<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-BR">
	<id>https://www.ocultura.org.br/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=Frater+AEL</id>
	<title>Ocultura - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://www.ocultura.org.br/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=Frater+AEL"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Frater_AEL"/>
	<updated>2026-05-31T04:40:49Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.39.6</generator>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Pant%C3%A1culo&amp;diff=9300</id>
		<title>Pantáculo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Pant%C3%A1culo&amp;diff=9300"/>
		<updated>2008-08-12T14:07:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pantáculos''' são símbolos que procuram representar o [[Macrocosmo|Universo]] (PAN - ''tudo''), a esfera de operação do magista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pantáculos e Pentáculos==&lt;br /&gt;
Pantáculos são muitas vezes confundidos com pentáculos que possuem um significado mais restrito, sendo estes normalmente remetidos a pentagramas, nomes de cinco partes e demais referências ao número cinco (''penta''). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diversidade==&lt;br /&gt;
Os pantáculos são fontes inesgotáveis de energias e forças que encerram incalculáveis poderes dentro de si. Existem diversos tipos pantáculos criados por diversos iniciados de vários graus em diferentes épocas. Um exemplo são os pantáculos do Rei Salomão, filho de Davi. Alguns pantáculos são mais fortes que outros, razão a qual justificada pela intromissão e evasão psicológica humana sobre os mesmos mas todos harmonizam-se entre si por ter sua criação uma origem perfeita das divinas capas celestiais onde a lei maior da natureza organiza tudo e todos no tempo e espaço. O pantáculo funciona conforme a vontade impressa do mago, operador, fiel ou adepto duma religião, seita ou ordem que sobre a jóia grava a intenção que tem a vontade Maior consumida em objetivos próprios e regulamentada pelos direitos universais. A autoridade e autorização é uma relação dua como entre filho e pai, chefe e subordinado, comadante e comandado, governador e governado. Os pantáculos são sempre armas brancas vinculadas a proteção (pessoal e impessoal), saúde, prosperidade financeira, sorte e probalidade, tempo e espaço, relações sociais e muito mais. Os pantáculos pertencem a classe da alta magia ou teurgia com forças terrivelmente e extremamente fortes de inclusão, exclusão ou ajuntamento de raças para o bem comum duma coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pantáculo de Terra==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Pantáculo - Terra &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
O Pantáculo da Terra deverá ser construído em um disco de madeira, com cerca de centímetros de diâmetro e centímetros de espessura, deverá ser adequadamente ornado e envernizado.&lt;br /&gt;
Sua borda ou margem circular é branca, mesma cor que o Hexagrama interno que toca suas pontas nesta borda.&lt;br /&gt;
O interior deve possuir quatro quadrantes referentes aos sub-elementos de terra. Estes quatro “compartimentos” são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*A porção superior em cor Citrino. Representa a parte aérea da Terra (Ar de Terra);&lt;br /&gt;
*A porção direita em cor Verde Oliva. Representa a parte aquosa da Terra (Água de Terra);&lt;br /&gt;
*A porção esquerda em cor Marrom Avermelhado. Representa a parte ígnea da Terra (Fogo de Terra);&lt;br /&gt;
*A porção inferior em cor Negra.Representa a parte terrestre da Terra (Terra de Terra);&lt;br /&gt;
 Nomes Divino e Angelicais, sigilos traçados a partir da Rosa e o sigilo do magista podem ser traçados em laranja nas pétalas. Purifique, consagre e guarde o Pantáculo adequadamente.&lt;br /&gt;
O pantáculo de Terra é igualmente adornado em suas duas faces, o magista o segurará pelo compartimento referente ao elemento que estará trabalhando. &lt;br /&gt;
 O Pantáculo pode ser usado em trabalhos de Natureza da Terra, presididos pela letra hebraica “Heh” (final) do Tetagramaton e sob o naipe de Ouros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Adaga&amp;diff=9299</id>
		<title>Adaga</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Adaga&amp;diff=9299"/>
		<updated>2008-08-12T14:05:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Nova página: '''A Adaga''' é a arma elemental que representa o princípio do AR.  =A Adaga ou Punhal=    Qualquer faca, punhal ou pequena espada podem ser adaptadas a esta utilização. A guarda e...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''A Adaga''' é a arma elemental que representa o princípio do AR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=A Adaga ou Punhal=&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
Qualquer faca, punhal ou pequena espada podem ser adaptadas a esta utilização.&lt;br /&gt;
A guarda e o punho são em amarelo brilhante. Nomes Divino e Angelicais, sigilos traçados a partir da Rosa e o sigilo do magista podem ser traçados em violeta ou púrpura. Purifique, consagre e guarde a adaga adequadamente.&lt;br /&gt;
A Adaga pode ser usada como um punhal ou faca habitual durante cerimônias, bem como para obras de Natureza do Ar, presididos pela letra hebraica “Vau” do Tetagramaton e sob o naipe de Espadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NÃO CONFUNDA A ADAGA COM A ESPADA, ESTES ESTÃO EM PLANOS DIFERENTES, SUBSTITUIÇÕES DE UM PELO OUTRO PODEM SER PREJUDICIAIS!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Copa&amp;diff=9298</id>
		<title>Copa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Copa&amp;diff=9298"/>
		<updated>2008-08-12T14:01:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Copa''' é a arma elemental que representa o princípio da ÁGUA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=A Taça ou Copa=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer taça ou copa de vidro transparente claro pode ser adaptada para este fim, de modo que o bojo da taça possua oito contornos, ou você os crie por desenho, fazendo com que esta lembre pétalas de uma flor.&lt;br /&gt;
Estas pétalas devem ser de cor azul brilhante, nem muito pálido, nem muito escuro. Seus contornos são em cor laranja brilhante – exato complemento do azul. Caule e base são azuis em tom mais claro ou igual. Estes desenhos podem ser feitos com verniz ou tinta vitral.&lt;br /&gt;
Nomes Divino e Angelicais, sigilos traçados a partir da Rosa e o sigilo do magista podem ser traçados em laranja nas pétalas. Purifique, consagre e guarde a Taça adequadamente.&lt;br /&gt;
A Taça pode ser usada para aspergir Água Lustral e outros em todos os trabalhos de Natureza da Água, presididos pela letra hebraica “Heh” do Tetagramaton e sob o naipe de Copas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Copa&amp;diff=9297</id>
		<title>Copa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Copa&amp;diff=9297"/>
		<updated>2008-08-12T13:59:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Nova página: '''Copa''' é a arma elemental que representa o princípio da ÁGUA.  ==A Taça ou Copa==   Qualquer taça ou copa de vidro transparente claro pode ser adaptada para este fim, de modo ...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Copa''' é a arma elemental que representa o princípio da ÁGUA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Taça ou Copa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Qualquer taça ou copa de vidro transparente claro pode ser adaptada para este fim, de modo que o bojo da taça possua oito contornos, ou você os crie por desenho, fazendo com que esta lembre pétalas de uma flor.&lt;br /&gt;
 Estas pétalas devem ser de cor azul brilhante, nem muito pálido, nem muito escuro. Seus contornos são em cor laranja brilhante – exato complemento do azul. Caule e base são azuis em tom mais claro ou igual. Estes desenhos podem ser feitos com verniz ou tinta vitral.&lt;br /&gt;
Nomes Divino e Angelicais, sigilos traçados a partir da Rosa e o sigilo do magista podem ser traçados em laranja nas pétalas. Purifique, consagre e guarde a Taça adequadamente. &lt;br /&gt;
A Taça pode ser usada para aspergir Água Lustral e outros em todos os trabalhos de Natureza da Água, presididos pela letra hebraica “Heh” do Tetagramaton e sob o naipe de Copas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Pant%C3%A1culo&amp;diff=9296</id>
		<title>Pantáculo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Pant%C3%A1culo&amp;diff=9296"/>
		<updated>2008-08-12T13:56:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pantáculos''' são símbolos que procuram representar o [[Macrocosmo|Universo]] (PAN - ''tudo''), a esfera de operação do magista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pantáculos e Pentáculos==&lt;br /&gt;
Pantáculos são muitas vezes confundidos com pentáculos que possuem um significado mais restrito, sendo estes normalmente remetidos a pentagramas, nomes de cinco partes e demais referências ao número cinco (''penta''). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diversidade==&lt;br /&gt;
Os pantáculos são fontes inesgotáveis de energias e forças que encerram incalculáveis poderes dentro de si. Existem diversos tipos pantáculos criados por diversos iniciados de vários graus em diferentes épocas. Um exemplo são os pantáculos do Rei Salomão, filho de Davi. Alguns pantáculos são mais fortes que outros, razão a qual justificada pela intromissão e evasão psicológica humana sobre os mesmos mas todos harmonizam-se entre si por ter sua criação uma origem perfeita das divinas capas celestiais onde a lei maior da natureza organiza tudo e todos no tempo e espaço. O pantáculo funciona conforme a vontade impressa do mago, operador, fiel ou adepto duma religião, seita ou ordem que sobre a jóia grava a intenção que tem a vontade Maior consumida em objetivos próprios e regulamentada pelos direitos universais. A autoridade e autorização é uma relação dua como entre filho e pai, chefe e subordinado, comadante e comandado, governador e governado. Os pantáculos são sempre armas brancas vinculadas a proteção (pessoal e impessoal), saúde, prosperidade financeira, sorte e probalidade, tempo e espaço, relações sociais e muito mais. Os pantáculos pertencem a classe da alta magia ou teurgia com forças terrivelmente e extremamente fortes de inclusão, exclusão ou ajuntamento de raças para o bem comum duma coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pantáculo de Terra==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Pantáculo da Terra deverá ser construído em um disco de madeira, com cerca de centímetros de diâmetro e centímetros de espessura, deverá ser adequadamente ornado e envernizado.&lt;br /&gt;
Sua borda ou margem circular é branca, mesma cor que o Hexagrama interno que toca suas pontas nesta borda.&lt;br /&gt;
O interior deve possuir quatro quadrantes referentes aos sub-elementos de terra. Estes quatro “compartimentos” são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*A porção superior em cor Citrino. Representa a parte aérea da Terra (Ar de Terra);&lt;br /&gt;
*A porção direita em cor Verde Oliva. Representa a parte aquosa da Terra (Água de Terra); &lt;br /&gt;
*A porção esquerda em cor Marrom Avermelhado. Representa a parte ígnea da Terra (Fogo de Terra);&lt;br /&gt;
*A porção inferior em cor Negra.Representa a parte terrestre da Terra (Terra de Terra);&lt;br /&gt;
 Nomes Divino e Angelicais, sigilos traçados a partir da Rosa e o sigilo do magista podem ser traçados em laranja nas pétalas. Purifique, consagre e guarde o Pantáculo adequadamente.&lt;br /&gt;
O pantáculo de Terra é igualmente adornado em suas duas faces, o magista o segurará pelo compartimento referente ao elemento que estará trabalhando. &lt;br /&gt;
O Pantáculo pode ser usado em trabalhos de Natureza da Terra, presididos pela letra hebraica “Heh” (final) do Tetagramaton e sob o naipe de Ouros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Frater_AEL&amp;diff=9163</id>
		<title>Usuário:Frater AEL</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Frater_AEL&amp;diff=9163"/>
		<updated>2008-07-15T16:20:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Nova página: {{User Thelema}}    '''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.'''    Iniciei meus estudos nas escolas orientais recebendo inciações e instruções em escolas Budistas (Vajrayana...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{User Thelema}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Iniciei meus estudos nas escolas orientais recebendo inciações e instruções em escolas Budistas (Vajrayana e Mahayana), Shintô (de templo e popular), Taoístas e de Shugendô. &lt;br /&gt;
Finalmente liguei-me a diveras correntes do Misticismo e da Magia Ocidentais, alinhando-me por fim à Thelema.&lt;br /&gt;
Dedico-me aos projetos do Ocultura e do CALEN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frater AEL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Usuário Projeto Thelema}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ocultura:Projeto_Thelema&amp;diff=9162</id>
		<title>Ocultura:Projeto Thelema</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ocultura:Projeto_Thelema&amp;diff=9162"/>
		<updated>2008-07-15T16:04:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Participantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;table border=0 cellpadding=0 cellspacing=0 style=&amp;quot;border:3px solid #990000;margin-bottom:15px;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td style=&amp;quot;padding:15px; border:6px solid #000; background-color: #FFE90F;width:45%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''[[Thelema]]''' é um movimento religioso originado por [[Aleister Crowley]] e pela escrita do [[Livro da Lei]] em 1904. Atualmente, muitos tópicos relacionados à Thelema são apresentados num estilo não-enciclopédico (por ex. não citam fonte), são meros esboços, ou estão faltando inteiramente. Thelema é um tópico notável e merece ter uma robusta seção na Ocultura. Esse projeto foi elaborado com o objetivo de inspirar conhecedores da matéria a preencher essa área da enciclopédia, em conformidade com as linhas-mestras da Ocultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A página seguinte é apresentada só para sugestões e não como um conjunto de regras. Nenhum editor é obrigado a obedecer. Esse projeto pretender ser um esforço colaborativo, sendo assim, se existe alguma coisa nessa página que você sinta necessidade de ajuste ou outra coisa, sinta-se convidado a discutí-la.&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td rowspan=&amp;quot;2&amp;quot; style=&amp;quot;width:55%;padding:6px 6px 6px 0px; background-color: #000;&amp;quot;&amp;gt;{{thelemabox}}&amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td style=&amp;quot;padding:4px;border-right:6px solid #000;border-bottom:6px solid #000;border-left:6px solid #000;text-align:center;font-size:18px;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''[[Ocultura:Projeto Thelema#Participantes|Junte-se ao Projeto Thelema!]]'''&lt;br /&gt;
&amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Escopo==&lt;br /&gt;
'''O escopo desse projeto é expandir, melhorar e padronizar artigos sobre [[Thelema]] e outros tópicos relacionados''', tais como  [[Aleister Crowley]], [[Magick]], ordens Thelêmicas (como a [[O.T.O.]] e a [[A.'.A.'.]]), livros importantes e personalidades Thelêmicas notáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ações dos Membros==&lt;br /&gt;
