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	<title>Ocultura - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:aumgnvit.jpg|right|thumb|200px|]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso do material que encontrava, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Frater Teth Khan 777), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. do Califado para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br, passando por .org.br e hoje apenas .org) de onde tirei (e tiro) muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar à O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador.&lt;br /&gt;
---- &lt;br /&gt;
Vale dizer que, minutos antes de minha iniciação, em conversa coletiva com todos os presentes, [[Frater BenHoor]] me declara como seu Filho Mágicko, ao dizer: &amp;quot;Quanto ao Vítor, apenas digo uma coisa: você está para mim, assim como Achad estava para Crowley&amp;quot;. Sendo algo recíproco, tento continuar o trabalho do referido Frater, embora com outra roupagem.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. A partir de então, fiquei apenas estudando as obras de '''[[Blavatsky | Helena Petrova Blavatsky]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Thor]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, adotando o motto de Frater Nosce Te Ipsum, me tornei um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num novo passo em minha ''&amp;quot;caminhada iniciática na externa&amp;quot;'', assumo o motto de '''Frater [[AUMGN]]''', onde farei tudo o que estiver ao meu alcance no que diz respeito à divulgação de [[Thelema]] e no ensino da Magia Prática ao mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''frateraumgn@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater [[AUMGN]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referência Externa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://www.faumgn.blogspot.com] Blog Pessoal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Traduzir alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Expandir os trabalhos do CaLeN com Capítulos em outros pontos do país.&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<updated>2007-10-29T15:35:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:aumgnvit.jpg|right|thumb|200px|[[AUMGN]]]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso do material que encontrava, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Frater Teth Khan 777), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. do Califado para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br, passando por .org.br e hoje apenas .org) de onde tirei (e tiro) muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar à O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador.&lt;br /&gt;
---- &lt;br /&gt;
Vale dizer que, minutos antes de minha iniciação, em conversa coletiva com todos os presentes, [[Frater BenHoor]] me declara como seu Filho Mágicko, ao dizer: &amp;quot;Quanto ao Vítor, apenas digo uma coisa: você está para mim, assim como Achad estava para Crowley&amp;quot;. Sendo algo recíproco, tento continuar o trabalho do referido Frater, embora com outra roupagem.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. A partir de então, fiquei apenas estudando as obras de '''[[Blavatsky | Helena Petrova Blavatsky]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Thor]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, adotando o motto de Frater Nosce Te Ipsum, me tornei um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num novo passo em minha ''&amp;quot;caminhada iniciática na externa&amp;quot;'', assumo o motto de '''Frater [[AUMGN]]''', onde farei tudo o que estiver ao meu alcance no que diz respeito à divulgação de [[Thelema]] e no ensino da Magia Prática ao mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''frateraumgn@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater [[AUMGN]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referência Externa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://www.faumgn.blogspot.com] Blog Pessoal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Traduzir alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Expandir os trabalhos do CaLeN com Capítulos em outros pontos do país.&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso do material que encontrava, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Frater Teth Khan 777), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. do Califado para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br, passando por .org.br e hoje apenas .org) de onde tirei (e tiro) muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar à O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador.&lt;br /&gt;
---- &lt;br /&gt;
Vale dizer que, minutos antes de minha iniciação, em conversa coletiva com todos os presentes, [[Frater BenHoor]] me declara como seu Filho Mágicko, ao dizer: &amp;quot;Quanto ao Vítor, apenas digo uma coisa: você está para mim, assim como Achad estava para Crowley&amp;quot;. Sendo algo recíproco, tento continuar o trabalho do referido Frater, embora com outra roupagem.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. A partir de então, fiquei apenas estudando as obras de '''[[Blavatsky | Helena Petrova Blavatsky]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Thor]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, adotando o motto de Frater Nosce Te Ipsum, me tornei um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num novo passo em minha ''&amp;quot;caminhada iniciática na externa&amp;quot;'', assumo o motto de '''Frater AUMGN''', onde farei tudo o que estiver ao meu alcance no que diz respeito à divulgação de [[Thelema]] e no ensino da Magia Prática ao mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''frateraumgn@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater AUMGN'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referência Externa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://www.faumgn.blogspot.com] Blog Pessoal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Traduzir alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Expandir os trabalhos do CaLeN com Capítulos em outros pontos do país.&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<updated>2007-10-29T14:24:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso do material que encontrava, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Frater Teth Khan 777), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. do Califado para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br, passando por .org.br e hoje apenas .org) de onde tirei (e tiro) muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar à O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador.&lt;br /&gt;
---- &lt;br /&gt;
Vale dizer que, minutos antes de minha iniciação, em conversa coletiva com todos os presentes, [[Frater BenHoor]] me declara como seu Filho Mágicko, ao dizer: &amp;quot;Quanto ao Vítor, apenas digo uma coisa: você está para mim, assim como Achad estava para Crowley&amp;quot;. Sendo algo recíproco, tento continuar o trabalho do referido Frater, embora com outra roupagem.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. A partir de então, fiquei apenas estudando as obras de '''[[Blavatsky | Helena Petrova Blavatsky]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Thor]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, adotando o motto de Frater Nosce Te Ipsum, me tornei um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num novo passo em minha ''&amp;quot;caminhada iniciática na externa&amp;quot;'', assumo o motto de '''Frater AUMGN''', onde farei tudo o que estiver ao meu alcance no que diz respeito à divulgação de [[Thelema]] e no ensino da Magia Prática ao mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''frateraumgn@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater AUMGN'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referência Externa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://www.faumgn.blogspot.com]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Traduzir alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Expandir os trabalhos do CaLeN com Capítulos em outros pontos do país.&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Vitorpvcampos&amp;diff=7175</id>
		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<updated>2007-10-29T14:22:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso do material que encontrava, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Frater Teth Khan 777), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. do Califado para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br, passando por .org.br e hoje apenas .org) de onde tirei (e tiro) muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar à O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador.&lt;br /&gt;
---- &lt;br /&gt;
Vale dizer que, minutos antes de minha iniciação, em conversa coletiva com todos os presentes, [[Frater BenHoor]] me declara como seu Filho Mágicko, ao dizer: &amp;quot;Quanto ao Vítor, apenas digo uma coisa: você está para mim, assim como Achad estava para Crowley&amp;quot;. Sendo algo recíproco, tento continuar o trabalho do referido Frater, embora com outra roupagem.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. A partir de então, fiquei apenas estudando as obras de '''[[Blavatsky | Helena Petrova Blavatsky]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Thor]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, adotando o motto de Frater Nosce Te Ipsum, me tornei um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num novo passo em minha ''&amp;quot;caminhada iniciática na externa&amp;quot;'', assumo o motto de '''Frater AUMGN''', onde farei tudo o que estiver ao meu alcance no que diz respeito à divulgação de [[Thelema]] e no ensino da Magia Prática ao mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''frateraumgn@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater AUMGN'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referência Externa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* www.faumgn.blogspot.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Traduzir alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Expandir os trabalhos do CaLeN com Capítulos em outros pontos do país.&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Euclydes_Lacerda_de_Almeida&amp;diff=7166</id>
		<title>Euclydes Lacerda de Almeida</title>
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		<updated>2007-10-27T18:20:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:euc.jpg|thumb|right|Pintura de Euclydes Lacerda]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vi a luz do mundo na Cidade do Rio de Janeiro, aos dezoito dias do mês de junho de l936 e.v., tendo o Sol em 28° Gemini e a Lua em Câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha mãe veio a falecer “pela vontade de Deus”'''(1)''' treze dias após meu nascimento, vítima de fulminante infecção hospitalar. Meu pai ainda jovem e sem recursos necessários para arcar com a responsabilidade de minha criação, entregou-me aos cuidados de um casal de abastada família carioca. Estes pais adotivos me criaram e educaram dentro dos melhores padrões existentes na época.&lt;br /&gt;
Eu nascera tão franzino que, segundo os médicos, pouca, ou nenhuma chance teria em sobreviver com a falta do leite materno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria ,uma mulata jovem, foi contratada para suprir esta falta. E graças a ela consegui contestar o diagnóstico fúnebre dos médicos, suplantando este primeiro obstáculo que se erguera no alvorecer de minha existência terrena.'''(2)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jovem mestiça representou, sob vários aspectos, a mais importante influência que sofri nos primeiros anos de minha vida e, talvez de bons(bens?) futuros “carinhos”. Graças a energia de Maria eu conseguira viver, como fora também graças a sua interferência áurica que as minhas tendências mágico-místicas vieram à tona de maneira natural e rápida.&lt;br /&gt;
Maria permaneceu por longo tempo à nosso serviço como copeira e minha babá.'''(3)'''&lt;br /&gt;
Eu não havia ainda completado onze anos de idade quando, através dela, vivi a mais importante experiência mágica naquela época. Experiência que jamais poderia esquecer, tal a Energia liberada, e que foi, sob muitos aspectos, a minha primeira Iniciação.&lt;br /&gt;
Aconteceu no verão de 1947 e.v.'''(4)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já me encontrava deitado, meus pais permaneciam no andar térreo da casa onde morávamos, escutando rádio, coisa que naquele tempo era muito comum, tal qual é hoje em relação à televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a porta e janelas do quarto abertas em virtude do abrasante calor, eu podia apreciar o lindo céu, onde o crescente lunar flutuava como um barco num oceano de estrelas.&lt;br /&gt;
Entre dormindo e acordado, percebi um vulto entrando no quarto. Era Maria, que dirigia-se a mim numa estranha linguagem, mas bastante sonora. Aproximando-se vagarosamente, como se flutuando, parou a minha frente, bem perto dos pés da cama. Estava completamente nua. Seu corpo exuberante brilhava, à luz do luar, molhado pelo suor que, escorrendo em gotas até seu púbis, cintilava como diamantes sobre o veludo negro. Eu, ainda criança, permaneci estático, maravilhado e fascinado ante aquela visão inaudita de uma mulher despida, e que mulher...O corpo dela tornava-se mais visível a medida que meus olhos se adaptavam a semi-escuridão do quarto. Tênue claridade carmim a circundava, acentuando os seus contornos femininos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase sussurrando, ela iniciou um canto cadenciado enquanto movia o corpo em ondulações sensuais. Cantava, dançava e girava em volta de um imaginário ponto no centro do quarto que era bem espaçoso. Algo pulsava dentro de mim, e crescia, crescia...&lt;br /&gt;
Subitamente ela dirigiu-se as palmas abertas das mãos em minhas direção.&lt;br /&gt;
Ilusão, ou não, vi filetes de irradiante luz emanarem dali. Meu corpo inteiro “vibrou” em espasmos de prazer com a energia recebida. Eu não era mais eu, porém um diminuto ponto adimensional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surpreendentemente, não fui assaltado por qualquer sentimento de medo. Pelo contrário, Eu era pura alegria, pura energia e prazer. A minha frente ( se é que era frente ) desfilavam cenas de cristalina beleza e magia. Em que Maria num momento era uma coruscante serpente de ouro, para no seguinte tornar-se um corpo brilhante como se tecido em luz estelar. Agora, eu era aquelas estrelas. Estava nelas e elas em mim. E assim, cenas indescritíveis sucediam-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em dado momento, Maria parou o canto e a dança, ficando qual uma estátua de luz irradiante, uma flama ardente, faiscante de beleza indescritível, dentro de um cristal. O púbis daquela deusa irradiava como um diamante negro atingido por luz violeta, e os verdes olhos dela brilhavam como gêmeos sóis de esmeralda. Seguiu-se um interlúdio de felicidade e prazer extremos. Minha sensação era de estar mergulhando num negrume luminoso do espaço infinito. Meu pênis pulsava quente. e eu era aquele pulsar levando-me a total inconsciência de mim mesmo. '''(5)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela veio em minha direção. Não andava, simplesmente vinha...&lt;br /&gt;
Fazendo-me sentar na cama, lentamente, mas tão lentamente que mal podia sentir, desnudou-se por completo. Em seguida, colocando o travesseiro por baixo de minhas nádegas - de modo que fiquei levemente inclinado para traz - cruzou-me as pernas na postura do Lotus. Suave e delicadamente sentou-se, por sua vez, sobre meu membro ereto, cruzando as longas pernas às minhas costas, de modo que estávamos, agora, os dois, na posição característica de amor entra SHIVA E SHAKTI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O calor do corpo de Maria ( que não mais era Maria ) envolveu-me calidamente, e o morno odor de sua sensualidade, misturado ao de seu suor, recendia em todo aposento.'''(6)''' Minha respiração - se era que eu respirava - era superficial, longa e quase imperceptível. Ela puxou os meus quadris para a frente, introduzindo meu pênis em sua vagina quente e úmida; depois balbuciou um Nome e permaneceu imóvel. Somente havia um movimento de contração em sua vulva em torno de meu membro.'''(7)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento supremo foi como se um Sol explodisse dentro de Mim. As paredes, o teto, o chão, tudo mais sumiu naquele clarão...Apenas uma luz claríssima, mas não ofuscante, existia. E naquela luz o melodioso som de uma flauta. E tudo estava naquele som.&lt;br /&gt;
Três dias após aquela noite, Maria foi-se embora. Nunca mais a vi fisicamente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus pais adotivos, embora originários de família tradicionalmente católica romana, depois de certos acontecimentos, passaram a dedicar-se ao Culto Umbandista '''(8)'''.&lt;br /&gt;
Assim, desde muito cedo vi-me em contato com Energias oriundas de outros planos de manifestação o que, obviamente, contribuiu diretamente em minha natural tendência para a magia, e ao mesmo tempo manteve-me afastado das influências malsãs do romanismo, do cristianismo “histórico”, mas não do “Cristianismo em sua forma eterna '''(9)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atingindo a adolescência fui atraído de maneira acentuada para a mais proeminente Entidade feminina do Panteão Umbandista: YEMANJÁ, o ORIXÁ fêmea das Águas, que no sincretismo Afro-Brasileiro identifica-se com a Virgem, e no Antigo Egito com ÍSIS, a Mãe Terrestre, que por sua vez se identifica ( em outro plano ) com NUIT, a Mãe Celeste como Ela Mesma se declara em Liber AL: “I am the Infinite Space, &amp;amp; the Infinite Stars thereof”. A frase é um anagrama de Ísis. Ora, esta imagem me foi dada a ver por duas vezes em minha infância ( como a Grande Mãe e como a Grande Prostituta ) incarnadas em Maria, a exuberante mulher de seios fartos que me amamentara, e aquela outra de púbis aveludado que copulara comigo “ritualisticamente”'''(10)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta “adoração” por YEMANJÁ, chocante como possa parecer, desenvolveu em mim características mágico-eróticas. E por enumeras vezes, profundamente energizado a ponto da exaltação, eu, quando ia para a cama com uma mulher, ela imediatamente se transformava ( em minha imaginação ) Naquela Deusa '''(11)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1937, com um ano de idade, padeci de pneumonia. Isto aconteceu em São Lourenço, Estância Hidromineral localizada ao Sul do Estado de Minas Gerais, onde normalmente meus pais iam passar as férias. A doença deixou-me em coma durante 4 dias. No quinto dia pronunciei minha primeira palavra: MA. E me recuperei prontamente '''(12)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta cidade, dois outros fatos ocorreram ( quinze, e vinte e cinco anos depois ). Primeiro: tive , por assim dizer, minha primeira experiência de paixão. Ela era cinco anos mais velha que eu, que contava quinze anos. Sua experiência, sexualmente falando, foi de grande proveito para mim. Ficamos juntos quase três anos seguidos, e DELA guardo uma lembrança muito carinhosa. Segundo: passei ali minha lua-de-mel '''(13)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos treze anos de idade ingressei no Colégio Militar do Rio de Janeiro. Ali adquiri disciplina, respeito à hierarquia, e um grande amor por meus pais; coisas que muito me ajudaram na vida profana e, posteriormente, na iniciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também ali estabeleci ligações de amizade com dois professores que, nos anos futuros, tornar-se-iam conhecidos expoentes no campo do misticismo e da yoga. Juntamente com eles e outros colegas fundamos um Núcleo Espírita dentro do Colégio. Este Núcleo, se não me engano, ainda funciona até hoje. Sob a orientação de um e do outro aprofundei-me no estudo do Ocultismo nos raros, e não muito bons, livros que na época tinha ao alcance '''(14)'''. Incentivado pelo professor H., liguei-me a então conhecida S.T.B.. Nesta organização teosófica, e por sorte minha, tive como instrutor o Sr. D., profundo estudioso e conhecedor das obras de Blavatsky. Por coincidência, a cidade de São Lourenço era, e ainda é, a Meca dos teosofistas ligados à Sociedade fundada por J.H.S.; e, em diversas viagens para aquele centro teosófico, recebi instruções individuais do Sr. D. no próprio interior do Templo MAITREYA ( Templo Mágno da S.T.B. ) '''(15)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro-me que várias vezes, meu instrutor e eu, ficávamos conversando sentados na escadaria que dá acesso ao Templo, observando o pôr do sol. Naqueles momentos eu me sentia como que em outro mundo, e em minha imaginação voava longe.&lt;br /&gt;
Entretanto, todo conhecimento até então adquirido ainda não me preenchia plenamente '''(16)''' e, desligando-me destes laços iniciais, dediquei-me, aproximadamente por dois anos, à Hata-Yoga, sob a sábia orientação do professor H.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não satisfeito com os resultados obtidos '''(17)''', enveredei por outros “caminhos” ocultistas não ortodoxos, seguindo somente os impulsos do coração. Tal atitude provocou grande preocupação entre meus familiares, temerosos que eu não resistisse a pressão e viesse descambar para a demencia. Enfrentando os conflitos e as discussões estéreis que a nada levavam, filiei-me à várias organizações ocultistas. Em uma delas, dissolvia pouco tempo depois, vi-me atraido pelas iniciais A..A. ( o nome desta organização era Agla Avid, sendo chefiada por uma deslumbrante mulher cujo moto mágico era IARADASÃ. Ao que parece, ela era uma magista de grande capacidade e de um “glamour”irresistível. Porém, esta Ordem pouco durou, seus dirigentes devem ter pago muito caro pela ousadia de especular com as sagradas iniciais da Grande Ordem ). Em nenhuma dessas organizações encontrei o que procurava. Mas o que eu procurava? Nem mesmo eu o sabia na época '''(18)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andava, certa ocasião, às voltas com Kardec e Blavatsky ( que mistura! ) quando pela primeira vez li o nome ADONAI. Sem qualquer aparente razão (assim pensava na época) o Nome causou-me estranha comoção. Durante aquela noite custei a dormir, só o conseguindo já de madrugada. Sonhei estar subindo uma colina perdida algures. No topo da elevação sobressaía pequena choupana, sendo a única construção existente naquela paisagem até onde minha vista alcançava. Paz e Tranquilidade moravam ali. Uma perfumada aragem soprava e com ela vinha uma melodia que me treazia recordações. Não dá para explicar de como ouvia a melodia, apenas a “sentia”vibrando em todas as partes do meu ser. Não a ouvia no sentido que normalmente damos ao termo. À porta da choupana um ancião olhava-me complascente. Não pronunciou uma palavra sequer; somente apontava para o interior da singular construção. Entrei. No interior desta havia uma mulher morena, vestia um tipo de robe lilás, transparente, deixando transparecer exuberante sensualidade em seu corpo esguio. No centro do pequeno aposento uma mesa rústica coberta por uma toalha branca sobressaia. Sobre a mesa um volumoso livro fechado em cuja capa, parecendo couro, estavam gravados em ouro 4 caracteres hebraicos . No entanto, eu os lia perfeitamente. Estava escrito ( ADNI=ADONAI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na manhã seguinte, o nome ainda ressoava em minha mente, e assim passei o dia inteiro. À noite, indo a casa de um amigo que, ao que parecia sabia muito mais do assunto do que eu (embora nunca tivera, em qualquer ocasião comentado a respeito comigo), contei-lhe num desabafo meu estranho sonho. Sem nada dizer, ele apenas sorriu. Levantando-se, saiu da sala. Ao retornar trazia num volume e me o entregou. Ali estava, fisicamente palpavel, o livro visto em sonho. Profundamente exitado, li-o naquela mesma noite, ficando fortemente impressionado com o romance escrito por [[JORGE ADOUN]] ( Mago Jefa ). O autor exibia profundos conhecimentos no Caminho Iniciático, usando um Sistema do qual jamais ouvira antes, apontando para certos aspéctos do uso do sexo na Consecução espiritual '''(19)'''. A principal personagem feminina da narrativa ASTAROUTH - a Shakati de Adonis, o Adepto do livro, trazia-me à mente a imagem de Yemanjá, de Maria, de minha primeira amante, de Ísis, etc..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repercussão do livro fora tão violenta em minha mente e coração que, após sua leitura, fiquei como alucinado. Abandonei tudo que até então julgara ser o Caminho. Tudo o que eu “sabia”revelou ser apenas castelos de areia se dissolvendo sob o impácto das ondas do Verdadeiro Conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu ouvira o “Chamado”. Mas não sabia como responder-lhe. Não só o romance ADONAI, como sua continuação. O “BATISMO DO FOGO”me exitara profundamente, reavivando aquele Fogo Consumidor que eu tentara apagar ao seguir sistemes já superados.&lt;br /&gt;
Tomado por profundo sentimento de solidão, de saudades, de desconforto espiritual, de lembranças que ainda se encontravam no limiar de minha memória '''(20)''', fiquei no “ar”, sem saber o que fazer. Onde e como procurar aquele mestre, ou aquela Ordem descrita no livro '''(21)'''. Não mais raciocinando, a inquietação interior aumentava. A pressão chegou ao máximo. Alguma coisa, eu sentia, iria ceder e, por várias vezes, pensei em auto extermínio. A vida não valia nada divorciada do meu “ideal”. Certo dia em total desespero tomei um sério juramento: “Ei de conseguir o que quero, nem que para isto seja necessário morrer” '''(22)'''. O tempo passou. Em 1959, terminando o curso científico ( Escola Preparatória de Cadetes do AR ), renunciei à carreira militar e comecei a me preparar para o vestibular de engenharia, não conseguindo passar no vestibular. Desiludido procurei a Embaixada de França para ingressar na Legião estrangeira. Nada consegui. Resolvi, então, a contra-gosto de meus pais, trbalhar. Neste meio tempo, conheci a mulher com quem me casei.&lt;br /&gt;
A despeito de todo o meu ardente anseio de encontrar “meu Mestre”nada de parecido ocorreu até o verão de 1962.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao casar-me em 1961, renunciei a todas minhas esperanças de, ainda nessa vida, tornar-me um iniciado, e comeceia me dedicar à pintura. Porém, por mais que me esforçasse para esquecer do passado, meus quadros eram vivas contestações a esta renuncia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1964, aquela com quem me casei, e tem sido até hoje muito paciente com minhas traquinices, surgiu como veículo de meu encontro com aquele meu anseio '''(23)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certo dia, ela solicitou-me que comprasse um livro- - - um desses romances comuns. Ao procurá-lo na livraria de nosso bairro (Tijuca), encontrei, perdido perdido entre os livros mque nada tinham a ver com o ocultismo, um curioso livreto intitulado “CHAMANDO OS FILHOS DO SOL”. Intrigado com o título, folheei-o. Na ante capa final havia um nome - '''THELEMA''' -. Uma palavra que eu já houvera lido ou ouvido antes em algum lugar, mas que não ,me lembrava onde e quando '''(24)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comprei o livro e, naquela mesma tarde o li de um só fôlego. O conteúdo do mesmo excitou-me enormemente. Indicava, ao que parecia, a existência de um corpo de Iniciados, entre homens e mulheres, unidos em Espírito e Verdade sob a égide de uma Ordem Superior denominada A.·.A.·. ( iniciais que, tinha absoluta certeza, já ouvira antes ) '''(25)''', trabalhando seriamente no terreno da magia e do misticismo em prol da evolução espiritual e material da humanidade. A esta Ordem Superior, várias outras se ligavam, trabalhando no mesmo sentido e promulgando a Lei de THELEMA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que mais me atraíra na narrativa era o modo de como o assunto estava colocado. O autor, ou autores, (não havia nenhum nome desta, apenas uma inicial M.) declarava abertamente que todos os sistemas, até então usados, estavam mortos, ultrapassados, e que um Novo Sistema (Thelema) fora oferecido ao mundo. Uma NOVA ERA já despontara para o mundo. As declarações do livro causaram-me grande impressão. Parecia-me, por assim dizer, ester familiarizado com tudo aquilo; que já o sabia de uma forma ou de outra, abrindo-me as Portas de minha memória '''(25)''', paralelamente a isto, uma parte de mim repudiava o livro. Era incrível, um verdadeiro paradoxo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abordando vários assuntos, ele ia fundo no âmago das coisas. Referindo-se ao sexo- - - que eu tentara inutilmente reprimir- - - o autor contradizia tudo que, com excessão de Jorge Adoum, dizia sobre o assunto: “Sede mais abençoado quanto mais fordes potentes, quanto mais anciares pela beleza e refrigério da mulher” '''(26)'''. Aquilo parecia loucura. Todos nós “ocultistas”não sabemos que o sexo é uma das grandes barreiras no Caminho? Não é dito em todas as partes que a castidade é a base de tudo? Que loucura. E mais adiante: “Nossa fraternidade é a Fraternidade dos Filhos da Luz. Anossa Habitação é o Lago de Fogo Eterno, o SOL”. Era demais para mim.Caí doente. Durante quase uma semana a febre corroeu-me internemente. Uma decisão. Entre as Ordens enumeradas no Livro, uma delas me chamou mais a atenção: a ordo templi orientis '''(27)'''. Escrevi para o endereço contido no livro, solicitando mais informações a respeito. E, assim, iniciou-se uma relação que duraria treze anos. Eu havia encontrado meu primeiro instrutor nas Artes Mágicas e Místicas. Meu juramento havia sido aceito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“ O Mestre ” aparecera para reclamar seus direitos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui convocado e colocado na Balança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1963, por indicação de um amigo, iniciei-me na Macónaria Osiriana. O Ritual de Inciaiação decepcionou-me profundamente., pois desenvolveu-se no plano físico. Não me oferecera nenhuma visão interna. Sai da cerimônia tão profano quando antes '''(28)'''.&lt;br /&gt;
Alcançando a plenitude macônica em 1966 '''(29)''', e já com certa bagagem de conhecimento verdadeiramente iniciático, escrevi uma carta aberta a todas as lojas listadas como pertencentes a maior Potência Maçônica do Brasil. Nesta, relatava a todos os Irmãos a séria situação em que a Ordem Maçônica se encontrava no Brasil '''(30)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compreedendo, embora tardiamente, a falta de visão iniciática da grande maioria dos mações, e recebendo enérgicas instruções de meu instrutor na ordo templi orientis para não mais interferir ( seria pura perda de tempo ), retirei-me definitivamente daquela Ordem osiriana, mas não da Real Maçonaria, dedicando-me inteiramente ap meu processo na ordo templi orientis '''(31)'''. Mais um elo fora desfeito com o passado. Mas haviam muitos outros ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira fase de minha iniciação terminara '''(32)'''. Durante o longo período que agora parece tão curto, estive constantemente sob ordálias, as mais severas, spbre as quais me é bastante difícil descrever '''(33)'''. O doloroso processo de se desligar dos velhos caminhos e condicionamentos do homem lunar, de sofrer o caos '''(34)''' que se estabelece entre duas posições , e de se lançar no desconhecido, estava finalmente terminado naquela fase. Até onde podia perceber , eu vencera o período de &amp;quot;probação&amp;quot;. Começara a engendrar a &amp;quot;criança&amp;quot; em mim mesmo. de como Ela cresceria, ou mesmo se cresceria, dependia única e exclusivamente de meus próprios esforços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fase culminou com o vislumbre da &amp;quot;terrivelmente magnífica&amp;quot;, e magnificamente terrível, visão parcial do que o homem é, e suas relações com o universo '''(35)'''. Percebera também a futilidade das ambições de poderes mágicos, e das ambições humanas em todas as relações sociais e segmentos da vida; a total impermanência das coisas do mundo explodiu em minha face.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(1)''' - Esta frase, “pela vontade de Deus” é repugnante à Thelemitas. Frater T. usou-a aqui de maneira irônica, querendo demonstrar de como certas crendices do Antigo Aeon “condicionam” as pessoas a uma aceitação passiva de fatos que poderiam ser evitados. No particular caso da morte da mãe dele, NÃO FOI A VONTADE DE DEUS que determinou a morte de sua mãe, mas sim a péssima higiene do Hospital onde ela foi atendida. É necessário terminar com este condicionamento de culpar a Deus por todas as nossas burrices e ignorância. Por acaso foi Deus quem determinou a criação da, assim chamada, Santa Inquisição ? Ou a perseguição dos Judeus na Europa ?&lt;br /&gt;
No entanto, os verdadeiros inventores destas barbaridades assim se justificam. Cretinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(2)''' - Maria, a jovem contratada para amamentar a criança, tivera uma filha poucos dias antes do nascimento do menino. Durante muito tempo as duas crianças se relacionaram como verdadeiros irmãos. Isto fez com que qualquer tipo de preconceito - racial ou social - fosse arrancado do coração de Frater T. pela raiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(3)''' - Babá, pela Qabalah é 2+1+2+1 = 6, o n° do Sol, Tiphareth, o Sagrado Anjo Guardião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(4)''' - Ano e mês da morte de Crowley ( 01.12.47).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(5)''' - O mesmo fenômeno se repetiria anos mais tarde, e por várias vezes, quando Frater T., então Frater Z., praticava intensamente Swastikasana, permanecendo na posição, em meditação, por largo espaço de tempo. Naquela época, e isto talvez seja muito significativo, seu Instrutor não soube explicar o fato da ereção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(6)''' - Anos mais tarde, ante uma “ visão” semelhante, ele descreveria em seu “Canto de Amor a Minha Secreta Deusa”: “O Amrit precioso está em toda parte. Ele transborda nas gotas peroladas de Teu suor que perfuma o inteiro Universo”. Vida “A Deusa Negra” ( Cap. IV: vs. 8 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(7)''' - Maria, ao que tudo indica, era uma experiente praticante das Artes Tântricas. Seu encontro com o menino não fora “ acaso” como veremos adiante. Aos interessados no assunto, indicamos “TANTRISMO”, Benjamim Walker; “TANTRA FOR WESTERNERS”, Francis King; “METAFÍSICA DO SEXO”, Julius Evola; e, é claro, os escritos de F. Perdurado, principalmente o “ENTUSIASMO ENERGIZADO”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(8)''' Sua mãe, uma maga natural, iniciara-se nos Mistérios da Umbanda pouco depois de seu segundo matrimônio, quando o filho verdadeiro faleceu em circunstâncias muito dolorosas para ela. Após alguns anos de dedicação e preparo neste Sistema Iniciático, recebeu, na Bahia, o Grau de IALORIXÁ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(9)''' Como muito mais tarde vim a saber: “A literal adulteração e destruição dos antigos símbolos é quase nada comparada com a sistemática iconoclastia operativa por séculos nos secretos santuários do Judaísmo e da Cristandade, quando importantes documentos foram destruídos, textos mutilados e deliberadamente distorcidos para abrir caminho para o oculto desta anomalia suprema na história da religiões: um histórico salvador que morre e ressuscita na carne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(10)''' YEMANJÁ, sendo um Orixá ( isto é, uma “Deusa”, uma Força da Natureza, do Panteão Africano) jamais poderia ser representada branca, vestida, como acontece ser figurada por aí. Sua imagem deve ser figurada, portanto, como uma mulher de pele escura, nua, exuberante em toda sua sensualidade, seios fartos, etc.&lt;br /&gt;
A representação deste orixá como branca, vestida e com ares de virgem, tipo católico romana, é uma deturpação do símbolo original e demonstra, sem sombra de dúvidas, a intromissão da mão do Vaticano que abomina tudo que é santo, belo, puro, e dinâmico; como também, por outro lado, desmascara o RACISMO mal disfarçado na “sociedade”, dita cristã, brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(11)''' Chocante para os maliciosos puritanos e pederastas, escravos do Deus Sacrificado, Morto e castrado, não para verdadeiros Iniciados. O ato do rapaz era automático, expontâneo. Não recendia a qualquer tipo de malícia ao executá-lo: a imagem imergia naturalmente, sem esforço. Visualizando Deus, isto é, vendo a Deusa sob sua forma telesmática, tal qual era representada na Verdadeira Umbanda.&lt;br /&gt;
Aos carolas e imbecis tecedores de intrigas, que no fim vem a ser a mesma coisa, estes jamais poderão entender a verdadeira natureza existente nesta exaltação religiosa.&lt;br /&gt;
Que iniciados atentem para este ato mágico do rapaz, principalmente aqueles do VIII°. Para outros já familiarizados com as obras de THERION, refiro-me à REX DE ARTE REGIA, CROWLEY ON CHRIST, etc., onde inúmeras passagens são abordadas e comentadas por Frater Aossic AIWASS. O fato dos “cristãos” conceberem o ato de amor como pecaminoso, imundo, etc., não impede que os Mistérios do Sexo continue a manter a dignidade e Divindade que lhe correspondem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Árvore da Vida, a Corrente Mercurial está identificada por AJE CHALUGA, Deus das Riquezas. Ele é filho da Grande profundidade ( LOKUM ) e possui como símbolo uma enorme concha marinha ( símbolo inconfundível do YONI ). Este símbolo tipifica, na Zona YESODIOCA, através Yemanjá, a grande Mãe, também conhecida como FUNDAÇÃO, de cuja vulva nascem todas as outras de idades. De seus seios volumosos originam-se duas Correntes do Líquido Primordial, estilizado como o símbolo de AQUARIUS. Na Mitologia Hindu Ela é também KALI, a Deusa Negra. Existem muitos fatos na vida de Frater A. que ao observador atento revelará muita coisa: certa vez ele se surpreendeu, diante de um espelho, repetindo seu nome profano seguidamente ao ponto que em dado momento, perdia totalmente sua noção de identidade, não conseguindo mais “ligar” o nome a si mesmo. O nome soava-lhe totalmente falso e estranho àquilo que ele sentia ser SI MESMO. Ele passava horas nesta “brincadeira”, até que um dia, sendo surpreendido por sua mãe, esta (assustada ) lhe proibiu de continuar a fazê-lo. Infelizmente, ele parou a brincadeira. Anos mais tarde, quando praticava seus exercícios de meditação, viu-se forçado a usar um mantra para manter a mente vazia; lembrou-se da experiência passada, e a coisa tornou-se bastante fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(12)''' É muito indicativo que sendo Frater T. um geminiano, tenha tido, como primeira doença grave, pneumonia, um mal caracteristicamente pulmonar, órgão diretamente ligado ao AR.&lt;br /&gt;
A palavra MA ou MAUT. Maut e Nu possuem valor 56 (=11). Ma ou MAUT são idênticas com MAAT como a real partícula atômica- - ATMA. Os dois conceitos, MAUT e NU, somados dão 112 ( 2x56 ) . MA, a filha de MAAT, designa o Círculo Menor ou AEON de MAAT, isto é, MA-ION. O animal totem de MA, ou MAUT, é o Abutre, símbolo tipicamente aéreo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(13)''' Só que com Maria não fora uma experiência normal, por assim dizer. Funcionára em outros planos além do físico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(14)''' Nesta mesma época, a conhecida organização “esotérica”chamada “Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento”estava em vias de decadência, ao se deixar infiltrar por forças das mais malígnas, encabeçadas pela LOJA NEGRA (não confundir com Fraternidade Negra. Sendo esta uma ramificação da Grande Fraternidade dos Irmãos da Luz). Isto se após o falecimento de A.O.Rodrigues.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(15)''' A Sociedade Teosófica Brasileira era uma organização dissidente da Sociedade Teosófica (Adyar-india) fundada por H.P.Blavatsky em 1875- - ano de nascimento de Crowley- - - e cuja representante, no Brasil chamava-se Sociedade Teosófica do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(16)''' A explicação desta inquietação interna residia no fato de que todo aquele conhecimento, com raras excessões, apenas atingiam o nível do intelecto ou, quando muito, o astral inferior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(17)''' Frater T. era, quando moço, muito apressado. Queria resultados imediatos. Esta faceta---comum aos geminianos--- foi purgada somente após alguns anos de treinamento intensivo. Por outro lado a Hata-Yoga não era o seu caminho, embora as práticas fundamentais daquele Sistema o tenham auxiliado bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(18)''' Por trás desta preocupação familiar esconde-se um dos truques que o homem lunar é testado. E representa uma das maiores barreiras no caminho.( vide maiores detalhes em MAGICK WITHOUT TEAR, pag. 334 - LLewellyn Publications - 1973).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(19)''' O Dr. Jorge Adoum estava ligado à várias fraternidades maçônicas de alto grau, entretanto, somente uma delas possuia o ele com o Sistema-Thelemico. Infelizmente, mesmo esta, fora infiltrada por esbirros do romantismo e, com o passar do tempo perdeu contato com os Planos Internos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(20)''' A referência aqui é à memória mágica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(21)''' Como alguém já dissera certa vez: &amp;quot;é a coisa mais fácil encontrar pelo Iniciado. E mais difícil de ser encontrada pelo profano. No entanto, esta tão perto de nós...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(22)''' O Juramento fora sincero, e os Senhores do Karma aceitaram o voto, colocando em movimento as forças necessárias para provar a resolução dele. Leitores devem perceber que Frater T. ainda estava, na época, sob o condicionamento a ele infundido pela sociedade em que vivia. Porém, mesmo assim, a idéia que, inconscientemente, fazia da morte tinha características bem próximas daquelas que Crowley nos explica em &amp;quot;Magick&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(23)''' A função da mulher de Frater T. foi assumida em 08 de dezembro de 1961, quando ela &amp;quot;ungiu&amp;quot; a Baqueta dele com sangue. Observem que a data é dedicada a Yansã na tradição umbandista e a Nossa Senhora da Conceição na Tradição Romana. Yansã sendo uma forma de Yemanjá. O ato mágico formou um elo com a corrente thelemica, que fortificou-se com o tempo. Todo este evento está, em detalhes, descrito em seu diário mágico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(24)''' A palavra fora ouvida na F.R.A. anos antes. Esta ordem maçônica&amp;quot;, fundada por A. Krumm-Heller com autorização dos irmãos do Círculo Interno, perdeu seu elo com a Genuína Corrente, após a imprudente resolução de seu fundador em usar o nome R.C. externamente. O Dr. Krumm-Heller pertencia ao VIII° ordo templi orientis , e como tal tinha direito em fundar um ordem pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(25)''' Em 1975, Frater T., iniciou-se nesta &amp;quot;ordem&amp;quot; no intuito de fechar um ciclo que se fazia necessário ao seu trabalho. Sua iniciação, sendo presidida pelo Ir. P.P. em Santos Dumont, indica a finalidade do ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' O conteúdo do livro imantara profundamente a mente mágica de Frater T. com seus símbolos e chaves ali contidos. O autor surgia, em sua imaginação, como um daqueles Mestres procurado. Entretanto, no fundo de seu inconciente algo se remexia de modo antipático contra o autor. Se Frater A. tivesse analisado a origem desta antipatia é bem provável que muita coisa teria sido evitada. Mas ele era apenas um ignorante buscador, e muito jovem ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As iniciais A. A. eram apenas da Agla-Avid, aquela &amp;quot;irmandade&amp;quot; referida acima. Uma personificação das Forças Negras em uma de suas tentativas de usurpar a Verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' Para pessoas cuja percepção cuja percepção ainda sujeita à limitações impostas por uma religião totalmente forjada na mentira. É muito difícil se desembaraçardas teias preconceituosas criadas em torno do sexo e, em vista disso, não poderão, a não ser através da verdadeira iniciação, obter as &amp;quot;chaves'dos divinos mistériosda Natureza e a Unidade e Divindade do Todo. É exatamente como nos informa Frater Efraim: &amp;quot;Enquanto consideraresobcenas as naturais e expontâneas manifestações da sexualidade, não poderas penetrar no santuário, nem conhecer a relação exata e correta do sexo com a espiritualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(27)''' Principalmente o &amp;quot;Lamem&amp;quot; da Ordem que ele já tivera oportunidade de ver num livreto da [[AMORC]]. Tal como na [[FRA]], a AMORC também fora fundada por um membro da ordo templi orientis . Porém da mesma forma, seu fundador ousou especular o Nome Sagrado abaixo e acima do Abismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Blog de Euclydes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.luxintenebra.blogspot.com/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escritos e livros de Frater Thor (Euclydes) e outros membros da Sagrada Ordem da A.'.A.'.==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/ht/ensaios/ensaios.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Vitorpvcampos&amp;diff=7165</id>
