Mudanças entre as edições de "Qliphoth"

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Também são chamadas "conchas".
 
Também são chamadas "conchas".
  
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Edição das 21h13min de 25 de setembro de 2006

"O ser humano é cego para os próprios defeitos. Jamais um vilão do cinema mudo proclamou-se vilão. Nem o idiota se diz idiota. Os defeitos existem dentro de nós, ativos e militantes, mas inconfessos. Nunca vi um sujeito vir à boca de cena e anunciar, de testa erguida: - ' Senhoras e senhores, eu sou um canalha' "

Nelson Rodrigues

Plural de Qlipha, cujo significado dado pelos cabalistas judeus é "Mulher Indecente". Cada sephirah possui um fator de equilíbrio dinâmico cujos aspectos são desagradáveis ao ser humano. Representam os conteúdos indesejáveis da nossa personalidade constantemente renegados pelo ego. Inegavelmente no caminho da evolução espiritual, tais características são confrontadas pelo iniciado, onde o segredo reside na união com os mesmos ao invés da supressão como recomendado por incautas filosofias religiosas do velho æon. Também possui o significado de desorientação espiritual.

Kenneth Grant possui um expressivo estudo sobre essas características espirituais, com destaque para sua aluna Linda Falorio e marido Fred Folwer. Na década de 80 ambos desenvolveram o conceito do Tarô das Sombras (Shadow Taroth) baseados no Liber CCXXI e na segunda parte do livro de Grant Nightside of Eden. Vasculharam os Túneis de Set, "uma rede de células oníricas no subconsciente humano" e montaram 22 pranchas desses " buracos-de-verme interdimensionais que arruinam a prosaica realidade do Lado Luminoso" através da projeção da consciência via Daäth, "o portal da manifestação e não-manifestação".

Também são chamadas "conchas".