Aqui estão algumas coisas que os membros podem querer fazer...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Colocar a [[:Predefinição:Thelemabox|Thelema Task Box]] na sua página de usuário: &amp;lt;nowiki&amp;gt;{{thelemabox}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
#Juntar-se às [[:Categoria:Revisões de Thelema| revisões]], discussões e debates&lt;br /&gt;
#Edite esspágina [[:Template:Thelemabox|Thelema Task Box]] para mantê-la atualizada&lt;br /&gt;
#E é claro, ajude a escrever, expandir, e limpar [[:Categoria:Thelema|Artigos_Thelema]]!&lt;br /&gt;
#Ajude no [[Portal:Thelema]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A fazer==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Complete os [[:Categoria:Thelema_esboços|esboços]]&lt;br /&gt;
* A biblioteca de Crowley ainda precisa ser completada. Veja: [[Trabalhos de Aleister Crowley]]&lt;br /&gt;
* Precisamos de biografias de importantes Thelemitas e indivíduos relacionados, muitos dos quais ainda faltam. Veja: [[Lista de Thelemitas]]&lt;br /&gt;
* Ajude na avaliação de nossos artigos em [[Ocultura:Projeto Thelema/Avaliação]].&lt;br /&gt;
* Muitos artigos relacionados à Thelema precisa de referências e citações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
Por favor adicione seu nome se quer estar envolvido em qualquer nível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''[[User:Frater abo|Frater ABO]]''' ([[User talk:Frater ABO|t]]|[[Special:Contributions/Frater ABO|c]])&lt;br /&gt;
#'''[[User:Dyulax|Frater Ex Lege]]''' ([[User talk:Dyulax|t]]|[[Special:Contributions/Dyulax|c]])&lt;br /&gt;
#'''[[User:Aumgn|Frater AUMGN]]''' ([[User talk:Aumgn|t]]|[[Special:Contributions/Aumgn|c]])&lt;br /&gt;
#'''[[User:Leticiacopetti|Soror Seshet]]''' ([[User talk:Leticiacopetti|t]]|[[Special:Contributions/Leticiacopetti|c]])&lt;br /&gt;
#'''[[Frater JEAN]]''' ([[User talk:JEAN |t]]|[[Special:Contributions/JEAN|c]])&lt;br /&gt;
#'''[[Frater AEL]]''' ([[User talk:Frater AEL |t]]|[[Special:Contributions/Frater AEL |c]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Estilo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Escreva para novatos.''' Não assuma qualquer conhecimento de seus leitores.&lt;br /&gt;
#'''Tire da literatura.''' Use fontes verificáveis para suas edições e citeo. Evite opiniões pessoais e pesquisas originais. &lt;br /&gt;
#'''Fique neutro.''' Evite argumentos pró e contras a respeito de tópicos como Crowley e OTO. Mantenha-se aos fatos. Quando as coisas são vagas, fique pronto para comprometer-se. Além disso, quando discutir pontos da doutrina, não os apresente como fatos... apresente contexto para as ditas crenças. &lt;br /&gt;
#'''Apresente vários pontos de vista.''' Está tudo bem oferecer pontos de vistas diferentes e até mesmo opostos. Entretanto, ao invés de apresentar todo o ponto de vista em todo parágrafo, ou pior, anular pontos de vistas até que o tópico seja diluído à insignificância, é melhor oferecer pontos de vistas discretos dentro de suas próprias seções. Entretanto, certifique-se que esses pontos de vistas são verificáveis de fato. Não crie uma nova seção somente porque ''você'' tem uma opinião diferente.&lt;br /&gt;
#'''Atacar a legitimidade ou valor.''' Não dicuta questões de legetimidade de qualquer grupo ou crença, a menos que possa ser verificável e estritamente relevante ao tópico em questão. E também, não use linguagem que acrescente valor em outras religiões ou estilos de vida.&lt;br /&gt;
#'''Tente usar formatos padronizados.''' Se você vai, digo, escrever sobre a um dos livros de Crowley, veja nos exemplos existentes e use formatos pré-estabelecidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Introdução do artigo===&lt;br /&gt;
''Exemplo:''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Festa do Fogo''' é uma cerimônia em [[Thelema]] destinada a celebrar o advento da puberdade em homens. Originalmente apareceu no ''[[Livro da Lei]]'' (AL II:41), e é novamente mencionada na  [[Missa Gnóstica]], escrita por [[Aleister Crowley]] em 1931, embora ele não tenha escrito de fato um ritual para esse evento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Citações de Liber Legis===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Examplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*&amp;quot;Todo homem e toda mulher é uma estrela.&amp;quot; (AL I:3)&lt;br /&gt;
*&amp;quot;Eu estou só: não há Deus onde estou.&amp;quot; (AL II:23)&lt;br /&gt;
*&amp;quot;Como irmãos lutai então!&amp;quot; (AL III:59)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Categorização==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigos Relacionados:&lt;br /&gt;
*[[:Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
*[[:Categoria:Magick]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sugestões==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quer fazer alguma mudança significante a esse Projeto, por favor, discuta sua proposta na  [[Ocultura_Discuss%C3%A3o:Projeto_Thelema|página de discussão]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você tem qualquer idéia geral sobre como fazer um artigo relacionado à Thelema melhor, adicione sugestões aqui para discussão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Novos artigos===&lt;br /&gt;
Vá em frente e liste suas sugestões para novos artigos aqui se você quiser um retorno de suas idéias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pré-definição==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Caixa de Tarefas===&lt;br /&gt;
Se você quiser adicionar a Caixa de Tarefas de Thelema à sua página de usuário, use a pré-definição '''&amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Thelemabox}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Userbox===&lt;br /&gt;
Se você gostar dessas userboxes na sua página de usuários, aqui vão algumas para escolher:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Usuário Projeto Thelema}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;float: left; border:solid #A1781A 1px; margin: 1px;font-family:verdana;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{| cellspacing=&amp;quot;0&amp;quot; cellpadding=0 style=&amp;quot;width: 238px; background: #FAC548;&amp;quot;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 45px; height: 45px; background: #FFFFFF; text-align: center; | [[Image:Unicursal_user.gif]]&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;font-size: 10px; padding: 4pt; line-height: 1.25em; color: black;&amp;quot; | {{{4|Esse usuário é um '''[[:Categoria:Projeto Thelema Membros |membro]]''' do '''[[:Ocultura:Projeto_Thelema|Projeto Thelema]]'''.}}}&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;br style=&amp;quot;clear:both;&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você escolher se identificar como um Thelemita:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;lt;nowiki&amp;gt;{{User Thelema}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;'''&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;float:left; border: solid #000 1px; margin: 1px;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{| style=&amp;quot;width: 238px; height:45px; background-color:#fff&amp;quot; border=&amp;quot;0&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;0&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;0&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| valign=&amp;quot;middle&amp;quot; style=&amp;quot;width:45px;height:45px;padding:0px;margin:0px;background-color:#000;&amp;quot; | [[Image:Unicursal_user.gif]]&lt;br /&gt;
| nowrap style=&amp;quot;font-size:12px;padding:0px 5px 0px 5px;margin:0px;line-height:16px;&amp;quot; | Esse usuário é &amp;lt;br/&amp;gt;um '''[[Thelema|&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#cc0000&amp;quot;&amp;gt;Thelemita&amp;lt;/span&amp;gt;]]'''&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;font-size:9px;padding:0px 5px 0px 5px;margin:0px;background-color:#DCD2FF;line-height:9px;&amp;quot; | ''Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei. Amor é a lei, amor sob vontade.''&lt;br /&gt;
|}&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;br style=&amp;quot;clear:both;&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;lt;nowiki&amp;gt;{{User 93}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;'''&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;float: left; border:solid #0000AF 1px; margin: 1px;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
{| cellspacing=&amp;quot;0&amp;quot; style=&amp;quot;width: 238px; background: #ccccff;&amp;quot;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 45px; height: 45px; background: #FFFFFF; text-align: center; font-size: 14pt; color: #0000ff;&amp;quot; | '''{{{3|[[Image:93user.gif]]}}}&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;font-size: 8pt; padding: 4pt; line-height: 1.25em; color: black;&amp;quot; | {{{4|Esse usuário é um '''[[Thelema|&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#330066&amp;quot;&amp;gt;Thelemita&amp;lt;/span&amp;gt;]]'''.}}}&lt;br /&gt;
|}&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;br style=&amp;quot;clear:both;&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Aviso de Projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coloque esse aviso [[Template:Projeto Thelema]] no topo de uma uma página de Discussão de um artigo para dirigir editores ao Projeto Thelema para diretrizes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;messagebox standard-talk&amp;quot;&lt;br /&gt;
|[[Image:Unicursalhexagram50px.gif|50px|Wikiproject Thelema]]&lt;br /&gt;
|Esse artigo é parte do '''[[Ocultura:Projeto Thelema|Projeto Thelema]]''', uma tentativa de expandir, melhorar e padronizar artigos relacionados a [[Thelema]]. Por favor, participe editando os artigos [[{{PAGENAME}}]], ou visite o [[Ocultura:Projeto Thelema|página do projeto]] para mais detalhes sobre os projetos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para usá-la, coloque  '''&amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Projeto_Thelema}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;''' no topo de uma página de Discussão de um artigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Exame de Revisão===&lt;br /&gt;
''(Peer review)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você acredita que artigos relacionados a Thelema pré-estabelecidos poderiam receber algum melhoramento, mas você quer que a comunidade discuta primeiro, então você deve pedir um exame de revisão. Simplesmente adicione o template '''&amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Thelemapeerreview}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;''' no topo da página de discussão do artigo em questão. Então o segue o link na caixa resultante para começar a conversação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Esboços===&lt;br /&gt;
Por favor, coloque esse código no final dos artigos esboços '''{{tl|93stub}}''', que parecerá como esse: &amp;lt;div class=&amp;quot;notice metadata&amp;quot; id=&amp;quot;stub&amp;quot;&amp;gt;[[Image:Unicursal_tiny.gif]] ''This [[Thelema]] - &lt;br /&gt;
Please place this code at the bottom of stubs: '''{{tl|93stub}}''', which looks like this: artigo relacionado é um [[Wikipedia:Perfect stub article|stub]]. Você pode [[Wikipedia:Find or fix a stub|help]] Wikipedia [[Wikipedia:WikiProject_Thelema|Wikiproject Thelema]] por [{{SERVER}}{{localurl:{{NAMESPACE}}:{{PAGENAME}}|action=edit}}] expandindo-o''.&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Other Thelema templates===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==References==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Books===&lt;br /&gt;
Common Crowley sources for populating the &amp;lt;nowiki&amp;gt;==References==&amp;lt;/nowiki&amp;gt; section of an article:&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;font-size:9px;font-family:verdana;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''Book 4''': &amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Harvard reference|Surname=Crowley|Given=Aleister|Authorlink=Aleister Crowley|Year=1997|Title=Magick: Book 4|Place=York Beach, ME|Publisher= Weiser|URL=http://www.hermetic.com/crowley/libers/lib4.html}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Confessions''': &amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Harvard reference|Surname=Crowley|Given=Aleister|Authorlink=Aleister Crowley|Year=1979|Title=The Confessions of Aleister Crowley|Place=London;Boston|Publisher= Routledge &amp;amp; Kegan Paul|URL=http://www.hermetic.com/crowley/confess/index.html}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''AL''': &amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Harvard reference|Surname=Crowley|Given=Aleister|Authorlink=Aleister Crowley|Year=1982|Title=The Book of the Law [Liber AL vel Legis]|Place=York Beach, ME|Publisher= Weiser|URL=http://www.hermetic.com/crowley/engccxx.html}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Book of Thoth''': &amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Harvard reference|Surname=Crowley|Given=Aleister|Authorlink=Aleister Crowley|Year=1981|Title=The Book of Thoth|Place=New York, NY|Publisher=Weiser|URL=http://altreligion.about.com/library/texts/bl_thoth.htm}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Equinox of the Gods''': &amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Harvard reference|Surname=Crowley|Given=Aleister|Authorlink=Aleister Crowley|Year=1974|Title=Equinox of the Gods|Place=New York, NY|Publisher=Gordon Press|URL=http://www.hermetic.com/crowley/eoftg/index.html}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Law is for All''': &amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Harvard reference|Surname=Crowley|Given=Aleister|Authorlink=Aleister Crowley|Year=1996|Title=The Law is for All|Place=Tempe, AZ|Publisher=New Falcon Publications|URL=http://www.amazon.com/gp/product/1561840904/002-0266905-3400870?v=glance&amp;amp;n=283155}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Magick Without Tears''': &amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Harvard reference|Surname=Crowley|Given=Aleister|Authorlink=Aleister Crowley|Year=1973|Title=Magick Without Tears|Place=Phoenix, AZ|Publisher=Falcon Press|URL=http://www.hermetic.com/crowley/mwt_contents.html}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Vision &amp;amp; the Voice''': &amp;lt;nowiki&amp;gt;{{Harvard reference|Surname=Crowley|Given=Aleister|Authorlink=Aleister Crowley|Year=1998|Title=The Vision &amp;amp; the Voice|Place=York Beach, ME|Publisher=Samuel Weiser|URL=http://www.hermetic.com/crowley/l418/418.html}}&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Here is a [[/References|full list of Thelema-related references...]] '''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Websites===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[http://www.hermetic.com/crowley/index.html The Libri of Aleister Crowley]. Almost all of Crowley's published work online.&lt;br /&gt;
*[http://www.the-equinox.org/ The Equinox]. Volumes I and III are online.&lt;br /&gt;
*[http://www.redflame93.com/DeskReference.html The Aleister Crowley Desk Reference]. An impressive reference for Crowley's published works.&lt;br /&gt;
*[http://www.sacred-texts.com/index.htm The Internet Sacred Text Archive]. The mecca of online collections for sacred texts.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema|*]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Projeto Thelema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9158</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9158"/>