		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<updated>2007-10-27T17:11:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso do material que encontrava, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Frater Teth Khan 777), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. do Califado para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br, passando por .org.br e hoje apenas .org) de onde tirei (e tiro) muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar à O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador.&lt;br /&gt;
---- &lt;br /&gt;
Vale dizer que, minutos antes de minha iniciação, em conversa coletiva com todos os presentes, [[Frater BenHoor]] me declara como seu Filho Mágicko, ao dizer: &amp;quot;Quanto ao Vítor, apenas digo uma coisa: você está para mim, assim como Achad estava para Crowley&amp;quot;. Sendo algo recíproco, tento continuar o trabalho do referido Frater, embora com outra roupagem.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. A partir de então, fiquei apenas estudando as obras de '''[[Blavatsky | Helena Petrova Blavatsky]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Thor]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''fraternosceteipsum@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Traduzir alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Expandir os trabalhos do CaLeN com Capítulos em outros pontos do país.&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Baphomet&amp;diff=7073</id>
		<title>Baphomet</title>
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		<updated>2007-10-15T17:28:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''Uma das imagens de mais forte presença no universo ocultista de nossa época, por vezes erroneamente interpretada como uma rebuscada representação do diabo católico, recebe o nome de Baphomet. Todavia, apesar de muito ter sido especulado sobre o lendário ídolo dos Templários, pouca informação confiável existe a respeito desta enigmática figura. Daí vêm as inevitáveis questões: o que de fato esta imagem significa e qual a sua origem? Além disso, o que ela hoje representa dentro das Ciências Arcanas? Há algum culto atualmente celebrado cujos fundamentos estejam calcados neste Mistério? &lt;br /&gt;
''{{esboço}}&lt;br /&gt;
[[Imagem:Article_768740.jpg|thumb|right|Baphomet de [[Eliphas Levi]]]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1307 uma série de acusações daria início a cruel perseguição imposta pelo Papa Clemente V (Arcebispo de Bordéus, Beltrão de Got) e pelo Rei de França Felipe IV, mais conhecido como Felipe o Belo, contra a Ordem dos Cavaleiros do Templo, também chamada de Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo, ou, simplesmente, Templários. O processo inquisitorial movido contra os Templários foi encerrado em 12 de setembro de 1314, quando da execução do Grão-Mestre da Ordem do Templo, Jacques de Molay, juntamente com outros dois Cavaleiros, todos queimados pelas chamas da Inquisição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No longo rol de acusações estavam: a negação de Cristo, recusa de sacramentos, quebra de sigilo dos Capítulos e enriquecimento, apostasia, além de práticas obscenas e sodomia. O conjunto das acusações montaria um quadro claro do que foi denominado de desvirtuação dos princípios do cristianismo, os quais teriam sido substituídos por uma heterodoxia doutrinária de procedência oriental, sobremodo islâmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, dentre as inúmeras acusações movidas contra os Templários, uma ganharia especial notoriedade, pois indicava adoração a um tipo de ídolo, algo diabólico, entendido como um símbolo místico utilizado pelos acusados em seus supostos nefastos rituais. Na época das acusações, costumava-se dizer que em cerimônias secretas, os Templários veneravam um desconhecido demônio, que aparecia sob a forma de um gato, um crânio ou uma cabeça com três rostos. Na acusação, embora seja feita menção a adoração de uma &amp;quot;cabeça&amp;quot;, um &amp;quot;crânio&amp;quot;, ou de um &amp;quot;ídolo com três faces&amp;quot;, nada é mencionado, especificamente, sobre a denominação Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origens ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De onde, então, teria surgido o termo? Não se sabe com precisão onde surgiu o termo Baphomet. Uma das possíveis origens, entretanto, é atribuída a pesquisa do arqueólogo austríaco Barão Joseph Von Hammer-Pürgstall, um não simpatizante do ideal Templário, que em 1816 escrevera um tratado sobre os alegados mistérios dos Templários e de Baphomet, sugerindo que a expressão proviria da união de dois vocábulos gregos, &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metis&amp;quot;, significando &amp;quot;Batismo de Sabedoria&amp;quot;. A partir desta conjectura, Von Hammer especula a respeito da possibilidade da existência de Rituais de Iniciação, onde haveria a admissão, seja aos mistérios seja aos segredos cultuados pela Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Simbolismo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Von Hammer, de acordo com suas descobertas, os ídolos Templários se tratavam de degenerações de ídolos gnósticos valentinianos, sendo que, de todos eles, o mais imponente formava uma estranha figura de um homem velho e barbudo, de solene aspecto faraônico. Um traço bem marcante de todas as figuras era a forte presença de caracteres de hermafroditismo ou androginia, traços que, ainda de acordo com a descrição de Von Hammer, endossariam cabalmente as acusações de perversão movidas pelo clero contra os Templários. Desta descrição aparece outra referência que muito diz sobre o mistério que cerca o nome Baphomet: ela aponta para a imagem de um &amp;quot;homem velho&amp;quot;, o qual seria adorado pelos Templários. Este &amp;quot;homem velho&amp;quot; possuía as mesmas características de Priapus, aquele criado &amp;quot;antes que tudo existisse&amp;quot;. Contudo, a mesma imagem, por vezes aparecendo com armas cruzadas sobre o peito, sugere proximidade com o Deus egípcio Osíris, havendo até quem afirme ser Osíris o verdadeiro Baphomet dos Templários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguindo a mesma lógica e pensamento de que o vocábulo Baphomet teria vindo da Grécia Antiga, também existe a hipótese de que sua procedência esteja na conjunção das palavras &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metros&amp;quot;, algo como &amp;quot;Batismo da Mãe&amp;quot;. Por sua vez, a partir deste raciocínio, surge uma outra proposição poucas vezes mencionada nos estudos sobre Baphomet, a qual aponta ser &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metros&amp;quot; uma corruptela de Behemot, um fantástico ser bíblico de origens hebréias. Esta teoria é importante, visto Behemot ser citado (e por vezes traduzido) como uma grande fêmea de Hipopótamo que habitava as águas do rio Nilo, sendo uma das representações da &amp;quot;Grande Mãe&amp;quot;, esposa do Deus Seth.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na concepção egípcia dos Deuses, a fêmea do Hipopótamo faz uma espécie de contra-parte do Crocodilo (Typhon), da mesma forma pela qual existem os bíblicos Behemot e Leviathan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o pesquisador Raspe, outra definição que ganha importância, principalmente na abordagem dos cultos que atualmente são rendidos a Baphomet, mostra o suposto ídolo dos Templários como uma fórmula oriunda das doutrinas Gnósticas de Basilides. Neste sentido as palavras anteriormente apresentadas, que originaram o termo Baphomet, seriam &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metios&amp;quot;. Assim, teríamos a expressão &amp;quot;Tintura de Sabedoria&amp;quot;, ou o já apresentado &amp;quot;Batismo de Sabedoria&amp;quot;, como o significado de Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que a palavra Baphomet possua raízes árabes, especula-se também que ela seja a corruptela de Abufihamat (ou ainda Bufihimat, como pronunciado na Espanha), expressão moura para &amp;quot;Pai do Entendimento&amp;quot; ou &amp;quot;Cabeça do Conhecimento&amp;quot;. Se nos lembrarmos das acusações movidas contra os Templários, de que eles adoravam uma &amp;quot;Cabeça&amp;quot;, veremos nesta hipótese algo plausível de ser aceito. Apesar de todas as alusões até aqui feitas, a figura de Baphomet que se tornou mais famosa, servindo de principal referência para os ocultistas atuais, é mesmo aquela cunhada no século 19 pelo Abade Alfonse Louis Constant, mais conhecido pelo nome Eliphas Levi Zahed, ou simplesmente Eliphas Levi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a descrição do Abade, publicada pela primeira vez em 1854, a imagem de Baphomet, o [[Bode]] de Mendes ou ainda o [[Bode]] do Sabbath, é feita do seguinte modo: &amp;quot;Figura panteística e mágica do absoluto. O facho colocado entre os dois chifres representa a inteligência equilibrante do ternário; a cabeça de bode, cabeça sintética, que reúne alguns caracteres do cão, do touro e do burro, representa a responsabilidade só da matéria e a expiação, nos corpos, dos pecados corporais. As mãos são humanas para mostrar a santidade do trabalho; fazem o sinal do esoterismo em cima e em baixo, para recomendar o mistério aos iniciados e mostram dois crescentes lunares, um branco que está em cima, o outro preto que está em baixo, para explicar as relações do bem e do mal, da misericórdia e da justiça. A parte baixa do corpo está coberta, imagem dos mistérios da geração universal, expressa somente pelo símbolo do caduceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ventre do bode é escamado e deve ser colorido em verde; o semicírculo que está em cima deve ser azul; as pernas, que sobem até o peito devem ser de diversas cores. O bode tem peito de mulher e, assim só traz da humanidade os sinais da maternidade e do trabalho, isto é, os sinais redentores. Na sua fronte e em baixo do facho, vemos o signo do microcosmo ou pentagrama de ponta para cima, símbolo da inteligência humana, que colocado assim, em baixo do facho, faz da chama deste uma imagem da revelação divina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este panteus deve ter por assento um cubo, e para estrado quer uma bola só, quer uma bola e um escabelo triangular.&amp;quot; Devido à eficiência de sua ideação, Levi propositalmente faz com que se acredite que exatamente essa forma de Baphomet era a presente na celebração dos Antigos Mistérios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Imagem de Eliphas Levi ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A figura emblemática do Bode de Mendes, de Eliphas Levi, como vemos no início deste texto do site GnosisOnline, foi uma das primeiras, senão a primeira, que associou o bode ao ídolo Templário. É muito provável, dada a condição de sacerdote católico do Abade Alfonse Louis Constant, que a imagem Bíblica do sacrifício do Bode Expiatório tenha lhe servido de inspiração. O bode no Egito, entretanto, não possuía um significado religioso grande, exceto por este culto sacrificial, promovido na cidade de Mendes. Daí a denominação escolhida por Levi, o Bode de Mendes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, é significativo mencionar que o [[bode]], do mesmo modo como atribuído ao carneiro, sempre foi símbolo de fertilidade, de libido e força vital. Contudo, enquanto o carneiro assume características solares, o [[bode]] se relaciona às lunares. Em outras palavras, é costume relacionar carneiros, ou cordeiros, como símbolos de aspectos considerados &amp;quot;positivos&amp;quot; das divindades, enquanto que aos bodes estariam reservados os &amp;quot;negativos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, se naquele convencionou-se associar uma imagem de pureza, vida e santidade, neste são associados luxúria, sacrifício e perversão. Em ambos os casos, contudo, é importante salientar que tanto o carneiro quanto o bode são claros símbolos de divindades solares, sendo que no primeiro tem-se a exaltação da Divindade, enquanto no segundo a expiação e morte do Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As inscrições SOLVE ET COAGULA da imagem de Eliphas Levi são outro claro exemplo do enfoque dualista de seu Baphomet. Originalmente presentes nos antebraços do Hermafrodita de Khunrath, esses dois preceitos misteriosos mostram que o Andrógino domina completamente o mundo elementar, agindo sobre a natureza, de modo inteiramente onipotente. As inscrições são dois pólos que marcam o ciclo solar de Vida, composta de Geração, Nascimento e Morte, para depois haver uma nova Geração que dará continuidade ao interminável ciclo da Vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A essa propriedade de transformação, ou melhor, ao elemento que permite esta transformação, os Mestres deram o nome de Mercúrio Filosofal, ou Água dos Sábios, a mesma Tintura de Sabedoria, da qual falava o gnóstico Basilides ainda no século II. A imagem do Baphomet de Eliphas Levi, enfim, é a representação emblemática deste Mercúrio Filosofal ou do Andrógino Primordial. Também de Eliphas Levi vem outra curiosa explanação sobre a origem do nome Baphomet, que se tornou voga nos dias de hoje. Segundo o erudito Abade, esta palavra era a forma cifrada de se dizer Tem Ohpab, uma espécie de acróstico inverso de Baphomet, que formaria a sentença iniciática Templi Omnium Hominum Pacis Abbas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Baphomet&amp;diff=7072</id>
		<title>Baphomet</title>
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		<updated>2007-10-15T17:27:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''Uma das imagens de mais forte presença no universo ocultista de nossa época, por vezes erroneamente interpretada como uma rebuscada representação do diabo católico, recebe o nome de Baphomet. Todavia, apesar de muito ter sido especulado sobre o lendário ídolo dos Templários, pouca informação confiável existe a respeito desta enigmática figura. Daí vêm as inevitáveis questões: o que de fato esta imagem significa e qual a sua origem? Além disso, o que ela hoje representa dentro das Ciências Arcanas? Há algum culto atualmente celebrado cujos fundamentos estejam calcados neste Mistério? &lt;br /&gt;
''{{esboço}}&lt;br /&gt;
[[Imagem:Article_768740.jpg|thumb|right|Baphomet de [[Eliphas Levi]]]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O BAPHOMET DOS TEMPLÁRIOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1307 uma série de acusações daria início a cruel perseguição imposta pelo Papa Clemente V (Arcebispo de Bordéus, Beltrão de Got) e pelo Rei de França Felipe IV, mais conhecido como Felipe o Belo, contra a Ordem dos Cavaleiros do Templo, também chamada de Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo, ou, simplesmente, Templários. O processo inquisitorial movido contra os Templários foi encerrado em 12 de setembro de 1314, quando da execução do Grão-Mestre da Ordem do Templo, Jacques de Molay, juntamente com outros dois Cavaleiros, todos queimados pelas chamas da Inquisição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No longo rol de acusações estavam: a negação de Cristo, recusa de sacramentos, quebra de sigilo dos Capítulos e enriquecimento, apostasia, além de práticas obscenas e sodomia. O conjunto das acusações montaria um quadro claro do que foi denominado de desvirtuação dos princípios do cristianismo, os quais teriam sido substituídos por uma heterodoxia doutrinária de procedência oriental, sobremodo islâmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, dentre as inúmeras acusações movidas contra os Templários, uma ganharia especial notoriedade, pois indicava adoração a um tipo de ídolo, algo diabólico, entendido como um símbolo místico utilizado pelos acusados em seus supostos nefastos rituais. Na época das acusações, costumava-se dizer que em cerimônias secretas, os Templários veneravam um desconhecido demônio, que aparecia sob a forma de um gato, um crânio ou uma cabeça com três rostos. Na acusação, embora seja feita menção a adoração de uma &amp;quot;cabeça&amp;quot;, um &amp;quot;crânio&amp;quot;, ou de um &amp;quot;ídolo com três faces&amp;quot;, nada é mencionado, especificamente, sobre a denominação Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origens ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De onde, então, teria surgido o termo? Não se sabe com precisão onde surgiu o termo Baphomet. Uma das possíveis origens, entretanto, é atribuída a pesquisa do arqueólogo austríaco Barão Joseph Von Hammer-Pürgstall, um não simpatizante do ideal Templário, que em 1816 escrevera um tratado sobre os alegados mistérios dos Templários e de Baphomet, sugerindo que a expressão proviria da união de dois vocábulos gregos, &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metis&amp;quot;, significando &amp;quot;Batismo de Sabedoria&amp;quot;. A partir desta conjectura, Von Hammer especula a respeito da possibilidade da existência de Rituais de Iniciação, onde haveria a admissão, seja aos mistérios seja aos segredos cultuados pela Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Simbolismo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Von Hammer, de acordo com suas descobertas, os ídolos Templários se tratavam de degenerações de ídolos gnósticos valentinianos, sendo que, de todos eles, o mais imponente formava uma estranha figura de um homem velho e barbudo, de solene aspecto faraônico. Um traço bem marcante de todas as figuras era a forte presença de caracteres de hermafroditismo ou androginia, traços que, ainda de acordo com a descrição de Von Hammer, endossariam cabalmente as acusações de perversão movidas pelo clero contra os Templários. Desta descrição aparece outra referência que muito diz sobre o mistério que cerca o nome Baphomet: ela aponta para a imagem de um &amp;quot;homem velho&amp;quot;, o qual seria adorado pelos Templários. Este &amp;quot;homem velho&amp;quot; possuía as mesmas características de Priapus, aquele criado &amp;quot;antes que tudo existisse&amp;quot;. Contudo, a mesma imagem, por vezes aparecendo com armas cruzadas sobre o peito, sugere proximidade com o Deus egípcio Osíris, havendo até quem afirme ser Osíris o verdadeiro Baphomet dos Templários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguindo a mesma lógica e pensamento de que o vocábulo Baphomet teria vindo da Grécia Antiga, também existe a hipótese de que sua procedência esteja na conjunção das palavras &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metros&amp;quot;, algo como &amp;quot;Batismo da Mãe&amp;quot;. Por sua vez, a partir deste raciocínio, surge uma outra proposição poucas vezes mencionada nos estudos sobre Baphomet, a qual aponta ser &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metros&amp;quot; uma corruptela de Behemot, um fantástico ser bíblico de origens hebréias. Esta teoria é importante, visto Behemot ser citado (e por vezes traduzido) como uma grande fêmea de Hipopótamo que habitava as águas do rio Nilo, sendo uma das representações da &amp;quot;Grande Mãe&amp;quot;, esposa do Deus Seth.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na concepção egípcia dos Deuses, a fêmea do Hipopótamo faz uma espécie de contra-parte do Crocodilo (Typhon), da mesma forma pela qual existem os bíblicos Behemot e Leviathan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o pesquisador Raspe, outra definição que ganha importância, principalmente na abordagem dos cultos que atualmente são rendidos a Baphomet, mostra o suposto ídolo dos Templários como uma fórmula oriunda das doutrinas Gnósticas de Basilides. Neste sentido as palavras anteriormente apresentadas, que originaram o termo Baphomet, seriam &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metios&amp;quot;. Assim, teríamos a expressão &amp;quot;Tintura de Sabedoria&amp;quot;, ou o já apresentado &amp;quot;Batismo de Sabedoria&amp;quot;, como o significado de Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que a palavra Baphomet possua raízes árabes, especula-se também que ela seja a corruptela de Abufihamat (ou ainda Bufihimat, como pronunciado na Espanha), expressão moura para &amp;quot;Pai do Entendimento&amp;quot; ou &amp;quot;Cabeça do Conhecimento&amp;quot;. Se nos lembrarmos das acusações movidas contra os Templários, de que eles adoravam uma &amp;quot;Cabeça&amp;quot;, veremos nesta hipótese algo plausível de ser aceito. Apesar de todas as alusões até aqui feitas, a figura de Baphomet que se tornou mais famosa, servindo de principal referência para os ocultistas atuais, é mesmo aquela cunhada no século 19 pelo Abade Alfonse Louis Constant, mais conhecido pelo nome Eliphas Levi Zahed, ou simplesmente Eliphas Levi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a descrição do Abade, publicada pela primeira vez em 1854, a imagem de Baphomet, o [[Bode]] de Mendes ou ainda o [[Bode]] do Sabbath, é feita do seguinte modo: &amp;quot;Figura panteística e mágica do absoluto. O facho colocado entre os dois chifres representa a inteligência equilibrante do ternário; a cabeça de bode, cabeça sintética, que reúne alguns caracteres do cão, do touro e do burro, representa a responsabilidade só da matéria e a expiação, nos corpos, dos pecados corporais. As mãos são humanas para mostrar a santidade do trabalho; fazem o sinal do esoterismo em cima e em baixo, para recomendar o mistério aos iniciados e mostram dois crescentes lunares, um branco que está em cima, o outro preto que está em baixo, para explicar as relações do bem e do mal, da misericórdia e da justiça. A parte baixa do corpo está coberta, imagem dos mistérios da geração universal, expressa somente pelo símbolo do caduceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ventre do bode é escamado e deve ser colorido em verde; o semicírculo que está em cima deve ser azul; as pernas, que sobem até o peito devem ser de diversas cores. O bode tem peito de mulher e, assim só traz da humanidade os sinais da maternidade e do trabalho, isto é, os sinais redentores. Na sua fronte e em baixo do facho, vemos o signo do microcosmo ou pentagrama de ponta para cima, símbolo da inteligência humana, que colocado assim, em baixo do facho, faz da chama deste uma imagem da revelação divina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este panteus deve ter por assento um cubo, e para estrado quer uma bola só, quer uma bola e um escabelo triangular.&amp;quot; Devido à eficiência de sua ideação, Levi propositalmente faz com que se acredite que exatamente essa forma de Baphomet era a presente na celebração dos Antigos Mistérios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Imagem de Eliphas Levi ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A figura emblemática do Bode de Mendes, de Eliphas Levi, como vemos no início deste texto do site GnosisOnline, foi uma das primeiras, senão a primeira, que associou o bode ao ídolo Templário. É muito provável, dada a condição de sacerdote católico do Abade Alfonse Louis Constant, que a imagem Bíblica do sacrifício do Bode Expiatório tenha lhe servido de inspiração. O bode no Egito, entretanto, não possuía um significado religioso grande, exceto por este culto sacrificial, promovido na cidade de Mendes. Daí a denominação escolhida por Levi, o Bode de Mendes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, é significativo mencionar que o [[bode]], do mesmo modo como atribuído ao carneiro, sempre foi símbolo de fertilidade, de libido e força vital. Contudo, enquanto o carneiro assume características solares, o [[bode]] se relaciona às lunares. Em outras palavras, é costume relacionar carneiros, ou cordeiros, como símbolos de aspectos considerados &amp;quot;positivos&amp;quot; das divindades, enquanto que aos bodes estariam reservados os &amp;quot;negativos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, se naquele convencionou-se associar uma imagem de pureza, vida e santidade, neste são associados luxúria, sacrifício e perversão. Em ambos os casos, contudo, é importante salientar que tanto o carneiro quanto o bode são claros símbolos de divindades solares, sendo que no primeiro tem-se a exaltação da Divindade, enquanto no segundo a expiação e morte do Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As inscrições SOLVE ET COAGULA da imagem de Eliphas Levi são outro claro exemplo do enfoque dualista de seu Baphomet. Originalmente presentes nos antebraços do Hermafrodita de Khunrath, esses dois preceitos misteriosos mostram que o Andrógino domina completamente o mundo elementar, agindo sobre a natureza, de modo inteiramente onipotente. As inscrições são dois pólos que marcam o ciclo solar de Vida, composta de Geração, Nascimento e Morte, para depois haver uma nova Geração que dará continuidade ao interminável ciclo da Vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A essa propriedade de transformação, ou melhor, ao elemento que permite esta transformação, os Mestres deram o nome de Mercúrio Filosofal, ou Água dos Sábios, a mesma Tintura de Sabedoria, da qual falava o gnóstico Basilides ainda no século II. A imagem do Baphomet de Eliphas Levi, enfim, é a representação emblemática deste Mercúrio Filosofal ou do Andrógino Primordial. Também de Eliphas Levi vem outra curiosa explanação sobre a origem do nome Baphomet, que se tornou voga nos dias de hoje. Segundo o erudito Abade, esta palavra era a forma cifrada de se dizer Tem Ohpab, uma espécie de acróstico inverso de Baphomet, que formaria a sentença iniciática Templi Omnium Hominum Pacis Abbas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<title>Baphomet</title>
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		<updated>2007-10-15T17:27:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''Uma das imagens de mais forte presença no universo ocultista de nossa época, por vezes erroneamente interpretada como uma rebuscada representação do diabo católico, recebe o nome de Baphomet. Todavia, apesar de muito ter sido especulado sobre o lendário ídolo dos Templários, pouca informação confiável existe a respeito desta enigmática figura. Daí vêm as inevitáveis questões: o que de fato esta imagem significa e qual a sua origem? Além disso, o que ela hoje representa dentro das Ciências Arcanas? Há algum culto atualmente celebrado cujos fundamentos estejam calcados neste Mistério? &lt;br /&gt;
''{{esboço}}&lt;br /&gt;
[[Imagem:Article_768740.jpg|thumb|right|Baphomet de Eliphas Levi]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O BAPHOMET DOS TEMPLÁRIOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1307 uma série de acusações daria início a cruel perseguição imposta pelo Papa Clemente V (Arcebispo de Bordéus, Beltrão de Got) e pelo Rei de França Felipe IV, mais conhecido como Felipe o Belo, contra a Ordem dos Cavaleiros do Templo, também chamada de Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo, ou, simplesmente, Templários. O processo inquisitorial movido contra os Templários foi encerrado em 12 de setembro de 1314, quando da execução do Grão-Mestre da Ordem do Templo, Jacques de Molay, juntamente com outros dois Cavaleiros, todos queimados pelas chamas da Inquisição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No longo rol de acusações estavam: a negação de Cristo, recusa de sacramentos, quebra de sigilo dos Capítulos e enriquecimento, apostasia, além de práticas obscenas e sodomia. O conjunto das acusações montaria um quadro claro do que foi denominado de desvirtuação dos princípios do cristianismo, os quais teriam sido substituídos por uma heterodoxia doutrinária de procedência oriental, sobremodo islâmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, dentre as inúmeras acusações movidas contra os Templários, uma ganharia especial notoriedade, pois indicava adoração a um tipo de ídolo, algo diabólico, entendido como um símbolo místico utilizado pelos acusados em seus supostos nefastos rituais. Na época das acusações, costumava-se dizer que em cerimônias secretas, os Templários veneravam um desconhecido demônio, que aparecia sob a forma de um gato, um crânio ou uma cabeça com três rostos. Na acusação, embora seja feita menção a adoração de uma &amp;quot;cabeça&amp;quot;, um &amp;quot;crânio&amp;quot;, ou de um &amp;quot;ídolo com três faces&amp;quot;, nada é mencionado, especificamente, sobre a denominação Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origens ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De onde, então, teria surgido o termo? Não se sabe com precisão onde surgiu o termo Baphomet. Uma das possíveis origens, entretanto, é atribuída a pesquisa do arqueólogo austríaco Barão Joseph Von Hammer-Pürgstall, um não simpatizante do ideal Templário, que em 1816 escrevera um tratado sobre os alegados mistérios dos Templários e de Baphomet, sugerindo que a expressão proviria da união de dois vocábulos gregos, &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metis&amp;quot;, significando &amp;quot;Batismo de Sabedoria&amp;quot;. A partir desta conjectura, Von Hammer especula a respeito da possibilidade da existência de Rituais de Iniciação, onde haveria a admissão, seja aos mistérios seja aos segredos cultuados pela Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Simbolismo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Von Hammer, de acordo com suas descobertas, os ídolos Templários se tratavam de degenerações de ídolos gnósticos valentinianos, sendo que, de todos eles, o mais imponente formava uma estranha figura de um homem velho e barbudo, de solene aspecto faraônico. Um traço bem marcante de todas as figuras era a forte presença de caracteres de hermafroditismo ou androginia, traços que, ainda de acordo com a descrição de Von Hammer, endossariam cabalmente as acusações de perversão movidas pelo clero contra os Templários. Desta descrição aparece outra referência que muito diz sobre o mistério que cerca o nome Baphomet: ela aponta para a imagem de um &amp;quot;homem velho&amp;quot;, o qual seria adorado pelos Templários. Este &amp;quot;homem velho&amp;quot; possuía as mesmas características de Priapus, aquele criado &amp;quot;antes que tudo existisse&amp;quot;. Contudo, a mesma imagem, por vezes aparecendo com armas cruzadas sobre o peito, sugere proximidade com o Deus egípcio Osíris, havendo até quem afirme ser Osíris o verdadeiro Baphomet dos Templários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguindo a mesma lógica e pensamento de que o vocábulo Baphomet teria vindo da Grécia Antiga, também existe a hipótese de que sua procedência esteja na conjunção das palavras &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metros&amp;quot;, algo como &amp;quot;Batismo da Mãe&amp;quot;. Por sua vez, a partir deste raciocínio, surge uma outra proposição poucas vezes mencionada nos estudos sobre Baphomet, a qual aponta ser &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metros&amp;quot; uma corruptela de Behemot, um fantástico ser bíblico de origens hebréias. Esta teoria é importante, visto Behemot ser citado (e por vezes traduzido) como uma grande fêmea de Hipopótamo que habitava as águas do rio Nilo, sendo uma das representações da &amp;quot;Grande Mãe&amp;quot;, esposa do Deus Seth.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na concepção egípcia dos Deuses, a fêmea do Hipopótamo faz uma espécie de contra-parte do Crocodilo (Typhon), da mesma forma pela qual existem os bíblicos Behemot e Leviathan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o pesquisador Raspe, outra definição que ganha importância, principalmente na abordagem dos cultos que atualmente são rendidos a Baphomet, mostra o suposto ídolo dos Templários como uma fórmula oriunda das doutrinas Gnósticas de Basilides. Neste sentido as palavras anteriormente apresentadas, que originaram o termo Baphomet, seriam &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metios&amp;quot;. Assim, teríamos a expressão &amp;quot;Tintura de Sabedoria&amp;quot;, ou o já apresentado &amp;quot;Batismo de Sabedoria&amp;quot;, como o significado de Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que a palavra Baphomet possua raízes árabes, especula-se também que ela seja a corruptela de Abufihamat (ou ainda Bufihimat, como pronunciado na Espanha), expressão moura para &amp;quot;Pai do Entendimento&amp;quot; ou &amp;quot;Cabeça do Conhecimento&amp;quot;. Se nos lembrarmos das acusações movidas contra os Templários, de que eles adoravam uma &amp;quot;Cabeça&amp;quot;, veremos nesta hipótese algo plausível de ser aceito. Apesar de todas as alusões até aqui feitas, a figura de Baphomet que se tornou mais famosa, servindo de principal referência para os ocultistas atuais, é mesmo aquela cunhada no século 19 pelo Abade Alfonse Louis Constant, mais conhecido pelo nome Eliphas Levi Zahed, ou simplesmente Eliphas Levi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a descrição do Abade, publicada pela primeira vez em 1854, a imagem de Baphomet, o [[Bode]] de Mendes ou ainda o [[Bode]] do Sabbath, é feita do seguinte modo: &amp;quot;Figura panteística e mágica do absoluto. O facho colocado entre os dois chifres representa a inteligência equilibrante do ternário; a cabeça de bode, cabeça sintética, que reúne alguns caracteres do cão, do touro e do burro, representa a responsabilidade só da matéria e a expiação, nos corpos, dos pecados corporais. As mãos são humanas para mostrar a santidade do trabalho; fazem o sinal do esoterismo em cima e em baixo, para recomendar o mistério aos iniciados e mostram dois crescentes lunares, um branco que está em cima, o outro preto que está em baixo, para explicar as relações do bem e do mal, da misericórdia e da justiça. A parte baixa do corpo está coberta, imagem dos mistérios da geração universal, expressa somente pelo símbolo do caduceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ventre do bode é escamado e deve ser colorido em verde; o semicírculo que está em cima deve ser azul; as pernas, que sobem até o peito devem ser de diversas cores. O bode tem peito de mulher e, assim só traz da humanidade os sinais da maternidade e do trabalho, isto é, os sinais redentores. Na sua fronte e em baixo do facho, vemos o signo do microcosmo ou pentagrama de ponta para cima, símbolo da inteligência humana, que colocado assim, em baixo do facho, faz da chama deste uma imagem da revelação divina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este panteus deve ter por assento um cubo, e para estrado quer uma bola só, quer uma bola e um escabelo triangular.&amp;quot; Devido à eficiência de sua ideação, Levi propositalmente faz com que se acredite que exatamente essa forma de Baphomet era a presente na celebração dos Antigos Mistérios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Imagem de Eliphas Levi ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A figura emblemática do Bode de Mendes, de Eliphas Levi, como vemos no início deste texto do site GnosisOnline, foi uma das primeiras, senão a primeira, que associou o bode ao ídolo Templário. É muito provável, dada a condição de sacerdote católico do Abade Alfonse Louis Constant, que a imagem Bíblica do sacrifício do Bode Expiatório tenha lhe servido de inspiração. O bode no Egito, entretanto, não possuía um significado religioso grande, exceto por este culto sacrificial, promovido na cidade de Mendes. Daí a denominação escolhida por Levi, o Bode de Mendes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, é significativo mencionar que o [[bode]], do mesmo modo como atribuído ao carneiro, sempre foi símbolo de fertilidade, de libido e força vital. Contudo, enquanto o carneiro assume características solares, o [[bode]] se relaciona às lunares. Em outras palavras, é costume relacionar carneiros, ou cordeiros, como símbolos de aspectos considerados &amp;quot;positivos&amp;quot; das divindades, enquanto que aos bodes estariam reservados os &amp;quot;negativos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, se naquele convencionou-se associar uma imagem de pureza, vida e santidade, neste são associados luxúria, sacrifício e perversão. Em ambos os casos, contudo, é importante salientar que tanto o carneiro quanto o bode são claros símbolos de divindades solares, sendo que no primeiro tem-se a exaltação da Divindade, enquanto no segundo a expiação e morte do Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As inscrições SOLVE ET COAGULA da imagem de Eliphas Levi são outro claro exemplo do enfoque dualista de seu Baphomet. Originalmente presentes nos antebraços do Hermafrodita de Khunrath, esses dois preceitos misteriosos mostram que o Andrógino domina completamente o mundo elementar, agindo sobre a natureza, de modo inteiramente onipotente. As inscrições são dois pólos que marcam o ciclo solar de Vida, composta de Geração, Nascimento e Morte, para depois haver uma nova Geração que dará continuidade ao interminável ciclo da Vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A essa propriedade de transformação, ou melhor, ao elemento que permite esta transformação, os Mestres deram o nome de Mercúrio Filosofal, ou Água dos Sábios, a mesma Tintura de Sabedoria, da qual falava o gnóstico Basilides ainda no século II. A imagem do Baphomet de Eliphas Levi, enfim, é a representação emblemática deste Mercúrio Filosofal ou do Andrógino Primordial. Também de Eliphas Levi vem outra curiosa explanação sobre a origem do nome Baphomet, que se tornou voga nos dias de hoje. Segundo o erudito Abade, esta palavra era a forma cifrada de se dizer Tem Ohpab, uma espécie de acróstico inverso de Baphomet, que formaria a sentença iniciática Templi Omnium Hominum Pacis Abbas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<title>Baphomet</title>
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		<updated>2007-10-15T17:26:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''Uma das imagens de mais forte presença no universo ocultista de nossa época, por vezes erroneamente interpretada como uma rebuscada representação do diabo católico, recebe o nome de Baphomet. Todavia, apesar de muito ter sido especulado sobre o lendário ídolo dos Templários, pouca informação confiável existe a respeito desta enigmática figura. Daí vêm as inevitáveis questões: o que de fato esta imagem significa e qual a sua origem? Além disso, o que ela hoje representa dentro das Ciências Arcanas? Há algum culto atualmente celebrado cujos fundamentos estejam calcados neste Mistério? &lt;br /&gt;
''{{esboço}}&lt;br /&gt;
