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'''Ankh-af-na-khonsu''' (lit. "He Lives in [[Chons|Khonsu]]"), is an historical man who lived in Thebes in the 26th dynasty (apx. 725 B.C.). He was a priest of the Egyptian god [[Mentu]]. He is best known as the creator of the The [[Stele of Revealing]], a funerary tablet he created for himself to commemorate his death.
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'''Ankh-af-na-khonsu''' (literalmente "Ele que Vive em [[Chons|Khonsu]]"), é uma homem histórico que viveu em Tebas na 26ª dinastia (aprx. 725 A.C.). Ele era um sacerdote do deus Egípcio [[Mentu]]. Ele é mais conhecido como o criador da [[Estela da Revelação]], uma táboa funerária que ele criou para comemorar sua própria morte.
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'''Ankh-f-n-khonsu''' é também o nome mágico usado por [[Aleister Crowley]] para assinar o [[Comento]] do [[Livro da Lei]] e quando se refere a si mesmo como o profeta de [[Thelema]] e do [[Aeon de Horus]]. Crowley declarava que era uma reencarnação do sacerdote egípcio. Tal como ele diz no Liber Legis:
  
'''Ankh-f-n-khonsu''' is also the magical name used by [[Aleister Crowley]] to sign [[The Comment]] of [[The Book of the Law]] and when referring to himself as the prophet of [[Thelema]] and the [[Aeon of Horus]]. Crowley claimed that he was a reincarnation of the egyptian priest. As it says in Liber Legis:
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:''"Meu escriba Ankh-af-na-khonsu, o sacerdote dos príncipes, não mudará em uma letra este livro; mas para que não haja tolice, ele comentará a respeito pela sabedoria de Ra-Hoor-Khu-it."'' — AL I:36
  
:"My scribe Ankh-af-na-khonsu, the priest of the princes, shall not in one letter change this book; but lest there be folly, he shall comment thereupon by the wisdom of Ra-Hoor-Khuit." —AL I:36
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De acordo com uma das traduções da Estela, é dito dele:
 
 
According to one translation of the Stele, it says of him:
 
  
 
:"...has left the multitudes and rejoined those who are in the light, he has opened the dwelling place of the stars; now then, the deceased, Ankh-af-na-khonsu, who has gone forth by day in order to do everything that pleased him upon earth, among the living."
 
:"...has left the multitudes and rejoined those who are in the light, he has opened the dwelling place of the stars; now then, the deceased, Ankh-af-na-khonsu, who has gone forth by day in order to do everything that pleased him upon earth, among the living."

Edição das 15h17min de 13 de setembro de 2007

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Ankh-af-na-khonsu (literalmente "Ele que Vive em Khonsu"), é uma homem histórico que viveu em Tebas na 26ª dinastia (aprx. 725 A.C.). Ele era um sacerdote do deus Egípcio Mentu. Ele é mais conhecido como o criador da Estela da Revelação, uma táboa funerária que ele criou para comemorar sua própria morte.

Ankh-f-n-khonsu é também o nome mágico usado por Aleister Crowley para assinar o Comento do Livro da Lei e quando se refere a si mesmo como o profeta de Thelema e do Aeon de Horus. Crowley declarava que era uma reencarnação do sacerdote egípcio. Tal como ele diz no Liber Legis:

"Meu escriba Ankh-af-na-khonsu, o sacerdote dos príncipes, não mudará em uma letra este livro; mas para que não haja tolice, ele comentará a respeito pela sabedoria de Ra-Hoor-Khu-it." — AL I:36

De acordo com uma das traduções da Estela, é dito dele:

"...has left the multitudes and rejoined those who are in the light, he has opened the dwelling place of the stars; now then, the deceased, Ankh-af-na-khonsu, who has gone forth by day in order to do everything that pleased him upon earth, among the living."

Sr. Lutea, writing in The Scarlet Letter, explains some of the words in his name:

"A translation of the name might be close to the following: Ankh is both a tool and a symbol meaning “new life.” The hyphen af is always part of another word that lends exclamatory force. The word, na is generally used as a preposition, such as “to, for, belonging to, through, or because.” Khonsu was the adopted son of Amun and Mut from the Theban triad. His name comes from a word meaning, “to cross over” or “wanderer” or “he who traverses.” So, his entire name may be translated as “the truth that has crossed over.”" [1]The Scarlet Letter, vol. VII, no. 1

See also

References