		<updated>2008-07-15T15:52:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento; de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Esotéricas===&lt;br /&gt;
Este movimento surge no fim do século XIX, e tenta reviver a porção dita inciática da Ordem do Templo. Surgem aqui organizações que ensinam desde um cristianismo esotérico (gnóstico, essênio, cátaro), outras de estudo esotérico do monoteísmo ocidental (sufismo, cabala, e cristianismo esotérico já citado), até aquelas com propostas que envolvem toda uma gama mística e teúrgica tanto ocidental qaunto oriental.&lt;br /&gt;
Destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Renovada do Templo====&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
A OSTI nasceu do impulso do seu fundador, Raymond Bernard  no dia 19 de fevereiro de 1988, sob o nome de CIRCES (Círculo Internacional de Pesquisas Culturais e Espirituais).&lt;br /&gt;
Um círculo interno havia sido previsto, e esta expressão tomaria forma em 25 de setembro de 1988, através do estabelecimento da Ordem Soberana do Templo Iniciático (OSTI). &lt;br /&gt;
Em 1993 que a OSTI e o CIRCES fundiram-se numa só associação, afirmando assim claramente o vínculo indissociável entre o trabalho espiritual e o engajamento solidário, tornando-se o CIRCES o ramo humanitário da OSTI, sob o nome de &amp;quot;COMITÊ DE INICIATIVAS E REALIZAÇÕES CARITATIVAS E SOCIAIS&amp;quot;.&lt;br /&gt;
A Ordem Soberana do Templo Iniciático é um movimento de ação, de pesquisa e de realização espiritual e cultural. Ela não dispensa ensinamentos - nem escritos, nem orais - e não dá formação particular. Seus membros participarem da obra comum, pela contribuição pessoal de seus conhecimentos e suas aptidões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae====&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem dos Vigilantes do Templo====&lt;br /&gt;
A OVDT surge no pentecostes do 1982, aprocedendo à eleição visível do seu Grão-Mestre segundo a regra de S. Bernardo.&lt;br /&gt;
Pretende a revitalização da Raça Humana através de meios alquímicos e com a colaboração de seres inter-estelares proporcionando ao ser humano : &lt;br /&gt;
1. a Religião Universal do Espírito Santo;&lt;br /&gt;
2. empregar mais profícuamente suas possibilidades mentais;&lt;br /&gt;
3. utilizar as duas consciências do Homem;&lt;br /&gt;
4. uma sociedade nova, sem que no entanto se reprimam quaisquer das tendências atuais.&lt;br /&gt;
Possui três círculos de atuação, um de aproximação do buscador, o segundo que é a estrutura da OVTD e a Militia Templi (Milícia Templária) como interna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
Trata-se de uma pseudo ordem inciática fundada em 1984 tendo como fundadores  Joseph (Joe) Di Mambro e Luc Jouret. Não é em verdade uma Ordem inciática mas sim uma seita de cunho apocalíptico, dogmática e criminosa que tornaria-se mais tarde responsável por uma série de suicídios, fato este que viria manchar o movimento neo-templário, e fez com que muitos se afastassem dessa manifestação. Esta organização não têm nenhuma ligação com as propostas das outras ordens templárias, de nenhuma das correntes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Maçônicas===&lt;br /&gt;
Como ordens maçônicas temos tanto Ritos Maçônicos dedicados ao tema templário, como para-maçônicas e ordens maçônicas internas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Rito====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Rito Escocês Retificado=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Internas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Ordem de São João de Jerusalém=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Ordem Maçônica e Militar da Cruz Vermelha de Constantino=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Para-maçônica====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Ordem Demolay=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Culturais===&lt;br /&gt;
Estas ordens estão ligadas a um mesmo ramo, que multifacetou-se ao longo da história, mas que começa com o Francês Palaprat. Na atualidade tentam reviver aspectos culturais, filantrópicos, ecumênicos entre religiões monoteístas ocidentais, de ideais cristãos, e de cunho histórico com posse de artefatos e documentos templários. Algumas dessas manifestações estão registradas como ONGs e são reconhecidas por órgãos oficiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens de Honaria===&lt;br /&gt;
São aquelas que de fato são continuação histórica templária, por serem reconhecidas por monarcas, mas que nada têm de trabalho templário efetivo, conferindo medalhas, patentes e honrarias a personalidades culturais e políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem de Cristo====&lt;br /&gt;
A Ordem de Cristo ficou sedeada a partir de 1357 em Tomar, depois de ter passado por Castro Marim. Os membros desta Ordem tiveram um papel muito importante nos Descobrimentos, nas conquistas e evangelização de novas terras. A Ordem de Cristo foi criada pela Bula Ad ea ex-quibus do Papa João XXII, aderindo aos pedidos feitos pelo Rei D. Diniz, para que esta sucedesse à Ordem do Templo. A Rainha D. Maria I, em 1789 reformou a Ordem de Cristo, continuando formalmente como Ordem monástico-militar até à extinção das ordens religiosas em 1834, passando assim a ser uma Ordem de mérito. Em 1910 extinguiu-se esta Ordem, sendo que em 1918 foi reformulada pela I Republica. Esta Ordem tem apenas cinco graus: 1º Cavaleiro ou Dama; 2º Oficial; 3º Comendador; 4º Grande-Oficial; 5º Grã-Cruz.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9157</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9157"/>
		<updated>2008-07-15T15:50:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e o trabalho com esta ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sistema Carbonário==&lt;br /&gt;
A Carbonária em seu aspecto inciático utiliza o sistema de '''graus''' para transmitir determinados estágios de ensinamentos, onde cada passagem de grau é dada através da interação do membro com uma alegoria própria que marca sua aceitação pelo grupo naquele determinado estudo, segredos e ensinamentos do estágio ou grau. A transmissão desta alegoria é feita por uma série de símbolos, palavras, gestos e segredos que lhe são revelados durante sua iniciação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após tornarem-se uma sociedade organizada, os carbonários mantiveram o simbolismo florestal e carvoeiro, adotando o nome de Choças, Barracas e Vendas aos seus locais de reunião, nomes estes idênticos aos usados por carvoeiros dentro dos acampamentos segundo uma classificação por número de membros do grupamento. Dentro de um grupamento carbonário o termo usado para o tratamento mútuo é &amp;quot;Primo&amp;quot;, &amp;quot;Bom Primo&amp;quot; ou &amp;quot;Bom Primo Carbonário&amp;quot;, este tratamento muito provavelmente têm sua origem no câmbio de informações e no cunho fraternal mantido entre diversos grupos carbonários incialmente na Itália e depois em toda Europa, que eram vistos pela sociedade como verdadeiras famílias, o que fortalecia seus laços fraternais internos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos neste ponto a influência que a Carbonária teve não só da Maçonaria como de outros sistemas iniciáticos que seus membros do passado travaram contato ou eram membros.&lt;br /&gt;
Tal qual outras sociedades secretas usa de sinais, toques e palavras que são dominados apenas por seus membros, a carbonária também o faz sendo que estes foram métodos muito eficazes de mútuo reconhecimento durante suas atuações &amp;quot;em campo&amp;quot; em guerras, revoluções e unificações territoriais dos locais onde se manifestavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aprendizado Carbonário está dividido por etapas. Cada etapa é desenvolvida numa Câmara própria, com seus respectivos graus. &lt;br /&gt;
Na primeria câmara temos as Vendas Simbólicas do Rito Carbonário que compreendem três graus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1º Grau :&lt;br /&gt;
APRENDIZ CARBONÁRIO &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Aprendiz deve, acima de tudo, saber aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o primeiro contato com o Simbolismo Maçônico Carb. Aprende as funções de cada um no templo (Venda), e sempre busca o desenvolvimento das virtudes e a eliminação dos vícios. Muitos Carbonários antigos afirmam que este é o mais importante de todos os graus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2º Grau :&lt;br /&gt;
COMPANHEIRO FENDEDOR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fase de Companheiro Fendedor propicia ao maçom carbonário um excepcional conhecimento de símbolos, além de avanços ritualísticos e desenvolvimento do caráter.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3º Grau :&lt;br /&gt;
MESTRE CARBONÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o chamado grau da plenitude maçônica carbonária. No âmbito do Simbolismo (Vendas Simbólicas), é o grau mais elevado, que permite ocupar quaisquer cargos. O Mestre Carbonário possui conhecimentos elevados da história e objetivos maçônicos florestais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso existem as demais câmaras que apesar de maçônicas são totalmente alinhadas com o simbolismo florestal, sendo elas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vendas de Perfeição (do 4º ao 14º grau) REAA&lt;br /&gt;
Capítulos (do 15º ao 18º grau) REAA&lt;br /&gt;
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau) REAA&lt;br /&gt;
Consistórios (31º e 32º graus) REAA&lt;br /&gt;
Supremo Conselho (33º grau) REAA&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9116</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9116"/>
		<updated>2008-07-10T00:15:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Página substituída por '200px

A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9115</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9115"/>
		<updated>2008-07-10T00:12:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Página substituída por '200px
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais d...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9114</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9114"/>
		<updated>2008-07-09T18:20:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* =Ordem de São João de Jerusalém */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento; de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Esotéricas===&lt;br /&gt;
Este movimento surge no fim do século XIX, e tenta reviver a porção dita inciática da Ordem do Templo. Surgem aqui organizações que ensinam desde um cristianismo esotérico (gnóstico, essênio, cátaro), outras de estudo esotérico do monoteísmo ocidental (sufismo, cabala, e cristianismo esotérico já citado), até aquelas com propostas que envolvem toda uma gama mística e teúrgica tanto ocidental qaunto oriental.&lt;br /&gt;
Destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Renovada do Templo====&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
A OSTI nasceu do impulso do seu fundador, Raymond Bernard  no dia 19 de fevereiro de 1988, sob o nome de CIRCES (Círculo Internacional de Pesquisas Culturais e Espirituais).&lt;br /&gt;
Um círculo interno havia sido previsto, e esta expressão tomaria forma em 25 de setembro de 1988, através do estabelecimento da Ordem Soberana do Templo Iniciático (OSTI). &lt;br /&gt;
Em 1993 que a OSTI e o CIRCES fundiram-se numa só associação, afirmando assim claramente o vínculo indissociável entre o trabalho espiritual e o engajamento solidário, tornando-se o CIRCES o ramo humanitário da OSTI, sob o nome de &amp;quot;COMITÊ DE INICIATIVAS E REALIZAÇÕES CARITATIVAS E SOCIAIS&amp;quot;.&lt;br /&gt;
A Ordem Soberana do Templo Iniciático é um movimento de ação, de pesquisa e de realização espiritual e cultural. Ela não dispensa ensinamentos - nem escritos, nem orais - e não dá formação particular. Seus membros participarem da obra comum, pela contribuição pessoal de seus conhecimentos e suas aptidões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae====&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem dos Vigilantes do Templo====&lt;br /&gt;
A OVDT surge no pentecostes do 1982, aprocedendo à eleição visível do seu Grão-Mestre segundo a regra de S. Bernardo.&lt;br /&gt;
Pretende a revitalização da Raça Humana através de meios alquímicos e com a colaboração de seres inter-estelares proporcionando ao ser humano : &lt;br /&gt;
1. a Religião Universal do Espírito Santo;&lt;br /&gt;
2. empregar mais profícuamente suas possibilidades mentais;&lt;br /&gt;
3. utilizar as duas consciências do Homem;&lt;br /&gt;
4. uma sociedade nova, sem que no entanto se reprimam quaisquer das tendências atuais.&lt;br /&gt;
Possui três círculos de atuação, um de aproximação do buscador, o segundo que é a estrutura da OVTD e a Militia Templi (Milícia Templária) como interna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
Trata-se de uma pseudo ordem inciática fundada em 1984 tendo como fundadores  Joseph (Joe) Di Mambro e Luc Jouret. Não é em verdade uma Ordem inciática mas sim uma seita de cunho apocalíptico, dogmática e criminosa que tornaria-se mais tarde responsável por uma série de suicídios, fato este que viria manchar o movimento neo-templário, e fez com que muitos se afastassem dessa manifestação. Esta organização não têm nenhuma ligação com as propostas das outras ordens templárias, de nenhuma das correntes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Maçônicas===&lt;br /&gt;
Como ordens maçônicas temos tanto Ritos Maçônicos dedicados ao tema templário, como para-maçônicas e ordens maçônicas internas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Rito====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Rito Escocês Retificado=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Internas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Ordem de São João de Jerusalém=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Ordem Maçônica e Militar da Cruz Vermelha de Constantino=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Para-maçônica====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Ordem Demolay=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Culturais===&lt;br /&gt;
Estas ordens estão ligadas a um mesmo ramo, que multifacetou-se ao longo da história, mas que começa com o Francês Palaprat. Na atualidade tentam reviver aspectos culturais, filantrópicos, ecumênicos entre religiões monoteístas ocidentais, de ideais cristãos, e de cunho histórico com posse de artefatos e documentos templários. Algumas dessas manifestações estão registradas como ONGs e são reconhecidas por órgãos oficiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens de Honaria===&lt;br /&gt;
São aquelas que de fato são continuação histórica templária, por serem reconhecidas por monarcas, mas que nada têm de trabalho templário efetivo, conferindo medalhas, patentes e honrarias a personalidades culturais e políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem de Cristo====&lt;br /&gt;