[[Imagem:Article_768740.jpg|thumb|right|Baphomet de Eliphas Levi]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O BAPHOMET DOS TEMPLÁRIOS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1307 uma série de acusações daria início a cruel perseguição imposta pelo Papa Clemente V (Arcebispo de Bordéus, Beltrão de Got) e pelo Rei de França Felipe IV, mais conhecido como Felipe o Belo, contra a Ordem dos Cavaleiros do Templo, também chamada de Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo, ou, simplesmente, Templários. O processo inquisitorial movido contra os Templários foi encerrado em 12 de setembro de 1314, quando da execução do Grão-Mestre da Ordem do Templo, Jacques de Molay, juntamente com outros dois Cavaleiros, todos queimados pelas chamas da Inquisição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No longo rol de acusações estavam: a negação de Cristo, recusa de sacramentos, quebra de sigilo dos Capítulos e enriquecimento, apostasia, além de práticas obscenas e sodomia. O conjunto das acusações montaria um quadro claro do que foi denominado de desvirtuação dos princípios do cristianismo, os quais teriam sido substituídos por uma heterodoxia doutrinária de procedência oriental, sobremodo islâmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, dentre as inúmeras acusações movidas contra os Templários, uma ganharia especial notoriedade, pois indicava adoração a um tipo de ídolo, algo diabólico, entendido como um símbolo místico utilizado pelos acusados em seus supostos nefastos rituais. Na época das acusações, costumava-se dizer que em cerimônias secretas, os Templários veneravam um desconhecido demônio, que aparecia sob a forma de um gato, um crânio ou uma cabeça com três rostos. Na acusação, embora seja feita menção a adoração de uma &amp;quot;cabeça&amp;quot;, um &amp;quot;crânio&amp;quot;, ou de um &amp;quot;ídolo com três faces&amp;quot;, nada é mencionado, especificamente, sobre a denominação Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origens ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De onde, então, teria surgido o termo? Não se sabe com precisão onde surgiu o termo Baphomet. Uma das possíveis origens, entretanto, é atribuída a pesquisa do arqueólogo austríaco Barão Joseph Von Hammer-Pürgstall, um não simpatizante do ideal Templário, que em 1816 escrevera um tratado sobre os alegados mistérios dos Templários e de Baphomet, sugerindo que a expressão proviria da união de dois vocábulos gregos, &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metis&amp;quot;, significando &amp;quot;Batismo de Sabedoria&amp;quot;. A partir desta conjectura, Von Hammer especula a respeito da possibilidade da existência de Rituais de Iniciação, onde haveria a admissão, seja aos mistérios seja aos segredos cultuados pela Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Simbolismo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Von Hammer, de acordo com suas descobertas, os ídolos Templários se tratavam de degenerações de ídolos gnósticos valentinianos, sendo que, de todos eles, o mais imponente formava uma estranha figura de um homem velho e barbudo, de solene aspecto faraônico. Um traço bem marcante de todas as figuras era a forte presença de caracteres de hermafroditismo ou androginia, traços que, ainda de acordo com a descrição de Von Hammer, endossariam cabalmente as acusações de perversão movidas pelo clero contra os Templários. Desta descrição aparece outra referência que muito diz sobre o mistério que cerca o nome Baphomet: ela aponta para a imagem de um &amp;quot;homem velho&amp;quot;, o qual seria adorado pelos Templários. Este &amp;quot;homem velho&amp;quot; possuía as mesmas características de Priapus, aquele criado &amp;quot;antes que tudo existisse&amp;quot;. Contudo, a mesma imagem, por vezes aparecendo com armas cruzadas sobre o peito, sugere proximidade com o Deus egípcio Osíris, havendo até quem afirme ser Osíris o verdadeiro Baphomet dos Templários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguindo a mesma lógica e pensamento de que o vocábulo Baphomet teria vindo da Grécia Antiga, também existe a hipótese de que sua procedência esteja na conjunção das palavras &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metros&amp;quot;, algo como &amp;quot;Batismo da Mãe&amp;quot;. Por sua vez, a partir deste raciocínio, surge uma outra proposição poucas vezes mencionada nos estudos sobre Baphomet, a qual aponta ser &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metros&amp;quot; uma corruptela de Behemot, um fantástico ser bíblico de origens hebréias. Esta teoria é importante, visto Behemot ser citado (e por vezes traduzido) como uma grande fêmea de Hipopótamo que habitava as águas do rio Nilo, sendo uma das representações da &amp;quot;Grande Mãe&amp;quot;, esposa do Deus Seth.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na concepção egípcia dos Deuses, a fêmea do Hipopótamo faz uma espécie de contra-parte do Crocodilo (Typhon), da mesma forma pela qual existem os bíblicos Behemot e Leviathan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o pesquisador Raspe, outra definição que ganha importância, principalmente na abordagem dos cultos que atualmente são rendidos a Baphomet, mostra o suposto ídolo dos Templários como uma fórmula oriunda das doutrinas Gnósticas de Basilides. Neste sentido as palavras anteriormente apresentadas, que originaram o termo Baphomet, seriam &amp;quot;Baphe&amp;quot; e &amp;quot;Metios&amp;quot;. Assim, teríamos a expressão &amp;quot;Tintura de Sabedoria&amp;quot;, ou o já apresentado &amp;quot;Batismo de Sabedoria&amp;quot;, como o significado de Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que a palavra Baphomet possua raízes árabes, especula-se também que ela seja a corruptela de Abufihamat (ou ainda Bufihimat, como pronunciado na Espanha), expressão moura para &amp;quot;Pai do Entendimento&amp;quot; ou &amp;quot;Cabeça do Conhecimento&amp;quot;. Se nos lembrarmos das acusações movidas contra os Templários, de que eles adoravam uma &amp;quot;Cabeça&amp;quot;, veremos nesta hipótese algo plausível de ser aceito. Apesar de todas as alusões até aqui feitas, a figura de Baphomet que se tornou mais famosa, servindo de principal referência para os ocultistas atuais, é mesmo aquela cunhada no século 19 pelo Abade Alfonse Louis Constant, mais conhecido pelo nome Eliphas Levi Zahed, ou simplesmente Eliphas Levi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a descrição do Abade, publicada pela primeira vez em 1854, a imagem de Baphomet, o [[Bode]] de Mendes ou ainda o [[Bode]] do Sabbath, é feita do seguinte modo: &amp;quot;Figura panteística e mágica do absoluto. O facho colocado entre os dois chifres representa a inteligência equilibrante do ternário; a cabeça de bode, cabeça sintética, que reúne alguns caracteres do cão, do touro e do burro, representa a responsabilidade só da matéria e a expiação, nos corpos, dos pecados corporais. As mãos são humanas para mostrar a santidade do trabalho; fazem o sinal do esoterismo em cima e em baixo, para recomendar o mistério aos iniciados e mostram dois crescentes lunares, um branco que está em cima, o outro preto que está em baixo, para explicar as relações do bem e do mal, da misericórdia e da justiça. A parte baixa do corpo está coberta, imagem dos mistérios da geração universal, expressa somente pelo símbolo do caduceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ventre do bode é escamado e deve ser colorido em verde; o semicírculo que está em cima deve ser azul; as pernas, que sobem até o peito devem ser de diversas cores. O bode tem peito de mulher e, assim só traz da humanidade os sinais da maternidade e do trabalho, isto é, os sinais redentores. Na sua fronte e em baixo do facho, vemos o signo do microcosmo ou pentagrama de ponta para cima, símbolo da inteligência humana, que colocado assim, em baixo do facho, faz da chama deste uma imagem da revelação divina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este panteus deve ter por assento um cubo, e para estrado quer uma bola só, quer uma bola e um escabelo triangular.&amp;quot; Devido à eficiência de sua ideação, Levi propositalmente faz com que se acredite que exatamente essa forma de Baphomet era a presente na celebração dos Antigos Mistérios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Imagem de [[Eliphas Levi]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A figura emblemática do Bode de Mendes, de Eliphas Levi, como vemos no início deste texto do site GnosisOnline, foi uma das primeiras, senão a primeira, que associou o bode ao ídolo Templário. É muito provável, dada a condição de sacerdote católico do Abade Alfonse Louis Constant, que a imagem Bíblica do sacrifício do Bode Expiatório tenha lhe servido de inspiração. O bode no Egito, entretanto, não possuía um significado religioso grande, exceto por este culto sacrificial, promovido na cidade de Mendes. Daí a denominação escolhida por Levi, o Bode de Mendes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, é significativo mencionar que o [[bode]], do mesmo modo como atribuído ao carneiro, sempre foi símbolo de fertilidade, de libido e força vital. Contudo, enquanto o carneiro assume características solares, o [[bode]] se relaciona às lunares. Em outras palavras, é costume relacionar carneiros, ou cordeiros, como símbolos de aspectos considerados &amp;quot;positivos&amp;quot; das divindades, enquanto que aos bodes estariam reservados os &amp;quot;negativos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, se naquele convencionou-se associar uma imagem de pureza, vida e santidade, neste são associados luxúria, sacrifício e perversão. Em ambos os casos, contudo, é importante salientar que tanto o carneiro quanto o bode são claros símbolos de divindades solares, sendo que no primeiro tem-se a exaltação da Divindade, enquanto no segundo a expiação e morte do Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As inscrições SOLVE ET COAGULA da imagem de Eliphas Levi são outro claro exemplo do enfoque dualista de seu Baphomet. Originalmente presentes nos antebraços do Hermafrodita de Khunrath, esses dois preceitos misteriosos mostram que o Andrógino domina completamente o mundo elementar, agindo sobre a natureza, de modo inteiramente onipotente. As inscrições são dois pólos que marcam o ciclo solar de Vida, composta de Geração, Nascimento e Morte, para depois haver uma nova Geração que dará continuidade ao interminável ciclo da Vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A essa propriedade de transformação, ou melhor, ao elemento que permite esta transformação, os Mestres deram o nome de Mercúrio Filosofal, ou Água dos Sábios, a mesma Tintura de Sabedoria, da qual falava o gnóstico Basilides ainda no século II. A imagem do Baphomet de Eliphas Levi, enfim, é a representação emblemática deste Mercúrio Filosofal ou do Andrógino Primordial. Também de Eliphas Levi vem outra curiosa explanação sobre a origem do nome Baphomet, que se tornou voga nos dias de hoje. Segundo o erudito Abade, esta palavra era a forma cifrada de se dizer Tem Ohpab, uma espécie de acróstico inverso de Baphomet, que formaria a sentença iniciática Templi Omnium Hominum Pacis Abbas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Euclydes_Lacerda_de_Almeida&amp;diff=7061</id>
		<title>Euclydes Lacerda de Almeida</title>
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		<updated>2007-10-15T17:07:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:euc.jpg|thumb|right|Pintura de Euclydes Lacerda]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vi a luz do mundo na Cidade do Rio de Janeiro, aos dezoito dias do mês de junho de l936 e.v., tendo o Sol em 28° Gemini e a Lua em Câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha mãe veio a falecer “pela vontade de Deus”'''(1)''' treze dias após meu nascimento, vítima de fulminante infecção hospitalar. Meu pai ainda jovem e sem recursos necessários para arcar com a responsabilidade de minha criação, entregou-me aos cuidados de um casal de abastada família carioca. Estes pais adotivos me criaram e educaram dentro dos melhores padrões existentes na época.&lt;br /&gt;
Eu nascera tão franzino que, segundo os médicos, pouca, ou nenhuma chance teria em sobreviver com a falta do leite materno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria ,uma mulata jovem, foi contratada para suprir esta falta. E graças a ela consegui contestar o diagnóstico fúnebre dos médicos, suplantando este primeiro obstáculo que se erguera no alvorecer de minha existência terrena.'''(2)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jovem mestiça representou, sob vários aspectos, a mais importante influência que sofri nos primeiros anos de minha vida e, talvez de bons(bens?) futuros “carinhos”. Graças a energia de Maria eu conseguira viver, como fora também graças a sua interferência áurica que as minhas tendências mágico-místicas vieram à tona de maneira natural e rápida.&lt;br /&gt;
Maria permaneceu por longo tempo à nosso serviço como copeira e minha babá.'''(3)'''&lt;br /&gt;
Eu não havia ainda completado onze anos de idade quando, através dela, vivi a mais importante experiência mágica naquela época. Experiência que jamais poderia esquecer, tal a Energia liberada, e que foi, sob muitos aspectos, a minha primeira Iniciação.&lt;br /&gt;
Aconteceu no verão de 1947 e.v.'''(4)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já me encontrava deitado, meus pais permaneciam no andar térreo da casa onde morávamos, escutando rádio, coisa que naquele tempo era muito comum, tal qual é hoje em relação à televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a porta e janelas do quarto abertas em virtude do abrasante calor, eu podia apreciar o lindo céu, onde o crescente lunar flutuava como um barco num oceano de estrelas.&lt;br /&gt;
Entre dormindo e acordado, percebi um vulto entrando no quarto. Era Maria, que dirigia-se a mim numa estranha linguagem, mas bastante sonora. Aproximando-se vagarosamente, como se flutuando, parou a minha frente, bem perto dos pés da cama. Estava completamente nua. Seu corpo exuberante brilhava, à luz do luar, molhado pelo suor que, escorrendo em gotas até seu púbis, cintilava como diamantes sobre o veludo negro. Eu, ainda criança, permaneci estático, maravilhado e fascinado ante aquela visão inaudita de uma mulher despida, e que mulher...O corpo dela tornava-se mais visível a medida que meus olhos se adaptavam a semi-escuridão do quarto. Tênue claridade carmim a circundava, acentuando os seus contornos femininos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase sussurrando, ela iniciou um canto cadenciado enquanto movia o corpo em ondulações sensuais. Cantava, dançava e girava em volta de um imaginário ponto no centro do quarto que era bem espaçoso. Algo pulsava dentro de mim, e crescia, crescia...&lt;br /&gt;
Subitamente ela dirigiu-se as palmas abertas das mãos em minhas direção.&lt;br /&gt;
Ilusão, ou não, vi filetes de irradiante luz emanarem dali. Meu corpo inteiro “vibrou” em espasmos de prazer com a energia recebida. Eu não era mais eu, porém um diminuto ponto adimensional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surpreendentemente, não fui assaltado por qualquer sentimento de medo. Pelo contrário, Eu era pura alegria, pura energia e prazer. A minha frente ( se é que era frente ) desfilavam cenas de cristalina beleza e magia. Em que Maria num momento era uma coruscante serpente de ouro, para no seguinte tornar-se um corpo brilhante como se tecido em luz estelar. Agora, eu era aquelas estrelas. Estava nelas e elas em mim. E assim, cenas indescritíveis sucediam-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em dado momento, Maria parou o canto e a dança, ficando qual uma estátua de luz irradiante, uma flama ardente, faiscante de beleza indescritível, dentro de um cristal. O púbis daquela deusa irradiava como um diamante negro atingido por luz violeta, e os verdes olhos dela brilhavam como gêmeos sóis de esmeralda. Seguiu-se um interlúdio de felicidade e prazer extremos. Minha sensação era de estar mergulhando num negrume luminoso do espaço infinito. Meu pênis pulsava quente. e eu era aquele pulsar levando-me a total inconsciência de mim mesmo. '''(5)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela veio em minha direção. Não andava, simplesmente vinha...&lt;br /&gt;
Fazendo-me sentar na cama, lentamente, mas tão lentamente que mal podia sentir, desnudou-se por completo. Em seguida, colocando o travesseiro por baixo de minhas nádegas - de modo que fiquei levemente inclinado para traz - cruzou-me as pernas na postura do Lotus. Suave e delicadamente sentou-se, por sua vez, sobre meu membro ereto, cruzando as longas pernas às minhas costas, de modo que estávamos, agora, os dois, na posição característica de amor entra SHIVA E SHAKTI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O calor do corpo de Maria ( que não mais era Maria ) envolveu-me calidamente, e o morno odor de sua sensualidade, misturado ao de seu suor, recendia em todo aposento.'''(6)''' Minha respiração - se era que eu respirava - era superficial, longa e quase imperceptível. Ela puxou os meus quadris para a frente, introduzindo meu pênis em sua vagina quente e úmida; depois balbuciou um Nome e permaneceu imóvel. Somente havia um movimento de contração em sua vulva em torno de meu membro.'''(7)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento supremo foi como se um Sol explodisse dentro de Mim. As paredes, o teto, o chão, tudo mais sumiu naquele clarão...Apenas uma luz claríssima, mas não ofuscante, existia. E naquela luz o melodioso som de uma flauta. E tudo estava naquele som.&lt;br /&gt;
Três dias após aquela noite, Maria foi-se embora. Nunca mais a vi fisicamente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus pais adotivos, embora originários de família tradicionalmente católica romana, depois de certos acontecimentos, passaram a dedicar-se ao Culto Umbandista '''(8)'''.&lt;br /&gt;
Assim, desde muito cedo vi-me em contato com Energias oriundas de outros planos de manifestação o que, obviamente, contribuiu diretamente em minha natural tendência para a magia, e ao mesmo tempo manteve-me afastado das influências malsãs do romanismo, do cristianismo “histórico”, mas não do “Cristianismo em sua forma eterna '''(9)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atingindo a adolescência fui atraído de maneira acentuada para a mais proeminente Entidade feminina do Panteão Umbandista: YEMANJÁ, o ORIXÁ fêmea das Águas, que no sincretismo Afro-Brasileiro identifica-se com a Virgem, e no Antigo Egito com ÍSIS, a Mãe Terrestre, que por sua vez se identifica ( em outro plano ) com NUIT, a Mãe Celeste como Ela Mesma se declara em Liber AL: “I am the Infinite Space, &amp;amp; the Infinite Stars thereof”. A frase é um anagrama de Ísis. Ora, esta imagem me foi dada a ver por duas vezes em minha infância ( como a Grande Mãe e como a Grande Prostituta ) incarnadas em Maria, a exuberante mulher de seios fartos que me amamentara, e aquela outra de púbis aveludado que copulara comigo “ritualisticamente”'''(10)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta “adoração” por YEMANJÁ, chocante como possa parecer, desenvolveu em mim características mágico-eróticas. E por enumeras vezes, profundamente energizado a ponto da exaltação, eu, quando ia para a cama com uma mulher, ela imediatamente se transformava ( em minha imaginação ) Naquela Deusa '''(11)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1937, com um ano de idade, padeci de pneumonia. Isto aconteceu em São Lourenço, Estância Hidromineral localizada ao Sul do Estado de Minas Gerais, onde normalmente meus pais iam passar as férias. A doença deixou-me em coma durante 4 dias. No quinto dia pronunciei minha primeira palavra: MA. E me recuperei prontamente '''(12)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta cidade, dois outros fatos ocorreram ( quinze, e vinte e cinco anos depois ). Primeiro: tive , por assim dizer, minha primeira experiência de paixão. Ela era cinco anos mais velha que eu, que contava quinze anos. Sua experiência, sexualmente falando, foi de grande proveito para mim. Ficamos juntos quase três anos seguidos, e DELA guardo uma lembrança muito carinhosa. Segundo: passei ali minha lua-de-mel '''(13)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos treze anos de idade ingressei no Colégio Militar do Rio de Janeiro. Ali adquiri disciplina, respeito à hierarquia, e um grande amor por meus pais; coisas que muito me ajudaram na vida profana e, posteriormente, na iniciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também ali estabeleci ligações de amizade com dois professores que, nos anos futuros, tornar-se-iam conhecidos expoentes no campo do misticismo e da yoga. Juntamente com eles e outros colegas fundamos um Núcleo Espírita dentro do Colégio. Este Núcleo, se não me engano, ainda funciona até hoje. Sob a orientação de um e do outro aprofundei-me no estudo do Ocultismo nos raros, e não muito bons, livros que na época tinha ao alcance '''(14)'''. Incentivado pelo professor H., liguei-me a então conhecida S.T.B.. Nesta organização teosófica, e por sorte minha, tive como instrutor o Sr. D., profundo estudioso e conhecedor das obras de Blavatsky. Por coincidência, a cidade de São Lourenço era, e ainda é, a Meca dos teosofistas ligados à Sociedade fundada por J.H.S.; e, em diversas viagens para aquele centro teosófico, recebi instruções individuais do Sr. D. no próprio interior do Templo MAITREYA ( Templo Mágno da S.T.B. ) '''(15)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro-me que várias vezes, meu instrutor e eu, ficávamos conversando sentados na escadaria que dá acesso ao Templo, observando o pôr do sol. Naqueles momentos eu me sentia como que em outro mundo, e em minha imaginação voava longe.&lt;br /&gt;
Entretanto, todo conhecimento até então adquirido ainda não me preenchia plenamente '''(16)''' e, desligando-me destes laços iniciais, dediquei-me, aproximadamente por dois anos, à Hata-Yoga, sob a sábia orientação do professor H.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não satisfeito com os resultados obtidos '''(17)''', enveredei por outros “caminhos” ocultistas não ortodoxos, seguindo somente os impulsos do coração. Tal atitude provocou grande preocupação entre meus familiares, temerosos que eu não resistisse a pressão e viesse descambar para a demencia. Enfrentando os conflitos e as discussões estéreis que a nada levavam, filiei-me à várias organizações ocultistas. Em uma delas, dissolvia pouco tempo depois, vi-me atraido pelas iniciais A..A. ( o nome desta organização era Agla Avid, sendo chefiada por uma deslumbrante mulher cujo moto mágico era IARADASÃ. Ao que parece, ela era uma magista de grande capacidade e de um “glamour”irresistível. Porém, esta Ordem pouco durou, seus dirigentes devem ter pago muito caro pela ousadia de especular com as sagradas iniciais da Grande Ordem ). Em nenhuma dessas organizações encontrei o que procurava. Mas o que eu procurava? Nem mesmo eu o sabia na época '''(18)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andava, certa ocasião, às voltas com Kardec e Blavatsky ( que mistura! ) quando pela primeira vez li o nome ADONAI. Sem qualquer aparente razão (assim pensava na época) o Nome causou-me estranha comoção. Durante aquela noite custei a dormir, só o conseguindo já de madrugada. Sonhei estar subindo uma colina perdida algures. No topo da elevação sobressaía pequena choupana, sendo a única construção existente naquela paisagem até onde minha vista alcançava. Paz e Tranquilidade moravam ali. Uma perfumada aragem soprava e com ela vinha uma melodia que me treazia recordações. Não dá para explicar de como ouvia a melodia, apenas a “sentia”vibrando em todas as partes do meu ser. Não a ouvia no sentido que normalmente damos ao termo. À porta da choupana um ancião olhava-me complascente. Não pronunciou uma palavra sequer; somente apontava para o interior da singular construção. Entrei. No interior desta havia uma mulher morena, vestia um tipo de robe lilás, transparente, deixando transparecer exuberante sensualidade em seu corpo esguio. No centro do pequeno aposento uma mesa rústica coberta por uma toalha branca sobressaia. Sobre a mesa um volumoso livro fechado em cuja capa, parecendo couro, estavam gravados em ouro 4 caracteres hebraicos . No entanto, eu os lia perfeitamente. Estava escrito ( ADNI=ADONAI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na manhã seguinte, o nome ainda ressoava em minha mente, e assim passei o dia inteiro. À noite, indo a casa de um amigo que, ao que parecia sabia muito mais do assunto do que eu (embora nunca tivera, em qualquer ocasião comentado a respeito comigo), contei-lhe num desabafo meu estranho sonho. Sem nada dizer, ele apenas sorriu. Levantando-se, saiu da sala. Ao retornar trazia num volume e me o entregou. Ali estava, fisicamente palpavel, o livro visto em sonho. Profundamente exitado, li-o naquela mesma noite, ficando fortemente impressionado com o romance escrito por [[JORGE ADOUN]] ( Mago Jefa ). O autor exibia profundos conhecimentos no Caminho Iniciático, usando um Sistema do qual jamais ouvira antes, apontando para certos aspéctos do uso do sexo na Consecução espiritual '''(19)'''. A principal personagem feminina da narrativa ASTAROUTH - a Shakati de Adonis, o Adepto do livro, trazia-me à mente a imagem de Yemanjá, de Maria, de minha primeira amante, de Ísis, etc..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repercussão do livro fora tão violenta em minha mente e coração que, após sua leitura, fiquei como alucinado. Abandonei tudo que até então julgara ser o Caminho. Tudo o que eu “sabia”revelou ser apenas castelos de areia se dissolvendo sob o impácto das ondas do Verdadeiro Conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu ouvira o “Chamado”. Mas não sabia como responder-lhe. Não só o romance ADONAI, como sua continuação. O “BATISMO DO FOGO”me exitara profundamente, reavivando aquele Fogo Consumidor que eu tentara apagar ao seguir sistemes já superados.&lt;br /&gt;
Tomado por profundo sentimento de solidão, de saudades, de desconforto espiritual, de lembranças que ainda se encontravam no limiar de minha memória '''(20)''', fiquei no “ar”, sem saber o que fazer. Onde e como procurar aquele mestre, ou aquela Ordem descrita no livro '''(21)'''. Não mais raciocinando, a inquietação interior aumentava. A pressão chegou ao máximo. Alguma coisa, eu sentia, iria ceder e, por várias vezes, pensei em auto extermínio. A vida não valia nada divorciada do meu “ideal”. Certo dia em total desespero tomei um sério juramento: “Ei de conseguir o que quero, nem que para isto seja necessário morrer” '''(22)'''. O tempo passou. Em 1959, terminando o curso científico ( Escola Preparatória de Cadetes do AR ), renunciei à carreira militar e comecei a me preparar para o vestibular de engenharia, não conseguindo passar no vestibular. Desiludido procurei a Embaixada de França para ingressar na Legião estrangeira. Nada consegui. Resolvi, então, a contra-gosto de meus pais, trbalhar. Neste meio tempo, conheci a mulher com quem me casei.&lt;br /&gt;
A despeito de todo o meu ardente anseio de encontrar “meu Mestre”nada de parecido ocorreu até o verão de 1962.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao casar-me em 1961, renunciei a todas minhas esperanças de, ainda nessa vida, tornar-me um iniciado, e comeceia me dedicar à pintura. Porém, por mais que me esforçasse para esquecer do passado, meus quadros eram vivas contestações a esta renuncia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1964, aquela com quem me casei, e tem sido até hoje muito paciente com minhas traquinices, surgiu como veículo de meu encontro com aquele meu anseio '''(23)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certo dia, ela solicitou-me que comprasse um livro- - - um desses romances comuns. Ao procurá-lo na livraria de nosso bairro (Tijuca), encontrei, perdido perdido entre os livros mque nada tinham a ver com o ocultismo, um curioso livreto intitulado “CHAMANDO OS FILHOS DO SOL”. Intrigado com o título, folheei-o. Na ante capa final havia um nome - '''THELEMA''' -. Uma palavra que eu já houvera lido ou ouvido antes em algum lugar, mas que não ,me lembrava onde e quando '''(24)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comprei o livro e, naquela mesma tarde o li de um só fôlego. O conteúdo do mesmo excitou-me enormemente. Indicava, ao que parecia, a existência de um corpo de Iniciados, entre homens e mulheres, unidos em Espírito e Verdade sob a égide de uma Ordem Superior denominada A.·.A.·. ( iniciais que, tinha absoluta certeza, já ouvira antes ) '''(25)''', trabalhando seriamente no terreno da magia e do misticismo em prol da evolução espiritual e material da humanidade. A esta Ordem Superior, várias outras se ligavam, trabalhando no mesmo sentido e promulgando a Lei de THELEMA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que mais me atraíra na narrativa era o modo de como o assunto estava colocado. O autor, ou autores, (não havia nenhum nome desta, apenas uma inicial M.) declarava abertamente que todos os sistemas, até então usados, estavam mortos, ultrapassados, e que um Novo Sistema (Thelema) fora oferecido ao mundo. Uma NOVA ERA já despontara para o mundo. As declarações do livro causaram-me grande impressão. Parecia-me, por assim dizer, ester familiarizado com tudo aquilo; que já o sabia de uma forma ou de outra, abrindo-me as Portas de minha memória '''(25)''', paralelamente a isto, uma parte de mim repudiava o livro. Era incrível, um verdadeiro paradoxo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abordando vários assuntos, ele ia fundo no âmago das coisas. Referindo-se ao sexo- - - que eu tentara inutilmente reprimir- - - o autor contradizia tudo que, com excessão de Jorge Adoum, dizia sobre o assunto: “Sede mais abençoado quanto mais fordes potentes, quanto mais anciares pela beleza e refrigério da mulher” '''(26)'''. Aquilo parecia loucura. Todos nós “ocultistas”não sabemos que o sexo é uma das grandes barreiras no Caminho? Não é dito em todas as partes que a castidade é a base de tudo? Que loucura. E mais adiante: “Nossa fraternidade é a Fraternidade dos Filhos da Luz. Anossa Habitação é o Lago de Fogo Eterno, o SOL”. Era demais para mim.Caí doente. Durante quase uma semana a febre corroeu-me internemente. Uma decisão. Entre as Ordens enumeradas no Livro, uma delas me chamou mais a atenção: a ordo templi orientis '''(27)'''. Escrevi para o endereço contido no livro, solicitando mais informações a respeito. E, assim, iniciou-se uma relação que duraria treze anos. Eu havia encontrado meu primeiro instrutor nas Artes Mágicas e Místicas. Meu juramento havia sido aceito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“ O Mestre ” aparecera para reclamar seus direitos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui convocado e colocado na Balança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1963, por indicação de um amigo, iniciei-me na Macónaria Osiriana. O Ritual de Inciaiação decepcionou-me profundamente., pois desenvolveu-se no plano físico. Não me oferecera nenhuma visão interna. Sai da cerimônia tão profano quando antes '''(28)'''.&lt;br /&gt;
Alcançando a plenitude macônica em 1966 '''(29)''', e já com certa bagagem de conhecimento verdadeiramente iniciático, escrevi uma carta aberta a todas as lojas listadas como pertencentes a maior Potência Maçônica do Brasil. Nesta, relatava a todos os Irmãos a séria situação em que a Ordem Maçônica se encontrava no Brasil '''(30)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compreedendo, embora tardiamente, a falta de visão iniciática da grande maioria dos mações, e recebendo enérgicas instruções de meu instrutor na ordo templi orientis para não mais interferir ( seria pura perda de tempo ), retirei-me definitivamente daquela Ordem osiriana, mas não da Real Maçonaria, dedicando-me inteiramente ap meu processo na ordo templi orientis '''(31)'''. Mais um elo fora desfeito com o passado. Mas haviam muitos outros ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira fase de minha iniciação terminara '''(32)'''. Durante o longo período que agora parece tão curto, estive constantemente sob ordálias, as mais severas, spbre as quais me é bastante difícil descrever '''(33)'''. O doloroso processo de se desligar dos velhos caminhos e condicionamentos do homem lunar, de sofrer o caos '''(34)''' que se estabelece entre duas posições , e de se lançar no desconhecido, estava finalmente terminado naquela fase. Até onde podia perceber , eu vencera o período de &amp;quot;probação&amp;quot;. Começara a engendrar a &amp;quot;criança&amp;quot; em mim mesmo. de como Ela cresceria, ou mesmo se cresceria, dependia única e exclusivamente de meus próprios esforços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fase culminou com o vislumbre da &amp;quot;terrivelmente magnífica&amp;quot;, e magnificamente terrível, visão parcial do que o homem é, e suas relações com o universo '''(35)'''. Percebera também a futilidade das ambições de poderes mágicos, e das ambições humanas em todas as relações sociais e segmentos da vida; a total impermanência das coisas do mundo explodiu em minha face.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(1)''' - Esta frase, “pela vontade de Deus” é repugnante à Thelemitas. Frater T. usou-a aqui de maneira irônica, querendo demonstrar de como certas crendices do Antigo Aeon “condicionam” as pessoas a uma aceitação passiva de fatos que poderiam ser evitados. No particular caso da morte da mãe dele, NÃO FOI A VONTADE DE DEUS que determinou a morte de sua mãe, mas sim a péssima higiene do Hospital onde ela foi atendida. É necessário terminar com este condicionamento de culpar a Deus por todas as nossas burrices e ignorância. Por acaso foi Deus quem determinou a criação da, assim chamada, Santa Inquisição ? Ou a perseguição dos Judeus na Europa ?&lt;br /&gt;
No entanto, os verdadeiros inventores destas barbaridades assim se justificam. Cretinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(2)''' - Maria, a jovem contratada para amamentar a criança, tivera uma filha poucos dias antes do nascimento do menino. Durante muito tempo as duas crianças se relacionaram como verdadeiros irmãos. Isto fez com que qualquer tipo de preconceito - racial ou social - fosse arrancado do coração de Frater T. pela raiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(3)''' - Babá, pela Qabalah é 2+1+2+1 = 6, o n° do Sol, Tiphareth, o Sagrado Anjo Guardião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(4)''' - Ano e mês da morte de Crowley ( 01.12.47).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(5)''' - O mesmo fenômeno se repetiria anos mais tarde, e por várias vezes, quando Frater T., então Frater Z., praticava intensamente Swastikasana, permanecendo na posição, em meditação, por largo espaço de tempo. Naquela época, e isto talvez seja muito significativo, seu Instrutor não soube explicar o fato da ereção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(6)''' - Anos mais tarde, ante uma “ visão” semelhante, ele descreveria em seu “Canto de Amor a Minha Secreta Deusa”: “O Amrit precioso está em toda parte. Ele transborda nas gotas peroladas de Teu suor que perfuma o inteiro Universo”. Vida “A Deusa Negra” ( Cap. IV: vs. 8 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(7)''' - Maria, ao que tudo indica, era uma experiente praticante das Artes Tântricas. Seu encontro com o menino não fora “ acaso” como veremos adiante. Aos interessados no assunto, indicamos “TANTRISMO”, Benjamim Walker; “TANTRA FOR WESTERNERS”, Francis King; “METAFÍSICA DO SEXO”, Julius Evola; e, é claro, os escritos de F. Perdurado, principalmente o “ENTUSIASMO ENERGIZADO”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(8)''' Sua mãe, uma maga natural, iniciara-se nos Mistérios da Umbanda pouco depois de seu segundo matrimônio, quando o filho verdadeiro faleceu em circunstâncias muito dolorosas para ela. Após alguns anos de dedicação e preparo neste Sistema Iniciático, recebeu, na Bahia, o Grau de IALORIXÁ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(9)''' Como muito mais tarde vim a saber: “A literal adulteração e destruição dos antigos símbolos é quase nada comparada com a sistemática iconoclastia operativa por séculos nos secretos santuários do Judaísmo e da Cristandade, quando importantes documentos foram destruídos, textos mutilados e deliberadamente distorcidos para abrir caminho para o oculto desta anomalia suprema na história da religiões: um histórico salvador que morre e ressuscita na carne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(10)''' YEMANJÁ, sendo um Orixá ( isto é, uma “Deusa”, uma Força da Natureza, do Panteão Africano) jamais poderia ser representada branca, vestida, como acontece ser figurada por aí. Sua imagem deve ser figurada, portanto, como uma mulher de pele escura, nua, exuberante em toda sua sensualidade, seios fartos, etc.&lt;br /&gt;
A representação deste orixá como branca, vestida e com ares de virgem, tipo católico romana, é uma deturpação do símbolo original e demonstra, sem sombra de dúvidas, a intromissão da mão do Vaticano que abomina tudo que é santo, belo, puro, e dinâmico; como também, por outro lado, desmascara o RACISMO mal disfarçado na “sociedade”, dita cristã, brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(11)''' Chocante para os maliciosos puritanos e pederastas, escravos do Deus Sacrificado, Morto e castrado, não para verdadeiros Iniciados. O ato do rapaz era automático, expontâneo. Não recendia a qualquer tipo de malícia ao executá-lo: a imagem imergia naturalmente, sem esforço. Visualizando Deus, isto é, vendo a Deusa sob sua forma telesmática, tal qual era representada na Verdadeira Umbanda.&lt;br /&gt;
Aos carolas e imbecis tecedores de intrigas, que no fim vem a ser a mesma coisa, estes jamais poderão entender a verdadeira natureza existente nesta exaltação religiosa.&lt;br /&gt;
Que iniciados atentem para este ato mágico do rapaz, principalmente aqueles do VIII°. Para outros já familiarizados com as obras de THERION, refiro-me à REX DE ARTE REGIA, CROWLEY ON CHRIST, etc., onde inúmeras passagens são abordadas e comentadas por Frater Aossic AIWASS. O fato dos “cristãos” conceberem o ato de amor como pecaminoso, imundo, etc., não impede que os Mistérios do Sexo continue a manter a dignidade e Divindade que lhe correspondem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Árvore da Vida, a Corrente Mercurial está identificada por AJE CHALUGA, Deus das Riquezas. Ele é filho da Grande profundidade ( LOKUM ) e possui como símbolo uma enorme concha marinha ( símbolo inconfundível do YONI ). Este símbolo tipifica, na Zona YESODIOCA, através Yemanjá, a grande Mãe, também conhecida como FUNDAÇÃO, de cuja vulva nascem todas as outras de idades. De seus seios volumosos originam-se duas Correntes do Líquido Primordial, estilizado como o símbolo de AQUARIUS. Na Mitologia Hindu Ela é também KALI, a Deusa Negra. Existem muitos fatos na vida de Frater A. que ao observador atento revelará muita coisa: certa vez ele se surpreendeu, diante de um espelho, repetindo seu nome profano seguidamente ao ponto que em dado momento, perdia totalmente sua noção de identidade, não conseguindo mais “ligar” o nome a si mesmo. O nome soava-lhe totalmente falso e estranho àquilo que ele sentia ser SI MESMO. Ele passava horas nesta “brincadeira”, até que um dia, sendo surpreendido por sua mãe, esta (assustada ) lhe proibiu de continuar a fazê-lo. Infelizmente, ele parou a brincadeira. Anos mais tarde, quando praticava seus exercícios de meditação, viu-se forçado a usar um mantra para manter a mente vazia; lembrou-se da experiência passada, e a coisa tornou-se bastante fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(12)''' É muito indicativo que sendo Frater T. um geminiano, tenha tido, como primeira doença grave, pneumonia, um mal caracteristicamente pulmonar, órgão diretamente ligado ao AR.&lt;br /&gt;
A palavra MA ou MAUT. Maut e Nu possuem valor 56 (=11). Ma ou MAUT são idênticas com MAAT como a real partícula atômica- - ATMA. Os dois conceitos, MAUT e NU, somados dão 112 ( 2x56 ) . MA, a filha de MAAT, designa o Círculo Menor ou AEON de MAAT, isto é, MA-ION. O animal totem de MA, ou MAUT, é o Abutre, símbolo tipicamente aéreo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(13)''' Só que com Maria não fora uma experiência normal, por assim dizer. Funcionára em outros planos além do físico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(14)''' Nesta mesma época, a conhecida organização “esotérica”chamada “Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento”estava em vias de decadência, ao se deixar infiltrar por forças das mais malígnas, encabeçadas pela LOJA NEGRA (não confundir com Fraternidade Negra. Sendo esta uma ramificação da Grande Fraternidade dos Irmãos da Luz). Isto se após o falecimento de A.O.Rodrigues.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(15)''' A Sociedade Teosófica Brasileira era uma organização dissidente da Sociedade Teosófica (Adyar-india) fundada por H.P.Blavatsky em 1875- - ano de nascimento de Crowley- - - e cuja representante, no Brasil chamava-se Sociedade Teosófica do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(16)''' A explicação desta inquietação interna residia no fato de que todo aquele conhecimento, com raras excessões, apenas atingiam o nível do intelecto ou, quando muito, o astral inferior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(17)''' Frater T. era, quando moço, muito apressado. Queria resultados imediatos. Esta faceta---comum aos geminianos--- foi purgada somente após alguns anos de treinamento intensivo. Por outro lado a Hata-Yoga não era o seu caminho, embora as práticas fundamentais daquele Sistema o tenham auxiliado bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(18)''' Por trás desta preocupação familiar esconde-se um dos truques que o homem lunar é testado. E representa uma das maiores barreiras no caminho.( vide maiores detalhes em MAGICK WITHOUT TEAR, pag. 334 - LLewellyn Publications - 1973).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(19)''' O Dr. Jorge Adoum estava ligado à várias fraternidades maçônicas de alto grau, entretanto, somente uma delas possuia o ele com o Sistema-Thelemico. Infelizmente, mesmo esta, fora infiltrada por esbirros do romantismo e, com o passar do tempo perdeu contato com os Planos Internos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(20)''' A referência aqui é à memória mágica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(21)''' Como alguém já dissera certa vez: &amp;quot;é a coisa mais fácil encontrar pelo Iniciado. E mais difícil de ser encontrada pelo profano. No entanto, esta tão perto de nós...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(22)''' O Juramento fora sincero, e os Senhores do Karma aceitaram o voto, colocando em movimento as forças necessárias para provar a resolução dele. Leitores devem perceber que Frater T. ainda estava, na época, sob o condicionamento a ele infundido pela sociedade em que vivia. Porém, mesmo assim, a idéia que, inconscientemente, fazia da morte tinha características bem próximas daquelas que Crowley nos explica em &amp;quot;Magick&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(23)''' A função da mulher de Frater T. foi assumida em 08 de dezembro de 1961, quando ela &amp;quot;ungiu&amp;quot; a Baqueta dele com sangue. Observem que a data é dedicada a Yansã na tradição umbandista e a Nossa Senhora da Conceição na Tradição Romana. Yansã sendo uma forma de Yemanjá. O ato mágico formou um elo com a corrente thelemica, que fortificou-se com o tempo. Todo este evento está, em detalhes, descrito em seu diário mágico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(24)''' A palavra fora ouvida na F.R.A. anos antes. Esta ordem maçônica&amp;quot;, fundada por A. Krumm-Heller com autorização dos irmãos do Círculo Interno, perdeu seu elo com a Genuína Corrente, após a imprudente resolução de seu fundador em usar o nome R.C. externamente. O Dr. Krumm-Heller pertencia ao VIII° ordo templi orientis , e como tal tinha direito em fundar um ordem pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(25)''' Em 1975, Frater T., iniciou-se nesta &amp;quot;ordem&amp;quot; no intuito de fechar um ciclo que se fazia necessário ao seu trabalho. Sua iniciação, sendo presidida pelo Ir. P.P. em Santos Dumont, indica a finalidade do ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' O conteúdo do livro imantara profundamente a mente mágica de Frater T. com seus símbolos e chaves ali contidos. O autor surgia, em sua imaginação, como um daqueles Mestres procurado. Entretanto, no fundo de seu inconciente algo se remexia de modo antipático contra o autor. Se Frater A. tivesse analisado a origem desta antipatia é bem provável que muita coisa teria sido evitada. Mas ele era apenas um ignorante buscador, e muito jovem ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As iniciais A. A. eram apenas da Agla-Avid, aquela &amp;quot;irmandade&amp;quot; referida acima. Uma personificação das Forças Negras em uma de suas tentativas de usurpar a Verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' Para pessoas cuja percepção cuja percepção ainda sujeita à limitações impostas por uma religião totalmente forjada na mentira. É muito difícil se desembaraçardas teias preconceituosas criadas em torno do sexo e, em vista disso, não poderão, a não ser através da verdadeira iniciação, obter as &amp;quot;chaves'dos divinos mistériosda Natureza e a Unidade e Divindade do Todo. É exatamente como nos informa Frater Efraim: &amp;quot;Enquanto consideraresobcenas as naturais e expontâneas manifestações da sexualidade, não poderas penetrar no santuário, nem conhecer a relação exata e correta do sexo com a espiritualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(27)''' Principalmente o &amp;quot;Lamem&amp;quot; da Ordem que ele já tivera oportunidade de ver num livreto da [[AMORC]]. Tal como na [[FRA]], a AMORC também fora fundada por um membro da ordo templi orientis . Porém da mesma forma, seu fundador ousou especular o Nome Sagrado abaixo e acima do Abismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escritos e livros de Frater Thor (Euclydes) e outros membros da Sagrada Ordem da A.'.A.'.==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/ht/ensaios/ensaios.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ordem_dos_Cavaleiros_de_Thelema&amp;diff=7054</id>
		<title>Ordem dos Cavaleiros de Thelema</title>
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		<updated>2007-10-15T16:52:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:oct.jpg|right|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A O.C.T. foi criada, no Brasil, por [[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]], [[Frater BenHoor]], Frater M., Soror S.H., Frater S.O.L., Soror M. e Frater Z., formando o Conselho Secreto. Todos são cidadãos(ãs) brasileiros(as) e dedicados ao progresso da Nação Brasileira sem detrimento do restante do Mundo. Mas não aceitavam a ingerência estrangeira em seus destinos, sejam materiais, sociais, espirituais ou políticas. Principalmente em relação ao desenvolvimento thelêmico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem dos Cavaleiros de Thelema, uma Ordem Iniciática da Externa, genuinamente brasileira, foi      &lt;br /&gt;
criada com o intuito de levar a todo ser humano existente da face da Terra, a Filosofia de Thelema, em toda sua integralidade, conforme os ditames de Liber Al vel Legis ( O Livro da Lei ), e de sua Carta Magna, Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fundação ==&lt;br /&gt;
A Ordem possuía Ramificações em vários estados brasileiros, todas independentes dentro de suas prerrogativas internas. O Governo Central da Ordem sendo meramente uma coordenação dos esforços nacionais pela realização dos ideais que Ela representa, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Gradual dissolução e transmutação de todas as formas religiosas baseadas em superstições e métodos de teurgia não harmonizados com os fatos conhecidos da Ciência e Lei da Evolução.&lt;br /&gt;
