Diz-se Maçonaria Operativa do período em que a Ordem Maçônica estava diretamente ligada à arte da construção, reunindo-se em guildas de pedreiros, responsáveis pela edificação de templos e prédios, tendo como grande (mas não exclusiva) patrocinadora a Igreja Católica Apostólica Romana.
As origens da Maçonaria são controvertidas, alguns remontando à pré-história, outros ao antigo Egito, à antiga Grécia e Roma e, ainda, à Idade Média. O que se sabe é que a arte de construir é tão antiga quanto o próprio homem. De posse de conhecimentos técnicos práticos, a profissão de construtor era passada dos mais velhos aos mais novos de forma sistematizada e sigilosa, o que mantinha a qualidade técnica do serviço e garantia sempre um número controlado de obreiros regulares. Portanto, são chamados de "maçons operativos" aqueles que fizeram parte das Corporações de Ofício e que realmente se dedicavam à arte da construção, profissionalmente. Por volta do século XVII, por conta dos avanços tecnológicos e o surgimento das Universidades, a maçonaria operativa, enquanto instituição, passa por uma adaptação e começa a receber, em seu seio, homens cujas profissões não eram afetas à construção. Surgem, assim, os Maçons Aceitos e a Maçonaria Especulativa tal como hoje conhecemos.