A Ordem de Cristo ficou sedeada a partir de 1357 em Tomar, depois de ter passado por Castro Marim. Os membros desta Ordem tiveram um papel muito importante nos Descobrimentos, nas conquistas e evangelização de novas terras. A Ordem de Cristo foi criada pela Bula Ad ea ex-quibus do Papa João XXII, aderindo aos pedidos feitos pelo Rei D. Diniz, para que esta sucedesse à Ordem do Templo. A Rainha D. Maria I, em 1789 reformou a Ordem de Cristo, continuando formalmente como Ordem monástico-militar até à extinção das ordens religiosas em 1834, passando assim a ser uma Ordem de mérito. Em 1910 extinguiu-se esta Ordem, sendo que em 1918 foi reformulada pela I Republica. Esta Ordem tem apenas cinco graus: 1º Cavaleiro ou Dama; 2º Oficial; 3º Comendador; 4º Grande-Oficial; 5º Grã-Cruz.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9113</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9113"/>
		<updated>2008-07-09T18:19:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Ordens Maçônicas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento; de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Esotéricas===&lt;br /&gt;
Este movimento surge no fim do século XIX, e tenta reviver a porção dita inciática da Ordem do Templo. Surgem aqui organizações que ensinam desde um cristianismo esotérico (gnóstico, essênio, cátaro), outras de estudo esotérico do monoteísmo ocidental (sufismo, cabala, e cristianismo esotérico já citado), até aquelas com propostas que envolvem toda uma gama mística e teúrgica tanto ocidental qaunto oriental.&lt;br /&gt;
Destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Renovada do Templo====&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
A OSTI nasceu do impulso do seu fundador, Raymond Bernard  no dia 19 de fevereiro de 1988, sob o nome de CIRCES (Círculo Internacional de Pesquisas Culturais e Espirituais).&lt;br /&gt;
Um círculo interno havia sido previsto, e esta expressão tomaria forma em 25 de setembro de 1988, através do estabelecimento da Ordem Soberana do Templo Iniciático (OSTI). &lt;br /&gt;
Em 1993 que a OSTI e o CIRCES fundiram-se numa só associação, afirmando assim claramente o vínculo indissociável entre o trabalho espiritual e o engajamento solidário, tornando-se o CIRCES o ramo humanitário da OSTI, sob o nome de &amp;quot;COMITÊ DE INICIATIVAS E REALIZAÇÕES CARITATIVAS E SOCIAIS&amp;quot;.&lt;br /&gt;
A Ordem Soberana do Templo Iniciático é um movimento de ação, de pesquisa e de realização espiritual e cultural. Ela não dispensa ensinamentos - nem escritos, nem orais - e não dá formação particular. Seus membros participarem da obra comum, pela contribuição pessoal de seus conhecimentos e suas aptidões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae====&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem dos Vigilantes do Templo====&lt;br /&gt;
A OVDT surge no pentecostes do 1982, aprocedendo à eleição visível do seu Grão-Mestre segundo a regra de S. Bernardo.&lt;br /&gt;
Pretende a revitalização da Raça Humana através de meios alquímicos e com a colaboração de seres inter-estelares proporcionando ao ser humano : &lt;br /&gt;
1. a Religião Universal do Espírito Santo;&lt;br /&gt;
2. empregar mais profícuamente suas possibilidades mentais;&lt;br /&gt;
3. utilizar as duas consciências do Homem;&lt;br /&gt;
4. uma sociedade nova, sem que no entanto se reprimam quaisquer das tendências atuais.&lt;br /&gt;
Possui três círculos de atuação, um de aproximação do buscador, o segundo que é a estrutura da OVTD e a Militia Templi (Milícia Templária) como interna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
Trata-se de uma pseudo ordem inciática fundada em 1984 tendo como fundadores  Joseph (Joe) Di Mambro e Luc Jouret. Não é em verdade uma Ordem inciática mas sim uma seita de cunho apocalíptico, dogmática e criminosa que tornaria-se mais tarde responsável por uma série de suicídios, fato este que viria manchar o movimento neo-templário, e fez com que muitos se afastassem dessa manifestação. Esta organização não têm nenhuma ligação com as propostas das outras ordens templárias, de nenhuma das correntes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Maçônicas===&lt;br /&gt;
Como ordens maçônicas temos tanto Ritos Maçônicos dedicados ao tema templário, como para-maçônicas e ordens maçônicas internas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Rito====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Rito Escocês Retificado=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Internas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Ordem de São João de Jerusalém====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Ordem Maçônica e Militar da Cruz Vermelha de Constantino=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Para-maçônica====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Ordem Demolay=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Culturais===&lt;br /&gt;
Estas ordens estão ligadas a um mesmo ramo, que multifacetou-se ao longo da história, mas que começa com o Francês Palaprat. Na atualidade tentam reviver aspectos culturais, filantrópicos, ecumênicos entre religiões monoteístas ocidentais, de ideais cristãos, e de cunho histórico com posse de artefatos e documentos templários. Algumas dessas manifestações estão registradas como ONGs e são reconhecidas por órgãos oficiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens de Honaria===&lt;br /&gt;
São aquelas que de fato são continuação histórica templária, por serem reconhecidas por monarcas, mas que nada têm de trabalho templário efetivo, conferindo medalhas, patentes e honrarias a personalidades culturais e políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem de Cristo====&lt;br /&gt;
A Ordem de Cristo ficou sedeada a partir de 1357 em Tomar, depois de ter passado por Castro Marim. Os membros desta Ordem tiveram um papel muito importante nos Descobrimentos, nas conquistas e evangelização de novas terras. A Ordem de Cristo foi criada pela Bula Ad ea ex-quibus do Papa João XXII, aderindo aos pedidos feitos pelo Rei D. Diniz, para que esta sucedesse à Ordem do Templo. A Rainha D. Maria I, em 1789 reformou a Ordem de Cristo, continuando formalmente como Ordem monástico-militar até à extinção das ordens religiosas em 1834, passando assim a ser uma Ordem de mérito. Em 1910 extinguiu-se esta Ordem, sendo que em 1918 foi reformulada pela I Republica. Esta Ordem tem apenas cinco graus: 1º Cavaleiro ou Dama; 2º Oficial; 3º Comendador; 4º Grande-Oficial; 5º Grã-Cruz.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9112</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9112"/>
		<updated>2008-07-09T18:15:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento; de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Esotéricas===&lt;br /&gt;
Este movimento surge no fim do século XIX, e tenta reviver a porção dita inciática da Ordem do Templo. Surgem aqui organizações que ensinam desde um cristianismo esotérico (gnóstico, essênio, cátaro), outras de estudo esotérico do monoteísmo ocidental (sufismo, cabala, e cristianismo esotérico já citado), até aquelas com propostas que envolvem toda uma gama mística e teúrgica tanto ocidental qaunto oriental.&lt;br /&gt;
Destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Renovada do Templo====&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
A OSTI nasceu do impulso do seu fundador, Raymond Bernard  no dia 19 de fevereiro de 1988, sob o nome de CIRCES (Círculo Internacional de Pesquisas Culturais e Espirituais).&lt;br /&gt;
Um círculo interno havia sido previsto, e esta expressão tomaria forma em 25 de setembro de 1988, através do estabelecimento da Ordem Soberana do Templo Iniciático (OSTI). &lt;br /&gt;
Em 1993 que a OSTI e o CIRCES fundiram-se numa só associação, afirmando assim claramente o vínculo indissociável entre o trabalho espiritual e o engajamento solidário, tornando-se o CIRCES o ramo humanitário da OSTI, sob o nome de &amp;quot;COMITÊ DE INICIATIVAS E REALIZAÇÕES CARITATIVAS E SOCIAIS&amp;quot;.&lt;br /&gt;
A Ordem Soberana do Templo Iniciático é um movimento de ação, de pesquisa e de realização espiritual e cultural. Ela não dispensa ensinamentos - nem escritos, nem orais - e não dá formação particular. Seus membros participarem da obra comum, pela contribuição pessoal de seus conhecimentos e suas aptidões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae====&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem dos Vigilantes do Templo====&lt;br /&gt;
A OVDT surge no pentecostes do 1982, aprocedendo à eleição visível do seu Grão-Mestre segundo a regra de S. Bernardo.&lt;br /&gt;
Pretende a revitalização da Raça Humana através de meios alquímicos e com a colaboração de seres inter-estelares proporcionando ao ser humano : &lt;br /&gt;
1. a Religião Universal do Espírito Santo;&lt;br /&gt;
2. empregar mais profícuamente suas possibilidades mentais;&lt;br /&gt;
3. utilizar as duas consciências do Homem;&lt;br /&gt;
4. uma sociedade nova, sem que no entanto se reprimam quaisquer das tendências atuais.&lt;br /&gt;
Possui três círculos de atuação, um de aproximação do buscador, o segundo que é a estrutura da OVTD e a Militia Templi (Milícia Templária) como interna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
Trata-se de uma pseudo ordem inciática fundada em 1984 tendo como fundadores  Joseph (Joe) Di Mambro e Luc Jouret. Não é em verdade uma Ordem inciática mas sim uma seita de cunho apocalíptico, dogmática e criminosa que tornaria-se mais tarde responsável por uma série de suicídios, fato este que viria manchar o movimento neo-templário, e fez com que muitos se afastassem dessa manifestação. Esta organização não têm nenhuma ligação com as propostas das outras ordens templárias, de nenhuma das correntes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Maçônicas===&lt;br /&gt;
Como ordens maçônicas temos tanto Ritos Maçônicos dedicados ao tema templário, como para-maçônicas e ordens maçônicas internas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Culturais===&lt;br /&gt;
Estas ordens estão ligadas a um mesmo ramo, que multifacetou-se ao longo da história, mas que começa com o Francês Palaprat. Na atualidade tentam reviver aspectos culturais, filantrópicos, ecumênicos entre religiões monoteístas ocidentais, de ideais cristãos, e de cunho histórico com posse de artefatos e documentos templários. Algumas dessas manifestações estão registradas como ONGs e são reconhecidas por órgãos oficiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens de Honaria===&lt;br /&gt;
São aquelas que de fato são continuação histórica templária, por serem reconhecidas por monarcas, mas que nada têm de trabalho templário efetivo, conferindo medalhas, patentes e honrarias a personalidades culturais e políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem de Cristo====&lt;br /&gt;
A Ordem de Cristo ficou sedeada a partir de 1357 em Tomar, depois de ter passado por Castro Marim. Os membros desta Ordem tiveram um papel muito importante nos Descobrimentos, nas conquistas e evangelização de novas terras. A Ordem de Cristo foi criada pela Bula Ad ea ex-quibus do Papa João XXII, aderindo aos pedidos feitos pelo Rei D. Diniz, para que esta sucedesse à Ordem do Templo. A Rainha D. Maria I, em 1789 reformou a Ordem de Cristo, continuando formalmente como Ordem monástico-militar até à extinção das ordens religiosas em 1834, passando assim a ser uma Ordem de mérito. Em 1910 extinguiu-se esta Ordem, sendo que em 1918 foi reformulada pela I Republica. Esta Ordem tem apenas cinco graus: 1º Cavaleiro ou Dama; 2º Oficial; 3º Comendador; 4º Grande-Oficial; 5º Grã-Cruz.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9111</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9111"/>
		<updated>2008-07-09T17:58:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Ordem dos Veladores do Templo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento; de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Esotéricas===&lt;br /&gt;
Este movimento surge no fim do século XIX, e tenta reviver a porção dita inciática da Ordem do Templo. Surgem aqui organizações que ensinam desde um cristianismo esotérico (gnóstico, essênio, cátaro), outras de estudo esotérico do monoteísmo ocidental (sufismo, cabala, e cristianismo esotérico já citado), até aquelas com propostas que envolvem toda uma gama mística e teúrgica tanto ocidental qaunto oriental.&lt;br /&gt;
Destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Renovada do Templo====&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
A OSTI nasceu do impulso do seu fundador, Raymond Bernard  no dia 19 de fevereiro de 1988, sob o nome de CIRCES (Círculo Internacional de Pesquisas Culturais e Espirituais).&lt;br /&gt;
Um círculo interno havia sido previsto, e esta expressão tomaria forma em 25 de setembro de 1988, através do estabelecimento da Ordem Soberana do Templo Iniciático (OSTI). &lt;br /&gt;
Em 1993 que a OSTI e o CIRCES fundiram-se numa só associação, afirmando assim claramente o vínculo indissociável entre o trabalho espiritual e o engajamento solidário, tornando-se o CIRCES o ramo humanitário da OSTI, sob o nome de &amp;quot;COMITÊ DE INICIATIVAS E REALIZAÇÕES CARITATIVAS E SOCIAIS&amp;quot;.&lt;br /&gt;
A Ordem Soberana do Templo Iniciático é um movimento de ação, de pesquisa e de realização espiritual e cultural. Ela não dispensa ensinamentos - nem escritos, nem orais - e não dá formação particular. Seus membros participarem da obra comum, pela contribuição pessoal de seus conhecimentos e suas aptidões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae====&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem dos Vigilantes do Templo====&lt;br /&gt;
A OVDT surge no pentecostes do 1982, aprocedendo à eleição visível do seu Grão-Mestre segundo a regra de S. Bernardo.&lt;br /&gt;
Pretende a revitalização da Raça Humana através de meios alquímicos e com a colaboração de seres inter-estelares proporcionando ao ser humano : &lt;br /&gt;
1. a Religião Universal do Espírito Santo;&lt;br /&gt;
2. empregar mais profícuamente suas possibilidades mentais;&lt;br /&gt;
3. utilizar as duas consciências do Homem;&lt;br /&gt;
4. uma sociedade nova, sem que no entanto se reprimam quaisquer das tendências atuais.&lt;br /&gt;
Possui três círculos de atuação, um de aproximação do buscador, o segundo que é a estrutura da OVTD e a Militia Templi (Milícia Templária) como interna.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9110</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9110"/>
		<updated>2008-07-09T17:49:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Ordens Esotéricas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento; de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Esotéricas===&lt;br /&gt;
Este movimento surge no fim do século XIX, e tenta reviver a porção dita inciática da Ordem do Templo. Surgem aqui organizações que ensinam desde um cristianismo esotérico (gnóstico, essênio, cátaro), outras de estudo esotérico do monoteísmo ocidental (sufismo, cabala, e cristianismo esotérico já citado), até aquelas com propostas que envolvem toda uma gama mística e teúrgica tanto ocidental qaunto oriental.&lt;br /&gt;
Destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Renovada do Templo====&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
A OSTI nasceu do impulso do seu fundador, Raymond Bernard  no dia 19 de fevereiro de 1988, sob o nome de CIRCES (Círculo Internacional de Pesquisas Culturais e Espirituais).&lt;br /&gt;
Um círculo interno havia sido previsto, e esta expressão tomaria forma em 25 de setembro de 1988, através do estabelecimento da Ordem Soberana do Templo Iniciático (OSTI). &lt;br /&gt;