# Estabelecimento dos princípios enunciados em LIBER OZ, como base dos códigos morais e judiciais de todas as nações civilizadas, sem prejuízo do processo político escolhido por cada povo com seu método de progresso social e econômico.&lt;br /&gt;
# Defesa constante e promulgação constante da doutrina que Autonomia Individual é essencial ao progresso coletivo.&lt;br /&gt;
# Promulgação constante e apoio aos métodos educacionais que estimulam o talento individual e encorajam Autonimia Moral e Intelectual em homens e mulheres de todas as classes sociais, seja qual for o sistema político.&lt;br /&gt;
# Insistência constante na adaptação das leis e costumes de qualquer país aos direitos básicos do Ser Humano, qual definido em Liber Oz.&lt;br /&gt;
# Total apoio a toda iniciativa ecológica que fora das idéias pseudo-científicas, procuram preservar a Natureza como um todo.&lt;br /&gt;
# Restauração dos Ideais Maçônicos no Mundo, dentro das vibrações do Ciclo de Aquarius-Leo ou Æon de Hórus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estrutura ==&lt;br /&gt;
A Ordem dividía-se em Nove Graus que eram distribuídos em Três Círculos. Todo Homem e toda Mulher maior de idade, gozando plenamente de suas faculdades mentais que, após cuidadoso estudo de Liber Oz, aceitar a Lei de Thelema, tinha o Sagrado Direito a submeter-se às Iniciações dos Três Círculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo membro da Ordem está ligado pelo Juramento Fundamental desta e declara Heru-Ra-Há, a Criança Coroada e Conquistadora, como Senhor do Æon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Informavam a todos aqueles que desejassem ingressar na Carreira Iniciática e nas Vibrações do Novo Æon, que as provas seriam severas, e portanto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''Ai dos que crêem em Bem e Mal absolutos, ai dos idealistas, ai dos pedantes e dos sentimentalistas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''Todos os perjuros, todos os ladrões, todos os subordinados e subordinadores, todos os assassinos, todos os devassos, todos os fracos, todos os covardes, todos os hipócritas são inimigos da Ordem. Ela está organizada com o expresso propósito de destruí-los.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o afastamento ao silêncio de [[ Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]] (Supervisor Geral) e a morte de [[Frater BenHoor]] (Presidente), Frater S.O.L. assumiu a O.C.T. mas, pouco depois, em fevereiro de 2004e.v., retirou a mesma ao silêncio (e a sí próprio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* Este texto foi cedido de material pessoal por Frater Nosce Te Ipsum, ex-membro da O.C.T., como Frater Physen, e Filho Mágicko do falecido líder da Ordem, [[Frater BenHoor]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ordens]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ordem_dos_Cavaleiros_de_Thelema&amp;diff=7053</id>
		<title>Ordem dos Cavaleiros de Thelema</title>
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		<updated>2007-10-15T16:51:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:oct.jpg|right|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A O.C.T. foi criada, no Brasil, por [[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]], [[Frater BenHoor]], Frater M., Soror S.H., Frater S.O.L., Soror M. e Frater Z., formando o Conselho Secreto. Todos são cidadãos(ãs) brasileiros(as) e dedicados ao progresso da Nação Brasileira sem detrimento do restante do Mundo. Mas não aceitavam a ingerência estrangeira em seus destinos, sejam materiais, sociais, espirituais ou políticas. Principalmente em relação ao desenvolvimento thelêmico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem dos Cavaleiros de Thelema, uma Ordem Iniciática da Externa, genuinamente brasileira, foi      &lt;br /&gt;
criada com o intuito de levar a todo ser humano existente da face da Terra, a Filosofia de Thelema, em toda sua integralidade, conforme os ditames de Liber Al vel Legis ( O Livro da Lei ), e de sua Carta Magna, Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fundação ==&lt;br /&gt;
A Ordem possuía Ramificações em vários estados brasileiros, todas independentes dentro de suas prerrogativas internas. O Governo Central da Ordem sendo meramente uma coordenação dos esforços nacionais pela realização dos ideais que Ela representa, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Gradual dissolução e transmutação de todas as formas religiosas baseadas em superstições e métodos de teurgia não harmonizados com os fatos conhecidos da Ciência e Lei da Evolução.&lt;br /&gt;
# Estabelecimento dos princípios enunciados em LIBER OZ, como base dos códigos morais e judiciais de todas as nações civilizadas, sem prejuízo do processo político escolhido por cada povo com seu método de progresso social e econômico.&lt;br /&gt;
# Defesa constante e promulgação constante da doutrina que Autonomia Individual é essencial ao progresso coletivo.&lt;br /&gt;
# Promulgação constante e apoio aos métodos educacionais que estimulam o talento individual e encorajam Autonimia Moral e Intelectual em homens e mulheres de todas as classes sociais, seja qual for o sistema político.&lt;br /&gt;
# Insistência constante na adaptação das leis e costumes de qualquer país aos direitos básicos do Ser Humano, qual definido em Liber Oz.&lt;br /&gt;
# Total apoio a toda iniciativa ecológica que fora das idéias pseudo-científicas, procuram preservar a Natureza como um todo.&lt;br /&gt;
# Restauração dos Ideais Maçônicos no Mundo, dentro das vibrações do Ciclo de Aquarius-Leo ou Æon de Hórus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estrutura ==&lt;br /&gt;
A Ordem dividía-se em Nove Graus que eram distribuídos em Três Círculos. Todo Homem e toda Mulher maior de idade, gozando plenamente de suas faculdades mentais que, após cuidadoso estudo de Liber Oz, aceitar a Lei de Thelema, tinha o Sagrado Direito a submeter-se às Iniciações dos Três Círculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo membro da Ordem está ligado pelo Juramento Fundamental desta e declara Heru-Ra-Há, a Criança Coroada e Conquistadora, como Senhor do Æon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Informavam a todos aqueles que desejassem ingressar na Carreira Iniciática e nas Vibrações do Novo Æon, que as provas seriam severas, e portanto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''Ai dos que crêem em Bem e Mal absolutos, ai dos idealistas, ai dos pedantes e dos sentimentalistas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''Todos os perjuros, todos os ladrões, todos os subordinados e subordinadores, todos os assassinos, todos os devassos, todos os fracos, todos os covardes, todos os hipócritas são inimigos da Ordem. Ela está organizada com o expresso propósito de destruí-los.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o afastamento ao silêncio de [[ Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]] (Supervisor Geral) e a morte de [[Frater BenHoor]] (Presidente), Frater S.O.L. assumiu a O.C.T. mas, pouco depois, em fevereiro de 2004e.v., retirou a mesma ao silêncio (e a sí próprio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* Este texto foi cedido de material pessoal por Frater Nosce Te Ipsum, ex-membro da O.C.T., cmoo Frater Physen, e Filho Mágicko do falecido líder da Ordem, [[Frater BenHoor]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ordens]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Vitorpvcampos&amp;diff=7051</id>
		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<updated>2007-10-15T16:47:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso do material que encontrava, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Frater Teth Khan 777), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. do Califado para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br, passando por .org.br e hoje apenas .org) de onde tirei (e tiro) muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar à O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador.&lt;br /&gt;
---- &lt;br /&gt;
Vale dizer que, minutos antes de minha iniciação, em conversa coletiva com todos os presentes, [[Frater BenHoor]] me declara como seu Filho Mágicko, ao dizer: &amp;quot;Quanto ao Vítor, apenas digo uma coisa: você está para mim, assim como Achad estava para Crowley&amp;quot;. Sendo algo recíproco, tento continuar o trabalho do referido Frater, embora com outra roupagem.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. A partir de então, fiquei apenas estudando as obras de '''[[Blavatsky | Helena Petrova Blavatsky]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Thor]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''fraternosceteipsum@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Traduzir alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Vitorpvcampos&amp;diff=7046</id>
		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<updated>2007-10-15T16:38:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso do material que encontrava, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Frater Teth Khan 777), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. do Califado para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br, passando por .org.br e hoje apenas .org) de onde tirei (e tiro) muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar à O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. A partir de então, fiquei apenas estudando as obras de '''[[Blavatsky | Helena Petrova Blavatsky]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Thor]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''fraternosceteipsum@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Traduzir alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Aleister_Crowley&amp;diff=7044</id>
		<title>Aleister Crowley</title>
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		<updated>2007-10-15T14:00:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Edward Alexander Crowley''', mais conhecido como '''Aleister Crowley''' (Out. 12, 1875-Dez. 1, 1947), foi um homem fascinante que viveu uma incrível vida. Ele é melhor conhecido como sendo um ocultista infame e escriba do [[Livro da Lei]] que introduziu [[Thelema]] ao Mundo. Crowley foi uma membro influente em várias organizações ocultas, inclusive a [[Golden Dawn]], a [[A.'.A.'.]] e [[Ordo Templi Orientis]]. Foi um prolífico escritor e poeta, um viajante, montanhista, mestre enxadrista, artista, [[Yoga|yogui]], provocador social, usuário de drogas e libertino sexual. A imprensa adorava demonizá-lo e apelidá-lo de &amp;quot;O Pior Homem do Mundo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:Aleister_Crowley_4.jpg|thumb|right|Aleister Crowley]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A marca da besta==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dono de uma personalidade controversa e de um invejável senso de autopromoção, o inglês Edward Alexander Crowley, mais conhecido como Aleister Crowley (&amp;quot; O Pior Homem da Terra &amp;quot;, segundo a imprensa inglesa) tornou-se uma figura de expressão no cenário ocultista e também fora dele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nasceu [[Libra|Libriano]] com ascendente em [[Leão]] no dia 12 de Outubro de 1875 em Leamington Spa, Warwickshire numa família de extremistas cristãos (da Irmandade Plymouth). Crowley passou seu período infantil na repressão familiar que veio influenciar muito posteriormente (principalmente nas suas críticas a filosofia cristista). Ali obteve um grande conhecimento da Bíblia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ingressou em Trinity College em Cambridge durante o mês de Outubro de 1895. Era conhecido por sua inteligência destacada sua habilidade em escrever e pela sua paixão ao alpinismo (impossível não fazer uma relação com sua &amp;quot; escalada às regiões mais remotas da consciência&amp;quot; ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta atividade conheceu Oscar Eckenstein, homem por que nutria imenso respeito e admiração que, posteriormente, veio a instrui-lo nas &amp;quot; artes ocultas &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como vários iniciados sentiu-se atraído pelo assunto e seus primeiros contatos foram feitos por livros, principalmente os de alquimia e magia. Escreve à Arthur Waite sobre seu livro &amp;quot; O Livro das Magias Negras e dos Pactos&amp;quot;, que recomendou que lesse &amp;quot;A Nuvem sobre o Santuário&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante uma expedição de alpinismo, em 1898 , encontrou o farmacêutico Julian L. Baker que o apresentou um colega de profissão, George Cecil Jones, que por sua vez o introduziu na ordem mística conhecida por Hermetic Order of [[Golden Dawn]] (&amp;quot;Ordem Hermética da Aurora Dourada&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta ordem, que marcou profundamente a cultura mágica mundial, Crowley obteve rápida ascensão adotando o nome mágicoPerdurabo (&amp;quot;Perdurarei até o Fim&amp;quot;). Teve como instrutores George C. Jones, Frater Volo Noscere e Allan Benneth, Frater Iehi Aour sendo para Crowley um guru, desenvolvendo também uma grande amizade por um dos fundadores, [[Samuel Liddell Mac Gregor Mathers]], Frater D.D.C.F. (Deo Duce Comite Ferro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1900 viajou ao México, realizando vária práticas mágicas, invocações etc, até se reencontar com seu antigo instrutor Oscar Eckenstein, que o ensinou a controlar sua mente que considerava (e era) muito dispersa. Nesse período tentou realizar a Operação da Magia Sagrada de Abramelin o Mago sem sucesso, pois a interrompe para ajudar seu amigo e mestre durante a fragmentação da [[Golden Dawn]], [[Samuel Liddell Mac Gregor Mathers]]. Neste período, compra uma casa na Escócia, conhecida por Casa de Boleskine (posteriormente comprada por Jimmy Page) e ganha o grau 33 da Maçonaria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1901 continuou viajando pelo mundo: São Francisco, Honolulu, Japão, China e Ceilão, onde encontrou seu antigo instrutor e companheiro de apartamento, Allan Benneth, que o introduziu às práticas de Ioga (Asana, Parnayama). Sob influência da óptica hindu e das instruções de Eckenstein, Crowley começa a entrar em um período de cepticismo em relação á magia fugindo do romantismo europeu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sociedade Alternativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1904, aos 28 anos, Crowley atinge o ápice de sua carreira mágica. Casando-se com Rose Edith Kelly, apenas 24h depois de se conhecerem, vai ao Cairo passar sua lua-de-mel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a estadia, Rose passa a ter contato espontâneo com uma entidade (Thoth) que diz querer contatar seu marido: &amp;quot; Eles estão esperando você &amp;quot;. Ela então recebe um ritual de invocação a divindade egípcia conhecida como Hórus, o deus da guerra, com cabeça de falcão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crowley então performou o ritual e nos dias 8, 9 e 10 de Abril, sempre do meio-dia á uma da tarde, numa sala, obteve a recepção, de uma entidade autodenominada Aiwass, de um documento chamado o Livro da Lei. Este livro conteve uma mensagem sobre o início de uma nova era, denominada Æon de Hórus, na era de Aquário-Leão e de uma nova lei para a humanidade, chamada [[Thelema]] ( ou no português, Télema ). A mensagem era recheada de frases ininteligíveis, porém destacava-se uma prioridade á liberdade do homem, e a busca do caminho pessoal de cada um, sob uma óptica beligerante em várias frases.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visitando o Museu de Boulaq Crowley e Rose passaram em frente a uma tábua funerária contendo a figura de Hórus, a Estela da Revelação. Nela estavam alguns elementos cntidos na mensagem que recebera. &amp;quot;Coincidentemente&amp;quot; (1) a peça estava sob a numeração 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De volta à Paris, mostra o livro à Mathers, conclamando o contato com os Chefes Secretos. Ambos se desentendem, e Mathers passa a atacar Crowley utilizando os demônios do Livro de Abramelin. Este respondeu com os demônios da Goetia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Continuando seu período de cepticismo, Crowley deixa o Livro da Lei de lado e observa a definitiva desintegração da Golden Dawn em várias outras ordens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante sua viagem à China, em 1905, Crowley realiza a Magia Sagrada de Abramelin mentalmente, e atinge o objetivo central de todo o iniciado: o Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião, na esfera de Tiphareth.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:picc.jpg|thumb|left|Aleister Crowley e seu filho]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fraternidade da Estrela de Prata==&lt;br /&gt;
Em 1906, junto com seu antigo instrutor na Golden Dawn, George Cecil Jones, Crowley decide montar uma nova ordem destinada à evolução espiritual humana. Eles a batizam de Fraternitatis A.·. A.·.. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem seria composta de três níveis: a Golden Dawn, R.·.C.·. e S.·.S.·. (ou Silver Star ou Collegium Summum), todos baseados no glifo hebraico Árvore da Vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A A.·. A.·. , seria uma ordem de caráter puramente espiritual, que sempre existiu na história humana sob várias faces. Crowley apenas estruturalizou as ordens inferiores de acordo com os princípios do Novo Æon e da Lei de Thelema. Na verdade, a A.·. A.·. existe apenas no plano espiritual, acima do Abismo, o nível conhecido como S.·.S.·. . Costumamos chamar de A.·. A.·. também todos os níveis inferiores thelemizados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crowley e Jones chegam ao grau de 8º = 3º durante a criação da Ordem. A partir de 1907, passa a escrever uma série de livros inspirados, durando até 1911.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1909, inicia junto com Victor Neuburg, num ato de magia sexual e enoquiana, Liber 418, A Visão e a Voz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1911 devido a publicidade que Crowley fazia de si mesmo e da publicação de materiais no orgão divulgador oficial da A.·. A.·. , The Equinox, a ordem passou a ser atacada pelos jornais, descrita como satânica, pervertida... as coisas de sempre. Isso culminou num processo de G.C.Jones contra o tablóide The Looking Glass, que insinuava uma possível relação homossexual sua com Crowley (assumidamente bissexual na Inglaterra vitoriana, um escândalo). A audiência foi tendenciosa, principalmente quando uma das testemunhas de defesa do jornal era nada mais nada menos do que S.L.Mathers, ex instrutor e amigo de Crowley. Querendo vingança contar Crowley sobre o desentendimento de ambos, Mathers ajudou a quebrar a relação de Jones com ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final, Jones e outro membro de alto grau da Ordem, J.F.C. Fuller, romperam com Crowley. Ao invés de enfraquecer a A.·. A.·. , o evento a promoveu, garantindo a sua existência até hoje, mesmo que sob uma nova forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crowley sempre foi uma figura polêmica: expunha sua condição sexual sem temor, possuía uma necessidade de auto divulgação muito grande e não hesitava em participar de escândalos, que não foram poucos em sua vida. Um homem de excessos, porém direcionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ano de 1912 foi convidado por Teodore Reuss, Grão Mestre da ordo templi orientis (Ordo Templi Orientis) a se afiliar a ordem, depois de ler uma publicação de Crowley (O Livro das Mentiras), onde ele revelara o segredo principal da ordem, o da magia sexual do grau IX. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte de Reuss (1925), Crowley assume por si só a liderança do ramo britânico da ordem. Sob esta fraternidade, o material de Crowley passa a ser divulgado e conhecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Deus est Homo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Indo morar nos E.U.A. durante a Primeira Guerra Mundial, passa a trabalhar com seu futuro filho mágico, Frater Achad (Charles R. John Stansfeld Jones ) e publica o Volume III do The Equinox. Lá atinge a sephirah de Chokmah, assumindo o grau de Magus, no ano de 1915, sob o motto TO MEGA THERION, A Grande Besta ( ou apenas 666 ). &lt;br /&gt;
{{93}}&lt;br /&gt;
Na Cecília Itália, em 1920, no dia 2 de Abril, funda a Abadia de Thelema, uma tentativa de montar uma sociedade alternativa com bases thelêmica. Dura somente três anos, sendo expulso por Mussolini Lá chega ao último grau da A.·. A.·. , Ipissíssimus. Em companhia de sua Mulher Escaralate, o Macaco de Thoth, Leah Hirsig , atravessa um porta na abadia que possuía a inscrição DO WHAT THOU WILT ( FAZE O QUE TU QUERES ). Não sabe-se o que houve dentro do templo que a porta levava e Crowley sai nu como entrou, agora, como descreveu poeticamente John Symonds ,&amp;quot; além dos deuses, além de todas as concepções mentais (...) não mais um santo - São Aleister Crowley da Igreja Gnóstica - mas um deus &amp;quot; . Antes, submete-se a total obediência a sua mulher, como ordália pertinente ao caminho do Louco (de Chokmah a Kether). Jura não divulgar o fato da assunção do grau, que ficou conhecido apenas após sua morte durante a leitura de seus diários. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhece Karl Germer em 1925 e passa a orienta-lo em Magick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1930 encontra com o poeta português Fernando Pessoa, que corrigira seu mapa astral. Pessoa, também interessado pelos assuntos do oculto, ajuda numa simulação do suicídio de Crowley. Traduz algumas poesias da Besta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Financeiramente, a década de trinta proporcionou algumas atribulações à Crowley: perde o proceso que estava movendo contra Nina Hamnett e Constance &amp;amp; Co e vai à falência em 1935. Segue publicando obras, como o Equinócio dos Deuses, Oito Lições de Yoga e seus Confessions.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A década seguinte seria sua última neste plano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Levantou-se contra Hitler. Aqui seguem-se algumas informações curiosas: foi contatado por um amigo, agente da Coroa chamado Ian Fleming, o criador de James Bod, o 007, para ajudandar no interrogatório de Rudolf Hess e fornecer a Winston Churchill informações sobre o pensamento supertisioso/místico do inimigo. Dessa participação saiu o conhecido sinal do &amp;quot;V&amp;quot; da vitória, na verdade uma representação do símbolo da divindade Apophis-Typhon, um deus de destruição e aniquilação capaz Frieda Harrisde fazer frente a as energias solares da suástica. Desenvolve o Livro de Thoth com , que comporiam as imagens do Æon na forma do tarô. Foi publicado postumamente. Seu último e grande trabalho foi Magick without Tears, uma série de cartas trocadas com uma discípula iniciante. De caráter altamente didático, foi publicado por Karl Germer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1º de Dezembro de 1947, Aleister Crowley morre em 'Netherwood', Hastings, de parada cardíaca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia 5, seu corpo é cremado em Brighton.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;quot;Um Tipo de Magia&amp;quot;==&lt;br /&gt;
A herança de Aleister Crowley estende-se até hoje, forte e arrebatadora. A complexidade de seu trabalho só encontra par na coerência do pensamento desenvolvido ao longo dos anos. É impossível estudar magia sem conhecer a obra da Besta. A mais severa crítica não resiste a um estudo aprofundado de sua obra. Críticas essas que recaem apenas sobre sua vida pessoal , conturbada e cheia de erros, ás vezes de caráter humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Socialmente, Crowley ficou mais conhecido no mundo da música, mais especificamente no Rock`n`Roll dos anos 70: Led Zeppelin, Rolling Stones, Beatles, Black Sabbath, Ozzy Osbourne&lt;br /&gt;
Iron Maiden.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, [[Marcelo Ramos Motta]] foi sem dúvida o maior divulgador da obra de Crowley. Trouxe a A.·. A.·. e a O. T. O. para o nosso país, publicou várias traduções, várias obras pessoais e manteve até no exterior, vivo o legado da Besta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Impossível não falar de Raul Seixas um devoto da obra de Crowley, junto com Paulo Coelho que posteriormente abandonou o caminho thelêmico. Ambos estiveram sob instrução de [[Frater Aster]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, com o advento da internet, a cultura thelêmica disseminou-se mais rapidamente angariando mais interessados a cada dia. São inúmeras as ordens hoje que trabalham com o sistema de Magick em todo o mundo, principalmente baseados na estrutura da extinta O. T. O. , refeita por Crowley.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro motto de Aleister Crowley, Perdurabo(2), funcionou mais do que o esperado: perdurou além do fim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alguns dos Nomes e Mottos usados por Crowley ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Conde Vladimir Svareff&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Master Therion&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Príncipe Chioa Khan&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Frater Perdurabo&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Aleister Mac Gregor&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Lorde Boleskini&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Frases de Crowley ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*“Cada carta é, em determinado sentido, um ser vivo, e suas relações com as vizinhas são o que poderia-se chamar de diplomáticas. Ao estudante cabe a tarefa de incorporar estas pedras vivas a seu templo vivente.” - O Livro de Toth&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*“A Magia é a Arte ou a Ciência de causar mudanças em conformidade com a Vontade” - Magick&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*“ Há de se considerar a popularidade pueril do cinema, o rádio e os prognósticos esportivos; as competências da adivinhação e todas as invenções; úteis apenas para satisfazer aos caprichos de algumas crianças mal-criadas que carecem de vontade, de sentido e de propósito.” - O Livro da Lei&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*“Invoca-me sob as estrelas! O Amor é a Lei, o Amor antes do querer. Que nem os tontos equivoquem o Amor, porque há amor e Amor, existem a pomba e a serpente. Escolha Bem!...” - O Livro da Lei&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*“A Lei é feita da tua vontade. A Lei é a do Amor, o amor sob tua vontade, não há mais a Lei; faça a tua Vontade” -O Livro da Lei&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*“...A caligrafia do Livro deve ser firme, clara e bela. Na fumaça do incenso é difícil ler os conjuros. E enquanto tenta ler as palavras por entre a fumaça, ele desaparecerá, e terás de escrever aquela terrível palavra: Fracasso.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Mas não existe nem uma só folha do livro na qual não apareça esta palavra; mas enquanto é seguida por uma nova afirmação, ainda nem tudo está perdido, já que desta maneira no Livro a palavra Fracasso perde toda a sua importância, da mesma maneira que a palavra Êxito não deve ser empregada jamais, porque esta é a última palavra que deve-se escrever no livro, e é seguida por um ponto.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Este ponto não se deve escrever em nenhum outro lugar do Livro; porque o escrever neste Livro segue eternamente; não há forma de encerrar este diário até que haja alcançado a meta. Que cada página deste Livro esteja repleta de música, porque é um Livro de Encantamentos!” - Magic(K)&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas ==&lt;br /&gt;
(1) - modernas investigações apontam algumas &amp;quot;armações&amp;quot; por parte de Crowley para justificar seu sistema: a Estela da Revelação que disse estar catalogada com o número 666, na verdade não estava assim classificada. Ele pediu para um funcionário do museu mudar a numeração temporariamente para poder tirar uma foto! Além disso, nessa época o material já havia sido transferido de Boulaq. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(2) - De Mateus 10:22 : &amp;quot;E odiados por todos sereis por causa do meu nome: mas aquele que perseverar até o fim será salvo&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escritos e livros de Mestre Therion (Aleister Crowley) e outros membros da Sagrada Ordem da A.'.A.'.==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/ht/ensaios/ensaios.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Charles_Stansfeld_Jones&amp;diff=7043</id>
		<title>Charles Stansfeld Jones</title>
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		<updated>2007-10-15T13:58:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:Frater_Achad.jpg|thumb|right|Stansfeld Jones]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Charles R. John Stansfeld Jones''' é considerado o filho mágico da Besta 666. Foi ele que descobriu a chave para o Livro da Lei, como profetizado no mesmo. Juntou-se a A.·.A.·. em 1912 sob o motto '''U.I.O.O.I.U.''' (''Unus in Omnibus, Omnia in Uno''), sob instrução de [[Frater Per Ardua]] ( J.F.C. Fuller). Em 26 de Fevereiro de 1913 recebe uma carta do Cancellarius da Ordem, passando-o a [[Neófito]], sob o seu mais famoso motto, '''Achad''' ( ''Um , unidade'').&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Juntando-se a O.T.O. (organização pseudo-maçônica-templária chefiada por Crowley) inicia um processo de expansão da mesma pela América e Canadá, através da Loja em Vancouver, sendo patenteado no IX° por Theodor Reuss.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 21 de Junho de 1916 (no Solstício) , Jones assume o juramento do grau 8º=3° e torna-se um [[Bebê do Abismo]]. Menos de um mês depois, escreve um telegrama à Crowley sobre o feito, e o mesmo demorou a compreender o ocorrido: &amp;quot; Após ele (Crowley) averiguar que eu pulei no Abismo em seu favor para que pudesse assumir o grau de Magus que clamava ter atingido, escreveu pra mim, 'Ainda estou in profundis' &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ele foi um ato sem precedente na história da magia. Estava além de sua imaginação conceber tal evento, pois jamais um homem, em tão pouco tempo, tornara-se um [[Magister Templi]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo ignorando a operação feita por Crowley, Jones compreendeu perfeitamente o que estava fazendo e tornou-se &amp;quot;A Criança&amp;quot; prevista no Livro da Lei. A Besta entusiasmou-se com a possibilidade de possuir um herdeiro de sua obra. Vários fatores contribuíram para isso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Crowley estava tentando por meios tradicionais conceber um filho com 2 mulheres. De Junho a Setembro nada conseguiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A palavra de passe no período do nascimento de O.I.V.V.I.O. (o motto de Jones quando da operação) era SOL-OM-ON (Salomão) o filho do adultério do rei Davi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O.I.V.V.I.O. nasceu 9 meses depois do Equinócio de Libra (Outono de 1915)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Entre 20 e 21 de Setembro Crowley sonhou com sua mulher escarlate Hilarion onde realizavam a operação do IXº O.T.O.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1917 no Solstício de Inverno, Jones descobriu a '''chave para o Livro da Lei''', referente ao número '''31'''. A palavra '''Achad''' possui como some cabalística '''13''' cujo inverso é '''31'''. '''31 é o número de AL e de LA que significa &amp;quot; Não&amp;quot; ou Nuit'''. Pelo tarô 31 é igual a ShT ( Set ou Shaitan). Somando LAShTAL (31x3) encontramos 93, o número sagrado da filosofia Thelêmica. Posteriormente entrega a Crowley em 1919.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1918, Crowley escreve a ele, Liber Aleph.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, tristes eventos estavam por vir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1923 Achad publica O Renascer do Egito, onde demonstra sinais de insanidade. Inverte a Árvore da Vida e acreditava ter ultrapassado seu antigo instrutor e chegado ao grau de Ipsisíssimus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crowley, logicamente não aceita. Também afirma que ele falhou ao não completar a escalada dos graus da ordem a não publicação do tratado do grau de Adeptus Exemptus. Jones questionou seu superior ao afirmar que, quando Crowley recebeu o Livro da Lei, ele não poderia ter promulgado a palavra do Æon ( que segundo a tradição, só pode ser feito por um Magus e na época, não havia atingido tal grau ainda) e a palavra Abrahadabra recebida posteriormente no devido grau, também não seria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida Jones desestabilizou-se e juntou-se à igreja católica, fim de força-los, por dentro, a aceitar a Lei de Thelema. Ao desembarcar em Vancouver, o faz apenas com uma galocha e, afim de combater a supressão ortodoxa, corre nu pela cidade. Sendo preso, concluiu a sua travessia do Abismo e publica seu diário do evento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Continuando a briga com seu antigo mestre, Jones tenta arruinar a sua obra, principalmente a O.T.O. ,sendo assim, Crowley o expulsa da ordem. Em seguida Jones publica um ensaio onde promulga que Aiwass seria uma inteligência maligna, inimiga da humanidade e A Besta 666 o seu pior inimigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1936 publica seu Liber 31, onde fala de sua associação com Crowley e da revelação do segredo do Livro da Lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falece pouco depois de Crowley em 1948, após anunciar o fim do Æon de Hórus eo início do Æon de Maat.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar da aparente insanidade (ás vezes comum naqueles que saltam o Abismo, principalmente nos não preparados, onde tornam-se vítimas de Choronzon, a dispersão de Dee e Kelly) Jones validou o Livro da Lei e a obra de Crowley e deixou várias obras como herança de qualidade ímpar, principalmente em Cabala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escritos e livros de Frater Achad e outros membros da Sagrada Ordem da A.'.A.'.==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/ht/ensaios/ensaios.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Marcelo_Motta&amp;diff=7042</id>
		<title>Marcelo Motta</title>
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		<updated>2007-10-15T13:58:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Motta1.jpg|thumb|right|Marcelo Ramos Motta]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Marcelo Ramos Motta''' (27/Jul/1931–26/Ago/1987) foi o primeiro escritor Thelêmico Brasileiro, membro da [[Astrum Argentum]], e fundador da [[Sociedade Ordo Templi Orientis]] (S.O.T.O.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Seu começo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motta nasceu no Rio de Janeiro, e muito pouco é conhecido sobre sua infância, apenas que era filho de uma família de descendêcia germânica e que recebeu uma educação muito severa, educação esta que só veio a aumentar com a sua admissão à Academia Militar do Rio de Janeiro. Seu pai era seguidor da doutrina de Allan Kardec e sua mãe era católica. De acordo com Motta, com a idade de 11 anos ele diz ter lido os livros de [[Eliphas Levi]], [[Papus]], [[Blavatsky]], Edward Bulwer-Lytton, Patânjali, [[Paracelsus]] e Arnold Krumm-Heller. Através da obra de Krumm-Heller, ele tornou-se muito interessado nos mistérios rosacrucianos. Mas o seu primeiro contato com uma &amp;quot;verdadera&amp;quot; organização rosacruciana, o ramo brasileiro da [[AMORC]], não o deixou satisfeito, então começo sua busca por uma escola iniciática do tipo daquela encontrada no romance &amp;quot;Rose-Croix&amp;quot; de Krumm-Heller. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motta tinha uma profunda aversão ao Catolicismo (a religião predominante no Brasil), que ele via como a perda da vontade de viver.  Pelo resto de sua vida, esteve ocupado com uma visão do Anti-Cristo como ele o percebia: existente em Roma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante sua estadia na academia militar, ele ficou interessado em [[Astrologia]] e [[Tarot]], dentre outras coisas do gênero. Aos 17 anos, tomou contato com a [[Fraternitas Rosacruciana Antiqua]], Ordem rosacruciana de Krumm-Heller onde Motta teve sua primeira iniciação, na mesma idade, em 1948. Tensões políticas locais o impeliram a mudar-se para a Europa, e de lá para os Estados Unidos. Sua missão nesta viagem, dada por um líder brasileiro da FRA, era encontrar-se com Parsival Krumm-Heller (filho de Arnond Krumm-Heller e líder oficial da FRA) e mediar o contato entre o grupo brasileiro e a liderança internacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro contato de Motta com [[Thelema]] foi através do livro de J. Symond chamado ''The Great Beast''. Depois, nos Estados Unidos, P. Krumm-Heller apresentou Motta para [[Karl Germer]], cabeça-externa da [[Ordo Templi Orientis]] na época. Germer deu a Motta a chance de escolher entre [[ O.T.O.]] e [[A.'.A.'.]]. E a segunda destas foi escolhida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retornando para o Brasil em 1962, Motta traduziu e publicou o Liber Aleph, além de do [[Chamando os Filhos do Sol]], a primeira publicação thelêmica publicada no Brasil. Entre este ano e 1987, Motta teve numerosos [[Estudante]]s na [[Astrum Argentum|A.´.A.´.]] sob sua tutela, e tentou estabelecer uma Loja da [[O.T.O.]] no Brasil, apesar de nunca ter sido membro da [[Ordo Templi Orientis]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcelo Motta foi o Instrutor de dois [[Probacionista]]s muito famosos no Brasil: Paulo Coelho e Raul Seixas. Outro conhecido pupilo de Motta foi [[Euclydes Lacerda de Almeida]], que fundou dois importantes grupos thelêmicos no Brasil, a [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] e a [[Sociedade Novo Aeon]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1978 Motta tentou tomar o controle da [[O.T.O.]] de Grady McMurtry. De acordo com muitas fontes, Germer ordeou que sua esposa, Sasha, que deixasse o controle da Ordem para Motta. Sasha escreveu uma carta para Motta para tal efeito, porém ele nunca a recebeu. Todavia, Motta tentou assumir a liderança da [[O.T.O.]], e em processo judicial nos Estados Unidos, clamou a liderança da Ordem e os direitos autorais da mesma, tendo seu pedido sido recusado. Ele fundou então a [[S. O.T.O.]], um grupo completamente distinto da [[Ordo Templi Orientis]] original. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motta nunca teve estabilidade econômica, saltando de emprego em emprego, e ganhando a vida como professor de Inglês, além de receber ajuda de seus membros da  S.O.T.O.. Faleceu no dia 26 de Agosto de 1987, na cidade de Teresópolis, aos 53 anos de idade, de causa desconhecida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, depois de sua morte, a divulgação de Thelema foi fortemente mantida por Frater Thor (Euclydes Lacerda de Almeida) e, mais tarde, por Frater QVIF (Marcos Pagani) quem mantiveram sua memória através da [[Astrum Argentum|A.'.A.'.]] com seus respectivos descendentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Obras publicadas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em Português:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O Equinócio dos Deuses (Liber ABA - parte IV)&lt;br /&gt;
* Yoga e Magia (Liber ABA - parte I)&lt;br /&gt;
* Magia e Misticismo (Liber ABA - parte II)&lt;br /&gt;
* Ataque e Defesa Astral (de sua autoria)&lt;br /&gt;
* Carta a um Maçom (de sua autoria)&lt;br /&gt;
* Dos Propósitos Políticos da Ordem (de sua autoria)&lt;br /&gt;
* Moral e Cívica Telêmicas (de sua autoria)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Em inglês:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Thelemic Magick Commented Unexpurgated Commented — Part I&lt;br /&gt;
* Magick Without Tears Unexpurgated Commented— Part I&lt;br /&gt;
* Magick Without Tears Unexpurgated Commented— Part II&lt;br /&gt;
* The Equinox — Vol. V n. 4 — Sex and Religion&lt;br /&gt;
* The Equinox — Vol. V n. 3 — The Chinese Texts of Magick and Mysticism&lt;br /&gt;
* The Equinox — Vol. V n. 2&lt;br /&gt;
* The Equinox — Vol. V n. 1 — The Commentaries of AL&lt;br /&gt;
* Magick and Mysticism — Book Four Part II&lt;br /&gt;
* Yoga and Magick — Book Four Part I&lt;br /&gt;
* Liber AL vel Legis — The Book of the Law&lt;br /&gt;
* Of the Political Aims of the O.T.O.&lt;br /&gt;
* Letter to a Brazilian Mason&lt;br /&gt;
