the East. However the magical current of the Invincible Sun god survived despite the rise of Christianity and Islam. In the East Mithra was fused with Islamic lore and became part of mystical branch of Islam, Sufisim.

Birth of the Invincible Sun God:

According to Persian traditions, the god Mithras was actually incarnated into the human form of the Saviour expected by Zarathustra. Mithras was born of Anahita, an immaculate virgin mother once worshipped as a fertility goddess before the hierarchical reformation. Anahita was said to have conceived the Saviour from the seed of Zarathustra preserved in the waters of Lake Hamun in the Persian province of Sistan. Mithra's ascension to heaven was said to have occurred in 208 B.C., 64 years after his birth. This birth took place in a cave or grotto, where shepherds attended him and regaled him with gifts, at the winter solstice. This is based on a older myth about birth of Mithra, that his magical birth at the dawn of time was from a rock from which he formed himself using his Will. He holds in his hand a dagger and a torch. A statue from Housesteads shows Mithras being born from the rock while the twelve signs of the zodiac surround him, showing his image as a stellar god who rules the cosmos even at his birth. A serpent sometimes shown to be coiled around of the Mithras or birth stone/egg.

After his birth he challenged other forces when the world was young. His battle with the Sun resulted in the formation of a friendship and Mithras was bestowed with rays/crown of the Sun. Christians adopted this date as Christ's birthday in the Fourth century of the common era, according to Sir J.G. Frazer in his work The Golden Bough: "the festival of Christmas, which the church seems to have borrowed directly from its heathen rival. In the Julian Calendar, the 25th of December was reckoned as the winter solstice, and was regarded as the nativity of the Sun, because the day begins to lengthen and the power of the Sun increases from that turning point of the year. ... Mithras was regularly identified by his worshippers with the Sun... The [Christian] Gospels say nothing of the day of Christ's birth, and accordingly the early church did not celebrate it."

The New Catholic Encyclopaedia records: "The birth of Christ was assigned the date of the winter solstice (December 25 in the Julian calendar, January 6 in the Egyptian), because on this day, as the Sun began its return to northern skies, the pagan devotees of Mithras celebrated the Dies Natalis Solis Invicti (Birthday of the Invincible Sun). On December 25, 274, [Roman Emperor] Aurelian had proclaimed the Sun God the principal patron of the Empire and dedicated a temple to Him in the Campus Martius. Christmas originated at a time when the cult of the Sun was particularly strong at Rome." (Vol. III, p.656, 1967 ed.).

Some images survive with Mithras on horseback with bow and arrow in hand hunting a stag whose horn is the crescent moon. Mithras is accompanied by a lion, snake and a dog. This too might be a star map, however no one has been able to interpret it yet.