Em 1993 que a OSTI e o CIRCES fundiram-se numa só associação, afirmando assim claramente o vínculo indissociável entre o trabalho espiritual e o engajamento solidário, tornando-se o CIRCES o ramo humanitário da OSTI, sob o nome de &amp;quot;COMITÊ DE INICIATIVAS E REALIZAÇÕES CARITATIVAS E SOCIAIS&amp;quot;.&lt;br /&gt;
A Ordem Soberana do Templo Iniciático é um movimento de ação, de pesquisa e de realização espiritual e cultural. Ela não dispensa ensinamentos - nem escritos, nem orais - e não dá formação particular. Seus membros participarem da obra comum, pela contribuição pessoal de seus conhecimentos e suas aptidões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae====&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem dos Veladores do Templo====&lt;br /&gt;
A OVDT surge na década de 90 e diz-se ter hoje uma missão a cumprir, que é a de preparar a humanidade para:&lt;br /&gt;
1. a Religião Universal do Espírito Santo;&lt;br /&gt;
2. empregar mais profícuamente suas possibilidades mentais;&lt;br /&gt;
3. utilizar as duas consciências do Homem;&lt;br /&gt;
4. uma sociedade nova, sem que no entanto se reprimam quaisquer das tendências atuais.&lt;br /&gt;
Possui três círculos de atuação, um de aproximação do buscador, o segundo que é a estrutura da OVTD e a Militia Templi (Milícia Templária) como interna.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9109</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9109"/>
		<updated>2008-07-09T17:39:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Ordens Esotéricas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento; de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Esotéricas===&lt;br /&gt;
Este movimento surge no fim do século XIX, e tenta reviver a porção dita inciática da Ordem do Templo. Surgem aqui organizações que ensinam desde um cristianismo esotérico (gnóstico, essênio, cátaro), outras de estudo esotérico do monoteísmo ocidental (sufismo, cabala, e cristianismo esotérico já citado), até aquelas com propostas que envolvem toda uma gama mística e teúrgica tanto ocidental qaunto oriental.&lt;br /&gt;
Destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Renovada do Templo====&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Soberana do Templo Iniciático====&lt;br /&gt;
A OSTI nasceu do impulso do seu fundador, Raymond Bernard  no dia 19 de fevereiro de 1988, sob o nome de CIRCES (Círculo Internacional de Pesquisas Culturais e Espirituais).&lt;br /&gt;
Um círculo interno havia sido previsto, e esta expressão tomaria forma em 25 de setembro de 1988, através do estabelecimento da Ordem Soberana do Templo Iniciático (OSTI). &lt;br /&gt;
Em 1993 que a OSTI e o CIRCES fundiram-se numa só associação, afirmando assim claramente o vínculo indissociável entre o trabalho espiritual e o engajamento solidário, tornando-se o CIRCES o ramo humanitário da OSTI, sob o nome de &amp;quot;COMITÊ DE INICIATIVAS E REALIZAÇÕES CARITATIVAS E SOCIAIS&amp;quot;.&lt;br /&gt;
A Ordem Soberana do Templo Iniciático é um movimento de ação, de pesquisa e de realização espiritual e cultural. Ela não dispensa ensinamentos - nem escritos, nem orais - e não dá formação particular. Seus membros participarem da obra comum, pela contribuição pessoal de seus conhecimentos e suas aptidões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae====&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9108</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9108"/>
		<updated>2008-07-09T17:34:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento; de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Esotéricas===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este movimento surge no fim do século XIX, e tenta reviver a porção dita inciática da Ordem do Templo. Surgem aqui organizações que ensinam desde um cristianismo esotérico (gnóstico, essênio, cátaro), outras de estudo esotérico do monoteísmo ocidental (sufismo, cabala, e cristianismo esotérico já citado), até aquelas com propostas que envolvem toda uma gama mística e teúrgica tanto ocidental qaunto oriental.&lt;br /&gt;
Destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Renovada do Templo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9107</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9107"/>
		<updated>2008-07-09T17:34:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento; de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordens Esotéricas===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este movimento surge no fim do século XIX, e tenta reviver a porção dita inciática da Ordem do Templo. Surgem aqui organizações que ensinam desde um cristianismo esotérico (gnóstico, essênio, cátaro), outras de estudo esotérico do monoteísmo ocidental (sufismo, cabala, e cristianismo esotérico já citado), até aquelas com propostas que envolvem toda uma gama mística e teúrgica tanto ocidental qaunto oriental.&lt;br /&gt;
Destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ordem Renovada do Templo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9106</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9106"/>
		<updated>2008-07-09T17:28:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* O que é o neo-templarismo? */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento; de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem Renovada do Templo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9105</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9105"/>
		<updated>2008-07-09T17:27:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é o neo-templarismo?==&lt;br /&gt;
Também chamado de '''Ressurgimento Templário''', trata-se de um movimento moderno, que incia suas atividades por volta do século XVII, e que objetiva reviver os ideais propostos pela Ordem do Templo ou apenas especulados como pertencentes a Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
Dentro deste conceito quatro grandes correntes deste movimento devem ser destacados conforme seus objetivos, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Ordens esotéricas''' (ou místicas e teúrgicas)&lt;br /&gt;
*'''Ordens culturais'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens de honrarias'''&lt;br /&gt;
*'''Ordens maçônicas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos que as ordens: esotéricas, culturais e de honraria podem ser classificadas de &amp;quot;livres&amp;quot; por não exigirem nenhuma pré-filiação a outro movimento, e de outro lado temos as maçônicas que só admitem em seu seio aqueles regularmente aceitos como maçons.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, fato este que pouco importa tendo visto que a proposta interna de manter o espírito templário vivo e os ideais da cavalaria espiritual são a verdadeira chave de sua validade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem Renovada do Templo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9104</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9104"/>
		<updated>2008-07-09T17:14:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Cruz_templaria1.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais da chamada Ordem do Templo. Se organizam em ordens, confrarias e até como ONGs com objetivos que vão desde preservação cultural e histórica, filantropia até a proposta de uma senda inciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Três aspectos==&lt;br /&gt;
Duas correntes principais distinguem estas organizações, uma ligada aos círculos maçônicos e outra de cunho iniciático livre.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, mas muitas são as que apresentam muitos traços de esoterismo moderno ou resume-se a conferir honrarias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem Renovada do Templo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arquivo:Cruz_templaria1.jpg&amp;diff=9103</id>
		<title>Arquivo:Cruz templaria1.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arquivo:Cruz_templaria1.jpg&amp;diff=9103"/>
		<updated>2008-07-09T17:08:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Cruz Templária.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cruz Templária.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9102</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9102"/>
		<updated>2008-07-09T04:38:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Sistema Carbonário */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e o trabalho com esta ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sistema Carbonário==&lt;br /&gt;
A Carbonária em seu aspecto inciático utiliza o sistema de '''graus''' para transmitir determinados estágios de ensinamentos, onde cada passagem de grau é dada através da interação do membro com uma alegoria própria que marca sua aceitação pelo grupo naquele determinado estudo, segredos e ensinamentos do estágio ou grau. A transmissão desta alegoria é feita por uma série de símbolos, palavras, gestos e segredos que lhe são revelados durante sua iniciação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após tornarem-se uma sociedade organizada, os carbonários mantiveram o simbolismo florestal e carvoeiro, adotando o nome de Choças, Barracas e Vendas aos seus locais de reunião, nomes estes idênticos aos usados por carvoeiros dentro dos acampamentos segundo uma classificação por número de membros do grupamento. Dentro de um grupamento carbonário o termo usado para o tratamento mútuo é &amp;quot;Primo&amp;quot;, &amp;quot;Bom Primo&amp;quot; ou &amp;quot;Bom Primo Carbonário&amp;quot;, este tratamento muito provavelmente têm sua origem no câmbio de informações e no cunho fraternal mantido entre diversos grupos carbonários incialmente na Itália e depois em toda Europa, que eram vistos pela sociedade como verdadeiras famílias, o que fortalecia seus laços fraternais internos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos neste ponto a influência que a Carbonária teve não só da Maçonaria como de outros sistemas iniciáticos que seus membros do passado travaram contato ou eram membros.&lt;br /&gt;
Tal qual outras sociedades secretas usa de sinais, toques e palavras que são dominados apenas por seus membros, a carbonária também o faz sendo que estes foram métodos muito eficazes de mútuo reconhecimento durante suas atuações &amp;quot;em campo&amp;quot; em guerras, revoluções e unificações territoriais dos locais onde se manifestavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aprendizado Carbonário está dividido por etapas. Cada etapa é desenvolvida numa Câmara própria, com seus respectivos graus. &lt;br /&gt;
Na primeria câmara temos as Vendas Simbólicas do Rito Carbonário que compreendem três graus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1º Grau :&lt;br /&gt;
APRENDIZ CARBONÁRIO &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Aprendiz deve, acima de tudo, saber aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o primeiro contato com o Simbolismo Maçônico Carb. Aprende as funções de cada um no templo (Venda), e sempre busca o desenvolvimento das virtudes e a eliminação dos vícios. Muitos Carbonários antigos afirmam que este é o mais importante de todos os graus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2º Grau :&lt;br /&gt;
COMPANHEIRO FENDEDOR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fase de Companheiro Fendedor propicia ao maçom carbonário um excepcional conhecimento de símbolos, além de avanços ritualísticos e desenvolvimento do caráter.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3º Grau :&lt;br /&gt;
MESTRE CARBONÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o chamado grau da plenitude maçônica carbonária. No âmbito do Simbolismo (Vendas Simbólicas), é o grau mais elevado, que permite ocupar quaisquer cargos. O Mestre Carbonário possui conhecimentos elevados da história e objetivos maçônicos florestais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso existem as demais câmaras que apesar de maçônicas são totalmente alinhadas com o simbolismo florestal, sendo elas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vendas de Perfeição (do 4º ao 14º grau) REAA&lt;br /&gt;
Capítulos (do 15º ao 18º grau) REAA&lt;br /&gt;
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau) REAA&lt;br /&gt;
Consistórios (31º e 32º graus) REAA&lt;br /&gt;
Supremo Conselho (33º grau) REAA&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9101</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9101"/>
		<updated>2008-07-09T04:31:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Sistema Carbonário */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e o trabalho com esta ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sistema Carbonário==&lt;br /&gt;
A Carbonária em seu aspecto inciático utiliza o sistema de '''graus''' para transmitir determinados estágios de ensinamentos, onde cada passagem de grau é dada através da interação do membro com uma alegoria própria que marca sua aceitação pelo grupo naquele determinado estudo, segredos e ensinamentos do estágio ou grau. A transmissão desta alegoria é feita por uma série de símbolos, palavras, gestos e segredos que lhe são revelados durante sua iniciação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos neste ponto a influência que a Carbonária teve não só da Maçonaria como de outros sistemas iniciáticos que seus membros do passado travaram contato ou eram membros.&lt;br /&gt;
Tal qual outras sociedades secretas usa de sinais, toques e palavras que são dominados apenas por seus membros, a carbonária também o faz sendo que estes foram métodos muito eficazes de mútuo reconhecimento durante suas atuações &amp;quot;em campo&amp;quot; em guerras, revoluções e unificações territoriais dos locais onde se manifestavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após tornarem-se uma sociedade organizada, os carbonários mantiveram o simbolismo florestal e carvoeiro, adotando o nome de Choças, Barracas e Vendas aos seus locais de reunião, nomes estes idênticos aos usados por carvoeiros dentro dos acampamentos segundo uma classificação por número de membros do grupamento. Dentro de um grupamento carbonário o termo usado para o tratamento mútuo é &amp;quot;Primo&amp;quot;, &amp;quot;Bom Primo&amp;quot; ou &amp;quot;Bom Primo Carbonário&amp;quot;, este tratamento muito provavelmente têm sua origem no câmbio de informações e no cunho fraternal mantido entre diversos grupos carbonários incialmente na Itália e depois em toda Europa, que eram vistos pela sociedade como verdadeiras famílias, o que fortalecia seus laços fraternais internos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9100</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9100"/>
		<updated>2008-07-09T04:26:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Sistema Carbonário */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e o trabalho com esta ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sistema Carbonário==&lt;br /&gt;
A Carbonária em seu aspecto inciático utiliza o sistema de '''graus''' para transmitir determinados estágios de ensinamentos, onde cada passagem de grau é dada através da interação do membro com uma alegoria própria que marca sua aceitação pelo grupo naquele determinado estudo, segredos e ensinamentos do estágio ou grau. A transmissão desta alegoria é feita por uma série de símbolos, palavras, gestos e segredos que lhe são revelados durante sua iniciação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos neste ponto a influência que a Carbonária teve não só da Maçonaria como de outros sistemas iniciáticos que seus membros do passado travaram contato ou eram membros.&lt;br /&gt;