* Thelemic Political Morality&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Linha do Tempo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1931'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*27 de Junho - Marcelo Motta nasce na cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1944'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*devota-se &amp;quot;a Serviço da Humanidade&amp;quot;, como escreve na sua biografia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1948'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*19 de Agosto – inicia-se na [[FRA]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1952'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*decide sair do Brasil para Europa e depois E.U.A. Em Lisboa um livro chama atenção: &amp;quot;The Great Beast&amp;quot;. Uma foto de [[Aleister Crowley|Crowley]] no livro é a mesma que viu na FRA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*encontra Parsival Krumm-Heller. Fica impressionado ao ter, segundo ele, contato com um verdadeiro iniciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*nos E.U.A. vai a Quakertown, PA, para encontrar R.S. Clymer ([[AMORC]]) mas conversa com o seu filho. Em seguida dirige-se a Nova York.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1953'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*20 de Abril – recomendado por Krumm-Heller, trava contato com [[Karl Germer]] e entra na [[Astrum Argentum|A.·.A.·.]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1954'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*visita ao Brasil rapidamente. Pensa em oferecer duas traduções de livros de [[Aleister Crowley]] a editora Pensamento mas desiste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1956'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*no final do ano visita [[Karl Germer|Germer]] em Barstow, Califórnia a pedido do mesmo onde tem acesso total a sua biblioteca. Recebe dele o grau IXº [[O.T.O.]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1957'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*chega ao grau de [[Neófito]] no primeiro semestre, pouco antes de casar, nos E.U.A. Com ajuda de sua esposa supera um grande ordálio pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1960'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*é detido pela policia americana durante 48 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*realiza o Juramento do Abismo e assume como a nova Besta como clímax da passagem ao grau de [[Mestre do Templo]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1961'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*separar-se da esposa e perde a guarda dos seus filhos, voltando assim, definitivamente ao Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*23 de Setembro – publica no Brasil e nos E.U.A. Liber Aleph gastando todas a suas economias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*13 de Novembro – Germer escreve a Motta afirmando que seu discípulo uniu-se a corrente thelêmica. Prevendo a própria morte Germer, considera a transferência para o Brasil de sua biblioteca. Mais tarde, em Janeiro do ano seguinte, lembra que Frank Bennett possui uma também sendo útil Motta estar de posse da mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*17 de Dezembro - em carta diz que, com a aprovação dos Chefes Secretos, 666 e Aiwass, torna-se a Besta Encarnada, O Sacerdote dos Príncipes, o cabeça da [[Astrum Argentum|A.·.A.·.]]: &amp;quot;Aleister Crowley está morto e Adjuvo ascendeu ao seu lugar e obra. O Rei está morto; Deus salve o Rei&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*23 de Dezembro - Germer escreve a Motta repreendendo-o severa e ofensivamente por ter realizado o Juramento do Abismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*30 de Dezembro - em carta a Germer, revela o desejo de realizar o trabalho coletivo thelêmico com a Ordem de Thelema e não com a ordo templi orientis e a Igreja Católica Gnóstica. Confessa estar com dúvidas quanto a ser ou não a nova Besta: &amp;quot;Eu certamente posso estar errado, espero uma confirmação, ou não, da sua parte&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1962'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Abril - publica [[Chamando os Filhos do Sol]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*20 de Abril – Germer escreve a Motta oferecendo-o a permissão de trabalho dos três primeiros graus da ordo templi orientis e com a Ordem de Thelema. Esta carta nunca chega a Motta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*30 de Maio - escreve a Germer dizendo que pretende iniciar um ramo da O.T.O no Brasil. Começou, pouco antes, a traduzir Liber 65.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*9 de Junho - [[Karl Germer|Germer]] escreve a Motta esclarecendo as questões dos graus que o seu discípulo clamou ter alcançado, dando exemplo do ocorrido com [[Achad]], [[Belarion]], Majorie Cameron e outros referindo-se aos &amp;quot;Clubes dos Filhos Mágicos e Clubes das [[Babalon]]s&amp;quot;. Deixa a cargo dele se deseja se juntar ou não aos &amp;quot;clubes&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*5 de Julho - Motta escreve a [[Karl Germer|Germer]] reconhecendo seus erros, principalmente em assumir o lugar de 666, submete-se a autoridade do seu instrutor, numa significativa manifestação de humildade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*chega ao grau de [[Zelator]] da [[Astrum Argentum|A.·.A.·.]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*12 de Outubro – [[Karl Germer|Germer]], do hospital, escreve a Motta sua ultima carta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*25 de Outubro - [[Karl Germer]] morre. Sua esposa escreve a Motta comunicando o fato. Motta responde não acreditando. Dia 30 ela confirma a morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*9 de Dezembro – Phyllis Seckler escreve a Motta sobre a Morte de Germer. Ambos trocam várias cartas e, numa delas, afirma que no testamento Motta é seu “herdeiro místico”. Segue-se uma confusão sobre os direitos da biblioteca. A distância, Motta pouco pode fazer ficando com os americanos os pertences de Germer e Crowley.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Euclydes Lacerda de Almeida]] escreve a Marcelo Motta após ler [[Chamando os Filhos do Sol]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1963'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*conhece pessoalmente [[Euclydes Lacerda de Almeida|Euclydes]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*9 de Julho – escreve &amp;quot;Carta a um Maçon&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1964'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*entrega a [[Euclydes Lacerda de Almeida|Euclydes]] a tradução de &amp;quot;Comentários de AL&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*manda recolher [[Chamando os Filhos do Sol]] para não ser associado com o governo militar, segundo ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1965'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*inicia no judô para treinar mente e corpo pois começa a duvidar de sua sanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*tem roteiros para televisão recusados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*encerra seu &amp;quot;período de loucura&amp;quot; iniciado em 1960, como dito no julgamento na Califórnia em 1985.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1967'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*realiza o Juramento do Abismo (novamente) após concluir as tarefas da primeira e segunda ordens da [[Astrum Argentum|A.·.A.·.]]. Assume o grau XIº O.T.O.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1970'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*28 de Outubro – escreve a [[Kenneth Grant]] pela primeira vez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1972'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*começam experiências com Liber 231 concluindo em 1975.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1973'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*conhece Cláudia Canutto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*patenteia [[Euclydes Lacerda de Almeida|Euclydes]] com os três primeiros graus da [[Ordo Templi Orientis]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*18 de Dezembro - reconhecendo uma consecução de [[Euclydes Lacerda de Almeida|Euclydes]] oferece a ele o grau de [[Neófito]] da [[Astrum Argentum|A.·.A.·.]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1974'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*9 de Novembro - escreve a [[Euclydes Lacerda de Almeida|Euclydes]] orientando sobre a organização de [[Ordo Templi Orientis]], referindo-se ao grupo que estava sendo criado: a Sociedade Novo Aeon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1975'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*15 de Julho - rompe com [[Euclydes Lacerda de Almeida|Euclydes]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*22 de Setembro - publica nos E.U.A. &amp;quot;The Commentaries of Al&amp;quot; (The Equinox Vol.5 nº 1). Motta altera os comentários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1976'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*21 de Março – publica no Brasil &amp;quot;O Equinócio dos Deuses&amp;quot;, Livro IV parte IV (sendo O Equinócio no Brasil, V. I, nº 1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*11 de Maio - começa a reformular os rituais da ordo templi orientis por causa da publicação dos mesmos por Francis King.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*11 de Novembro - o DGIE (Departamento Geral de Investigações Especiais) recebe uma denúncia de que Motta seria &amp;quot;traficante de entorpecentes&amp;quot;. É feita a investigação e nada é provado contra ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*cria a F.A.A. Ordo Templi Orientis em Ribeirão Preto, SP (antes cria um grupo na cidade de São Paulo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1977'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Dezembro - Motta é informado que suas correspondências trocadas com [[Karl Germer|Germer]] estão circulando entre seus desafetos americanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1979'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*funda a Loja Nuit em Ribeirão Preto, SP.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1980'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*22 de Setembro - faz um trabalho em cima do I Ching.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1981'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*publica nos E.U.A. &amp;quot;The Equinox&amp;quot; Vol. V nº 4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1982'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publica no Brasil &amp;quot;Magia e Misticismo&amp;quot;, Livro IV Parte II.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1983'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Motta entra com um processo contra a editora Samuel Weiser por infração de copyrights relativo a obra de Crowley, em Maine, Portland.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1984'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Maio - decisão do julamento de Manine: Motta perde a causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*5 de Outubro - escreve o seu testamento em Tennessee, E.U.A.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1985'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Julho - perde os direitos da ordo templi orientis no julgamento nos E.U.A. (Califórnia). Ali afirma que não tinha nenhuma atividade senão a luta pela ordo templi orientis Retorna ao Brasil inconformado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1986'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*publica &amp;quot;Ataque e Defesa Astral&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1987'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*publica nos E.U.A. &amp;quot;Thelemic Magick Unexpurgated Commented, Part One&amp;quot; (The Oriflamme, Vol. VI, nº 5).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*26 de Agosto – falece em Teresópolis. Cláudia Canutto arca com as despesas do enterro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escritos e livros de Frater Adjuvo (Marcelo R. Motta) e outros membros da Sagrada Ordem da A.'.A.'.==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/ht/ensaios/ensaios.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações Externas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[http://astrumargentum.org/arquivos/ht/ensaios/thor_15.htm Astrum Argentum - Marcelo Ramos Motta - um Enigma]&lt;br /&gt;
*[http://www.astrumargentum.org/arquivos/ht/libri/motta_denuncia.html Astrum Argentum - Marcelo Ramos Motta - Investigação em 1976]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[http://www.thelemapedia.org/index.php/Marcelo_Ramos_Motta Thelemapedia] - 05/07/2007 e.v.&lt;br /&gt;
*[http://en.wikipedia.org/wiki/Marcelo_Ramos_Motta Wikipedia (en)] - 05/07/2007 e.v.&lt;br /&gt;
*[http://astrumargentum.org/arquivos/ht/bios_adjuvo.htm Astrum Argentum] - 05/07/2007 e.v.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Astrum Argentum]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Euclydes_Lacerda_de_Almeida&amp;diff=7041</id>
		<title>Euclydes Lacerda de Almeida</title>
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		<updated>2007-10-15T13:51:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:euc.jpg|thumb|right|Desenho de Euclydes Lacerda]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vi a luz do mundo na Cidade do Rio de Janeiro, aos dezoito dias do mês de junho de l936 e.v., tendo o Sol em 28° Gemini e a Lua em Câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha mãe veio a falecer “pela vontade de Deus”'''(1)''' treze dias após meu nascimento, vítima de fulminante infecção hospitalar. Meu pai ainda jovem e sem recursos necessários para arcar com a responsabilidade de minha criação, entregou-me aos cuidados de um casal de abastada família carioca. Estes pais adotivos me criaram e educaram dentro dos melhores padrões existentes na época.&lt;br /&gt;
Eu nascera tão franzino que, segundo os médicos, pouca, ou nenhuma chance teria em sobreviver com a falta do leite materno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria ,uma mulata jovem, foi contratada para suprir esta falta. E graças a ela consegui contestar o diagnóstico fúnebre dos médicos, suplantando este primeiro obstáculo que se erguera no alvorecer de minha existência terrena.'''(2)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jovem mestiça representou, sob vários aspectos, a mais importante influência que sofri nos primeiros anos de minha vida e, talvez de bons(bens?) futuros “carinhos”. Graças a energia de Maria eu conseguira viver, como fora também graças a sua interferência áurica que as minhas tendências mágico-místicas vieram à tona de maneira natural e rápida.&lt;br /&gt;
Maria permaneceu por longo tempo à nosso serviço como copeira e minha babá.'''(3)'''&lt;br /&gt;
Eu não havia ainda completado onze anos de idade quando, através dela, vivi a mais importante experiência mágica naquela época. Experiência que jamais poderia esquecer, tal a Energia liberada, e que foi, sob muitos aspectos, a minha primeira Iniciação.&lt;br /&gt;
Aconteceu no verão de 1947 e.v.'''(4)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já me encontrava deitado, meus pais permaneciam no andar térreo da casa onde morávamos, escutando rádio, coisa que naquele tempo era muito comum, tal qual é hoje em relação à televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a porta e janelas do quarto abertas em virtude do abrasante calor, eu podia apreciar o lindo céu, onde o crescente lunar flutuava como um barco num oceano de estrelas.&lt;br /&gt;
Entre dormindo e acordado, percebi um vulto entrando no quarto. Era Maria, que dirigia-se a mim numa estranha linguagem, mas bastante sonora. Aproximando-se vagarosamente, como se flutuando, parou a minha frente, bem perto dos pés da cama. Estava completamente nua. Seu corpo exuberante brilhava, à luz do luar, molhado pelo suor que, escorrendo em gotas até seu púbis, cintilava como diamantes sobre o veludo negro. Eu, ainda criança, permaneci estático, maravilhado e fascinado ante aquela visão inaudita de uma mulher despida, e que mulher...O corpo dela tornava-se mais visível a medida que meus olhos se adaptavam a semi-escuridão do quarto. Tênue claridade carmim a circundava, acentuando os seus contornos femininos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase sussurrando, ela iniciou um canto cadenciado enquanto movia o corpo em ondulações sensuais. Cantava, dançava e girava em volta de um imaginário ponto no centro do quarto que era bem espaçoso. Algo pulsava dentro de mim, e crescia, crescia...&lt;br /&gt;
Subitamente ela dirigiu-se as palmas abertas das mãos em minhas direção.&lt;br /&gt;
Ilusão, ou não, vi filetes de irradiante luz emanarem dali. Meu corpo inteiro “vibrou” em espasmos de prazer com a energia recebida. Eu não era mais eu, porém um diminuto ponto adimensional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surpreendentemente, não fui assaltado por qualquer sentimento de medo. Pelo contrário, Eu era pura alegria, pura energia e prazer. A minha frente ( se é que era frente ) desfilavam cenas de cristalina beleza e magia. Em que Maria num momento era uma coruscante serpente de ouro, para no seguinte tornar-se um corpo brilhante como se tecido em luz estelar. Agora, eu era aquelas estrelas. Estava nelas e elas em mim. E assim, cenas indescritíveis sucediam-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em dado momento, Maria parou o canto e a dança, ficando qual uma estátua de luz irradiante, uma flama ardente, faiscante de beleza indescritível, dentro de um cristal. O púbis daquela deusa irradiava como um diamante negro atingido por luz violeta, e os verdes olhos dela brilhavam como gêmeos sóis de esmeralda. Seguiu-se um interlúdio de felicidade e prazer extremos. Minha sensação era de estar mergulhando num negrume luminoso do espaço infinito. Meu pênis pulsava quente. e eu era aquele pulsar levando-me a total inconsciência de mim mesmo. '''(5)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela veio em minha direção. Não andava, simplesmente vinha...&lt;br /&gt;
Fazendo-me sentar na cama, lentamente, mas tão lentamente que mal podia sentir, desnudou-se por completo. Em seguida, colocando o travesseiro por baixo de minhas nádegas - de modo que fiquei levemente inclinado para traz - cruzou-me as pernas na postura do Lotus. Suave e delicadamente sentou-se, por sua vez, sobre meu membro ereto, cruzando as longas pernas às minhas costas, de modo que estávamos, agora, os dois, na posição característica de amor entra SHIVA E SHAKTI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O calor do corpo de Maria ( que não mais era Maria ) envolveu-me calidamente, e o morno odor de sua sensualidade, misturado ao de seu suor, recendia em todo aposento.'''(6)''' Minha respiração - se era que eu respirava - era superficial, longa e quase imperceptível. Ela puxou os meus quadris para a frente, introduzindo meu pênis em sua vagina quente e úmida; depois balbuciou um Nome e permaneceu imóvel. Somente havia um movimento de contração em sua vulva em torno de meu membro.'''(7)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento supremo foi como se um Sol explodisse dentro de Mim. As paredes, o teto, o chão, tudo mais sumiu naquele clarão...Apenas uma luz claríssima, mas não ofuscante, existia. E naquela luz o melodioso som de uma flauta. E tudo estava naquele som.&lt;br /&gt;
Três dias após aquela noite, Maria foi-se embora. Nunca mais a vi fisicamente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus pais adotivos, embora originários de família tradicionalmente católica romana, depois de certos acontecimentos, passaram a dedicar-se ao Culto Umbandista '''(8)'''.&lt;br /&gt;
Assim, desde muito cedo vi-me em contato com Energias oriundas de outros planos de manifestação o que, obviamente, contribuiu diretamente em minha natural tendência para a magia, e ao mesmo tempo manteve-me afastado das influências malsãs do romanismo, do cristianismo “histórico”, mas não do “Cristianismo em sua forma eterna '''(9)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atingindo a adolescência fui atraído de maneira acentuada para a mais proeminente Entidade feminina do Panteão Umbandista: YEMANJÁ, o ORIXÁ fêmea das Águas, que no sincretismo Afro-Brasileiro identifica-se com a Virgem, e no Antigo Egito com ÍSIS, a Mãe Terrestre, que por sua vez se identifica ( em outro plano ) com NUIT, a Mãe Celeste como Ela Mesma se declara em Liber AL: “I am the Infinite Space, &amp;amp; the Infinite Stars thereof”. A frase é um anagrama de Ísis. Ora, esta imagem me foi dada a ver por duas vezes em minha infância ( como a Grande Mãe e como a Grande Prostituta ) incarnadas em Maria, a exuberante mulher de seios fartos que me amamentara, e aquela outra de púbis aveludado que copulara comigo “ritualisticamente”'''(10)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta “adoração” por YEMANJÁ, chocante como possa parecer, desenvolveu em mim características mágico-eróticas. E por enumeras vezes, profundamente energizado a ponto da exaltação, eu, quando ia para a cama com uma mulher, ela imediatamente se transformava ( em minha imaginação ) Naquela Deusa '''(11)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1937, com um ano de idade, padeci de pneumonia. Isto aconteceu em São Lourenço, Estância Hidromineral localizada ao Sul do Estado de Minas Gerais, onde normalmente meus pais iam passar as férias. A doença deixou-me em coma durante 4 dias. No quinto dia pronunciei minha primeira palavra: MA. E me recuperei prontamente '''(12)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta cidade, dois outros fatos ocorreram ( quinze, e vinte e cinco anos depois ). Primeiro: tive , por assim dizer, minha primeira experiência de paixão. Ela era cinco anos mais velha que eu, que contava quinze anos. Sua experiência, sexualmente falando, foi de grande proveito para mim. Ficamos juntos quase três anos seguidos, e DELA guardo uma lembrança muito carinhosa. Segundo: passei ali minha lua-de-mel '''(13)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos treze anos de idade ingressei no Colégio Militar do Rio de Janeiro. Ali adquiri disciplina, respeito à hierarquia, e um grande amor por meus pais; coisas que muito me ajudaram na vida profana e, posteriormente, na iniciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também ali estabeleci ligações de amizade com dois professores que, nos anos futuros, tornar-se-iam conhecidos expoentes no campo do misticismo e da yoga. Juntamente com eles e outros colegas fundamos um Núcleo Espírita dentro do Colégio. Este Núcleo, se não me engano, ainda funciona até hoje. Sob a orientação de um e do outro aprofundei-me no estudo do Ocultismo nos raros, e não muito bons, livros que na época tinha ao alcance '''(14)'''. Incentivado pelo professor H., liguei-me a então conhecida S.T.B.. Nesta organização teosófica, e por sorte minha, tive como instrutor o Sr. D., profundo estudioso e conhecedor das obras de Blavatsky. Por coincidência, a cidade de São Lourenço era, e ainda é, a Meca dos teosofistas ligados à Sociedade fundada por J.H.S.; e, em diversas viagens para aquele centro teosófico, recebi instruções individuais do Sr. D. no próprio interior do Templo MAITREYA ( Templo Mágno da S.T.B. ) '''(15)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro-me que várias vezes, meu instrutor e eu, ficávamos conversando sentados na escadaria que dá acesso ao Templo, observando o pôr do sol. Naqueles momentos eu me sentia como que em outro mundo, e em minha imaginação voava longe.&lt;br /&gt;
Entretanto, todo conhecimento até então adquirido ainda não me preenchia plenamente '''(16)''' e, desligando-me destes laços iniciais, dediquei-me, aproximadamente por dois anos, à Hata-Yoga, sob a sábia orientação do professor H.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não satisfeito com os resultados obtidos '''(17)''', enveredei por outros “caminhos” ocultistas não ortodoxos, seguindo somente os impulsos do coração. Tal atitude provocou grande preocupação entre meus familiares, temerosos que eu não resistisse a pressão e viesse descambar para a demencia. Enfrentando os conflitos e as discussões estéreis que a nada levavam, filiei-me à várias organizações ocultistas. Em uma delas, dissolvia pouco tempo depois, vi-me atraido pelas iniciais A..A. ( o nome desta organização era Agla Avid, sendo chefiada por uma deslumbrante mulher cujo moto mágico era IARADASÃ. Ao que parece, ela era uma magista de grande capacidade e de um “glamour”irresistível. Porém, esta Ordem pouco durou, seus dirigentes devem ter pago muito caro pela ousadia de especular com as sagradas iniciais da Grande Ordem ). Em nenhuma dessas organizações encontrei o que procurava. Mas o que eu procurava? Nem mesmo eu o sabia na época '''(18)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andava, certa ocasião, às voltas com Kardec e Blavatsky ( que mistura! ) quando pela primeira vez li o nome ADONAI. Sem qualquer aparente razão (assim pensava na época) o Nome causou-me estranha comoção. Durante aquela noite custei a dormir, só o conseguindo já de madrugada. Sonhei estar subindo uma colina perdida algures. No topo da elevação sobressaía pequena choupana, sendo a única construção existente naquela paisagem até onde minha vista alcançava. Paz e Tranquilidade moravam ali. Uma perfumada aragem soprava e com ela vinha uma melodia que me treazia recordações. Não dá para explicar de como ouvia a melodia, apenas a “sentia”vibrando em todas as partes do meu ser. Não a ouvia no sentido que normalmente damos ao termo. À porta da choupana um ancião olhava-me complascente. Não pronunciou uma palavra sequer; somente apontava para o interior da singular construção. Entrei. No interior desta havia uma mulher morena, vestia um tipo de robe lilás, transparente, deixando transparecer exuberante sensualidade em seu corpo esguio. No centro do pequeno aposento uma mesa rústica coberta por uma toalha branca sobressaia. Sobre a mesa um volumoso livro fechado em cuja capa, parecendo couro, estavam gravados em ouro 4 caracteres hebraicos . No entanto, eu os lia perfeitamente. Estava escrito ( ADNI=ADONAI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na manhã seguinte, o nome ainda ressoava em minha mente, e assim passei o dia inteiro. À noite, indo a casa de um amigo que, ao que parecia sabia muito mais do assunto do que eu (embora nunca tivera, em qualquer ocasião comentado a respeito comigo), contei-lhe num desabafo meu estranho sonho. Sem nada dizer, ele apenas sorriu. Levantando-se, saiu da sala. Ao retornar trazia num volume e me o entregou. Ali estava, fisicamente palpavel, o livro visto em sonho. Profundamente exitado, li-o naquela mesma noite, ficando fortemente impressionado com o romance escrito por [[JORGE ADOUN]] ( Mago Jefa ). O autor exibia profundos conhecimentos no Caminho Iniciático, usando um Sistema do qual jamais ouvira antes, apontando para certos aspéctos do uso do sexo na Consecução espiritual '''(19)'''. A principal personagem feminina da narrativa ASTAROUTH - a Shakati de Adonis, o Adepto do livro, trazia-me à mente a imagem de Yemanjá, de Maria, de minha primeira amante, de Ísis, etc..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repercussão do livro fora tão violenta em minha mente e coração que, após sua leitura, fiquei como alucinado. Abandonei tudo que até então julgara ser o Caminho. Tudo o que eu “sabia”revelou ser apenas castelos de areia se dissolvendo sob o impácto das ondas do Verdadeiro Conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu ouvira o “Chamado”. Mas não sabia como responder-lhe. Não só o romance ADONAI, como sua continuação. O “BATISMO DO FOGO”me exitara profundamente, reavivando aquele Fogo Consumidor que eu tentara apagar ao seguir sistemes já superados.&lt;br /&gt;
Tomado por profundo sentimento de solidão, de saudades, de desconforto espiritual, de lembranças que ainda se encontravam no limiar de minha memória '''(20)''', fiquei no “ar”, sem saber o que fazer. Onde e como procurar aquele mestre, ou aquela Ordem descrita no livro '''(21)'''. Não mais raciocinando, a inquietação interior aumentava. A pressão chegou ao máximo. Alguma coisa, eu sentia, iria ceder e, por várias vezes, pensei em auto extermínio. A vida não valia nada divorciada do meu “ideal”. Certo dia em total desespero tomei um sério juramento: “Ei de conseguir o que quero, nem que para isto seja necessário morrer” '''(22)'''. O tempo passou. Em 1959, terminando o curso científico ( Escola Preparatória de Cadetes do AR ), renunciei à carreira militar e comecei a me preparar para o vestibular de engenharia, não conseguindo passar no vestibular. Desiludido procurei a Embaixada de França para ingressar na Legião estrangeira. Nada consegui. Resolvi, então, a contra-gosto de meus pais, trbalhar. Neste meio tempo, conheci a mulher com quem me casei.&lt;br /&gt;
A despeito de todo o meu ardente anseio de encontrar “meu Mestre”nada de parecido ocorreu até o verão de 1962.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao casar-me em 1961, renunciei a todas minhas esperanças de, ainda nessa vida, tornar-me um iniciado, e comeceia me dedicar à pintura. Porém, por mais que me esforçasse para esquecer do passado, meus quadros eram vivas contestações a esta renuncia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1964, aquela com quem me casei, e tem sido até hoje muito paciente com minhas traquinices, surgiu como veículo de meu encontro com aquele meu anseio '''(23)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certo dia, ela solicitou-me que comprasse um livro- - - um desses romances comuns. Ao procurá-lo na livraria de nosso bairro (Tijuca), encontrei, perdido perdido entre os livros mque nada tinham a ver com o ocultismo, um curioso livreto intitulado “CHAMANDO OS FILHOS DO SOL”. Intrigado com o título, folheei-o. Na ante capa final havia um nome - '''THELEMA''' -. Uma palavra que eu já houvera lido ou ouvido antes em algum lugar, mas que não ,me lembrava onde e quando '''(24)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comprei o livro e, naquela mesma tarde o li de um só fôlego. O conteúdo do mesmo excitou-me enormemente. Indicava, ao que parecia, a existência de um corpo de Iniciados, entre homens e mulheres, unidos em Espírito e Verdade sob a égide de uma Ordem Superior denominada A.·.A.·. ( iniciais que, tinha absoluta certeza, já ouvira antes ) '''(25)''', trabalhando seriamente no terreno da magia e do misticismo em prol da evolução espiritual e material da humanidade. A esta Ordem Superior, várias outras se ligavam, trabalhando no mesmo sentido e promulgando a Lei de THELEMA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que mais me atraíra na narrativa era o modo de como o assunto estava colocado. O autor, ou autores, (não havia nenhum nome desta, apenas uma inicial M.) declarava abertamente que todos os sistemas, até então usados, estavam mortos, ultrapassados, e que um Novo Sistema (Thelema) fora oferecido ao mundo. Uma NOVA ERA já despontara para o mundo. As declarações do livro causaram-me grande impressão. Parecia-me, por assim dizer, ester familiarizado com tudo aquilo; que já o sabia de uma forma ou de outra, abrindo-me as Portas de minha memória '''(25)''', paralelamente a isto, uma parte de mim repudiava o livro. Era incrível, um verdadeiro paradoxo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abordando vários assuntos, ele ia fundo no âmago das coisas. Referindo-se ao sexo- - - que eu tentara inutilmente reprimir- - - o autor contradizia tudo que, com excessão de Jorge Adoum, dizia sobre o assunto: “Sede mais abençoado quanto mais fordes potentes, quanto mais anciares pela beleza e refrigério da mulher” '''(26)'''. Aquilo parecia loucura. Todos nós “ocultistas”não sabemos que o sexo é uma das grandes barreiras no Caminho? Não é dito em todas as partes que a castidade é a base de tudo? Que loucura. E mais adiante: “Nossa fraternidade é a Fraternidade dos Filhos da Luz. Anossa Habitação é o Lago de Fogo Eterno, o SOL”. Era demais para mim.Caí doente. Durante quase uma semana a febre corroeu-me internemente. Uma decisão. Entre as Ordens enumeradas no Livro, uma delas me chamou mais a atenção: a ordo templi orientis '''(27)'''. Escrevi para o endereço contido no livro, solicitando mais informações a respeito. E, assim, iniciou-se uma relação que duraria treze anos. Eu havia encontrado meu primeiro instrutor nas Artes Mágicas e Místicas. Meu juramento havia sido aceito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“ O Mestre ” aparecera para reclamar seus direitos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui convocado e colocado na Balança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1963, por indicação de um amigo, iniciei-me na Macónaria Osiriana. O Ritual de Inciaiação decepcionou-me profundamente., pois desenvolveu-se no plano físico. Não me oferecera nenhuma visão interna. Sai da cerimônia tão profano quando antes '''(28)'''.&lt;br /&gt;
Alcançando a plenitude macônica em 1966 '''(29)''', e já com certa bagagem de conhecimento verdadeiramente iniciático, escrevi uma carta aberta a todas as lojas listadas como pertencentes a maior Potência Maçônica do Brasil. Nesta, relatava a todos os Irmãos a séria situação em que a Ordem Maçônica se encontrava no Brasil '''(30)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compreedendo, embora tardiamente, a falta de visão iniciática da grande maioria dos mações, e recebendo enérgicas instruções de meu instrutor na ordo templi orientis para não mais interferir ( seria pura perda de tempo ), retirei-me definitivamente daquela Ordem osiriana, mas não da Real Maçonaria, dedicando-me inteiramente ap meu processo na ordo templi orientis '''(31)'''. Mais um elo fora desfeito com o passado. Mas haviam muitos outros ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira fase de minha iniciação terminara '''(32)'''. Durante o longo período que agora parece tão curto, estive constantemente sob ordálias, as mais severas, spbre as quais me é bastante difícil descrever '''(33)'''. O doloroso processo de se desligar dos velhos caminhos e condicionamentos do homem lunar, de sofrer o caos '''(34)''' que se estabelece entre duas posições , e de se lançar no desconhecido, estava finalmente terminado naquela fase. Até onde podia perceber , eu vencera o período de &amp;quot;probação&amp;quot;. Começara a engendrar a &amp;quot;criança&amp;quot; em mim mesmo. de como Ela cresceria, ou mesmo se cresceria, dependia única e exclusivamente de meus próprios esforços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fase culminou com o vislumbre da &amp;quot;terrivelmente magnífica&amp;quot;, e magnificamente terrível, visão parcial do que o homem é, e suas relações com o universo '''(35)'''. Percebera também a futilidade das ambições de poderes mágicos, e das ambições humanas em todas as relações sociais e segmentos da vida; a total impermanência das coisas do mundo explodiu em minha face.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(1)''' - Esta frase, “pela vontade de Deus” é repugnante à Thelemitas. Frater T. usou-a aqui de maneira irônica, querendo demonstrar de como certas crendices do Antigo Aeon “condicionam” as pessoas a uma aceitação passiva de fatos que poderiam ser evitados. No particular caso da morte da mãe dele, NÃO FOI A VONTADE DE DEUS que determinou a morte de sua mãe, mas sim a péssima higiene do Hospital onde ela foi atendida. É necessário terminar com este condicionamento de culpar a Deus por todas as nossas burrices e ignorância. Por acaso foi Deus quem determinou a criação da, assim chamada, Santa Inquisição ? Ou a perseguição dos Judeus na Europa ?&lt;br /&gt;
No entanto, os verdadeiros inventores destas barbaridades assim se justificam. Cretinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(2)''' - Maria, a jovem contratada para amamentar a criança, tivera uma filha poucos dias antes do nascimento do menino. Durante muito tempo as duas crianças se relacionaram como verdadeiros irmãos. Isto fez com que qualquer tipo de preconceito - racial ou social - fosse arrancado do coração de Frater T. pela raiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(3)''' - Babá, pela Qabalah é 2+1+2+1 = 6, o n° do Sol, Tiphareth, o Sagrado Anjo Guardião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(4)''' - Ano e mês da morte de Crowley ( 01.12.47).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(5)''' - O mesmo fenômeno se repetiria anos mais tarde, e por várias vezes, quando Frater T., então Frater Z., praticava intensamente Swastikasana, permanecendo na posição, em meditação, por largo espaço de tempo. Naquela época, e isto talvez seja muito significativo, seu Instrutor não soube explicar o fato da ereção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(6)''' - Anos mais tarde, ante uma “ visão” semelhante, ele descreveria em seu “Canto de Amor a Minha Secreta Deusa”: “O Amrit precioso está em toda parte. Ele transborda nas gotas peroladas de Teu suor que perfuma o inteiro Universo”. Vida “A Deusa Negra” ( Cap. IV: vs. 8 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(7)''' - Maria, ao que tudo indica, era uma experiente praticante das Artes Tântricas. Seu encontro com o menino não fora “ acaso” como veremos adiante. Aos interessados no assunto, indicamos “TANTRISMO”, Benjamim Walker; “TANTRA FOR WESTERNERS”, Francis King; “METAFÍSICA DO SEXO”, Julius Evola; e, é claro, os escritos de F. Perdurado, principalmente o “ENTUSIASMO ENERGIZADO”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(8)''' Sua mãe, uma maga natural, iniciara-se nos Mistérios da Umbanda pouco depois de seu segundo matrimônio, quando o filho verdadeiro faleceu em circunstâncias muito dolorosas para ela. Após alguns anos de dedicação e preparo neste Sistema Iniciático, recebeu, na Bahia, o Grau de IALORIXÁ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(9)''' Como muito mais tarde vim a saber: “A literal adulteração e destruição dos antigos símbolos é quase nada comparada com a sistemática iconoclastia operativa por séculos nos secretos santuários do Judaísmo e da Cristandade, quando importantes documentos foram destruídos, textos mutilados e deliberadamente distorcidos para abrir caminho para o oculto desta anomalia suprema na história da religiões: um histórico salvador que morre e ressuscita na carne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(10)''' YEMANJÁ, sendo um Orixá ( isto é, uma “Deusa”, uma Força da Natureza, do Panteão Africano) jamais poderia ser representada branca, vestida, como acontece ser figurada por aí. Sua imagem deve ser figurada, portanto, como uma mulher de pele escura, nua, exuberante em toda sua sensualidade, seios fartos, etc.&lt;br /&gt;
A representação deste orixá como branca, vestida e com ares de virgem, tipo católico romana, é uma deturpação do símbolo original e demonstra, sem sombra de dúvidas, a intromissão da mão do Vaticano que abomina tudo que é santo, belo, puro, e dinâmico; como também, por outro lado, desmascara o RACISMO mal disfarçado na “sociedade”, dita cristã, brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(11)''' Chocante para os maliciosos puritanos e pederastas, escravos do Deus Sacrificado, Morto e castrado, não para verdadeiros Iniciados. O ato do rapaz era automático, expontâneo. Não recendia a qualquer tipo de malícia ao executá-lo: a imagem imergia naturalmente, sem esforço. Visualizando Deus, isto é, vendo a Deusa sob sua forma telesmática, tal qual era representada na Verdadeira Umbanda.&lt;br /&gt;
Aos carolas e imbecis tecedores de intrigas, que no fim vem a ser a mesma coisa, estes jamais poderão entender a verdadeira natureza existente nesta exaltação religiosa.&lt;br /&gt;
Que iniciados atentem para este ato mágico do rapaz, principalmente aqueles do VIII°. Para outros já familiarizados com as obras de THERION, refiro-me à REX DE ARTE REGIA, CROWLEY ON CHRIST, etc., onde inúmeras passagens são abordadas e comentadas por Frater Aossic AIWASS. O fato dos “cristãos” conceberem o ato de amor como pecaminoso, imundo, etc., não impede que os Mistérios do Sexo continue a manter a dignidade e Divindade que lhe correspondem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Árvore da Vida, a Corrente Mercurial está identificada por AJE CHALUGA, Deus das Riquezas. Ele é filho da Grande profundidade ( LOKUM ) e possui como símbolo uma enorme concha marinha ( símbolo inconfundível do YONI ). Este símbolo tipifica, na Zona YESODIOCA, através Yemanjá, a grande Mãe, também conhecida como FUNDAÇÃO, de cuja vulva nascem todas as outras de idades. De seus seios volumosos originam-se duas Correntes do Líquido Primordial, estilizado como o símbolo de AQUARIUS. Na Mitologia Hindu Ela é também KALI, a Deusa Negra. Existem muitos fatos na vida de Frater A. que ao observador atento revelará muita coisa: certa vez ele se surpreendeu, diante de um espelho, repetindo seu nome profano seguidamente ao ponto que em dado momento, perdia totalmente sua noção de identidade, não conseguindo mais “ligar” o nome a si mesmo. O nome soava-lhe totalmente falso e estranho àquilo que ele sentia ser SI MESMO. Ele passava horas nesta “brincadeira”, até que um dia, sendo surpreendido por sua mãe, esta (assustada ) lhe proibiu de continuar a fazê-lo. Infelizmente, ele parou a brincadeira. Anos mais tarde, quando praticava seus exercícios de meditação, viu-se forçado a usar um mantra para manter a mente vazia; lembrou-se da experiência passada, e a coisa tornou-se bastante fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(12)''' É muito indicativo que sendo Frater T. um geminiano, tenha tido, como primeira doença grave, pneumonia, um mal caracteristicamente pulmonar, órgão diretamente ligado ao AR.&lt;br /&gt;
A palavra MA ou MAUT. Maut e Nu possuem valor 56 (=11). Ma ou MAUT são idênticas com MAAT como a real partícula atômica- - ATMA. Os dois conceitos, MAUT e NU, somados dão 112 ( 2x56 ) . MA, a filha de MAAT, designa o Círculo Menor ou AEON de MAAT, isto é, MA-ION. O animal totem de MA, ou MAUT, é o Abutre, símbolo tipicamente aéreo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(13)''' Só que com Maria não fora uma experiência normal, por assim dizer. Funcionára em outros planos além do físico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(14)''' Nesta mesma época, a conhecida organização “esotérica”chamada “Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento”estava em vias de decadência, ao se deixar infiltrar por forças das mais malígnas, encabeçadas pela LOJA NEGRA (não confundir com Fraternidade Negra. Sendo esta uma ramificação da Grande Fraternidade dos Irmãos da Luz). Isto se após o falecimento de A.O.Rodrigues.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(15)''' A Sociedade Teosófica Brasileira era uma organização dissidente da Sociedade Teosófica (Adyar-india) fundada por H.P.Blavatsky em 1875- - ano de nascimento de Crowley- - - e cuja representante, no Brasil chamava-se Sociedade Teosófica do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(16)''' A explicação desta inquietação interna residia no fato de que todo aquele conhecimento, com raras excessões, apenas atingiam o nível do intelecto ou, quando muito, o astral inferior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(17)''' Frater T. era, quando moço, muito apressado. Queria resultados imediatos. Esta faceta---comum aos geminianos--- foi purgada somente após alguns anos de treinamento intensivo. Por outro lado a Hata-Yoga não era o seu caminho, embora as práticas fundamentais daquele Sistema o tenham auxiliado bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(18)''' Por trás desta preocupação familiar esconde-se um dos truques que o homem lunar é testado. E representa uma das maiores barreiras no caminho.( vide maiores detalhes em MAGICK WITHOUT TEAR, pag. 334 - LLewellyn Publications - 1973).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(19)''' O Dr. Jorge Adoum estava ligado à várias fraternidades maçônicas de alto grau, entretanto, somente uma delas possuia o ele com o Sistema-Thelemico. Infelizmente, mesmo esta, fora infiltrada por esbirros do romantismo e, com o passar do tempo perdeu contato com os Planos Internos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(20)''' A referência aqui é à memória mágica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(21)''' Como alguém já dissera certa vez: &amp;quot;é a coisa mais fácil encontrar pelo Iniciado. E mais difícil de ser encontrada pelo profano. No entanto, esta tão perto de nós...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(22)''' O Juramento fora sincero, e os Senhores do Karma aceitaram o voto, colocando em movimento as forças necessárias para provar a resolução dele. Leitores devem perceber que Frater T. ainda estava, na época, sob o condicionamento a ele infundido pela sociedade em que vivia. Porém, mesmo assim, a idéia que, inconscientemente, fazia da morte tinha características bem próximas daquelas que Crowley nos explica em &amp;quot;Magick&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(23)''' A função da mulher de Frater T. foi assumida em 08 de dezembro de 1961, quando ela &amp;quot;ungiu&amp;quot; a Baqueta dele com sangue. Observem que a data é dedicada a Yansã na tradição umbandista e a Nossa Senhora da Conceição na Tradição Romana. Yansã sendo uma forma de Yemanjá. O ato mágico formou um elo com a corrente thelemica, que fortificou-se com o tempo. Todo este evento está, em detalhes, descrito em seu diário mágico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(24)''' A palavra fora ouvida na F.R.A. anos antes. Esta ordem maçônica&amp;quot;, fundada por A. Krumm-Heller com autorização dos irmãos do Círculo Interno, perdeu seu elo com a Genuína Corrente, após a imprudente resolução de seu fundador em usar o nome R.C. externamente. O Dr. Krumm-Heller pertencia ao VIII° ordo templi orientis , e como tal tinha direito em fundar um ordem pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(25)''' Em 1975, Frater T., iniciou-se nesta &amp;quot;ordem&amp;quot; no intuito de fechar um ciclo que se fazia necessário ao seu trabalho. Sua iniciação, sendo presidida pelo Ir. P.P. em Santos Dumont, indica a finalidade do ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' O conteúdo do livro imantara profundamente a mente mágica de Frater T. com seus símbolos e chaves ali contidos. O autor surgia, em sua imaginação, como um daqueles Mestres procurado. Entretanto, no fundo de seu inconciente algo se remexia de modo antipático contra o autor. Se Frater A. tivesse analisado a origem desta antipatia é bem provável que muita coisa teria sido evitada. Mas ele era apenas um ignorante buscador, e muito jovem ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As iniciais A. A. eram apenas da Agla-Avid, aquela &amp;quot;irmandade&amp;quot; referida acima. Uma personificação das Forças Negras em uma de suas tentativas de usurpar a Verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' Para pessoas cuja percepção cuja percepção ainda sujeita à limitações impostas por uma religião totalmente forjada na mentira. É muito difícil se desembaraçardas teias preconceituosas criadas em torno do sexo e, em vista disso, não poderão, a não ser através da verdadeira iniciação, obter as &amp;quot;chaves'dos divinos mistériosda Natureza e a Unidade e Divindade do Todo. É exatamente como nos informa Frater Efraim: &amp;quot;Enquanto consideraresobcenas as naturais e expontâneas manifestações da sexualidade, não poderas penetrar no santuário, nem conhecer a relação exata e correta do sexo com a espiritualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(27)''' Principalmente o &amp;quot;Lamem&amp;quot; da Ordem que ele já tivera oportunidade de ver num livreto da [[AMORC]]. Tal como na [[FRA]], a AMORC também fora fundada por um membro da ordo templi orientis . Porém da mesma forma, seu fundador ousou especular o Nome Sagrado abaixo e acima do Abismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escritos e livros de Frater Thor (Euclydes) e outros membros da Sagrada Ordem da A.'.A.'.==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/ht/ensaios/ensaios.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Euclydes_Lacerda_de_Almeida&amp;diff=7040</id>
