Formação da Personalidade

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O desenvolvimento cognitivo do indivíduo se desenvolve ao longo da vida através de diferentes fases que envolvem diversos processos mentais, um deles é o processo de formação de conceitos que tem início na infância e amadurece e se configura somente na puberdade. Durante a infância a criança adquire capacidades de conceituação que constituem o início desse processo. A formação de conceitos envolve todas as funções mentais superiores e é um processo mediado por signos, estes constituem o meio para sua aquisição. Isto é, no que se refere à formação de conceitos, o mediador é a palavra, ela é o meio para centrar ativamente a atenção, abstrair determinados traços, sintetizá-los e simbolizá-los por meio de algum signo. [1]

Os medos mais comuns nas diversas idades

O medo é uma emoção saudável, pois alerta o ser humano dos perigos que o rodeiam.

Muitos dos medos que aterrorizam adultos e crianças vêem do inconsciente coletivo. Por exemplo, o medo de escuro, de trovões, da morte, sempre estiveram presentes no cotidiano do Homem. O temor dos ladrões, de estranhos ou de fantasmas, entre outros, são medos mais recentes na história evolutiva, mas que também despertam sentimentos de ansiedade, devendo ser interpretados como uma resposta orgânica normal e adaptativa. Todos os medos que permanecem durante bastante tempo no imaginário da criança ou do adulto, que são persistentes, prematuros, não adaptados à idade e que condicionam a vida em diferentes contextos, devem receber uma atenção especial. Muitos destes medos, no entanto, podem tornar-se fóbicos. A criança não consegue eliminá-los de uma forma racional, por vezes nega-os, necessitando, nestes casos, de acompanhamento por parte de um técnico especializado, um psicólogo ou psiquiatra. Podemos determinar e classificar os medos mais freqüentes segundo as diversas fases da infância e adolescência. A lista que se segue ajuda a enquadrá-los, embora não deva ser analisada como estanque, porque cada criança é um caso, com o seu próprio ritmo de desenvolvimento e inserida num contexto único. Por isso, esta lista funciona apenas como ponto de referência.

Medos mais comuns

De 0 a 6 meses: Perda do amparo/ Barulhos intensos

De 7 a 12 meses: Pessoas estranhas / Imprevistos / Objetos vagos

No primeiro ano de vida: Separação dos pais / Pessoas estranhas

No segundo ano de vida: Barulhos / Animais / Escuro / Objetos grandes / locais estranhos / Separação dos pais

No terceiro e quarto anos de vida: Máscaras / Escuro / Animais / Separação dos pais

No quinto ano de vida: Separação dos pais / Animais / Pessoas más: ladrões / Dano físico

No sexto ano de vida: Seres sobrenaturais - monstros / Bruxas / Trovoadas / Dormir ou ficar sozinho / Separação dos pais / Escuro

No sétimo e oitavo anos de vida: Seres sobrenaturais / Escuro / Ficar só / Filmes, notícias, informações transmitidas pelos media / Ofensas corporais

Do nono ao 12º ano de vida: Medos relacionados com a escola: exames, professores, reprovações / Aparência física: acne, gordura / Trovoada, relâmpagos e tremores de terra / Morte / Conflitos entre os pais

Do 12º ao 18º ano de vida: Relações interpessoais / Perda da auto-estima / Medo de "falhar" / Aparência física

Não subestime e nem os ridicularize os medos que a criança tenha. Aprenda a aceitá-los como uma etapa natural de crescimento e responda de forma adequada, preparando o seu filho para as situações que o possam aterrorizar. Lembre-se que muitos dos medos são aprendidos, por isso, seja um bom modelo na educação dos seus filhos.

Pressupostos-chave para a educação de adultos

Eduard Lindeman, em “The Meaning of Adult Education" (1926), identificou, pelo menos, cinco pressupostos-chave para a educação de adultos e que mais tarde transformaram-se em suporte de pesquisas. Hoje eles fazem parte dos fundamentos da moderna teoria de aprendizagem de adulto:

1. Adultos são motivados a aprender à medida em que experimentam que suas necessidades e interesses serão satisfeitos. Por isto estes são os pontos mais apropriados para se iniciar a organização das atividades de aprendizagem do adulto.

2. A orientação de aprendizagem do adulto está centrada na vida; por isto as unidades apropriadas para se organizar seu programa de aprendizagem são as situações de vida e não disciplinas.

3. A experiência é a mais rica fonte para o adulto aprender; por isto, o centro da metodologia da educação do adulto é a análise das experiências.

4. Adultos têm uma profunda necessidade de serem autodirigidos; por isto, o papel do professor é engajar-se no processo de mútua investigação com os alunos e não apenas transmitir-lhes seu conhecimento e depois avaliá-los.

5. As diferenças individuais entre pessoas cresce com a idade; por isto, a educação de adultos deve considerar as diferenças de estilo, tempo, lugar e ritmo de aprendizagem.

Referências