Tal qual outras sociedades secretas usa de sinais, toques e palavras que são dominados apenas por seus membros, a carbonária também o faz sendo que estes foram métodos muito eficazes de mútuo reconhecimento durante suas atuações &amp;quot;em campo&amp;quot; em guerras, revoluções e unificações territoriais dos locais onde se manifestavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após tornarem-se uma sociedade organizada, os carbonários mantiveram o simbolismo florestal e carvoeiro, adotando o nome de Choças, Barracas e Vendas aos seus locais de reunião, nomes estes idênticos aos usados por carvoeiros dentro dos acampamentos segundo uma classificação por número de membros do grupamento. Dentro de um grupamento carbonário o termo usado para o tratamento mútuo é &amp;quot;Primo&amp;quot;, &amp;quot;Bom Primo&amp;quot; ou &amp;quot;Bom Primo Carbonário&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arquivo:Carbonaria_home.jpg&amp;diff=9099</id>
		<title>Arquivo:Carbonaria home.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arquivo:Carbonaria_home.jpg&amp;diff=9099"/>
		<updated>2008-07-09T04:24:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Símbolo Carbonário&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Símbolo Carbonário&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9098</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9098"/>
		<updated>2008-07-09T04:18:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Sistema Carbonário */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e o trabalho com esta ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sistema Carbonário==&lt;br /&gt;
A Carbonária em seu aspecto inciático utiliza o sistema de '''graus''' para transmitir determinados estágios de ensinamentos, onde cada passagem de grau é dada através da interação do membro com uma alegoria própria que marca sua aceitação pelo grupo naquele determinado estudo, segredos e ensinamentos do estágio ou grau. A transmissão desta alegoria é feita por uma série de símbolos, palavras, gestos e segredos que lhe são revelados durante sua iniciação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notamos neste ponto a influência que a Carbonária teve não só da Maçonaria como de outros sistemas iniciáticos que seus membros do passado travaram contato ou eram membros.&lt;br /&gt;
Tal qual outras sociedades secretas usa de sinais, toques e palavras que são dominados apenas por seus membros e que foram muito úteis durante suas atuações &amp;quot;em campo&amp;quot; durante guerras, revoluções e unificações territoriais dos locais onde se manifestavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após tornarem-se uma sociedade organizada, os carbonários mantiveram o simbolismo florestal e carvoeiro, adotando o nome de Choças, Barracas e Vendas aos seus locais de reunião, nomes estes idênticos aos usados por carvoeiros dentro dos acampamentos segundo uma classificação por número de membros do grupamento. Dentro de um grupamento carbonário o termo usado para o tratamento mútuo é &amp;quot;Primo&amp;quot;, &amp;quot;Bom Primo&amp;quot; ou &amp;quot;Bom Primo Carbonário&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9097</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9097"/>
		<updated>2008-07-09T04:16:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e o trabalho com esta ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sistema Carbonário==&lt;br /&gt;
A Carbonária em seu aspecto inciático utiliza o sistema de '''graus''' para transmitir determinados estágios de ensinamentos, onde cada passagem de grau é dada através da interação do membro com uma alegoria própria que marca sua aceitação pelo grupo naquele determinado estudo, segredos e ensinamentos do estágio ou grau. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A transmissão desta alegoria é feita por uma série de símbolos, palavras, gestos e segredos que lhe são revelados durante sua iniciação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal qual outras sociedades secretas usa de sinais, toques e palavras que são dominados apenas por seus membros e que foram muito úteis durante suas atuações &amp;quot;em campo&amp;quot; durante guerras, revoluções e unificações territoriais dos locais onde se manifestavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após tornarem-se uma sociedade organizada, os carbonários mantiveram o simbolismo florestal e carvoeiro, adotando o nome de Choças, Barracas e Vendas aos seus locais de reunião, nomes estes idênticos aos usados por carvoeiros dentro dos acampamentos segundo uma classificação por número de membros do grupamento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9096</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9096"/>
		<updated>2008-07-09T04:15:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot; */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e o trabalho com esta ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sistema Carbonário==&lt;br /&gt;
A Carbonária em seu aspecto inciático utiliza o sistema de '''graus''' para transmitir determinados estágios de ensinamentos, onde cada passagem de grau é dada através da interação do membro com uma alegoria própria que marca sua aceitação pelo grupo naquele determinado estudo, segredos e ensinamentos do estágio ou grau. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A transmissão desta alegoria é feita por uma série de símbolos, palavras, gestos e segredos que lhe são revelados durante sua iniciação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal qual outras sociedades secretas usa de sinais, toques e palavras que são dominados apenas por seus membros e que foram muito úteis durante suas atuações &amp;quot;em campo&amp;quot; durante guerras, revoluções e unificações territoriais dos locais onde se manifestavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após tornarem-se uma sociedade organizada, os carbonários mantiveram o simbolismo florestal e carvoeiro, adotando o nome de Choças, Barracas e Vendas aos seus locais de reunião, nomes estes idênticos aos usados por carvoeiros dentro dos acampamentos segundo uma classificação por número de membros do grupamento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9095</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9095"/>
		<updated>2008-07-09T04:15:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* Sistema Carbonário */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e o trabalho com esta ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sistema Carbonário==&lt;br /&gt;
A Carbonária em seu aspecto inciático utiliza o sistema de '''graus''' para transmitir determinados estágios de ensinamentos, onde cada passagem de grau é dada através da interação do membro com uma alegoria própria que marca sua aceitação pelo grupo naquele determinado estudo, segredos e ensinamentos do estágio ou grau. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A transmissão desta alegoria é feita por uma série de símbolos, palavras, gestos e segredos que lhe são revelados durante sua iniciação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal qual outras sociedades secretas usa de sinais, toques e palavras que são dominados apenas por seus membros e que foram muito úteis durante suas atuações &amp;quot;em campo&amp;quot; durante guerras, revoluções e unificações territoriais dos locais onde se manifestavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após tornarem-se uma sociedade organizada, os carbonários mantiveram o simbolismo florestal e carvoeiro, adotando o nome de Choças, Barracas e Vendas aos seus locais de reunião, nomes estes idênticos aos usados por carvoeiros dentro dos acampamentos segundo uma classificação por número de membros do grupamento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9094</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9094"/>
		<updated>2008-07-09T04:13:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e o trabalho com esta ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sistema Carbonário==&lt;br /&gt;
A Carbonária em seu aspecto inciático utiliza o sistema de '''graus''' para transmitir determinados estágios de ensinamentos, onde cada passagem de grau é dada através da interação do membro com uma alegoria própria que marca sua aceitação pelo grupo naquele determinado estudo, segredos e ensinamentos do estágio ou grau. &lt;br /&gt;
A transmissão desta alegoria é feita por uma série de símbolos, palavras, gestos e segredos que lhe são revelados durante sua iniciação.&lt;br /&gt;
Tal qual outras sociedades secretas usa de sinais, toques e palavras que são dominados apenas por seus membros e que foram muito úteis durante suas atuações &amp;quot;em campo&amp;quot; durante guerras, revoluções e unificações territoriais dos locais onde se manifestavam.&lt;br /&gt;
Após tornarem-se uma sociedade organizada, os carbonários mantiveram o simbolismo florestal e carvoeiro, adotando o nome de Choças, Barracas e Vendas aos seus locais de reunião, nomes estes idênticos aos usados por carvoeiros dentro dos acampamentos segundo uma classificação por número de membros do grupamento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9093</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9093"/>
		<updated>2008-07-09T04:02:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot; */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e o trabalho com esta ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9092</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9092"/>
		<updated>2008-07-09T04:00:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para preservar, zelar, usufruir e lutar pela verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e rabalho com ela ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9091</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9091"/>
		<updated>2008-07-09T03:57:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg||thumb|right|200px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Carbonária''' é uma organização fraternal de cunho inciático e político, tendo nascido nos moldes de uma sociedade secreta e tornando-se atualmente discreta, que tem como princípio o aperfeiçoamento moral e cívico humanos, preparando-os para usufruir a verdadeira Liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O que é a Carbonária?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma organização nascida em meio a trabalhadores carvoeiros de Nápoles, Itália, por volta do século XVIII e que recrutava secretamente aqueles que estavam dispostos a agir e velar pela liberdade humana. Após determinado período incia um processo de expansão, chegando a França, Portugal, Espanha e mais tarde a outros países da América do Sul.&lt;br /&gt;
Neste sentido, inicialmente, atendia aos interesses locais de onde&lt;br /&gt;
estivesse presente, agindo contra a opressão quer seja da nobreza, do clero, ou mesmo apoiando e atuando dentro de revoluções e unificações políticas.&lt;br /&gt;
Além deste caráter revolucionário que visava a garantia da liberdade humana, a carbonária sempre teve uma estrutura inciática interna que instruia e educava visando preparar o homem de forma&lt;br /&gt;
moral e cívica, para usufruir desta liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Termo &amp;quot;Carbonário&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como já citado antes, a Carbonária têm seu desenvolvimento entre carvoeiros e associações de carvoeiros em Nápoles, daí o termo carbonário, que vêm de &amp;quot;carbonaro&amp;quot; ou carvoeiro em italiano.&lt;br /&gt;
Os carvoeiros eram trabalhadores que atuavam dentro de florestas em acampamentos, extraindo a madeira e transformando-a em carvão. Este fato contribui para o uso de termos e simbolismo ligados a floresta, a extração da madeira e rabalho com ela ou marcenaria, e o trabalho de produção do carvão ou carvoaria.&lt;br /&gt;
Estes fatos e uma futura aproximação com alguns grupos maçônicos levaram a carbonária a ser apelidada de &amp;quot;maçonaria florestal&amp;quot; ou &amp;quot;maçonaria verde&amp;quot;.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9090</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9090"/>
		<updated>2008-07-09T03:31:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg|thumb|right|Símbolo do Trabalho Carbonário]]&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma sociedade discreta, atuando no passado como secreta, de cunho iniciático e político-revolucionário, fundada por volta de 1810 na Itália e espalhando-se pela França, Portugal e Espanha. Sua ideologia de cunho libertário se fazia notar por um marcado anti-clericalismo, visava apoiar revoluções e atuar dentro destas com peso de uma milícia organizada, recrutando inclusive espiões, para livrar a administração política de influências tirânicas e opressoras.&lt;br /&gt;
O termo carbonário vêm do italiano “carbonaro” ou carvoeiro, fato este que, depois de contato travado com a maçonaria, levaria esta organização a utilizar um simbolismo peculiar da arte carvoeira e marceneira em contraste com o simbolismo de alvenaria usado pelos maçons ou “pedreiros-livres”. Fato peculiar este já que quando consultamos o livro de Reis, é claramente dito que o Templo de Salomão (símbolo da edificação maçônica) foi construído com “cedros do Líbano” e que ali “nenhum tipo de pedra era visto”.&lt;br /&gt;
Inicialmente reuniam-se entre os carvoeiros em meio às florestas, advindo deste fato seu apelido de “maçonaria verde” ou “maçonaria florestal”, este simbolismo inclusive foi mantido sendo que os grupos de associados carbonários são chamados de: choça, barraca ou venda, o que os classifica pelo número de carbonários, adotando portanto o simbolismo daqueles acampamentos. Dentro destes grupos o termo empregado no tratamento mútuo é de “Primo” ou “Bom Primo”, sua organização é de cunho hierárquico e possui uma divisão de graus.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9089</id>
		<title>Carbonária</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Carbon%C3%A1ria&amp;diff=9089"/>
		<updated>2008-07-09T03:29:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Nova página: Símbolo do Trabalho Carbonário A Carbonária é uma sociedade discreta, atuando no passado como secreta, de cunho iniciático e político-revolu...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:carbonaria.jpg|thumb|right|Símbolo do Trabalho Carbonário]]&lt;br /&gt;
A Carbonária é uma sociedade discreta, atuando no passado como secreta, de cunho iniciático e político-revolucionário, fundada por volta de 1810 na Itália e espalhando-se pela França, Portugal e Espanha. Sua ideologia de cunho libertário se fazia notar por um marcado anti-clericalismo, visava apoiar revoluções e atuar dentro destas com peso de uma milícia organizada, recrutando inclusive espiões, para livrar a administração política de influências tirânicas e opressoras.&lt;br /&gt;
O termo carbonário vêm do italiano “carbonaro” ou carvoeiro, fato este que, depois de contato travado com a maçonaria, levaria esta organização a utilizar um simbolismo peculiar da arte carvoeira e marceneira em contraste com o simbolismo de alvenaria usado pelos maçons ou “pedreiros-livres”. Fato peculiar este já que quando consultamos o livro de Reis, é claramente dito que o Templo de Salomão (símbolo da edificação maçônica) foi construído com “cedros do Líbano” e que ali “nenhum tipo de pedra era visto”.&lt;br /&gt;