		<title>Euclydes Lacerda de Almeida</title>
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		<updated>2007-10-15T13:51:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:euc.jpg|thumb|right|Desenho de Euclydes Lacerda]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vi a luz do mundo na Cidade do Rio de Janeiro, aos dezoito dias do mês de junho de l936 e.v., tendo o Sol em 28° Gemini e a Lua em Câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha mãe veio a falecer “pela vontade de Deus”'''(1)''' treze dias após meu nascimento, vítima de fulminante infecção hospitalar. Meu pai ainda jovem e sem recursos necessários para arcar com a responsabilidade de minha criação, entregou-me aos cuidados de um casal de abastada família carioca. Estes pais adotivos me criaram e educaram dentro dos melhores padrões existentes na época.&lt;br /&gt;
Eu nascera tão franzino que, segundo os médicos, pouca, ou nenhuma chance teria em sobreviver com a falta do leite materno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria ,uma mulata jovem, foi contratada para suprir esta falta. E graças a ela consegui contestar o diagnóstico fúnebre dos médicos, suplantando este primeiro obstáculo que se erguera no alvorecer de minha existência terrena.'''(2)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jovem mestiça representou, sob vários aspectos, a mais importante influência que sofri nos primeiros anos de minha vida e, talvez de bons(bens?) futuros “carinhos”. Graças a energia de Maria eu conseguira viver, como fora também graças a sua interferência áurica que as minhas tendências mágico-místicas vieram à tona de maneira natural e rápida.&lt;br /&gt;
Maria permaneceu por longo tempo à nosso serviço como copeira e minha babá.'''(3)'''&lt;br /&gt;
Eu não havia ainda completado onze anos de idade quando, através dela, vivi a mais importante experiência mágica naquela época. Experiência que jamais poderia esquecer, tal a Energia liberada, e que foi, sob muitos aspectos, a minha primeira Iniciação.&lt;br /&gt;
Aconteceu no verão de 1947 e.v.'''(4)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já me encontrava deitado, meus pais permaneciam no andar térreo da casa onde morávamos, escutando rádio, coisa que naquele tempo era muito comum, tal qual é hoje em relação à televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a porta e janelas do quarto abertas em virtude do abrasante calor, eu podia apreciar o lindo céu, onde o crescente lunar flutuava como um barco num oceano de estrelas.&lt;br /&gt;
Entre dormindo e acordado, percebi um vulto entrando no quarto. Era Maria, que dirigia-se a mim numa estranha linguagem, mas bastante sonora. Aproximando-se vagarosamente, como se flutuando, parou a minha frente, bem perto dos pés da cama. Estava completamente nua. Seu corpo exuberante brilhava, à luz do luar, molhado pelo suor que, escorrendo em gotas até seu púbis, cintilava como diamantes sobre o veludo negro. Eu, ainda criança, permaneci estático, maravilhado e fascinado ante aquela visão inaudita de uma mulher despida, e que mulher...O corpo dela tornava-se mais visível a medida que meus olhos se adaptavam a semi-escuridão do quarto. Tênue claridade carmim a circundava, acentuando os seus contornos femininos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase sussurrando, ela iniciou um canto cadenciado enquanto movia o corpo em ondulações sensuais. Cantava, dançava e girava em volta de um imaginário ponto no centro do quarto que era bem espaçoso. Algo pulsava dentro de mim, e crescia, crescia...&lt;br /&gt;
Subitamente ela dirigiu-se as palmas abertas das mãos em minhas direção.&lt;br /&gt;
Ilusão, ou não, vi filetes de irradiante luz emanarem dali. Meu corpo inteiro “vibrou” em espasmos de prazer com a energia recebida. Eu não era mais eu, porém um diminuto ponto adimensional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surpreendentemente, não fui assaltado por qualquer sentimento de medo. Pelo contrário, Eu era pura alegria, pura energia e prazer. A minha frente ( se é que era frente ) desfilavam cenas de cristalina beleza e magia. Em que Maria num momento era uma coruscante serpente de ouro, para no seguinte tornar-se um corpo brilhante como se tecido em luz estelar. Agora, eu era aquelas estrelas. Estava nelas e elas em mim. E assim, cenas indescritíveis sucediam-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em dado momento, Maria parou o canto e a dança, ficando qual uma estátua de luz irradiante, uma flama ardente, faiscante de beleza indescritível, dentro de um cristal. O púbis daquela deusa irradiava como um diamante negro atingido por luz violeta, e os verdes olhos dela brilhavam como gêmeos sóis de esmeralda. Seguiu-se um interlúdio de felicidade e prazer extremos. Minha sensação era de estar mergulhando num negrume luminoso do espaço infinito. Meu pênis pulsava quente. e eu era aquele pulsar levando-me a total inconsciência de mim mesmo. '''(5)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela veio em minha direção. Não andava, simplesmente vinha...&lt;br /&gt;
Fazendo-me sentar na cama, lentamente, mas tão lentamente que mal podia sentir, desnudou-se por completo. Em seguida, colocando o travesseiro por baixo de minhas nádegas - de modo que fiquei levemente inclinado para traz - cruzou-me as pernas na postura do Lotus. Suave e delicadamente sentou-se, por sua vez, sobre meu membro ereto, cruzando as longas pernas às minhas costas, de modo que estávamos, agora, os dois, na posição característica de amor entra SHIVA E SHAKTI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O calor do corpo de Maria ( que não mais era Maria ) envolveu-me calidamente, e o morno odor de sua sensualidade, misturado ao de seu suor, recendia em todo aposento.'''(6)''' Minha respiração - se era que eu respirava - era superficial, longa e quase imperceptível. Ela puxou os meus quadris para a frente, introduzindo meu pênis em sua vagina quente e úmida; depois balbuciou um Nome e permaneceu imóvel. Somente havia um movimento de contração em sua vulva em torno de meu membro.'''(7)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento supremo foi como se um Sol explodisse dentro de Mim. As paredes, o teto, o chão, tudo mais sumiu naquele clarão...Apenas uma luz claríssima, mas não ofuscante, existia. E naquela luz o melodioso som de uma flauta. E tudo estava naquele som.&lt;br /&gt;
Três dias após aquela noite, Maria foi-se embora. Nunca mais a vi fisicamente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus pais adotivos, embora originários de família tradicionalmente católica romana, depois de certos acontecimentos, passaram a dedicar-se ao Culto Umbandista '''(8)'''.&lt;br /&gt;
Assim, desde muito cedo vi-me em contato com Energias oriundas de outros planos de manifestação o que, obviamente, contribuiu diretamente em minha natural tendência para a magia, e ao mesmo tempo manteve-me afastado das influências malsãs do romanismo, do cristianismo “histórico”, mas não do “Cristianismo em sua forma eterna '''(9)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atingindo a adolescência fui atraído de maneira acentuada para a mais proeminente Entidade feminina do Panteão Umbandista: YEMANJÁ, o ORIXÁ fêmea das Águas, que no sincretismo Afro-Brasileiro identifica-se com a Virgem, e no Antigo Egito com ÍSIS, a Mãe Terrestre, que por sua vez se identifica ( em outro plano ) com NUIT, a Mãe Celeste como Ela Mesma se declara em Liber AL: “I am the Infinite Space, &amp;amp; the Infinite Stars thereof”. A frase é um anagrama de Ísis. Ora, esta imagem me foi dada a ver por duas vezes em minha infância ( como a Grande Mãe e como a Grande Prostituta ) incarnadas em Maria, a exuberante mulher de seios fartos que me amamentara, e aquela outra de púbis aveludado que copulara comigo “ritualisticamente”'''(10)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta “adoração” por YEMANJÁ, chocante como possa parecer, desenvolveu em mim características mágico-eróticas. E por enumeras vezes, profundamente energizado a ponto da exaltação, eu, quando ia para a cama com uma mulher, ela imediatamente se transformava ( em minha imaginação ) Naquela Deusa '''(11)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1937, com um ano de idade, padeci de pneumonia. Isto aconteceu em São Lourenço, Estância Hidromineral localizada ao Sul do Estado de Minas Gerais, onde normalmente meus pais iam passar as férias. A doença deixou-me em coma durante 4 dias. No quinto dia pronunciei minha primeira palavra: MA. E me recuperei prontamente '''(12)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta cidade, dois outros fatos ocorreram ( quinze, e vinte e cinco anos depois ). Primeiro: tive , por assim dizer, minha primeira experiência de paixão. Ela era cinco anos mais velha que eu, que contava quinze anos. Sua experiência, sexualmente falando, foi de grande proveito para mim. Ficamos juntos quase três anos seguidos, e DELA guardo uma lembrança muito carinhosa. Segundo: passei ali minha lua-de-mel '''(13)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos treze anos de idade ingressei no Colégio Militar do Rio de Janeiro. Ali adquiri disciplina, respeito à hierarquia, e um grande amor por meus pais; coisas que muito me ajudaram na vida profana e, posteriormente, na iniciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também ali estabeleci ligações de amizade com dois professores que, nos anos futuros, tornar-se-iam conhecidos expoentes no campo do misticismo e da yoga. Juntamente com eles e outros colegas fundamos um Núcleo Espírita dentro do Colégio. Este Núcleo, se não me engano, ainda funciona até hoje. Sob a orientação de um e do outro aprofundei-me no estudo do Ocultismo nos raros, e não muito bons, livros que na época tinha ao alcance '''(14)'''. Incentivado pelo professor H., liguei-me a então conhecida S.T.B.. Nesta organização teosófica, e por sorte minha, tive como instrutor o Sr. D., profundo estudioso e conhecedor das obras de Blavatsky. Por coincidência, a cidade de São Lourenço era, e ainda é, a Meca dos teosofistas ligados à Sociedade fundada por J.H.S.; e, em diversas viagens para aquele centro teosófico, recebi instruções individuais do Sr. D. no próprio interior do Templo MAITREYA ( Templo Mágno da S.T.B. ) '''(15)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro-me que várias vezes, meu instrutor e eu, ficávamos conversando sentados na escadaria que dá acesso ao Templo, observando o pôr do sol. Naqueles momentos eu me sentia como que em outro mundo, e em minha imaginação voava longe.&lt;br /&gt;
Entretanto, todo conhecimento até então adquirido ainda não me preenchia plenamente '''(16)''' e, desligando-me destes laços iniciais, dediquei-me, aproximadamente por dois anos, à Hata-Yoga, sob a sábia orientação do professor H.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não satisfeito com os resultados obtidos '''(17)''', enveredei por outros “caminhos” ocultistas não ortodoxos, seguindo somente os impulsos do coração. Tal atitude provocou grande preocupação entre meus familiares, temerosos que eu não resistisse a pressão e viesse descambar para a demencia. Enfrentando os conflitos e as discussões estéreis que a nada levavam, filiei-me à várias organizações ocultistas. Em uma delas, dissolvia pouco tempo depois, vi-me atraido pelas iniciais A..A. ( o nome desta organização era Agla Avid, sendo chefiada por uma deslumbrante mulher cujo moto mágico era IARADASÃ. Ao que parece, ela era uma magista de grande capacidade e de um “glamour”irresistível. Porém, esta Ordem pouco durou, seus dirigentes devem ter pago muito caro pela ousadia de especular com as sagradas iniciais da Grande Ordem ). Em nenhuma dessas organizações encontrei o que procurava. Mas o que eu procurava? Nem mesmo eu o sabia na época '''(18)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andava, certa ocasião, às voltas com Kardec e Blavatsky ( que mistura! ) quando pela primeira vez li o nome ADONAI. Sem qualquer aparente razão (assim pensava na época) o Nome causou-me estranha comoção. Durante aquela noite custei a dormir, só o conseguindo já de madrugada. Sonhei estar subindo uma colina perdida algures. No topo da elevação sobressaía pequena choupana, sendo a única construção existente naquela paisagem até onde minha vista alcançava. Paz e Tranquilidade moravam ali. Uma perfumada aragem soprava e com ela vinha uma melodia que me treazia recordações. Não dá para explicar de como ouvia a melodia, apenas a “sentia”vibrando em todas as partes do meu ser. Não a ouvia no sentido que normalmente damos ao termo. À porta da choupana um ancião olhava-me complascente. Não pronunciou uma palavra sequer; somente apontava para o interior da singular construção. Entrei. No interior desta havia uma mulher morena, vestia um tipo de robe lilás, transparente, deixando transparecer exuberante sensualidade em seu corpo esguio. No centro do pequeno aposento uma mesa rústica coberta por uma toalha branca sobressaia. Sobre a mesa um volumoso livro fechado em cuja capa, parecendo couro, estavam gravados em ouro 4 caracteres hebraicos . No entanto, eu os lia perfeitamente. Estava escrito ( ADNI=ADONAI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na manhã seguinte, o nome ainda ressoava em minha mente, e assim passei o dia inteiro. À noite, indo a casa de um amigo que, ao que parecia sabia muito mais do assunto do que eu (embora nunca tivera, em qualquer ocasião comentado a respeito comigo), contei-lhe num desabafo meu estranho sonho. Sem nada dizer, ele apenas sorriu. Levantando-se, saiu da sala. Ao retornar trazia num volume e me o entregou. Ali estava, fisicamente palpavel, o livro visto em sonho. Profundamente exitado, li-o naquela mesma noite, ficando fortemente impressionado com o romance escrito por [[JORGE ADOUN]] ( Mago Jefa ). O autor exibia profundos conhecimentos no Caminho Iniciático, usando um Sistema do qual jamais ouvira antes, apontando para certos aspéctos do uso do sexo na Consecução espiritual '''(19)'''. A principal personagem feminina da narrativa ASTAROUTH - a Shakati de Adonis, o Adepto do livro, trazia-me à mente a imagem de Yemanjá, de Maria, de minha primeira amante, de Ísis, etc..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repercussão do livro fora tão violenta em minha mente e coração que, após sua leitura, fiquei como alucinado. Abandonei tudo que até então julgara ser o Caminho. Tudo o que eu “sabia”revelou ser apenas castelos de areia se dissolvendo sob o impácto das ondas do Verdadeiro Conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu ouvira o “Chamado”. Mas não sabia como responder-lhe. Não só o romance ADONAI, como sua continuação. O “BATISMO DO FOGO”me exitara profundamente, reavivando aquele Fogo Consumidor que eu tentara apagar ao seguir sistemes já superados.&lt;br /&gt;
Tomado por profundo sentimento de solidão, de saudades, de desconforto espiritual, de lembranças que ainda se encontravam no limiar de minha memória '''(20)''', fiquei no “ar”, sem saber o que fazer. Onde e como procurar aquele mestre, ou aquela Ordem descrita no livro '''(21)'''. Não mais raciocinando, a inquietação interior aumentava. A pressão chegou ao máximo. Alguma coisa, eu sentia, iria ceder e, por várias vezes, pensei em auto extermínio. A vida não valia nada divorciada do meu “ideal”. Certo dia em total desespero tomei um sério juramento: “Ei de conseguir o que quero, nem que para isto seja necessário morrer” '''(22)'''. O tempo passou. Em 1959, terminando o curso científico ( Escola Preparatória de Cadetes do AR ), renunciei à carreira militar e comecei a me preparar para o vestibular de engenharia, não conseguindo passar no vestibular. Desiludido procurei a Embaixada de França para ingressar na Legião estrangeira. Nada consegui. Resolvi, então, a contra-gosto de meus pais, trbalhar. Neste meio tempo, conheci a mulher com quem me casei.&lt;br /&gt;
A despeito de todo o meu ardente anseio de encontrar “meu Mestre”nada de parecido ocorreu até o verão de 1962.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao casar-me em 1961, renunciei a todas minhas esperanças de, ainda nessa vida, tornar-me um iniciado, e comeceia me dedicar à pintura. Porém, por mais que me esforçasse para esquecer do passado, meus quadros eram vivas contestações a esta renuncia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1964, aquela com quem me casei, e tem sido até hoje muito paciente com minhas traquinices, surgiu como veículo de meu encontro com aquele meu anseio '''(23)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certo dia, ela solicitou-me que comprasse um livro- - - um desses romances comuns. Ao procurá-lo na livraria de nosso bairro (Tijuca), encontrei, perdido perdido entre os livros mque nada tinham a ver com o ocultismo, um curioso livreto intitulado “CHAMANDO OS FILHOS DO SOL”. Intrigado com o título, folheei-o. Na ante capa final havia um nome - '''THELEMA''' -. Uma palavra que eu já houvera lido ou ouvido antes em algum lugar, mas que não ,me lembrava onde e quando '''(24)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comprei o livro e, naquela mesma tarde o li de um só fôlego. O conteúdo do mesmo excitou-me enormemente. Indicava, ao que parecia, a existência de um corpo de Iniciados, entre homens e mulheres, unidos em Espírito e Verdade sob a égide de uma Ordem Superior denominada A.·.A.·. ( iniciais que, tinha absoluta certeza, já ouvira antes ) '''(25)''', trabalhando seriamente no terreno da magia e do misticismo em prol da evolução espiritual e material da humanidade. A esta Ordem Superior, várias outras se ligavam, trabalhando no mesmo sentido e promulgando a Lei de THELEMA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que mais me atraíra na narrativa era o modo de como o assunto estava colocado. O autor, ou autores, (não havia nenhum nome desta, apenas uma inicial M.) declarava abertamente que todos os sistemas, até então usados, estavam mortos, ultrapassados, e que um Novo Sistema (Thelema) fora oferecido ao mundo. Uma NOVA ERA já despontara para o mundo. As declarações do livro causaram-me grande impressão. Parecia-me, por assim dizer, ester familiarizado com tudo aquilo; que já o sabia de uma forma ou de outra, abrindo-me as Portas de minha memória '''(25)''', paralelamente a isto, uma parte de mim repudiava o livro. Era incrível, um verdadeiro paradoxo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abordando vários assuntos, ele ia fundo no âmago das coisas. Referindo-se ao sexo- - - que eu tentara inutilmente reprimir- - - o autor contradizia tudo que, com excessão de Jorge Adoum, dizia sobre o assunto: “Sede mais abençoado quanto mais fordes potentes, quanto mais anciares pela beleza e refrigério da mulher” '''(26)'''. Aquilo parecia loucura. Todos nós “ocultistas”não sabemos que o sexo é uma das grandes barreiras no Caminho? Não é dito em todas as partes que a castidade é a base de tudo? Que loucura. E mais adiante: “Nossa fraternidade é a Fraternidade dos Filhos da Luz. Anossa Habitação é o Lago de Fogo Eterno, o SOL”. Era demais para mim.Caí doente. Durante quase uma semana a febre corroeu-me internemente. Uma decisão. Entre as Ordens enumeradas no Livro, uma delas me chamou mais a atenção: a ordo templi orientis '''(27)'''. Escrevi para o endereço contido no livro, solicitando mais informações a respeito. E, assim, iniciou-se uma relação que duraria treze anos. Eu havia encontrado meu primeiro instrutor nas Artes Mágicas e Místicas. Meu juramento havia sido aceito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“ O Mestre ” aparecera para reclamar seus direitos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui convocado e colocado na Balança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1963, por indicação de um amigo, iniciei-me na Macónaria Osiriana. O Ritual de Inciaiação decepcionou-me profundamente., pois desenvolveu-se no plano físico. Não me oferecera nenhuma visão interna. Sai da cerimônia tão profano quando antes '''(28)'''.&lt;br /&gt;
Alcançando a plenitude macônica em 1966 '''(29)''', e já com certa bagagem de conhecimento verdadeiramente iniciático, escrevi uma carta aberta a todas as lojas listadas como pertencentes a maior Potência Maçônica do Brasil. Nesta, relatava a todos os Irmãos a séria situação em que a Ordem Maçônica se encontrava no Brasil '''(30)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compreedendo, embora tardiamente, a falta de visão iniciática da grande maioria dos mações, e recebendo enérgicas instruções de meu instrutor na ordo templi orientis para não mais interferir ( seria pura perda de tempo ), retirei-me definitivamente daquela Ordem osiriana, mas não da Real Maçonaria, dedicando-me inteiramente ap meu processo na ordo templi orientis '''(31)'''. Mais um elo fora desfeito com o passado. Mas haviam muitos outros ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira fase de minha iniciação terminara '''(32)'''. Durante o longo período que agora parece tão curto, estive constantemente sob ordálias, as mais severas, spbre as quais me é bastante difícil descrever '''(33)'''. O doloroso processo de se desligar dos velhos caminhos e condicionamentos do homem lunar, de sofrer o caos '''(34)''' que se estabelece entre duas posições , e de se lançar no desconhecido, estava finalmente terminado naquela fase. Até onde podia perceber , eu vencera o período de &amp;quot;probação&amp;quot;. Começara a engendrar a &amp;quot;criança&amp;quot; em mim mesmo. de como Ela cresceria, ou mesmo se cresceria, dependia única e exclusivamente de meus próprios esforços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fase culminou com o vislumbre da &amp;quot;terrivelmente magnífica&amp;quot;, e magnificamente terrível, visão parcial do que o homem é, e suas relações com o universo '''(35)'''. Percebera também a futilidade das ambições de poderes mágicos, e das ambições humanas em todas as relações sociais e segmentos da vida; a total impermanência das coisas do mundo explodiu em minha face.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(1)''' - Esta frase, “pela vontade de Deus” é repugnante à Thelemitas. Frater T. usou-a aqui de maneira irônica, querendo demonstrar de como certas crendices do Antigo Aeon “condicionam” as pessoas a uma aceitação passiva de fatos que poderiam ser evitados. No particular caso da morte da mãe dele, NÃO FOI A VONTADE DE DEUS que determinou a morte de sua mãe, mas sim a péssima higiene do Hospital onde ela foi atendida. É necessário terminar com este condicionamento de culpar a Deus por todas as nossas burrices e ignorância. Por acaso foi Deus quem determinou a criação da, assim chamada, Santa Inquisição ? Ou a perseguição dos Judeus na Europa ?&lt;br /&gt;
No entanto, os verdadeiros inventores destas barbaridades assim se justificam. Cretinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(2)''' - Maria, a jovem contratada para amamentar a criança, tivera uma filha poucos dias antes do nascimento do menino. Durante muito tempo as duas crianças se relacionaram como verdadeiros irmãos. Isto fez com que qualquer tipo de preconceito - racial ou social - fosse arrancado do coração de Frater T. pela raiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(3)''' - Babá, pela Qabalah é 2+1+2+1 = 6, o n° do Sol, Tiphareth, o Sagrado Anjo Guardião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(4)''' - Ano e mês da morte de Crowley ( 01.12.47).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(5)''' - O mesmo fenômeno se repetiria anos mais tarde, e por várias vezes, quando Frater T., então Frater Z., praticava intensamente Swastikasana, permanecendo na posição, em meditação, por largo espaço de tempo. Naquela época, e isto talvez seja muito significativo, seu Instrutor não soube explicar o fato da ereção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(6)''' - Anos mais tarde, ante uma “ visão” semelhante, ele descreveria em seu “Canto de Amor a Minha Secreta Deusa”: “O Amrit precioso está em toda parte. Ele transborda nas gotas peroladas de Teu suor que perfuma o inteiro Universo”. Vida “A Deusa Negra” ( Cap. IV: vs. 8 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(7)''' - Maria, ao que tudo indica, era uma experiente praticante das Artes Tântricas. Seu encontro com o menino não fora “ acaso” como veremos adiante. Aos interessados no assunto, indicamos “TANTRISMO”, Benjamim Walker; “TANTRA FOR WESTERNERS”, Francis King; “METAFÍSICA DO SEXO”, Julius Evola; e, é claro, os escritos de F. Perdurado, principalmente o “ENTUSIASMO ENERGIZADO”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(8)''' Sua mãe, uma maga natural, iniciara-se nos Mistérios da Umbanda pouco depois de seu segundo matrimônio, quando o filho verdadeiro faleceu em circunstâncias muito dolorosas para ela. Após alguns anos de dedicação e preparo neste Sistema Iniciático, recebeu, na Bahia, o Grau de IALORIXÁ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(9)''' Como muito mais tarde vim a saber: “A literal adulteração e destruição dos antigos símbolos é quase nada comparada com a sistemática iconoclastia operativa por séculos nos secretos santuários do Judaísmo e da Cristandade, quando importantes documentos foram destruídos, textos mutilados e deliberadamente distorcidos para abrir caminho para o oculto desta anomalia suprema na história da religiões: um histórico salvador que morre e ressuscita na carne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(10)''' YEMANJÁ, sendo um Orixá ( isto é, uma “Deusa”, uma Força da Natureza, do Panteão Africano) jamais poderia ser representada branca, vestida, como acontece ser figurada por aí. Sua imagem deve ser figurada, portanto, como uma mulher de pele escura, nua, exuberante em toda sua sensualidade, seios fartos, etc.&lt;br /&gt;
A representação deste orixá como branca, vestida e com ares de virgem, tipo católico romana, é uma deturpação do símbolo original e demonstra, sem sombra de dúvidas, a intromissão da mão do Vaticano que abomina tudo que é santo, belo, puro, e dinâmico; como também, por outro lado, desmascara o RACISMO mal disfarçado na “sociedade”, dita cristã, brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(11)''' Chocante para os maliciosos puritanos e pederastas, escravos do Deus Sacrificado, Morto e castrado, não para verdadeiros Iniciados. O ato do rapaz era automático, expontâneo. Não recendia a qualquer tipo de malícia ao executá-lo: a imagem imergia naturalmente, sem esforço. Visualizando Deus, isto é, vendo a Deusa sob sua forma telesmática, tal qual era representada na Verdadeira Umbanda.&lt;br /&gt;
Aos carolas e imbecis tecedores de intrigas, que no fim vem a ser a mesma coisa, estes jamais poderão entender a verdadeira natureza existente nesta exaltação religiosa.&lt;br /&gt;
Que iniciados atentem para este ato mágico do rapaz, principalmente aqueles do VIII°. Para outros já familiarizados com as obras de THERION, refiro-me à REX DE ARTE REGIA, CROWLEY ON CHRIST, etc., onde inúmeras passagens são abordadas e comentadas por Frater Aossic AIWASS. O fato dos “cristãos” conceberem o ato de amor como pecaminoso, imundo, etc., não impede que os Mistérios do Sexo continue a manter a dignidade e Divindade que lhe correspondem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Árvore da Vida, a Corrente Mercurial está identificada por AJE CHALUGA, Deus das Riquezas. Ele é filho da Grande profundidade ( LOKUM ) e possui como símbolo uma enorme concha marinha ( símbolo inconfundível do YONI ). Este símbolo tipifica, na Zona YESODIOCA, através Yemanjá, a grande Mãe, também conhecida como FUNDAÇÃO, de cuja vulva nascem todas as outras de idades. De seus seios volumosos originam-se duas Correntes do Líquido Primordial, estilizado como o símbolo de AQUARIUS. Na Mitologia Hindu Ela é também KALI, a Deusa Negra. Existem muitos fatos na vida de Frater A. que ao observador atento revelará muita coisa: certa vez ele se surpreendeu, diante de um espelho, repetindo seu nome profano seguidamente ao ponto que em dado momento, perdia totalmente sua noção de identidade, não conseguindo mais “ligar” o nome a si mesmo. O nome soava-lhe totalmente falso e estranho àquilo que ele sentia ser SI MESMO. Ele passava horas nesta “brincadeira”, até que um dia, sendo surpreendido por sua mãe, esta (assustada ) lhe proibiu de continuar a fazê-lo. Infelizmente, ele parou a brincadeira. Anos mais tarde, quando praticava seus exercícios de meditação, viu-se forçado a usar um mantra para manter a mente vazia; lembrou-se da experiência passada, e a coisa tornou-se bastante fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(12)''' É muito indicativo que sendo Frater T. um geminiano, tenha tido, como primeira doença grave, pneumonia, um mal caracteristicamente pulmonar, órgão diretamente ligado ao AR.&lt;br /&gt;
A palavra MA ou MAUT. Maut e Nu possuem valor 56 (=11). Ma ou MAUT são idênticas com MAAT como a real partícula atômica- - ATMA. Os dois conceitos, MAUT e NU, somados dão 112 ( 2x56 ) . MA, a filha de MAAT, designa o Círculo Menor ou AEON de MAAT, isto é, MA-ION. O animal totem de MA, ou MAUT, é o Abutre, símbolo tipicamente aéreo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(13)''' Só que com Maria não fora uma experiência normal, por assim dizer. Funcionára em outros planos além do físico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(14)''' Nesta mesma época, a conhecida organização “esotérica”chamada “Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento”estava em vias de decadência, ao se deixar infiltrar por forças das mais malígnas, encabeçadas pela LOJA NEGRA (não confundir com Fraternidade Negra. Sendo esta uma ramificação da Grande Fraternidade dos Irmãos da Luz). Isto se após o falecimento de A.O.Rodrigues.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(15)''' A Sociedade Teosófica Brasileira era uma organização dissidente da Sociedade Teosófica (Adyar-india) fundada por H.P.Blavatsky em 1875- - ano de nascimento de Crowley- - - e cuja representante, no Brasil chamava-se Sociedade Teosófica do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(16)''' A explicação desta inquietação interna residia no fato de que todo aquele conhecimento, com raras excessões, apenas atingiam o nível do intelecto ou, quando muito, o astral inferior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(17)''' Frater T. era, quando moço, muito apressado. Queria resultados imediatos. Esta faceta---comum aos geminianos--- foi purgada somente após alguns anos de treinamento intensivo. Por outro lado a Hata-Yoga não era o seu caminho, embora as práticas fundamentais daquele Sistema o tenham auxiliado bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(18)''' Por trás desta preocupação familiar esconde-se um dos truques que o homem lunar é testado. E representa uma das maiores barreiras no caminho.( vide maiores detalhes em MAGICK WITHOUT TEAR, pag. 334 - LLewellyn Publications - 1973).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(19)''' O Dr. Jorge Adoum estava ligado à várias fraternidades maçônicas de alto grau, entretanto, somente uma delas possuia o ele com o Sistema-Thelemico. Infelizmente, mesmo esta, fora infiltrada por esbirros do romantismo e, com o passar do tempo perdeu contato com os Planos Internos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(20)''' A referência aqui é à memória mágica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(21)''' Como alguém já dissera certa vez: &amp;quot;é a coisa mais fácil encontrar pelo Iniciado. E mais difícil de ser encontrada pelo profano. No entanto, esta tão perto de nós...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(22)''' O Juramento fora sincero, e os Senhores do Karma aceitaram o voto, colocando em movimento as forças necessárias para provar a resolução dele. Leitores devem perceber que Frater T. ainda estava, na época, sob o condicionamento a ele infundido pela sociedade em que vivia. Porém, mesmo assim, a idéia que, inconscientemente, fazia da morte tinha características bem próximas daquelas que Crowley nos explica em &amp;quot;Magick&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(23)''' A função da mulher de Frater T. foi assumida em 08 de dezembro de 1961, quando ela &amp;quot;ungiu&amp;quot; a Baqueta dele com sangue. Observem que a data é dedicada a Yansã na tradição umbandista e a Nossa Senhora da Conceição na Tradição Romana. Yansã sendo uma forma de Yemanjá. O ato mágico formou um elo com a corrente thelemica, que fortificou-se com o tempo. Todo este evento está, em detalhes, descrito em seu diário mágico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(24)''' A palavra fora ouvida na F.R.A. anos antes. Esta ordem maçônica&amp;quot;, fundada por A. Krumm-Heller com autorização dos irmãos do Círculo Interno, perdeu seu elo com a Genuína Corrente, após a imprudente resolução de seu fundador em usar o nome R.C. externamente. O Dr. Krumm-Heller pertencia ao VIII° ordo templi orientis , e como tal tinha direito em fundar um ordem pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(25)''' Em 1975, Frater T., iniciou-se nesta &amp;quot;ordem&amp;quot; no intuito de fechar um ciclo que se fazia necessário ao seu trabalho. Sua iniciação, sendo presidida pelo Ir. P.P. em Santos Dumont, indica a finalidade do ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' O conteúdo do livro imantara profundamente a mente mágica de Frater T. com seus símbolos e chaves ali contidos. O autor surgia, em sua imaginação, como um daqueles Mestres procurado. Entretanto, no fundo de seu inconciente algo se remexia de modo antipático contra o autor. Se Frater A. tivesse analisado a origem desta antipatia é bem provável que muita coisa teria sido evitada. Mas ele era apenas um ignorante buscador, e muito jovem ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As iniciais A. A. eram apenas da Agla-Avid, aquela &amp;quot;irmandade&amp;quot; referida acima. Uma personificação das Forças Negras em uma de suas tentativas de usurpar a Verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' Para pessoas cuja percepção cuja percepção ainda sujeita à limitações impostas por uma religião totalmente forjada na mentira. É muito difícil se desembaraçardas teias preconceituosas criadas em torno do sexo e, em vista disso, não poderão, a não ser através da verdadeira iniciação, obter as &amp;quot;chaves'dos divinos mistériosda Natureza e a Unidade e Divindade do Todo. É exatamente como nos informa Frater Efraim: &amp;quot;Enquanto consideraresobcenas as naturais e expontâneas manifestações da sexualidade, não poderas penetrar no santuário, nem conhecer a relação exata e correta do sexo com a espiritualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(27)''' Principalmente o &amp;quot;Lamem&amp;quot; da Ordem que ele já tivera oportunidade de ver num livreto da [[AMORC]]. Tal como na [[FRA]], a AMORC também fora fundada por um membro da ordo templi orientis . Porém da mesma forma, seu fundador ousou especular o Nome Sagrado abaixo e acima do Abismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escritos e livros de Frater Thor (Euclydes) e outros membros da Sagrada Ordem da A.'.A.'.==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/ht/ensaios/ensaios.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Euclydes_Lacerda_de_Almeida&amp;diff=7039</id>
		<title>Euclydes Lacerda de Almeida</title>
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		<updated>2007-10-15T13:51:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:euc.jpg|thumb|right|Desenho de Euclydes Lacerda]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vi a luz do mundo na Cidade do Rio de Janeiro, aos dezoito dias do mês de junho de l936 e.v., tendo o Sol em 28° Gemini e a Lua em Câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha mãe veio a falecer “pela vontade de Deus”'''(1)''' treze dias após meu nascimento, vítima de fulminante infecção hospitalar. Meu pai ainda jovem e sem recursos necessários para arcar com a responsabilidade de minha criação, entregou-me aos cuidados de um casal de abastada família carioca. Estes pais adotivos me criaram e educaram dentro dos melhores padrões existentes na época.&lt;br /&gt;
Eu nascera tão franzino que, segundo os médicos, pouca, ou nenhuma chance teria em sobreviver com a falta do leite materno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria ,uma mulata jovem, foi contratada para suprir esta falta. E graças a ela consegui contestar o diagnóstico fúnebre dos médicos, suplantando este primeiro obstáculo que se erguera no alvorecer de minha existência terrena.'''(2)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jovem mestiça representou, sob vários aspectos, a mais importante influência que sofri nos primeiros anos de minha vida e, talvez de bons(bens?) futuros “carinhos”. Graças a energia de Maria eu conseguira viver, como fora também graças a sua interferência áurica que as minhas tendências mágico-místicas vieram à tona de maneira natural e rápida.&lt;br /&gt;
Maria permaneceu por longo tempo à nosso serviço como copeira e minha babá.'''(3)'''&lt;br /&gt;
Eu não havia ainda completado onze anos de idade quando, através dela, vivi a mais importante experiência mágica naquela época. Experiência que jamais poderia esquecer, tal a Energia liberada, e que foi, sob muitos aspectos, a minha primeira Iniciação.&lt;br /&gt;
Aconteceu no verão de 1947 e.v.'''(4)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já me encontrava deitado, meus pais permaneciam no andar térreo da casa onde morávamos, escutando rádio, coisa que naquele tempo era muito comum, tal qual é hoje em relação à televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a porta e janelas do quarto abertas em virtude do abrasante calor, eu podia apreciar o lindo céu, onde o crescente lunar flutuava como um barco num oceano de estrelas.&lt;br /&gt;
Entre dormindo e acordado, percebi um vulto entrando no quarto. Era Maria, que dirigia-se a mim numa estranha linguagem, mas bastante sonora. Aproximando-se vagarosamente, como se flutuando, parou a minha frente, bem perto dos pés da cama. Estava completamente nua. Seu corpo exuberante brilhava, à luz do luar, molhado pelo suor que, escorrendo em gotas até seu púbis, cintilava como diamantes sobre o veludo negro. Eu, ainda criança, permaneci estático, maravilhado e fascinado ante aquela visão inaudita de uma mulher despida, e que mulher...O corpo dela tornava-se mais visível a medida que meus olhos se adaptavam a semi-escuridão do quarto. Tênue claridade carmim a circundava, acentuando os seus contornos femininos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase sussurrando, ela iniciou um canto cadenciado enquanto movia o corpo em ondulações sensuais. Cantava, dançava e girava em volta de um imaginário ponto no centro do quarto que era bem espaçoso. Algo pulsava dentro de mim, e crescia, crescia...&lt;br /&gt;
Subitamente ela dirigiu-se as palmas abertas das mãos em minhas direção.&lt;br /&gt;
Ilusão, ou não, vi filetes de irradiante luz emanarem dali. Meu corpo inteiro “vibrou” em espasmos de prazer com a energia recebida. Eu não era mais eu, porém um diminuto ponto adimensional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surpreendentemente, não fui assaltado por qualquer sentimento de medo. Pelo contrário, Eu era pura alegria, pura energia e prazer. A minha frente ( se é que era frente ) desfilavam cenas de cristalina beleza e magia. Em que Maria num momento era uma coruscante serpente de ouro, para no seguinte tornar-se um corpo brilhante como se tecido em luz estelar. Agora, eu era aquelas estrelas. Estava nelas e elas em mim. E assim, cenas indescritíveis sucediam-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em dado momento, Maria parou o canto e a dança, ficando qual uma estátua de luz irradiante, uma flama ardente, faiscante de beleza indescritível, dentro de um cristal. O púbis daquela deusa irradiava como um diamante negro atingido por luz violeta, e os verdes olhos dela brilhavam como gêmeos sóis de esmeralda. Seguiu-se um interlúdio de felicidade e prazer extremos. Minha sensação era de estar mergulhando num negrume luminoso do espaço infinito. Meu pênis pulsava quente. e eu era aquele pulsar levando-me a total inconsciência de mim mesmo. '''(5)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela veio em minha direção. Não andava, simplesmente vinha...&lt;br /&gt;
Fazendo-me sentar na cama, lentamente, mas tão lentamente que mal podia sentir, desnudou-se por completo. Em seguida, colocando o travesseiro por baixo de minhas nádegas - de modo que fiquei levemente inclinado para traz - cruzou-me as pernas na postura do Lotus. Suave e delicadamente sentou-se, por sua vez, sobre meu membro ereto, cruzando as longas pernas às minhas costas, de modo que estávamos, agora, os dois, na posição característica de amor entra SHIVA E SHAKTI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O calor do corpo de Maria ( que não mais era Maria ) envolveu-me calidamente, e o morno odor de sua sensualidade, misturado ao de seu suor, recendia em todo aposento.'''(6)''' Minha respiração - se era que eu respirava - era superficial, longa e quase imperceptível. Ela puxou os meus quadris para a frente, introduzindo meu pênis em sua vagina quente e úmida; depois balbuciou um Nome e permaneceu imóvel. Somente havia um movimento de contração em sua vulva em torno de meu membro.'''(7)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento supremo foi como se um Sol explodisse dentro de Mim. As paredes, o teto, o chão, tudo mais sumiu naquele clarão...Apenas uma luz claríssima, mas não ofuscante, existia. E naquela luz o melodioso som de uma flauta. E tudo estava naquele som.&lt;br /&gt;
Três dias após aquela noite, Maria foi-se embora. Nunca mais a vi fisicamente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus pais adotivos, embora originários de família tradicionalmente católica romana, depois de certos acontecimentos, passaram a dedicar-se ao Culto Umbandista '''(8)'''.&lt;br /&gt;
Assim, desde muito cedo vi-me em contato com Energias oriundas de outros planos de manifestação o que, obviamente, contribuiu diretamente em minha natural tendência para a magia, e ao mesmo tempo manteve-me afastado das influências malsãs do romanismo, do cristianismo “histórico”, mas não do “Cristianismo em sua forma eterna '''(9)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atingindo a adolescência fui atraído de maneira acentuada para a mais proeminente Entidade feminina do Panteão Umbandista: YEMANJÁ, o ORIXÁ fêmea das Águas, que no sincretismo Afro-Brasileiro identifica-se com a Virgem, e no Antigo Egito com ÍSIS, a Mãe Terrestre, que por sua vez se identifica ( em outro plano ) com NUIT, a Mãe Celeste como Ela Mesma se declara em Liber AL: “I am the Infinite Space, &amp;amp; the Infinite Stars thereof”. A frase é um anagrama de Ísis. Ora, esta imagem me foi dada a ver por duas vezes em minha infância ( como a Grande Mãe e como a Grande Prostituta ) incarnadas em Maria, a exuberante mulher de seios fartos que me amamentara, e aquela outra de púbis aveludado que copulara comigo “ritualisticamente”'''(10)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta “adoração” por YEMANJÁ, chocante como possa parecer, desenvolveu em mim características mágico-eróticas. E por enumeras vezes, profundamente energizado a ponto da exaltação, eu, quando ia para a cama com uma mulher, ela imediatamente se transformava ( em minha imaginação ) Naquela Deusa '''(11)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1937, com um ano de idade, padeci de pneumonia. Isto aconteceu em São Lourenço, Estância Hidromineral localizada ao Sul do Estado de Minas Gerais, onde normalmente meus pais iam passar as férias. A doença deixou-me em coma durante 4 dias. No quinto dia pronunciei minha primeira palavra: MA. E me recuperei prontamente '''(12)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta cidade, dois outros fatos ocorreram ( quinze, e vinte e cinco anos depois ). Primeiro: tive , por assim dizer, minha primeira experiência de paixão. Ela era cinco anos mais velha que eu, que contava quinze anos. Sua experiência, sexualmente falando, foi de grande proveito para mim. Ficamos juntos quase três anos seguidos, e DELA guardo uma lembrança muito carinhosa. Segundo: passei ali minha lua-de-mel '''(13)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos treze anos de idade ingressei no Colégio Militar do Rio de Janeiro. Ali adquiri disciplina, respeito à hierarquia, e um grande amor por meus pais; coisas que muito me ajudaram na vida profana e, posteriormente, na iniciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também ali estabeleci ligações de amizade com dois professores que, nos anos futuros, tornar-se-iam conhecidos expoentes no campo do misticismo e da yoga. Juntamente com eles e outros colegas fundamos um Núcleo Espírita dentro do Colégio. Este Núcleo, se não me engano, ainda funciona até hoje. Sob a orientação de um e do outro aprofundei-me no estudo do Ocultismo nos raros, e não muito bons, livros que na época tinha ao alcance '''(14)'''. Incentivado pelo professor H., liguei-me a então conhecida S.T.B.. Nesta organização teosófica, e por sorte minha, tive como instrutor o Sr. D., profundo estudioso e conhecedor das obras de Blavatsky. Por coincidência, a cidade de São Lourenço era, e ainda é, a Meca dos teosofistas ligados à Sociedade fundada por J.H.S.; e, em diversas viagens para aquele centro teosófico, recebi instruções individuais do Sr. D. no próprio interior do Templo MAITREYA ( Templo Mágno da S.T.B. ) '''(15)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro-me que várias vezes, meu instrutor e eu, ficávamos conversando sentados na escadaria que dá acesso ao Templo, observando o pôr do sol. Naqueles momentos eu me sentia como que em outro mundo, e em minha imaginação voava longe.&lt;br /&gt;