Inicialmente reuniam-se entre os carvoeiros em meio às florestas, advindo deste fato seu apelido de “maçonaria verde” ou “maçonaria florestal”, este simbolismo inclusive foi mantido sendo que os grupos são chamados de associados carbonários são tratados por: choça, barraca ou venda, adotando, portanto o simbolismo daqueles acampamentos. Dentro destes grupos o termo empregado no tratamento mútuo é de “Primo” ou “Bom Primo”, sua organização é de cunho hierárquico e possui uma divisão de graus.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arquivo:Carbonaria.jpg&amp;diff=9088</id>
		<title>Arquivo:Carbonaria.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arquivo:Carbonaria.jpg&amp;diff=9088"/>
		<updated>2008-07-09T03:27:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Esquadro, compasso e canivete. Símbolo Carbonário.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esquadro, compasso e canivete. Símbolo Carbonário.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arquivo:Logo_cecp.jpg&amp;diff=9087</id>
		<title>Arquivo:Logo cecp.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arquivo:Logo_cecp.jpg&amp;diff=9087"/>
		<updated>2008-07-08T13:50:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Logo do CECP&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Logo do CECP&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=C%C3%ADrculo_Esot%C3%A9rico_da_Comunh%C3%A3o_do_Pensamento&amp;diff=9086</id>
		<title>Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=C%C3%ADrculo_Esot%C3%A9rico_da_Comunh%C3%A3o_do_Pensamento&amp;diff=9086"/>
		<updated>2008-07-08T13:47:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* A fundação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{contexto}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A fundação==&lt;br /&gt;
[[Imagem:CECP.jpg|thumb|right|Sede Central]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma certa noite de 1902 ,Antonio Olívio Rodrigues, o idealizador e fundador do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, descansava após um dia de trabalho quando de súbito aflorou na mente uma luminosa inspirada em seus estudos espirituais. A princípio era apenas uma tímida idéia, mas ela foi crescendo e tornando-se  cada vez mais nítida e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta época as pesquisas psíquicas haviam acendido na França e em meados do século XIX irradiava seus clarões por toda Europa e América. As notáveis conferências pronunciadas pelo grande Vivekananda e por outros luminares no congresso das Religiões realizado em Chicago em 1893, a par das obras ocultistas de H.P.Blavatsky  divulgadas desde 1877, foram logo traduzidas para o espanhol, o que as tornou mais acessíveis a A.O.R(Antonio Olívio Rodrigues) e outros estudiosos e pesquisadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A.O.R teve a rápida visão da conveniência em promover o intercâmbio de idéias com outras pessoas cultas, identificadas com a poderosa corrente intelectual norte-americana. Assim, em 1907, uniu-se a um pequeno grupo de pessoas fundando a primeira sociedade esotérica do Brasil, denominada “Loja Martinista Amor e Verdade”, seguida da publicação da primeira revista do gênero em nosso país, “O pensamento”, com finalidade de divulgar o magnetismo, a astrologia, a clarividência, a psicometria, a terapêutica e o psiquismo em geral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No 3° número dessa mesma revista, em fevereiro de 1908, A.O.R lançou a idéia, bem ousada para época, da instituição da “Comunhão do Pensamento”, e concomitantemente passou a propagá-la de modo ativo, convicto de vê-la triunfante. E de fato, o ideal de uma comunhão do pensamento, isto é, da formação de uma ininterrupta cadeia mental coletiva, visando à geração de ondas irradiadoras de pensamentos de paz e harmonia entre os homens, foi facilmente acolhido com grande entusiasmo pelos leitores da revista. Adesões começaram a afluir num crescendo animador, ao passo que, paralelamente, iniciativas práticas nesse sentido foram sendo tomadas e intensificadas por A.O.R., até a eclosão do empolgante ideal no dia 27 de junho de 1909, quando se concretizou na instalação solene da Primeira Ordem Esotérica do Brasil, sob denominação de Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propondo-se a estudar as forças ocultas da natureza e do homem e a promover o despertar das energias criadoras latentes no pensamento humano, a agremiação adotou como lema e divisa os sublimes ideais de Harmonia, Amor, Verdade e Justiça. Estes potentes ideais constituem as quatro colunas mestras que sustentam o templo de nossa venerável Ordem e objetivam constituir a tônica de sua vida e de suas atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta do CECP==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fundado em 27 de junho de 1909, na cidade de São Paulo, onde tem sua sede na rua Dr. Rodrigo Silva, 85, Centro, é um círculo de comunhão de pensamento de seus membros e tem por fim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Promover o estudo das forças desconhecidas do homem e da natureza, estimulando o amor a esta, zelando pela sua defesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b)  Promover o despertar das energias criadoras latentes no pensamento de cada filiado, no sentido de lhe assegurar o bem-estar físico, moral e social, mantendo-lhe a saúde do corpo e do espírito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c)  Concorrer, na medida de suas forças, para que a Harmonia, o Amor, a Verdade e a Justiça se efetivem cada vez mais entre os homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Promover divulgação constante, ativa e eficiente, entre seus filiados, por meio de publicações, mediante contratação com empresas especializadas, conferências, de recomendações quanto ao máximo respeito e tolerância para com todas as religiões, credos filosóficos e correntes políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e)  Empregar todos os meios ao seu alcance em prol do bem comum, empenhando-se no combate aos vícios que flagelam a humanidade, quais sejam: o alcoolismo, os tóxicos inebriantes, as incontínências física e moral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Auxiliar, na medida de seus recursos, todo empreendimento humanitário e altruísta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Incentivar entre seus membros o culto cívico dos grandes benfeitores da humanidade, o respeito às Leis e aos poderes constituídos do pais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
h) Promover a organização de um coral, a fim de estimular o desenvolvimento do sentimento musical entre seus associados e divulgar hinos e canções representativas do esoterismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
i) Organizar e manter Biblioteca que acolha os grandes mestres do pensamento, com seção especial dedicada aos livros e oulras publicações relativos ao esoterismo. A essa Biblioteca terão acesso os associados e instituições ou pessoas que, autorizadas, desejarem fazer pesquisas sobre o esoterismo ou oulras que a Biblioteca possa proporcionar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
j) Manter em dependência da sede do Circulo Esotérico da Comunhão do Pensamento, um cenáculo destinado ao recolhimento de diretores, associados e/ou convidados, para a prática de orações e exercícios esotéricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
k) Fomentar relações corn agremiações congéneres, quer nacionais, quer estrangeiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Empenhar-se, mediante os necessários estudos, para ser instituída uma FUNDAÇÃO que abranja todas as múltiplas atividades administrativas do Círculo, permanecendo este corn a finalidade precípua de difundir as ideias e iniciativas que embasam as atividades mencionadas, contendo-as nos limites dos ideais esotéricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Tattwas==&lt;br /&gt;
[[Tattwas]], são forças sutis da natureza, que se prendem na raiz de todas as manifestações e ao mesmo tempo, sobre os planos físico, mental e psíquico. São as cinco modificações do Swara, reflexo de Parabrah, atributo absoluto de Deus, traduzindo a Sua Sublimidade, Grandeza e Onipotência, abrangendo os atributos da Onipresença e Onisciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Tattwas (Centros de Irradiação Mental) são os grupos locais de estudo do CECP, criados em todos os Estados do Brasil, são elos que constituem a grandiosa Cadeia mágica, poderosas baterias vivas, para os irmãos do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento que, no dizer dos Mestres Iniciados, projetam no astral de um extremo ao outro do mundo a vontade coletiva, magnética, dinamizada, cuja força assim projetada, traz um grande benefício aos irmãos da Ordem, protegendo-os contra as adversidades da vida e dando-lhes coragem para enfrentar os reveses do destino, assim como, auxiliando-os na ascensão espiritual a que todos estamos fatalmente sujeitos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arquivo:CECP.jpg&amp;diff=9085</id>
		<title>Arquivo:CECP.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arquivo:CECP.jpg&amp;diff=9085"/>
		<updated>2008-07-08T13:43:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: fachada da sede do círculo esotérico da comunhão do pensamento.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;fachada da sede do círculo esotérico da comunhão do pensamento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=C%C3%ADrculo_Esot%C3%A9rico_da_Comunh%C3%A3o_do_Pensamento&amp;diff=9078</id>
		<title>Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=C%C3%ADrculo_Esot%C3%A9rico_da_Comunh%C3%A3o_do_Pensamento&amp;diff=9078"/>
		<updated>2008-07-02T02:50:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==A fundação==&lt;br /&gt;
Uma certa noite de 1902 ,Antonio Olívio Rodrigues, o idealizador e fundador do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, descansava após um dia de trabalho quando de súbito aflorou na mente uma luminosa inspirada em seus estudos espirituais. A princípio era apenas uma tímida idéia, mas ela foi crescendo e tornando-se  cada vez mais nítida e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta época as pesquisas psíquicas haviam acendido na França e em meados do século XIX irradiava seus clarões por toda Europa e América. As notáveis conferências pronunciadas pelo grande Vivekananda e por outros luminares no congresso das Religiões realizado em Chicago em 1893, a par das obras ocultistas de H.P.Blavatsky  divulgadas desde 1877, foram logo traduzidas para o espanhol, o que as tornou mais acessíveis a A.O.R(Antonio Olívio Rodrigues) e outros estudiosos e pesquisadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A.O.R teve a rápida visão da conveniência em promover o intercâmbio de idéias com outras pessoas cultas, identificadas com a poderosa corrente intelectual norte-americana. Assim, em 1907, uniu-se a um pequeno grupo de pessoas fundando a primeira sociedade esotérica do Brasil, denominada “Loja Martinista Amor e Verdade”, seguida da publicação da primeira revista do gênero em nosso país, “O pensamento”, com finalidade de divulgar o magnetismo, a astrologia, a clarividência, a psicometria, a terapêutica e o psiquismo em geral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No 3° número dessa mesma revista, em fevereiro de 1908, A.O.R lançou a idéia, bem ousada para época, da instituição da “Comunhão do Pensamento”, e concomitantemente passou a propagá-la de modo ativo, convicto de vê-la triunfante. E de fato, o ideal de uma comunhão do pensamento, isto é, da formação de uma ininterrupta cadeia mental coletiva, visando à geração de ondas irradiadoras de pensamentos de paz e harmonia entre os homens, foi facilmente acolhido com grande entusiasmo pelos leitores da revista. Adesões começaram a afluir num crescendo animador, ao passo que, paralelamente, iniciativas práticas nesse sentido foram sendo tomadas e intensificadas por A.O.R., até a eclosão do empolgante ideal no dia 27 de junho de 1909, quando se concretizou na instalação solene da Primeira Ordem Esotérica do Brasil, sob denominação de Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propondo-se a estudar as forças ocultas da natureza e do homem e a promover o despertar das energias criadoras latentes no pensamento humano, a agremiação adotou como lema e divisa os sublimes ideais de Harmonia, Amor, Verdade e Justiça. Estes potentes ideais constituem as quatro colunas mestras que sustentam o templo de nossa venerável Ordem e objetivam constituir a tônica de sua vida e de suas atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta do CECP==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fundado em 27 de junho de 1909, na cidade de São Paulo, onde tem sua sede na rua Dr. Rodrigo Silva, 85, Centro, é um círculo de comunhão de pensamento de seus membros e tem por fim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Promover o estudo das forças desconhecidas do homem e da natureza, estimulando o amor a esta, zelando pela sua defesa.&lt;br /&gt;
b)  Promover o despertar das energias criadoras latentes no pensamento de cada filiado, no sentido de lhe assegurar o bem-estar físico, moral e social, mantendo-lhe a saúde do corpo e do espírito.&lt;br /&gt;
c)  Concorrer, na medida de suas forças, para que a Harmonia, o Amor, a Verdade e a Justiça se efetivem cada vez mais entre os homens.&lt;br /&gt;
d) Promover divulgação constante, ativa e eficiente, entre seus filiados, por meio de publicações, mediante contratação com empresas especializadas, conferências, de recomendações quanto ao máximo respeito e tolerância para com todas as religiões, credos filosóficos e correntes políticas.&lt;br /&gt;
e)  Empregar todos os meios ao seu alcance em prol do bem comum, empenhando-se no combate aos vícios que flagelam a humanidade, quais sejam: o alcoolismo, os tóxicos inebriantes, as incontínências física e moral.&lt;br /&gt;
O Auxiliar, na medida de seus recursos, todo empreendimento humanitário e altruísta.&lt;br /&gt;
g) Incentivar entre seus membros o culto cívico dos grandes benfeitores da humanidade, o respeito às Leis e aos poderes constituídos do pais.&lt;br /&gt;
h) Promover a organização de um coral, a fim de estimular o desenvolvimento do sentimento musical entre seus associados e divulgar hinos e canções representativas do esoterismo.&lt;br /&gt;
i) Organizar e manter Biblioteca que acolha os grandes mestres do pensamento, com seção especial dedicada aos livros e oulras publicações relativos ao esoterismo. A essa Biblioteca terão acesso os associados e instituições ou pessoas que, autorizadas, desejarem fazer pesquisas sobre o esoterismo ou oulras que a Biblioteca possa proporcionar.&lt;br /&gt;
j) Manter em dependência da sede do Circulo Esotérico da Comunhão do Pensamento, um cenáculo destinado ao recolhimento de diretores, associados e/ou convidados, para a prática de orações e exercícios esotéricos.&lt;br /&gt;
k) Fomentar relações corn agremiações congéneres, quer nacionais, quer estrangeiras.&lt;br /&gt;