Entretanto, todo conhecimento até então adquirido ainda não me preenchia plenamente '''(16)''' e, desligando-me destes laços iniciais, dediquei-me, aproximadamente por dois anos, à Hata-Yoga, sob a sábia orientação do professor H.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não satisfeito com os resultados obtidos '''(17)''', enveredei por outros “caminhos” ocultistas não ortodoxos, seguindo somente os impulsos do coração. Tal atitude provocou grande preocupação entre meus familiares, temerosos que eu não resistisse a pressão e viesse descambar para a demencia. Enfrentando os conflitos e as discussões estéreis que a nada levavam, filiei-me à várias organizações ocultistas. Em uma delas, dissolvia pouco tempo depois, vi-me atraido pelas iniciais A..A. ( o nome desta organização era Agla Avid, sendo chefiada por uma deslumbrante mulher cujo moto mágico era IARADASÃ. Ao que parece, ela era uma magista de grande capacidade e de um “glamour”irresistível. Porém, esta Ordem pouco durou, seus dirigentes devem ter pago muito caro pela ousadia de especular com as sagradas iniciais da Grande Ordem ). Em nenhuma dessas organizações encontrei o que procurava. Mas o que eu procurava? Nem mesmo eu o sabia na época '''(18)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andava, certa ocasião, às voltas com Kardec e Blavatsky ( que mistura! ) quando pela primeira vez li o nome ADONAI. Sem qualquer aparente razão (assim pensava na época) o Nome causou-me estranha comoção. Durante aquela noite custei a dormir, só o conseguindo já de madrugada. Sonhei estar subindo uma colina perdida algures. No topo da elevação sobressaía pequena choupana, sendo a única construção existente naquela paisagem até onde minha vista alcançava. Paz e Tranquilidade moravam ali. Uma perfumada aragem soprava e com ela vinha uma melodia que me treazia recordações. Não dá para explicar de como ouvia a melodia, apenas a “sentia”vibrando em todas as partes do meu ser. Não a ouvia no sentido que normalmente damos ao termo. À porta da choupana um ancião olhava-me complascente. Não pronunciou uma palavra sequer; somente apontava para o interior da singular construção. Entrei. No interior desta havia uma mulher morena, vestia um tipo de robe lilás, transparente, deixando transparecer exuberante sensualidade em seu corpo esguio. No centro do pequeno aposento uma mesa rústica coberta por uma toalha branca sobressaia. Sobre a mesa um volumoso livro fechado em cuja capa, parecendo couro, estavam gravados em ouro 4 caracteres hebraicos . No entanto, eu os lia perfeitamente. Estava escrito ( ADNI=ADONAI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na manhã seguinte, o nome ainda ressoava em minha mente, e assim passei o dia inteiro. À noite, indo a casa de um amigo que, ao que parecia sabia muito mais do assunto do que eu (embora nunca tivera, em qualquer ocasião comentado a respeito comigo), contei-lhe num desabafo meu estranho sonho. Sem nada dizer, ele apenas sorriu. Levantando-se, saiu da sala. Ao retornar trazia num volume e me o entregou. Ali estava, fisicamente palpavel, o livro visto em sonho. Profundamente exitado, li-o naquela mesma noite, ficando fortemente impressionado com o romance escrito por [[JORGE ADOUN]] ( Mago Jefa ). O autor exibia profundos conhecimentos no Caminho Iniciático, usando um Sistema do qual jamais ouvira antes, apontando para certos aspéctos do uso do sexo na Consecução espiritual '''(19)'''. A principal personagem feminina da narrativa ASTAROUTH - a Shakati de Adonis, o Adepto do livro, trazia-me à mente a imagem de Yemanjá, de Maria, de minha primeira amante, de Ísis, etc..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repercussão do livro fora tão violenta em minha mente e coração que, após sua leitura, fiquei como alucinado. Abandonei tudo que até então julgara ser o Caminho. Tudo o que eu “sabia”revelou ser apenas castelos de areia se dissolvendo sob o impácto das ondas do Verdadeiro Conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu ouvira o “Chamado”. Mas não sabia como responder-lhe. Não só o romance ADONAI, como sua continuação. O “BATISMO DO FOGO”me exitara profundamente, reavivando aquele Fogo Consumidor que eu tentara apagar ao seguir sistemes já superados.&lt;br /&gt;
Tomado por profundo sentimento de solidão, de saudades, de desconforto espiritual, de lembranças que ainda se encontravam no limiar de minha memória '''(20)''', fiquei no “ar”, sem saber o que fazer. Onde e como procurar aquele mestre, ou aquela Ordem descrita no livro '''(21)'''. Não mais raciocinando, a inquietação interior aumentava. A pressão chegou ao máximo. Alguma coisa, eu sentia, iria ceder e, por várias vezes, pensei em auto extermínio. A vida não valia nada divorciada do meu “ideal”. Certo dia em total desespero tomei um sério juramento: “Ei de conseguir o que quero, nem que para isto seja necessário morrer” '''(22)'''. O tempo passou. Em 1959, terminando o curso científico ( Escola Preparatória de Cadetes do AR ), renunciei à carreira militar e comecei a me preparar para o vestibular de engenharia, não conseguindo passar no vestibular. Desiludido procurei a Embaixada de França para ingressar na Legião estrangeira. Nada consegui. Resolvi, então, a contra-gosto de meus pais, trbalhar. Neste meio tempo, conheci a mulher com quem me casei.&lt;br /&gt;
A despeito de todo o meu ardente anseio de encontrar “meu Mestre”nada de parecido ocorreu até o verão de 1962.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao casar-me em 1961, renunciei a todas minhas esperanças de, ainda nessa vida, tornar-me um iniciado, e comeceia me dedicar à pintura. Porém, por mais que me esforçasse para esquecer do passado, meus quadros eram vivas contestações a esta renuncia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1964, aquela com quem me casei, e tem sido até hoje muito paciente com minhas traquinices, surgiu como veículo de meu encontro com aquele meu anseio '''(23)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certo dia, ela solicitou-me que comprasse um livro- - - um desses romances comuns. Ao procurá-lo na livraria de nosso bairro (Tijuca), encontrei, perdido perdido entre os livros mque nada tinham a ver com o ocultismo, um curioso livreto intitulado “CHAMANDO OS FILHOS DO SOL”. Intrigado com o título, folheei-o. Na ante capa final havia um nome - '''THELEMA''' -. Uma palavra que eu já houvera lido ou ouvido antes em algum lugar, mas que não ,me lembrava onde e quando '''(24)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comprei o livro e, naquela mesma tarde o li de um só fôlego. O conteúdo do mesmo excitou-me enormemente. Indicava, ao que parecia, a existência de um corpo de Iniciados, entre homens e mulheres, unidos em Espírito e Verdade sob a égide de uma Ordem Superior denominada A.·.A.·. ( iniciais que, tinha absoluta certeza, já ouvira antes ) '''(25)''', trabalhando seriamente no terreno da magia e do misticismo em prol da evolução espiritual e material da humanidade. A esta Ordem Superior, várias outras se ligavam, trabalhando no mesmo sentido e promulgando a Lei de THELEMA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que mais me atraíra na narrativa era o modo de como o assunto estava colocado. O autor, ou autores, (não havia nenhum nome desta, apenas uma inicial M.) declarava abertamente que todos os sistemas, até então usados, estavam mortos, ultrapassados, e que um Novo Sistema (Thelema) fora oferecido ao mundo. Uma NOVA ERA já despontara para o mundo. As declarações do livro causaram-me grande impressão. Parecia-me, por assim dizer, ester familiarizado com tudo aquilo; que já o sabia de uma forma ou de outra, abrindo-me as Portas de minha memória '''(25)''', paralelamente a isto, uma parte de mim repudiava o livro. Era incrível, um verdadeiro paradoxo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abordando vários assuntos, ele ia fundo no âmago das coisas. Referindo-se ao sexo- - - que eu tentara inutilmente reprimir- - - o autor contradizia tudo que, com excessão de Jorge Adoum, dizia sobre o assunto: “Sede mais abençoado quanto mais fordes potentes, quanto mais anciares pela beleza e refrigério da mulher” '''(26)'''. Aquilo parecia loucura. Todos nós “ocultistas”não sabemos que o sexo é uma das grandes barreiras no Caminho? Não é dito em todas as partes que a castidade é a base de tudo? Que loucura. E mais adiante: “Nossa fraternidade é a Fraternidade dos Filhos da Luz. Anossa Habitação é o Lago de Fogo Eterno, o SOL”. Era demais para mim.Caí doente. Durante quase uma semana a febre corroeu-me internemente. Uma decisão. Entre as Ordens enumeradas no Livro, uma delas me chamou mais a atenção: a ordo templi orientis '''(27)'''. Escrevi para o endereço contido no livro, solicitando mais informações a respeito. E, assim, iniciou-se uma relação que duraria treze anos. Eu havia encontrado meu primeiro instrutor nas Artes Mágicas e Místicas. Meu juramento havia sido aceito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“ O Mestre ” aparecera para reclamar seus direitos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui convocado e colocado na Balança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1963, por indicação de um amigo, iniciei-me na Macónaria Osiriana. O Ritual de Inciaiação decepcionou-me profundamente., pois desenvolveu-se no plano físico. Não me oferecera nenhuma visão interna. Sai da cerimônia tão profano quando antes '''(28)'''.&lt;br /&gt;
Alcançando a plenitude macônica em 1966 '''(29)''', e já com certa bagagem de conhecimento verdadeiramente iniciático, escrevi uma carta aberta a todas as lojas listadas como pertencentes a maior Potência Maçônica do Brasil. Nesta, relatava a todos os Irmãos a séria situação em que a Ordem Maçônica se encontrava no Brasil '''(30)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compreedendo, embora tardiamente, a falta de visão iniciática da grande maioria dos mações, e recebendo enérgicas instruções de meu instrutor na ordo templi orientis para não mais interferir ( seria pura perda de tempo ), retirei-me definitivamente daquela Ordem osiriana, mas não da Real Maçonaria, dedicando-me inteiramente ap meu processo na ordo templi orientis '''(31)'''. Mais um elo fora desfeito com o passado. Mas haviam muitos outros ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira fase de minha iniciação terminara '''(32)'''. Durante o longo período que agora parece tão curto, estive constantemente sob ordálias, as mais severas, spbre as quais me é bastante difícil descrever '''(33)'''. O doloroso processo de se desligar dos velhos caminhos e condicionamentos do homem lunar, de sofrer o caos '''(34)''' que se estabelece entre duas posições , e de se lançar no desconhecido, estava finalmente terminado naquela fase. Até onde podia perceber , eu vencera o período de &amp;quot;probação&amp;quot;. Começara a engendrar a &amp;quot;criança&amp;quot; em mim mesmo. de como Ela cresceria, ou mesmo se cresceria, dependia única e exclusivamente de meus próprios esforços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fase culminou com o vislumbre da &amp;quot;terrivelmente magnífica&amp;quot;, e magnificamente terrível, visão parcial do que o homem é, e suas relações com o universo '''(35)'''. Percebera também a futilidade das ambições de poderes mágicos, e das ambições humanas em todas as relações sociais e segmentos da vida; a total impermanência das coisas do mundo explodiu em minha face.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(1)''' - Esta frase, “pela vontade de Deus” é repugnante à Thelemitas. Frater T. usou-a aqui de maneira irônica, querendo demonstrar de como certas crendices do Antigo Aeon “condicionam” as pessoas a uma aceitação passiva de fatos que poderiam ser evitados. No particular caso da morte da mãe dele, NÃO FOI A VONTADE DE DEUS que determinou a morte de sua mãe, mas sim a péssima higiene do Hospital onde ela foi atendida. É necessário terminar com este condicionamento de culpar a Deus por todas as nossas burrices e ignorância. Por acaso foi Deus quem determinou a criação da, assim chamada, Santa Inquisição ? Ou a perseguição dos Judeus na Europa ?&lt;br /&gt;
No entanto, os verdadeiros inventores destas barbaridades assim se justificam. Cretinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(2)''' - Maria, a jovem contratada para amamentar a criança, tivera uma filha poucos dias antes do nascimento do menino. Durante muito tempo as duas crianças se relacionaram como verdadeiros irmãos. Isto fez com que qualquer tipo de preconceito - racial ou social - fosse arrancado do coração de Frater T. pela raiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(3)''' - Babá, pela Qabalah é 2+1+2+1 = 6, o n° do Sol, Tiphareth, o Sagrado Anjo Guardião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(4)''' - Ano e mês da morte de Crowley ( 01.12.47).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(5)''' - O mesmo fenômeno se repetiria anos mais tarde, e por várias vezes, quando Frater T., então Frater Z., praticava intensamente Swastikasana, permanecendo na posição, em meditação, por largo espaço de tempo. Naquela época, e isto talvez seja muito significativo, seu Instrutor não soube explicar o fato da ereção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(6)''' - Anos mais tarde, ante uma “ visão” semelhante, ele descreveria em seu “Canto de Amor a Minha Secreta Deusa”: “O Amrit precioso está em toda parte. Ele transborda nas gotas peroladas de Teu suor que perfuma o inteiro Universo”. Vida “A Deusa Negra” ( Cap. IV: vs. 8 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(7)''' - Maria, ao que tudo indica, era uma experiente praticante das Artes Tântricas. Seu encontro com o menino não fora “ acaso” como veremos adiante. Aos interessados no assunto, indicamos “TANTRISMO”, Benjamim Walker; “TANTRA FOR WESTERNERS”, Francis King; “METAFÍSICA DO SEXO”, Julius Evola; e, é claro, os escritos de F. Perdurado, principalmente o “ENTUSIASMO ENERGIZADO”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(8)''' Sua mãe, uma maga natural, iniciara-se nos Mistérios da Umbanda pouco depois de seu segundo matrimônio, quando o filho verdadeiro faleceu em circunstâncias muito dolorosas para ela. Após alguns anos de dedicação e preparo neste Sistema Iniciático, recebeu, na Bahia, o Grau de IALORIXÁ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(9)''' Como muito mais tarde vim a saber: “A literal adulteração e destruição dos antigos símbolos é quase nada comparada com a sistemática iconoclastia operativa por séculos nos secretos santuários do Judaísmo e da Cristandade, quando importantes documentos foram destruídos, textos mutilados e deliberadamente distorcidos para abrir caminho para o oculto desta anomalia suprema na história da religiões: um histórico salvador que morre e ressuscita na carne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(10)''' YEMANJÁ, sendo um Orixá ( isto é, uma “Deusa”, uma Força da Natureza, do Panteão Africano) jamais poderia ser representada branca, vestida, como acontece ser figurada por aí. Sua imagem deve ser figurada, portanto, como uma mulher de pele escura, nua, exuberante em toda sua sensualidade, seios fartos, etc.&lt;br /&gt;
A representação deste orixá como branca, vestida e com ares de virgem, tipo católico romana, é uma deturpação do símbolo original e demonstra, sem sombra de dúvidas, a intromissão da mão do Vaticano que abomina tudo que é santo, belo, puro, e dinâmico; como também, por outro lado, desmascara o RACISMO mal disfarçado na “sociedade”, dita cristã, brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(11)''' Chocante para os maliciosos puritanos e pederastas, escravos do Deus Sacrificado, Morto e castrado, não para verdadeiros Iniciados. O ato do rapaz era automático, expontâneo. Não recendia a qualquer tipo de malícia ao executá-lo: a imagem imergia naturalmente, sem esforço. Visualizando Deus, isto é, vendo a Deusa sob sua forma telesmática, tal qual era representada na Verdadeira Umbanda.&lt;br /&gt;
Aos carolas e imbecis tecedores de intrigas, que no fim vem a ser a mesma coisa, estes jamais poderão entender a verdadeira natureza existente nesta exaltação religiosa.&lt;br /&gt;
Que iniciados atentem para este ato mágico do rapaz, principalmente aqueles do VIII°. Para outros já familiarizados com as obras de THERION, refiro-me à REX DE ARTE REGIA, CROWLEY ON CHRIST, etc., onde inúmeras passagens são abordadas e comentadas por Frater Aossic AIWASS. O fato dos “cristãos” conceberem o ato de amor como pecaminoso, imundo, etc., não impede que os Mistérios do Sexo continue a manter a dignidade e Divindade que lhe correspondem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Árvore da Vida, a Corrente Mercurial está identificada por AJE CHALUGA, Deus das Riquezas. Ele é filho da Grande profundidade ( LOKUM ) e possui como símbolo uma enorme concha marinha ( símbolo inconfundível do YONI ). Este símbolo tipifica, na Zona YESODIOCA, através Yemanjá, a grande Mãe, também conhecida como FUNDAÇÃO, de cuja vulva nascem todas as outras de idades. De seus seios volumosos originam-se duas Correntes do Líquido Primordial, estilizado como o símbolo de AQUARIUS. Na Mitologia Hindu Ela é também KALI, a Deusa Negra. Existem muitos fatos na vida de Frater A. que ao observador atento revelará muita coisa: certa vez ele se surpreendeu, diante de um espelho, repetindo seu nome profano seguidamente ao ponto que em dado momento, perdia totalmente sua noção de identidade, não conseguindo mais “ligar” o nome a si mesmo. O nome soava-lhe totalmente falso e estranho àquilo que ele sentia ser SI MESMO. Ele passava horas nesta “brincadeira”, até que um dia, sendo surpreendido por sua mãe, esta (assustada ) lhe proibiu de continuar a fazê-lo. Infelizmente, ele parou a brincadeira. Anos mais tarde, quando praticava seus exercícios de meditação, viu-se forçado a usar um mantra para manter a mente vazia; lembrou-se da experiência passada, e a coisa tornou-se bastante fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(12)''' É muito indicativo que sendo Frater T. um geminiano, tenha tido, como primeira doença grave, pneumonia, um mal caracteristicamente pulmonar, órgão diretamente ligado ao AR.&lt;br /&gt;
A palavra MA ou MAUT. Maut e Nu possuem valor 56 (=11). Ma ou MAUT são idênticas com MAAT como a real partícula atômica- - ATMA. Os dois conceitos, MAUT e NU, somados dão 112 ( 2x56 ) . MA, a filha de MAAT, designa o Círculo Menor ou AEON de MAAT, isto é, MA-ION. O animal totem de MA, ou MAUT, é o Abutre, símbolo tipicamente aéreo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(13)''' Só que com Maria não fora uma experiência normal, por assim dizer. Funcionára em outros planos além do físico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(14)''' Nesta mesma época, a conhecida organização “esotérica”chamada “Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento”estava em vias de decadência, ao se deixar infiltrar por forças das mais malígnas, encabeçadas pela LOJA NEGRA (não confundir com Fraternidade Negra. Sendo esta uma ramificação da Grande Fraternidade dos Irmãos da Luz). Isto se após o falecimento de A.O.Rodrigues.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(15)''' A Sociedade Teosófica Brasileira era uma organização dissidente da Sociedade Teosófica (Adyar-india) fundada por H.P.Blavatsky em 1875- - ano de nascimento de Crowley- - - e cuja representante, no Brasil chamava-se Sociedade Teosófica do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(16)''' A explicação desta inquietação interna residia no fato de que todo aquele conhecimento, com raras excessões, apenas atingiam o nível do intelecto ou, quando muito, o astral inferior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(17)''' Frater T. era, quando moço, muito apressado. Queria resultados imediatos. Esta faceta---comum aos geminianos--- foi purgada somente após alguns anos de treinamento intensivo. Por outro lado a Hata-Yoga não era o seu caminho, embora as práticas fundamentais daquele Sistema o tenham auxiliado bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(18)''' Por trás desta preocupação familiar esconde-se um dos truques que o homem lunar é testado. E representa uma das maiores barreiras no caminho.( vide maiores detalhes em MAGICK WITHOUT TEAR, pag. 334 - LLewellyn Publications - 1973).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(19)''' O Dr. Jorge Adoum estava ligado à várias fraternidades maçônicas de alto grau, entretanto, somente uma delas possuia o ele com o Sistema-Thelemico. Infelizmente, mesmo esta, fora infiltrada por esbirros do romantismo e, com o passar do tempo perdeu contato com os Planos Internos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(20)''' A referência aqui é à memória mágica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(21)''' Como alguém já dissera certa vez: &amp;quot;é a coisa mais fácil encontrar pelo Iniciado. E mais difícil de ser encontrada pelo profano. No entanto, esta tão perto de nós...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(22)''' O Juramento fora sincero, e os Senhores do Karma aceitaram o voto, colocando em movimento as forças necessárias para provar a resolução dele. Leitores devem perceber que Frater T. ainda estava, na época, sob o condicionamento a ele infundido pela sociedade em que vivia. Porém, mesmo assim, a idéia que, inconscientemente, fazia da morte tinha características bem próximas daquelas que Crowley nos explica em &amp;quot;Magick&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(23)''' A função da mulher de Frater T. foi assumida em 08 de dezembro de 1961, quando ela &amp;quot;ungiu&amp;quot; a Baqueta dele com sangue. Observem que a data é dedicada a Yansã na tradição umbandista e a Nossa Senhora da Conceição na Tradição Romana. Yansã sendo uma forma de Yemanjá. O ato mágico formou um elo com a corrente thelemica, que fortificou-se com o tempo. Todo este evento está, em detalhes, descrito em seu diário mágico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(24)''' A palavra fora ouvida na F.R.A. anos antes. Esta ordem maçônica&amp;quot;, fundada por A. Krumm-Heller com autorização dos irmãos do Círculo Interno, perdeu seu elo com a Genuína Corrente, após a imprudente resolução de seu fundador em usar o nome R.C. externamente. O Dr. Krumm-Heller pertencia ao VIII° ordo templi orientis , e como tal tinha direito em fundar um ordem pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(25)''' Em 1975, Frater T., iniciou-se nesta &amp;quot;ordem&amp;quot; no intuito de fechar um ciclo que se fazia necessário ao seu trabalho. Sua iniciação, sendo presidida pelo Ir. P.P. em Santos Dumont, indica a finalidade do ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' O conteúdo do livro imantara profundamente a mente mágica de Frater T. com seus símbolos e chaves ali contidos. O autor surgia, em sua imaginação, como um daqueles Mestres procurado. Entretanto, no fundo de seu inconciente algo se remexia de modo antipático contra o autor. Se Frater A. tivesse analisado a origem desta antipatia é bem provável que muita coisa teria sido evitada. Mas ele era apenas um ignorante buscador, e muito jovem ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As iniciais A. A. eram apenas da Agla-Avid, aquela &amp;quot;irmandade&amp;quot; referida acima. Uma personificação das Forças Negras em uma de suas tentativas de usurpar a Verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' Para pessoas cuja percepção cuja percepção ainda sujeita à limitações impostas por uma religião totalmente forjada na mentira. É muito difícil se desembaraçardas teias preconceituosas criadas em torno do sexo e, em vista disso, não poderão, a não ser através da verdadeira iniciação, obter as &amp;quot;chaves'dos divinos mistériosda Natureza e a Unidade e Divindade do Todo. É exatamente como nos informa Frater Efraim: &amp;quot;Enquanto consideraresobcenas as naturais e expontâneas manifestações da sexualidade, não poderas penetrar no santuário, nem conhecer a relação exata e correta do sexo com a espiritualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(27)''' Principalmente o &amp;quot;Lamem&amp;quot; da Ordem que ele já tivera oportunidade de ver num livreto da [[AMORC]]. Tal como na [[FRA]], a AMORC também fora fundada por um membro da ordo templi orientis . Porém da mesma forma, seu fundador ousou especular o Nome Sagrado abaixo e acima do Abismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escritor de Frater Thor (Euclydes) e outros membros da Sagrada Ordem da A.'.A.'.==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org/arquivos/ht/ensaios/ensaios.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Martinismo&amp;diff=7024</id>
		<title>Martinismo</title>
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		<updated>2007-10-14T13:02:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Ordem Martinista é uma Ordem iniciática e uma escola de cavalheirismo moral, com base essencialmente na mística cristã. Essa Ordem fraternal está aberta tanto a homens quanto a mulheres. Sua denominação vem do nome [[Louis-Cloude de Saint-Martin]]. Por ele a Ordem está ligada a uma tradição que tem raízes na Tradição Primordial, numa época em que o ser humano tinha o privilégio de comungar livremente com a Divindade, sem intermediações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A senda martinista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os martinistas se questionavam quanto à capacidade atual do ser humano para realizar essa união. Se, como indica a Bíblia, ele foi criado à imagem de Deus, como se explica sua deplorável situação atual? Essa pergunta leva os martinistas a estudar a história do ser humano desde sua emanação da imensidade divina até sua presente condição. Para eles o ser humano não pode conhecer sua natureza fundamental sem estudar as relações que existem entre Deus, o universo e ele próprio. O universo e o ser humano formam um todo, duas progressões ligadas uma à outra e evoluindo juntas. Por outro lado, a última etapa do conhecimento do homem deve levá-lo à última etapa de seu conhecimento da natureza. Mas se ele quer compreender sua verdadeira natureza é para Deus que deve se voltar, pois ''“...só nós podemos ler no Próprio Deus e nos compreender em Seu próprio esplendor...”'' Se o ser humano não mais está disposto a ceder a esse conhecimento, é porque cometeu o erro de tornar-se vazio de Deus e se perder no mundo das aparências, no mundo temporal. Tornou-se de certo modo adormecido para o mundo espiritual. Seu Templo interior está em ruínas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em “O ministério do Homem-Espírito”, diz Louis-Claude de Saint-Martin:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“Homem, lembra-te por um instante do teu julgamento. Por um momento quero de bom grado te desculpar por ainda desconheceres o destino sublime que terias a cumprir no universo; mas pelo menos não deverias ser cego ao papel insignificante que nele cumpres durante o curto intervalo que percorres desde o teu berço até o teu túmulo. Lança um olhar sobre o que te ocupa durante esse trajeto. Poderias acaso crer que teria sido para um destino tão nulo que te verias dotado de faculdades e propriedades tão importantes?”''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como reencontrar esse estado paradisíaco pelo qual o ser humano era ao mesmo tempo um Pensamento, uma Palavra e uma Ação de Deus? Aí está toda a busca martinista, que é a busca da '''Reintegração'''. Se o ser humano perdeu sua potencialidade primordial, dela conserva no entanto o germe e basta-lhe que aplique sua vontade para cultivar essa raiz e fazê-la frutificar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem bem sente que se encontra em estado de privação e nada neste plano consegue satisfazê-lo plenamente. O que ele deseja, fundamentalmente, não pertence a este mundo, e é por isto que ele se desencaminha incessantemente, tomado de uma imensa cobiça de tudo atrair para si mesmo, como para reencontrar aquela faculdade que outrora lhe permitia tudo possuir, tudo dominar e tudo compreender. Dizia Saint-Martin: ''Nada é mais comum do que a cobiça e mais raro do que o desejo.'' Com efeito, aquele que toma consciência da origem dessa nostalgia, dessa lembrança fugaz de uma grandeza perdida; aquele que aspira a reencontrar sua primeva pureza, é um '''Homem de Desejo'''. Seu desejo é o desejo de Deus. E o desejo é a raiz da eternidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O martinismo é um caminho da '''Vontade'''. Entre o Destino, por vezes cego, e a divina Providência, é preciso então escolher. Para o martinista, tornar-se um Homem de Desejo é empreender a reconstrução de seu Templo interior. Para edificar esse Templo eterno, ele se apóia em dois pilares: o da iniciação e o dos ensinamentos martinistas. A iniciação marca efetivamente o começo de seu grande trabalho, pois é o momento em que ele recebe a semente de luz que constitui o alicerce de sua obra. Cabe-lhe em seguida trabalhar para manifestar e irradiar essa luz. As iniciações martinistas constituem um momento privilegiado, no reencontro de um Homem de Desejo com o seu Iniciador. Só podem ser conferidas num Templo e na presença conjunta e efetiva daquele que outorga e daquele que recebe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os martinistas as iniciações humanas, embora sejam um preliminar indispensável, são apenas “representações” terrenas de uma transformação maior. Só se tornam efetivas quando recebemos a iniciação central. Esta, segundo Saint-Martin, é aquela pela qual ''podemos entrar no coração de Deus e fazer entrar o coração de Deus em nós, para aí fazer um casamento indissolúvel... Não há outro mistério para se chegar a essa iniciação sagrada que o de mergulharmos cada vez mais nas profundezas do nosso ser e de não deixarmos escapar a vivificadora raiz, para que não corramos o risco de extirpá-la; graças a isso, então, todos os frutos que deveremos gerar, segundo nossa espécie, haverão de se produzir naturalmente em nós e fora de nós.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Os ensinamentos martinistas===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos constituem para o martinista a nutrição pela qual ele vai fazer crescer o germe recebido em sua iniciação. A base dos ensinamentos martinistas assenta nos escritos de [[Louis-Claude de Saint-Martin]] e de [[Martinès de Pasqually]]. Dentre os assuntos propostos à reflexão contam-se os seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Os símbolos místicos&lt;br /&gt;
* A natureza tríplice do homem&lt;br /&gt;
* O estudo esotérico do Gênesis&lt;br /&gt;
* O livre-arbítrio e o destino&lt;br /&gt;
* A lei quaternária&lt;br /&gt;
* Reconciliação e reintegração&lt;br /&gt;
* Os mundos visível e invisível&lt;br /&gt;
* Os sonhos e a iniciação&lt;br /&gt;
* A ciência dos números&lt;br /&gt;
* A prece&lt;br /&gt;
* Os ciclos da humanidade&lt;br /&gt;
* A civilização e o Estado ideal&lt;br /&gt;
* Arte, música e linguagem&lt;br /&gt;
* A regeneração mística&lt;br /&gt;
* O mundo elementar&lt;br /&gt;
* O mundo dos Orbes&lt;br /&gt;
* O mundo do Empíreo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O martinismo moderno==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a transição de Louis-Claude de Saint-Martin, os martinistas (assim eram chamados seus discípulos) não estiveram muito ativos. As cerimônias e os ensinamentos tradicionais eram transmitidos somente de maneira pessoal e privada. Após um longo período de discrição, um grande esforço foi feito em 1888 para estruturar aquilo que na época não podia verdadeiramente ser chamado de uma Ordem iniciática e que se limitava a alguns iniciados. Foi graças ao empenho de [[Papus]] e [[Augustin Chaboseau]] que essa Ordem veio à luz e recebeu o nome de Ordem Martinista. Esse movimento foi coroado de êxito em 1891 e resultou na formação do Conselho Supremo da '''Ordem Martinista''', composto de vinte e um Membros, com autoridade sobre todas as Lojas do mundo. O célebre ocultista francês Papus ([[Dr. Gerard Encause]]) foi eleito primeiro Presidente desse Conselho Supremo. Sob sua brilhante e infatigável direção, a Ordem cresceu rapidamente e, por volta de 1900, contava com centenas de Membros ativos na maior parte dos países do mundo. Papus tornou-se rapidamente uma autoridade em matéria de martinismo e suas obras constituem uma fonte preciosa de informação para os martinistas e todos aqueles que se interessam pela Tradição.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Vitorpvcampos&amp;diff=7021</id>
		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<updated>2007-10-14T00:38:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Fui católico até meus três anos de idade&amp;quot; - quando minha mãe disse que eu a pedi para abandonar tal instituição por eu não me sentir bem, principalmente em vista da quantidade de estátuas de santos que existiam por lá -; daí, minha família inteira infiltrou-se na Igreja Presbiteriana, onde conheci o teatro (então com quatro anos). Nunca gostei muito da religião ''cristista''; o que me atraía na Igreja era o teatro e o estudo da Bíblia (catecismo). Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso do material que encontrava, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Frater Teth Khan 777), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. do Califado para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br, passando por .org.br e hoje apenas .org) de onde tirei (e tiro) muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar à O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. A partir de então, fiquei apenas estudando as obras de '''[[Blavatsky | Helena Petrova Blavatsky]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Thor]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''fraternosceteipsum@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Traduzir alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Vitorpvcampos&amp;diff=7020</id>
		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Fui católico até meus três anos de idade&amp;quot; - quando minha mãe disse que eu a pedi para abandonar tal instituição por eu não me sentir bem, principalmente em vista da quantidade de estátuas de santos que existiam por lá -; daí, minha família inteira infiltrou-se na Igreja Presbiteriana, onde conheci o teatro (então com quatro anos). Nunca gostei muito da religião ''cristista''; o que me atraía na Igreja era o teatro e o estudo da Bíblia (catecismo). Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso do material que encontrava, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Frater Teth Khan 777), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. do Califado para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br, passando por .org.br e hoje apenas .org) de onde tirei (e tiro) muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar à O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. A partir de então, fiquei apenas estudando as obras de '''[[Helena Petrova Blavatsky]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Thor]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''fraternosceteipsum@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Traduzir alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<updated>2007-10-13T01:31:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Fui católico até meus três anos de idade&amp;quot; - quando minha mãe disse que eu a pedi para abandonar tal instituição por eu não me sentir bem, principalmente em vista da quantidade de estátuas de santos que existiam por lá -; daí, minha família inteira infiltrou-se na Igreja Presbiteriana, onde conheci o teatro (então com quatro anos). Nunca gostei muito da religião ''cristista''; o que me atraía na Igreja era o teatro e o estudo da Bíblia. Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Tiago Cordeiro, conhecido como Frater Teth Khan 777 na '''[[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. (Califado) para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br e hoje apenas .org) de onde eu tirei muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar na O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador (Rodrigo Duque).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. À partir de então, fiquei apenas estudando Teosofia (Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico; participei de algumas reuniões informais de um certo Grupo Informal P-Get (que não existe mais) mas não era o que eu buscava. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para me contactar, envie um email para '''fraternosceteipsum@gmail.com'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Tradução de alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ocultura:Portal_comunit%C3%A1rio&amp;diff=6992</id>
		<title>Ocultura:Portal comunitário</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ocultura:Portal_comunit%C3%A1rio&amp;diff=6992"/>
		<updated>2007-10-13T01:29:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Seja bem-vindo ao nosso site! A Ocultura é a primeira Enciclopédia eletrônica de Ocultismo do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''Portal Comunitário''' é o lugar central onde se encontra o que está acontecendo no [[Ocultura]]. Saiba quais tarefas precisam ser feita, que grupos podem se juntar e pegue ou ponha notícias sobre eventos recentes ou atividades correntes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Veja o [[Ocultura:Ajuda|página de ajuda]] para documentação, ou [mailto:editor@ocultura.org.br faça uma pergunta] para ter assitência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projeto Ocultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ocultura &amp;amp;eacute; um projeto idealizado, concebido e planejado por Frater ABO, conhecido no meio profano como Alexandre Nascimento, especialista profissional em Projetos (PMP), associado-fundador do CALEN - '''[[Collegium ad Lux et Nox]]'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na fase de execução, este projeto obteve preciosa colaboração como se segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Instalação do Sistema''' - Pedro Pietro, Frater Arjuna&lt;br /&gt;
* '''Configuração e Definição''' - Alexandre Nascimento, Frater ABO&lt;br /&gt;
* '''Arte, Layout Padronização''' - Adriano Estokero, Frater O.'.93&lt;br /&gt;
* '''Programação PHP e Ajustes''' - Alan Michel W. Quinot, Frater Ex Lege&lt;br /&gt;
* '''Adequação e Manutençao de Conteúdo''' - [[Usu%C3%A1rio:Vitorpvcampos | Vítor Campos, Frater Nosce Te Ipsum]]&lt;br /&gt;
* '''Tradução e Revisão''' - Cristiano Weich, Frater Libræ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros [[Especial:Listusers|Colaboradores]] poderão ser encontrados nesta listagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este sistema deriva da ferramenta Wikimedia e trabalha em regime semi-aberto, quer dizer, o cadastramento não é livre a qualquer um, mas também não é restrito aos associados do CALEN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Colaboração ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o desenvolvimento trabalhamos de forma fechada com colaboradores especiais para prover conte&amp;amp;uacute;do confi&amp;amp;aacute;vel. Em breve estaremos liberando acesso ao exclusivo conte&amp;amp;uacute;do de estudos, que tem como objetivo, apoiar a pr&amp;amp;aacute;tica das ditas &amp;amp;quot;ci&amp;amp;ecirc;ncias ocultas&amp;amp;quot;, cujas Ci&amp;amp;ecirc;ncias &amp;amp;quot;oficiais&amp;amp;quot; t&amp;amp;ecirc;m, a cada dia, desvendado &amp;amp;agrave; benef&amp;amp;iacute;cio da evolu&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o Humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se tornar um colaborador, é necessário solicitar uma conta e demonstrar sua capacitação e disposição em colaborar. (exibindo trabalhos existentes ou demonstrando sua experiência no assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja mais em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Ocultura:Como_se_tornar_um_Editor|Como se tornar um Editor]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Premiação ==&lt;br /&gt;
As Premiações Ocultura são dadas a editores em reconhecimento aos diversos esforços de excelência prestados ao site. As premiações podem ser apresentadas/usadas por qualquer editor a qualquer outro editor em sua discreção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em breve as premiações possíveis serão descritas nessa página.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ocultura]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=AUMGN&amp;diff=6966</id>
		<title>AUMGN</title>
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		<updated>2007-10-11T16:01:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{93}}&lt;br /&gt;
== Origem &amp;amp; Significado ==&lt;br /&gt;
Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra ''AUMGN'', pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio [[Aleister Crowley | Mestre Therion]], como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra ''AUM''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra ''AUM'' é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos ''rishis''.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de ''A'' para ''O'' (ou ''U''), aos lábios fechados, quando se transforma em ''M''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um ''manvantara'', ou período de existência manifesta, que se alterna com um ''pralaya'', durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Análise Cabalística ==&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*''A'' é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. ''A'' é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de ''The Golden Bough'' (O Ramo Dourado). ''A'' é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de ''A'' é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou [[Glossário|Baphomet].&lt;br /&gt;
*''U'' ou ''V'' é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
:''(Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.)''&lt;br /&gt;
*A letra ''M'' exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do [[tarot | Tarô]]; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* ''Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido e formatado de maneira mais didática por Frater AUMGN.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Termos Thelêmicos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{93}}&lt;br /&gt;
== Origem &amp;amp; Significado ==&lt;br /&gt;
Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio [[Aleister Crowley | Mestre Therion]], como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Análise Cabalística ==&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de ''The Golden Bough'' (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou [[Baphomet]].&lt;br /&gt;
*U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
:''(Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.)''&lt;br /&gt;
*A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do [[tarot | Tarô]]; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* ''Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido e formatado de maneira mais didática por Frater AUMGN.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Termos Thelêmicos]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{93}}&lt;br /&gt;
== Origem &amp;amp; Significado ==&lt;br /&gt;
Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio Mestre Therion, como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Análise Cabalística ==&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares. A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de The Golden Bough (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
▫ Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do Tarô; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* ''Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido e formatado de maneira mais didática por Frater AUMGN.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Termos Thelêmicos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<title>AUMGN</title>
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		<updated>2007-10-11T15:40:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{93}}&lt;br /&gt;
== Origem &amp;amp; Significado ==&lt;br /&gt;
Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio Mestre Therion, como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Análise Cabalística ==&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares. A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de The Golden Bough (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
▫ Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do Tarô; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* ''Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido e formatado de maneira mais didática por Frater AUMGN.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<title>AUMGN</title>
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		<updated>2007-10-11T15:39:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Origem &amp;amp; Significado ==&lt;br /&gt;
Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio Mestre Therion, como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Análise Cabalística ==&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares. A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de The Golden Bough (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
▫ Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do Tarô; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* ''Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido e formatado de maneira mais didática por Frater AUMGN.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<title>AUMGN</title>
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		<updated>2007-10-11T15:38:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Origem &amp;amp; Significado ==&lt;br /&gt;
Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio Mestre Therion, como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Análise Cabalística ==&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares. A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de The Golden Bough (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
▫ Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do Tarô; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* ''Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido e formato de maneira mais didática por Frater AUMGN.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<updated>2007-10-11T15:37:11Z</updated>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Origem ==&lt;br /&gt;
Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio Mestre Therion, como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares. A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de The Golden Bough (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
▫ Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do Tarô; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* ''Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido por Frater AUMGN.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<updated>2007-10-10T22:46:51Z</updated>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio Mestre Therion, como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares. A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de The Golden Bough (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
▫ Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do Tarô; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade.&lt;br /&gt;
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''Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido por Frater AUMGN.''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<updated>2007-10-10T22:46:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio Mestre Therion, como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares. A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de The Golden Bough (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
▫ Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do Tarô; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade.&lt;br /&gt;
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Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido por Frater AUMGN.&lt;br /&gt;
''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<updated>2007-10-10T22:46:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio Mestre Therion, como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares. A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de The Golden Bough (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
▫ Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do Tarô; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido por Frater AUMGN.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<title>AUMGN</title>
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		<updated>2007-10-10T22:45:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra foi proferida pelo próprio Mestre Therion, como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares. A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de The Golden Bough (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou Baphomet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
▫ Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do Tarô; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido por Frater AUMGN.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=AUMGN&amp;diff=6952</id>
		<title>AUMGN</title>
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		<updated>2007-10-10T22:44:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;   Deveria ser vantajoso fazer um estudo meio detalhado da visualmente estranha palavra AUMGN, pois sua análise proporciona uma excelente ilustração dos princípios os quais o Praticus pode construir suas próprias Palavras Sagradas.&lt;br /&gt;
   Esta palavra foi proferida pelo próprio Mestre Therion, como um meio de declarar seu próprio trabalho como A Besta, o logos do Æon. Para entender isto, precisamos fazer uma consideração preliminar da palavra a qual ela substitui e da qual ela foi desenvolvida: a palavra AUM.&lt;br /&gt;
    A palavra AUM é o mantra sagrado Hindu o qual foi o supremo hieróglifo da Verdade, um compêndio do Conhecimento Sagrado. Muitos volumes foram escritos levando isto em consideração; mas, para nosso atual propósito, será necessário apenas explicar como isto veio para servir de representação do principal princípio filosófico dos rishis.&lt;br /&gt;
   Primeiramente, representa o curso completo do som. É pronunciada forçando a respiração de trás da garganta com a boca inteiramente aberta, através da cavidade bucal com os lábios moldados de forma a modificar o som de A para O (ou U), aos lábios fechados, quando se transforma em M. Simbolicamente, isto anuncia o curso da Natureza procedendo da criação livre e sem forma, passando pela preservação controlada e dotada de forma, até chegar ao silêncio da destruição. Os três sons são harmonizados em um; e assim a palavra representa a Trindade Hindu de Brahma, Visnu e Siva, e a operação no Universo de sua energia triúna. Ela é, assim, a fórmula de um manvantara, ou período de existência manifesta, que se alterna com um pralaya, durante o qual, a criação está latente.&lt;br /&gt;
   Analisado cabalisticamente, a palavra possui propriedades similares. A é o negativo, e também a unidade que o concentra em uma forma positiva. A é o Espírito Santo, o qual concebe Deus em carne sob a Virgem, de acordo com a fórmula conhecida pelos estudantes de The Golden Bough (O Ramo Dourado). A é ainda o “Bebê no Ovo” assim gerado. A qualidade de A é, então, bissexual. Ele é o ser original – Zeus Arrhenothelus, Bacchus Diphues, ou Baphomet.&lt;br /&gt;
   U ou V é o filho manifesto. Seu número é 6. Refere-se, portanto, à natureza dual do logos como divino e humano; o entrelaçar do triângulo certo e do triângulo inverso no Hexagrama. Ele é o primeiro número do Sol, cujo último número▫ é 666, “o número do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
▫ Nota: O Sol sendo 6, um quadrado 6x6 contém 36 quadrados. Nós dispomos os números de 1 a 36 neste quadrado, de modo que cada linha, coluna, e diagonal somem o mesmo número. Este número é 111; o total de todos é 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   A letra M exibe a término deste processo. Ela é “O Enforcado” do Tarô; a formação do individual a partir do absoluto é concluída por sua morte.&lt;br /&gt;
   Nós vemos, desta maneira, como AUM é, em qualquer sistema, a expressão de um dogma que implica catástrofe na Natureza. Ela é cognata com a fórmula do Deus Assassinado. A “ressurreição” e “ascensão” não estão implícitas nisto. São invenções mais recentes sem a base necessária; elas podem ser descritas de fato como os fantasmas de Freud, conjurados pelo medo de encarar a realidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo faz parte do Magick e está sendo traduzido por Frater AUMGN.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Fui católico até meus três anos de idade&amp;quot; - quando minha mãe disse que eu a pedi para abandonar tal instituição por eu não me sentir bem, principalmente em vista da quantidade de estátuas de santos que existiam por lá -; daí, minha família inteira infiltrou-se na Igreja Presbiteriana, onde conheci o teatro (então com quatro anos). Nunca gostei muito da religião ''cristista''; o que me atraía na Igreja era o teatro e o estudo da Bíblia. Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Tiago Cordeiro, conhecido como Frater Teth Khan 777 na '''[[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. (Califado) para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br e hoje apenas .org) de onde eu tirei muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar na O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador (Rodrigo Duque).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. À partir de então, fiquei apenas estudando Teosofia (Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico; participei de algumas reuniões informais de um certo Grupo Informal P-Get (que não existe mais) mas não era o que eu buscava. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma de L.V.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Tradução de alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Vitorpvcampos&amp;diff=6942</id>
		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<updated>2007-10-02T20:54:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Fui católico até meus três anos de idade&amp;quot; - quando minha mãe disse que eu a pedi para abandonar tal instituição por eu não me sentir bem, principalmente em vista da quantidade de estátuas de santos que existiam por lá -; daí, minha família inteira infiltrou-se na Igreja Presbiteriana, onde conheci o teatro (então com quatro anos). Nunca gostei muito da religião ''cristista''; o que me atraía na Igreja era o teatro e o estudo da Bíblia. Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Tiago Cordeiro, conhecido como Frater Teth Khan 777 na '''[[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. (Califado) para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br e hoje apenas .org) de onde eu tirei muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar na O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador (Rodrigo Duque).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. À partir de então, fiquei apenas estudando Teosofia (Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico; participei de algumas reuniões informais de um certo Grupo Informal P-Get (que não existe mais) mas não era o que eu buscava. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierophant e Ex-Monitor (Membro Sênior).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos da Segunda Turma do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Tradução de alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Dar início à Primeira Turma de N.O.X. do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Fui católico até meus três anos de idade&amp;quot; - quando minha mãe disse que eu a pedi para abandonar tal instituição por eu não me sentir bem, principalmente em vista da quantidade de estátuas de santos que existiam por lá -; daí, minha família inteira infiltrou-se na Igreja Presbiteriana, onde conheci o teatro (então com quatro anos). Nunca gostei muito da religião ''cristista''; o que me atraía na Igreja era o teatro e o estudo da Bíblia. Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Tiago Cordeiro, conhecido como Frater Teth Khan 777 na '''[[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. (Califado) para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br e hoje apenas .org) de onde eu tirei muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar na O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador (Rodrigo Duque).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. À partir de então, fiquei apenas estudando Teosofia (Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico; participei de algumas reuniões informais de um certo Grupo Informal P-Get (que não existe mais) mas não era o que eu buscava. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou Past Hierofant e Ex-Monitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Pessoais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Supervisionar os trabalhos do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
* Tradução de alguns livros thelêmicos importantes.&lt;br /&gt;
* Aprovação no vestibular para Engenharia Mecatrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<updated>2007-10-02T20:47:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Fui católico até meus três anos de idade&amp;quot; - quando minha mãe disse que eu a pedi para abandonar tal instituição por eu não me sentir bem, principalmente em vista da quantidade de estátuas de santos que existiam por lá -; daí, minha família inteira infiltrou-se na Igreja Presbiteriana, onde conheci o teatro (então com quatro anos). Nunca gostei muito da religião ''cristista''; o que me atraía na Igreja era o teatro e o estudo da Bíblia. Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Tiago Cordeiro, conhecido como Frater Teth Khan 777 na '''[[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. (Califado) para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br e hoje apenas .org) de onde eu tirei muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar na O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador (Rodrigo Duque).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. À partir de então, fiquei apenas estudando Teosofia (Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico; participei de algumas reuniões informais de um certo Grupo Informal P-Get (que não existe mais) mas não era o que eu buscava. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou o Monitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Relacionados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Dar continuidade aos trabalhos do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Vitorpvcampos&amp;diff=6901</id>
		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<updated>2007-09-17T12:59:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Fui católico até meus três anos de idade&amp;quot; - quando minha mãe disse que eu a pedi para abandonar tal instituição por eu não me sentir bem, principalmente em vista da quantidade de estátuas de santos que existiam por lá -; daí, minha família inteira infiltrou-se na Igreja Presbiteriana, onde conheci o teatro (então com quatro anos). Nunca gostei muito da religião ''cristista''; o que me atraía na Igreja era o teatro e o estudo da Bíblia. Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Tiago Cordeiro, conhecido como Frater Teth Khan 777 na '''[[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum disse que iria nos indicar à O.T.O. (Califado) para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br e hoje apenas .org) de onde eu tirei muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo que tentou me indicar na O.T.O., passou-me o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador (Rodrigo Duque).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. À partir de então, fiquei apenas estudando Teosofia (Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular. Mudei várias vezes a escolha do curso e, por fim, decidi tentar o concurso da EFOMM (Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante), mas ainda não fui aprovado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico; participei de algumas reuniões informais de um certo Grupo Informal P-Get (que não existe mais) mas não era o que eu buscava. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou o Monitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Relacionados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Dar continuidade aos trabalhos do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ordem_dos_Cavaleiros_de_Thelema&amp;diff=6882</id>
		<title>Ordem dos Cavaleiros de Thelema</title>
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		<updated>2007-09-14T19:29:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:oct.jpg|right|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A O.C.T. foi criada, no Brasil, por [[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]], [[Frater BenHoor]], Frater M., Soror S.H., Frater S.O.L., Soror M. e Frater Z., formando o Conselho Secreto. Todos são cidadãos(ãs) brasileiros(as) e dedicados ao progresso da Nação Brasileira sem detrimento do restante do Mundo. Mas não aceitavam a ingerência estrangeira em seus destinos, sejam materiais, sociais, espirituais ou políticas. Principalmente em relação ao desenvolvimento thelêmico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem dos Cavaleiros de Thelema, uma Ordem Iniciática da Externa, genuinamente brasileira, foi      &lt;br /&gt;
criada com o intuito de levar a todo ser humano existente da face da Terra, a Filosofia de Thelema, em toda sua integralidade, conforme os ditames de Liber Al vel Legis ( O Livro da Lei ), e de sua Carta Magna, Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fundação ==&lt;br /&gt;
A Ordem possuía Ramificações em vários estados brasileiros, todas independentes dentro de suas prerrogativas internas. O Governo Central da Ordem sendo meramente uma coordenação dos esforços nacionais pela realização dos ideais que Ela representa, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:1) Gradual dissolução e transmutação de todas as formas religiosas baseadas em superstições e métodos de teurgia não harmonizados com os fatos conhecidos da Ciência e Lei da Evolução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:2) Estabelecimento dos princípios enunciados em LIBER OZ, como base dos códigos morais e judiciais de todas as nações civilizadas, sem prejuízo do processo político escolhido por cada povo com seu método de progresso social e econômico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:3) Defesa constante e promulgação constante da doutrina que Autonomia Individual é essencial ao progresso coletivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:4) Promulgação constante e apoio aos métodos educacionais que estimulam o talento individual e encorajam Autonimia Moral e Intelectual em homens e mulheres de todas as classes sociais, seja qual for o sistema político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:5) Insistência constante na adaptação das leis e costumes de qualquer país aos direitos básicos do Ser Humano, qual definido em Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:6) Total apoio a toda iniciativa ecológica que fora das idéias pseudo-científicas, procuram preservar a Natureza como um todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:7) Restauração dos Ideais Maçônicos no Mundo, dentro das vibrações do Ciclo de Aquarius-Leo ou Æon de Hórus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estrutura ==&lt;br /&gt;
A Ordem dividía-se em Nove Graus que eram distribuídos em Três Círculos. Todo Homem e toda Mulher maior de idade, gozando plenamente de suas faculdades mentais que, após cuidadoso estudo de Liber Oz, aceitar a Lei de Thelema, tinha o Sagrado Direito a submeter-se às Iniciações dos Três Círculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo membro da Ordem está ligado pelo Juramento Fundamental desta e declara Heru-Ra-Há, a Criança Coroada e Conquistadora, como Senhor do Æon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Informavam a todos aqueles que desejassem ingressar na Carreira Iniciática e nas Vibrações do Novo Æon, que as provas seriam severas, e portanto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''Ai dos que crêem em Bem e Mal absolutos, ai dos idealistas, ai dos pedantes e dos sentimentalistas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''Todos os perjuros, todos os ladrões, todos os subordinados e subordinadores, todos os assassinos, todos os devassos, todos os fracos, todos os covardes, todos os hipócritas são inimigos da Ordem. Ela está organizada com o expresso propósito de destruí-los.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o afastamento ao silêncio de [[ Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]] (Supervisor Geral) e a morte de [[Frater BenHoor]] (Presidente), Frater S.O.L. assumiu a O.C.T. mas, pouco depois, em fevereiro de 2004e.v., retirou a mesma ao silêncio (e a sí próprio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* Este texto foi cedido de material pessoal por Frater Nosce Te Ipsum, ex-membro e Secretário Geral da Ordem dos Cavaleiros de Thelema (então conhecido como Frater Physen). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ordem]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Vitorpvcampos&amp;diff=6878</id>
		<title>Usuário:Vitorpvcampos</title>
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		<updated>2007-09-14T19:21:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:6313754.jpg|right|thumb|200px|Vítor Campos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha história nada tem de especial. Nasci em Juiz de Fora, em 12 de fevereiro de 1985e.v. às 00:45h. Com pouco mais de um ano de idade, minha família se mudou para Vargem Alegre - na época, distrito de Caratinga - onde residí até o final de 1995e.v., quando voltei para minha cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre fui um grande apaixonado pelo Egito (até a 18º Dinastia) e por mitologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Fui católico até meus três anos de idade&amp;quot; - quando minha mãe disse que eu a pedi para abandonar tal instituição por eu não me sentir bem, principalmente em vista da quantidade de estátuas de santos que existiam por lá -; daí, minha família inteira infiltrou-se na Igreja Presbiteriana, onde conheci o teatro (então com quatro anos). Nunca gostei muito da religião ''cristista''; o que me atraía na Igreja era o teatro e o estudo da Bíblia. Mais tarde, já morando em Juiz de Fora, comecei a estudar [[Wicca]] com alguns amigos - chegamos até a fundar um grupo de estudos chamado FAR (Filhos da Antiga Religião) -. Estudei seriamente esta &amp;quot;filosofia&amp;quot; durante, aproximadamente, um ano. No entanto, devido à falta de fundamento e ao misticismo deveras fantasioso, deixei-a de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados de 2001e.v., por meio de um amigo (Tiago Cordeiro, conhecido como Frater Teth Khan 777 na '''[[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''), comecei a estudar [[Thelema]]. Nesta época, um amigo em comum - Helvécio Resende, também conhecido como ''Ali A'l Khan S.'.I.'.'' - disse que iria nos indicar à O.T.O. (Califado) para a iniciação ao grau 0. Isto não foi possível pelo fato de eu ter ainda uns 16 anos de idade. Encontrei então o site http://www.astrumargentum.org/ (que na época era .hpg.com.br e hoje apenas .org) de onde eu tirei muita informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente vim a saber da existência da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]] que, por coincidência, tinha seu Presidente morando em Juiz de Fora - Frater BenHoor, Tarcísio Oliveira Araújo -. O mesmo amigo Helvécio Resende me deu o telefone do referido Frater e, após nos comunicarmos, ingressei na O.C.T. - usando o motto de '''Frater Physen''' -, e, logo depois, recebi a responsabilidade de ser o Secretário Geral da Ordem - o que fiz com muito gosto -. Fui iniciado ao Primeiro Grau em 22/03/2003e.v., na cidade de Paraíba do Sul, contando com a presença de Ali A'l Khan S.'.I.'., Frater Zero, Frater Mitra, Frater BenHoor e outros iniciandos (Frater Teth Khan 777, Soror Shemyramys, Frater Menthu-Rá, Frater SLAM). Pouco depois recebi o Ritual do Grau II de um dos membros da O.C.T., Frater Semeado-Semeador (Rodrigo Duque).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas um mês depois de minha iniciação, Frater BenHoor falece (infarto fulminante). A O.C.T. passa por &amp;quot;poucas e boas&amp;quot; e, Frater Stabilire Oferre Legis retira a Ordem ao Silêncio. À partir de então, fiquei apenas estudando Teosofia (Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei à conclusão de que deveria estudar e fazer uma faculdade; somente depois disto voltaria a estudar [[Thelema]]. Em 23/11/2003e.v., comecei a namorar minha atual companheira, e comecei, no ano seguinte, a estudar para o vestibular. Mudei várias vezes a escolha do curso e, por fim, decidi tentar o concurso da EFOMM (Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante), mas ainda não fui aprovado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados do início do segundo semestre de 2006e.v., senti falta do estudo thelêmico; participei de algumas reuniões informais de um certo Grupo Informal P-Get (que não existe mais) mas não era o que eu buscava. Com a ajuda de um amigo ([[Euclydes Lacerda de Almeida]]), retomei meus estudos na A.'.A.'..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, vim a conhecer Frater ABO e a fazer parte do [[Collegium ad Lux et Nox]] onde, além de ser um dos administradores do site '''Ocultura''', formei o Capítulo Juiz de Fora, onde sou o Monitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Frater Nosce Te Ipsum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos Relacionados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Dar continuidade aos trabalhos do Capítulo Juiz de Fora do [[Collegium ad Lux et Nox]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ordem_dos_Cavaleiros_de_Thelema&amp;diff=6876</id>
		<title>Ordem dos Cavaleiros de Thelema</title>
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		<updated>2007-09-14T19:17:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Manifesto ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem dos Cavaleiros de Thelema, uma Ordem Iniciática da Externa, genuinamente brasileira, foi      &lt;br /&gt;
criada com o intuito de levar a todo ser humano existente da face da Terra, a Filosofia de Thelema, em toda sua integralidade, conforme os ditames de Liber Al vel Legis ( O Livro da Lei ), e de sua Carta Magna, Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liber Al vel Legis é o principal e mais Sagrado Livro do Sistema Thelêmico. Foi recebido pelo Avatar To Mega Therion (Aleister Crowley) em abril de 1904, no Egito, ditado por Aiwass, uma entidade præter humana. Neste livro, encontra-se a mais profunda Filosofia da Vida Humana, e toda Sabedoria Mágicka para sua realização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fundação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A O.C.T. foi criada, no Brasil, por [[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]], [[Frater BenHoor]], Frater M., Soror S.H., Frater S.O.L., Soror M. e Frater Z., formando o Conselho Secreto. Todos são cidadãos(ãs) brasileiros(as) e dedicados ao progresso da Nação Brasileira sem detrimento do restante do Mundo. Mas não aceitamos a ingerência estrangeira em nossos destinos, sejam materiais, sociais, espirituais ou políticas. Principalmente em relação ao desenvolvimento thelêmico.&lt;br /&gt;
A Ordem possui Ramificações em vários estados brasileiros, todas independentes dentro de suas prerrogativas internas. O Governo Central da Ordem sendo meramente uma coordenação dos esforços nacionais pela realização dos ideais que Ela representa, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Gradual dissolução e transmutação de todas as formas religiosas baseadas em superstições e métodos de teurgia não harmonizados com os fatos conhecidos da Ciência e Lei da Evolução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Estabelecimento dos princípios enunciados em LIBER OZ, como base dos códigos morais e judiciais de todas as nações civilizadas, sem prejuízo do processo político escolhido por cada povo com seu método de progresso social e econômico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Defesa constante e promulgação constante da doutrina que Autonomia Individual é essencial ao progresso coletivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Promulgação constante e apoio aos métodos educacionais que estimulam o talento individual e encorajam Autonimia Moral e Intelectual em homens e mulheres de todas as classes sociais, seja qual for o sistema político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Insistência constante na adaptação das leis e costumes de qualquer país aos direitos básicos do Ser Humano, qual definido em Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Total apoio a toda iniciativa ecológica que fora das idéias pseudo-científicas, procuram preservar a Natureza como um todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Restauração dos Ideais Maçônicos no Mundo, dentro das vibrações do Ciclo de Aquarius-Leo ou Æon de Hórus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estrutura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem divide-se em Nove Graus que estão distribuídos em Três Círculos.&lt;br /&gt;
Todo Homem e toda Mulher maior de idade, gozando plenamente de suas faculdades mentais que, após cuidadoso estudo de Liber Oz, aceitar a Lei de Thelema, tem o Sagrado Direito a submeter-se às Iniciações dos Três Círculos.&lt;br /&gt;
Todo membro da Ordem está ligado pelo Juramento Fundamental desta e declara Heru-Ra-Há, a Criança Coroada e Conquistadora, como Senhor do Æon.&lt;br /&gt;
Informamos a todos aqueles que desejem ingressas na Carreira Iniciática e nas Vibrações do Novo Æon, que as provas serão severas, portanto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ai dos que crêem em Bem e Mal absolutos, ai dos idealistas, ai dos pedantes e dos sentimentalistas.''&lt;br /&gt;
  ''Todos os perjuros, todos os ladrões, todos os subordinados e subordinadores, todos os assassinos, todos os devassos, todos os fracos, todos os covardes, todos os hipócritas são inimigos da Ordem. Ela está organizada com o expresso propósito de destruí-los.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este texto foi cedido de material pessoal por Frater Nosce Te Ipsum, ex-membro e Secretário Geral da Ordem dos Cavaleiros de Thelema (então conhecido como Frater Physen).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o afastamento ao silêncio de [[ Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]] (Supervisor Geral) e a morte de [[Frater BenHoor]] (Presidente), Frater S.O.L. assumiu a O.C.T. mas, pouco depois, em fevereiro de 2004e.v., retirou a mesma ao silêncio (e a sí próprio).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ordem_dos_Cavaleiros_de_Thelema&amp;diff=6875</id>
		<title>Ordem dos Cavaleiros de Thelema</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ordem_dos_Cavaleiros_de_Thelema&amp;diff=6875"/>
		<updated>2007-09-14T19:16:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Manifesto ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem dos Cavaleiros de Thelema, uma Ordem Iniciática da Externa, genuinamente brasileira, foi criada com o intuito de levar a todo ser humano existente da face da Terra, a Filosofia de Thelema, em toda sua integralidade, conforme os ditames de Liber Al vel Legis ( O Livro da Lei ), e de sua Carta Magna, Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liber Al vel Legis é o principal e mais Sagrado Livro do Sistema Thelêmico. Foi recebido pelo Avatar To Mega Therion (Aleister Crowley) em abril de 1904, no Egito, ditado por Aiwass, uma entidade præter humana. Neste livro, encontra-se a mais profunda Filosofia da Vida Humana, e toda Sabedoria Mágicka para sua realização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fundação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A O.C.T. foi criada, no Brasil, por [[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]], [[Frater BenHoor]], Frater M., Soror S.H., Frater S.O.L., Soror M. e Frater Z., formando o Conselho Secreto. Todos são cidadãos(ãs) brasileiros(as) e dedicados ao progresso da Nação Brasileira sem detrimento do restante do Mundo. Mas não aceitamos a ingerência estrangeira em nossos destinos, sejam materiais, sociais, espirituais ou políticas. Principalmente em relação ao desenvolvimento thelêmico.&lt;br /&gt;
A Ordem possui Ramificações em vários estados brasileiros, todas independentes dentro de suas prerrogativas internas. O Governo Central da Ordem sendo meramente uma coordenação dos esforços nacionais pela realização dos ideais que Ela representa, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Gradual dissolução e transmutação de todas as formas religiosas baseadas em superstições e métodos de teurgia não harmonizados com os fatos conhecidos da Ciência e Lei da Evolução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Estabelecimento dos princípios enunciados em LIBER OZ, como base dos códigos morais e judiciais de todas as nações civilizadas, sem prejuízo do processo político escolhido por cada povo com seu método de progresso social e econômico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Defesa constante e promulgação constante da doutrina que Autonomia Individual é essencial ao progresso coletivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Promulgação constante e apoio aos métodos educacionais que estimulam o talento individual e encorajam Autonimia Moral e Intelectual em homens e mulheres de todas as classes sociais, seja qual for o sistema político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Insistência constante na adaptação das leis e costumes de qualquer país aos direitos básicos do Ser Humano, qual definido em Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Total apoio a toda iniciativa ecológica que fora das idéias pseudo-científicas, procuram preservar a Natureza como um todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Restauração dos Ideais Maçônicos no Mundo, dentro das vibrações do Ciclo de Aquarius-Leo ou Æon de Hórus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estrutura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem divide-se em Nove Graus que estão distribuídos em Três Círculos.&lt;br /&gt;
Todo Homem e toda Mulher maior de idade, gozando plenamente de suas faculdades mentais que, após cuidadoso estudo de Liber Oz, aceitar a Lei de Thelema, tem o Sagrado Direito a submeter-se às Iniciações dos Três Círculos.&lt;br /&gt;
Todo membro da Ordem está ligado pelo Juramento Fundamental desta e declara Heru-Ra-Há, a Criança Coroada e Conquistadora, como Senhor do Æon.&lt;br /&gt;
Informamos a todos aqueles que desejem ingressas na Carreira Iniciática e nas Vibrações do Novo Æon, que as provas serão severas, portanto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ai dos que crêem em Bem e Mal absolutos, ai dos idealistas, ai dos pedantes e dos sentimentalistas.''&lt;br /&gt;
  ''Todos os perjuros, todos os ladrões, todos os subordinados e subordinadores, todos os assassinos, todos os devassos, todos os fracos, todos os covardes, todos os hipócritas são inimigos da Ordem. Ela está organizada com o expresso propósito de destruí-los.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este texto foi cedido de material pessoal por Frater Nosce Te Ipsum, ex-membro e Secretário Geral da Ordem dos Cavaleiros de Thelema (então conhecido como Frater Physen).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o afastamento ao silêncio de [[ Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]] (Supervisor Geral) e a morte de [[Frater BenHoor]] (Presidente), Frater S.O.L. assumiu a O.C.T. mas, pouco depois, em fevereiro de 2004e.v., retirou a mesma ao silêncio (e a sí próprio).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ordem_dos_Cavaleiros_de_Thelema&amp;diff=6873</id>
		<title>Ordem dos Cavaleiros de Thelema</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ordem_dos_Cavaleiros_de_Thelema&amp;diff=6873"/>
		<updated>2007-09-14T19:15:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Manifesto ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem dos Cavaleiros de Thelema, uma Ordem Iniciática da Externa, genuinamente brasileira, foi criada com o intuito de levar a todo ser humano existente da face da Terra, a Filosofia de Thelema, em toda sua integralidade, conforme os ditames de Liber Al vel Legis ( O Livro da Lei ), e de sua Carta Magna, Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liber Al vel Legis é o principal e mais Sagrado Livro do Sistema Thelêmico. Foi recebido pelo Avatar To Mega Therion (Aleister Crowley) em abril de 1904, no Egito, ditado por Aiwass, uma entidade præter humana. Neste livro, encontra-se a mais profunda Filosofia da Vida Humana, e toda Sabedoria Mágicka para sua realização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fundação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A O.C.T. foi criada, no Brasil, por [[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]], [[Frater BenHoor]], Frater M., Soror S.H., Frater S.O.L., Soror M. e Frater Z., formando o Conselho Secreto. Todos são cidadãos(ãs) brasileiros(as) e dedicados ao progresso da Nação Brasileira sem detrimento do restante do Mundo. Mas não aceitamos a ingerência estrangeira em nossos destinos, sejam materiais, sociais, espirituais ou políticas. Principalmente em relação ao desenvolvimento thelêmico.&lt;br /&gt;
A Ordem possui Ramificações em vários estados brasileiros, todas independentes dentro de suas prerrogativas internas. O Governo Central da Ordem sendo meramente uma coordenação dos esforços nacionais pela realização dos ideais que Ela representa, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Gradual dissolução e transmutação de todas as formas religiosas baseadas em superstições e métodos de teurgia não harmonizados com os fatos conhecidos da Ciência e Lei da Evolução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Estabelecimento dos princípios enunciados em LIBER OZ, como base dos códigos morais e judiciais de todas as nações civilizadas, sem prejuízo do processo político escolhido por cada povo com seu método de progresso social e econômico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Defesa constante e promulgação constante da doutrina que Autonomia Individual é essencial ao progresso coletivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Promulgação constante e apoio aos métodos educacionais que estimulam o talento individual e encorajam Autonimia Moral e Intelectual em homens e mulheres de todas as classes sociais, seja qual for o sistema político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Insistência constante na adaptação das leis e costumes de qualquer país aos direitos básicos do Ser Humano, qual definido em Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Total apoio a toda iniciativa ecológica que fora das idéias pseudo-científicas, procuram preservar a Natureza como um todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Restauração dos Ideais Maçônicos no Mundo, dentro das vibrações do Ciclo de Aquarius-Leo ou Æon de Hórus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estrutura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem divide-se em Nove Graus que estão distribuídos em Três Círculos.&lt;br /&gt;
Todo Homem e toda Mulher maior de idade, gozando plenamente de suas faculdades mentais que, após cuidadoso estudo de Liber Oz, aceitar a Lei de Thelema, tem o Sagrado Direito a submeter-se às Iniciações dos Três Círculos.&lt;br /&gt;
Todo membro da Ordem está ligado pelo Juramento Fundamental desta e declara Heru-Ra-Há, a Criança Coroada e Conquistadora, como Senhor do Æon.&lt;br /&gt;
Informamos a todos aqueles que desejem ingressas na Carreira Iniciática e nas Vibrações do Novo Æon, que as provas serão severas, portanto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ai dos que crêem em Bem e Mal absolutos, ai dos idealistas, ai dos pedantes e dos sentimentalistas.''&lt;br /&gt;
  ''Todos os perjuros, todos os ladrões, todos os subordinados e subordinadores, todos os assassinos, todos os devassos, todos os fracos, todos os covardes, todos os hipócritas são inimigos da Ordem. Ela está organizada com o expresso propósito de destruí-los.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este texto foi cedido de material pessoal por Frater Nosce Te Ipsum, ex-membro e Secretário Geral da Ordem dos Cavaleiros de Thelema (então conhecido como Frater Physen).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o afastamento ao silêncio de [[ Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]] (Supervisor Geral) e a morte de [[Frater BenHoor]] (Presidente), Frater S.O.L. assumiu a O.C.T. mas, pouco depois, em fevereiro de 2004e.v., retirou a mesma ao silêncio (e a sí próprio).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ordem_dos_Cavaleiros_de_Thelema&amp;diff=6872</id>
		<title>Ordem dos Cavaleiros de Thelema</title>
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		<updated>2007-09-14T18:43:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Vitorpvcampos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:oct.jpg|left|thumb|Escudo da [[Ordem dos Cavaleiros de Thelema]]'''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Manifesto ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem dos Cavaleiros de Thelema, uma Ordem Iniciática da Externa, genuinamente brasileira, foi criada com o intuito de levar a todo ser humano existente da face da Terra, a Filosofia de Thelema, em toda sua integralidade, conforme os ditames de Liber Al vel Legis ( O Livro da Lei ), e de sua Carta Magna, Liber Oz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liber Al vel Legis é o principal e mais Sagrado Livro do Sistema Thelêmico. Foi recebido pelo Avatar To Mega Therion (Aleister Crowley) em abril de 1904, no Egito, ditado por Aiwass, uma entidade præter humana. Neste livro, encontra-se a mais profunda Filosofia da Vida Humana, e toda Sabedoria Mágicka para sua realização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fundação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A O.C.T. foi criada, no Brasil, por [[Euclydes Lacerda de Almeida | Frater Áster]], [[Frater BenHoor]],&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Vitorpvcampos</name></author>
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