1) Empenhar-se, mediante os necessários estudos, para ser instituída uma FUNDAÇÃO que abranja todas as múltiplas atividades administrativas do Círculo, permanecendo este corn a finalidade precípua de difundir as ideias e iniciativas que embasam as atividades mencionadas, contendo-as nos limites dos ideais esotéricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Tattwas==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Tattwas, são forças sutis da natureza, que se prendem na raiz de todas as manifestações e ao mesmo tempo, sobre os planos físico, mental e psíquico. São as cinco modificações do Swara, reflexo de Parabrah, atributo absoluto de Deus, traduzindo a Sua Sublimidade, Grandeza e Onipotência, abrangendo os atributos da Onipresença e Onisciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Tattwas (Centros de Irradiação Mental) são os grupos locais de estudo do CECP, criados em todos os Estados do Brasil, são elos que constituem a grandiosa Cadeia mágica, poderosas baterias vivas, para os irmãos do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento que, no dizer dos Mestres Iniciados, projetam no astral de um extremo ao outro do mundo a vontade coletiva, magnética, dinamizada, cuja força assim projetada, traz um grande benefício aos irmãos da Ordem, protegendo-os contra as adversidades da vida e dando-lhes coragem para enfrentar os reveses do destino, assim como, auxiliando-os na ascensão espiritual a que todos estamos fatalmente sujeitos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=C%C3%ADrculo_Esot%C3%A9rico_da_Comunh%C3%A3o_do_Pensamento&amp;diff=9077</id>
		<title>Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=C%C3%ADrculo_Esot%C3%A9rico_da_Comunh%C3%A3o_do_Pensamento&amp;diff=9077"/>
		<updated>2008-07-02T02:28:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Nova página: ==Antônio Olívio Rodrigues e a fundação==  Antonio Olívio Rodrigues, o idealizador e fundador do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, nasceu em Portugal a 7 de outubro ...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Antônio Olívio Rodrigues e a fundação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antonio Olívio Rodrigues, o idealizador e fundador do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, nasceu em Portugal a 7 de outubro de 1879, de origem humilde veio para o Brasil em 1890, quando tinha apenas 11 anos de idade. Trabalhando em várias profissões humildes com baixos salários, dedicava as poucas horas livres para melhorar seu grau de instrução escolar e também dedicava-se ao estudo do espiritualismo, magnetismo, astronomia, filosofia, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1902, com 23 anos, já havia constituído família. Uma certa noite, descansava após um dia de trabalho quando de súbito aflorou na mente uma luminosa inspirada em seus estudos espirituais. A princípio era apenas uma tímida idéia, mas ela foi crescendo e tornando-se  cada vez mais nítida e consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta época as pesquisas psíquicas haviam acendido na França e em meados do século XIX irradiava seus clarões por toda Europa e América. As notáveis conferências pronunciadas pelo grande Vivekananda e por outros luminares no congresso das Religiões realizado em Chicago em 1893, a par das obras ocultistas de H.P.Blavatsky  divulgadas desde 1877, foram logo traduzidas para o espanhol, o que as tornou mais acessíveis a A.O.R(Antonio Olívio Rodrigues) e outros estudiosos e pesquisadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A.O.R teve a rápida visão da conveniência em promover o intercâmbio de idéias com outras pessoas cultas, identificadas com a poderosa corrente intelectual norte-americana. Assim, em 1907, uniu-se a um pequeno grupo de pessoas fundando a primeira sociedade esotérica do Brasil, denominada “Loja Martinista Amor e Verdade”, seguida da publicação da primeira revista do gênero em nosso país, “O pensamento”, com finalidade de divulgar o magnetismo, a astrologia, a clarividência, a psicometria, a terapêutica e o psiquismo em geral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No 3° número dessa mesma revista, em fevereiro de 1908, A.O.R lançou a idéia, bem ousada para época, da instituição da “Comunhão do Pensamento”, e concomitantemente passou a propagá-la de modo ativo, convicto de vê-la triunfante. E de fato, o ideal de uma comunhão do pensamento, isto é, da formação de uma ininterrupta cadeia mental coletiva, visando à geração de ondas irradiadoras de pensamentos de paz e harmonia entre os homens, foi facilmente acolhido com grande entusiasmo pelos leitores da revista. Adesões começaram a afluir num crescendo animador, ao passo que, paralelamente, iniciativas práticas nesse sentido foram sendo tomadas e intensificadas por A.O.R., até a eclosão do empolgante ideal no dia 27 de junho de 1909, quando se concretizou na instalação solene da Primeira Ordem Esotérica do Brasil, sob denominação de Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propondo-se a estudar as forças ocultas da natureza e do homem e a promover o despertar das energias criadoras latentes no pensamento humano, a agremiação adotou como lema e divisa os sublimes ideais de Harmonia, Amor, Verdade e Justiça. Estes potentes ideais constituem as quatro colunas mestras que sustentam o templo de nossa venerável Ordem e objetivam constituir a tônica de sua vida e de suas atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Tattwas==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Tattwas, são forças sutis da natureza, que se prendem na raiz de todas as manifestações e ao mesmo tempo, sobre os planos físico, mental e psíquico. São as cinco modificações do Swara, reflexo de Parabrah, atributo absoluto de Deus, traduzindo a Sua Sublimidade, Grandeza e Onipotência, abrangendo os atributos da Onipresença e Onisciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Tattwas (Centros de Irradiação Mental) são os grupos locais de estudo do Círculo Esotérico, criados em todos os Estados do Brasil, são elos que constituem a grandiosa Cadeia mágica, poderosas baterias vivas, para os irmãos do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento que, no dizer dos Mestres Iniciados, projetam no astral de um extremo ao outro do mundo a vontade coletiva, magnética, dinamizada, cuja força assim projetada, traz um grande benefício aos irmãos da Ordem, protegendo-os contra as adversidades da vida e dando-lhes coragem para enfrentar os reveses do destino, assim como, auxiliando-os na ascensão espiritual a que todos estamos fatalmente sujeitos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9051</id>
		<title>Templarismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Templarismo&amp;diff=9051"/>
		<updated>2008-06-28T14:34:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: Nova página: {{contexto}}  O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais ou aspectos dos ideais da chamada Ordem do Templo....&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{contexto}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado “templarismo” ou “neo-templarismo”  é um movimento que tenta preservar, propagar e reviver os ideais ou aspectos dos ideais da chamada Ordem do Templo. Muitos se organizam em ordens e confrarias, com objetivos que vão desde a senda iniciática, passando pela caridade, até a preservação cultural das práticas templárias.&lt;br /&gt;
Duas correntes principais distinguem estas organizações, uma ligada aos círculos maçônicos e outra de cunho iniciático livre.&lt;br /&gt;
Cada uma destas organizações reclama um meio de ligação tradicional com a Ordem do Templo, mas muitas são as que apresentam muitos traços de esoterismo moderno ou resume-se a conferir honrarias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ordens Templárias &amp;quot;livres&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trataremos aqui como ordens templárias inciáticas &amp;quot;livres&amp;quot;, aquelas que propagam a tradição templárias em seus diversos aspectos, e sem a restrição da filiação maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem Renovada do Templo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar desta filiação templária ter começado sua reorganização por volta de 1962, ela só ressurge, oficialmente, em 23 de setembro de 1968, na cripta da Catedral de Chartres, na presença de personalidades reconhecidas por sua adesão aos valores templários e cavaleirosos. Foi, igualmente, ali que o primeiro Grande Mestre do Ressurgimento foi nomeado e reconhecido como tal por seus pares no respeito à Tradição Templária. A linha de sucessão reclamada por esta tradição foi preservada na Itália. &lt;br /&gt;
Esta foi uma das Ordens neo-templárias mais populares, daria origem a outros movimentos &amp;quot;neo-templários&amp;quot; e influenciaria fortemente outros. &lt;br /&gt;
Seus trabalhos são voltados a um desenvolvimento individual pela via mística e coletivo pela atuação filantrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordo Militiae Cruciferae Evangelicae===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A OMCE foi organizada pela primeira vez em 16 de julho de 1990 e é uma perpetuação da Tradição da Militiae Cruciferae Evangelicae reorganizada no Cruce Signandorum Conventus realizado em 27 de julho de 1586 em Luneberg, Alemanha.&lt;br /&gt;
A OMCE é uma organização fraternal internacional e sem fins lucrativos, que possui duas funções básicas: autodesenvolvimento e serviço à humanidade. &lt;br /&gt;
Autodesenvolvimento para os homens e mulheres que se afiliam à OMCE e que devem ter um interesse sincero nos conceitos esotéricos, metafísicos, místicos e espirituais não-sectários e a motivação para aplicá-los em propósitos bons e práticos.&lt;br /&gt;
Serviços à humanidade já que na Milícia não há progresso real a não ser através do serviço à humanidade e especificamente para aqueles fora da organização.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Martinismo&amp;diff=9050</id>
		<title>Martinismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Martinismo&amp;diff=9050"/>
		<updated>2008-06-27T01:18:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[imagem:Pantáculo.gif|thumb|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Ordem Martinista''' é uma Ordem iniciática e uma escola de cavalheirismo moral, com base essencialmente na mística cristã, muito embora exista algumas linhagens do Martinismo que conciliam os ensinamentos da tradição esotérica cristã com os ensinamentos de algumas tradições esotéricas do oriente. Essa Ordem fraternal está aberta tanto a homens quanto a mulheres. Sua denominação vem do nome [[Louis Cloude de Saint-Martin]]. Por ele a Ordem está ligada a uma tradição que tem raízes na Tradição Primordial, numa época em que o ser humano tinha o privilégio de comungar livremente com a Divindade, sem intermediações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
==A senda martinista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os martinistas se questionavam quanto à capacidade atual do ser humano para realizar essa união. Se, como indica a Bíblia, ele foi criado à imagem de Deus, como se explica sua deplorável situação atual? Essa pergunta leva os martinistas a estudar a história do ser humano desde sua emanação da imensidade divina até sua presente condição. Para eles o ser humano não pode conhecer sua natureza fundamental sem estudar as relações que existem entre Deus, o universo e ele próprio. O universo e o ser humano formam um todo, duas progressões ligadas uma à outra e evoluindo juntas. Por outro lado, a última etapa do conhecimento do homem deve levá-lo à última etapa de seu conhecimento da natureza. Mas se ele quer compreender sua verdadeira natureza é para Deus que deve se voltar, pois ''“...só nós podemos ler no Próprio Deus e nos compreender em Seu próprio esplendor...”'' Se o ser humano não mais está disposto a ceder a esse conhecimento, é porque cometeu o erro de tornar-se vazio de Deus e se perder no mundo das aparências, no mundo temporal. Tornou-se de certo modo adormecido para o mundo espiritual. Seu Templo interior está em ruínas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em “O ministério do Homem-Espírito”, diz Louis Claude de Saint-Martin:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''“Homem, lembra-te por um instante do teu julgamento. Por um momento quero de bom grado te desculpar por ainda desconheceres o destino sublime que terias a cumprir no universo; mas pelo menos não deverias ser cego ao papel insignificante que nele cumpres durante o curto intervalo que percorres desde o teu berço até o teu túmulo. Lança um olhar sobre o que te ocupa durante esse trajeto. Poderias acaso crer que teria sido para um destino tão nulo que te verias dotado de faculdades e propriedades tão importantes?”''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como reencontrar esse estado paradisíaco pelo qual o ser humano era ao mesmo tempo um Pensamento, uma Palavra e uma Ação de Deus? Aí está toda a busca martinista, que é a busca da '''Reintegração'''. Se o ser humano perdeu sua potencialidade primordial, dela conserva no entanto o germe e basta-lhe que aplique sua vontade para cultivar essa raiz e fazê-la frutificar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem bem sente que se encontra em estado de privação e nada neste plano consegue satisfazê-lo plenamente. O que ele deseja, fundamentalmente, não pertence a este mundo, e é por isto que ele se desencaminha incessantemente, tomado de uma imensa cobiça de tudo atrair para si mesmo, como para reencontrar aquela faculdade que outrora lhe permitia tudo possuir, tudo dominar e tudo compreender. Dizia Saint-Martin: ''Nada é mais comum do que a cobiça e mais raro do que o desejo.'' Com efeito, aquele que toma consciência da origem dessa nostalgia, dessa lembrança fugaz de uma grandeza perdida; aquele que aspira a reencontrar sua primeva pureza, é um '''Homem de Desejo'''. Seu desejo é o desejo de Deus. E o desejo é a raiz da eternidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O martinismo é um caminho da '''Vontade'''. Entre o Destino, por vezes cego, e a divina Providência, é preciso então escolher. Para o martinista, tornar-se um Homem de Desejo é empreender a reconstrução de seu Templo interior. Para edificar esse Templo eterno, ele se apóia em dois pilares: o da iniciação e o dos ensinamentos martinistas. A iniciação marca efetivamente o começo de seu grande trabalho, pois é o momento em que ele recebe a semente de luz que constitui o alicerce de sua obra. Cabe-lhe em seguida trabalhar para manifestar e irradiar essa luz. As iniciações martinistas constituem um momento privilegiado, no reencontro de um Homem de Desejo com o seu Iniciador. Só podem ser conferidas num Templo e na presença conjunta e efetiva daquele que outorga e daquele que recebe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os martinistas as iniciações humanas, embora sejam um preliminar indispensável, são apenas “representações” terrenas de uma transformação maior. Só se tornam efetivas quando recebemos a iniciação central. Esta, segundo Saint-Martin, é aquela pela qual ''podemos entrar no coração de Deus e fazer entrar o coração de Deus em nós, para aí fazer um casamento indissolúvel... Não há outro mistério para se chegar a essa iniciação sagrada que o de mergulharmos cada vez mais nas profundezas do nosso ser e de não deixarmos escapar a vivificadora raiz, para que não corramos o risco de extirpá-la; graças a isso, então, todos os frutos que deveremos gerar, segundo nossa espécie, haverão de se produzir naturalmente em nós e fora de nós.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Os ensinamentos martinistas===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos constituem para o martinista a nutrição pela qual ele vai fazer crescer o germe recebido em sua iniciação. A base dos ensinamentos martinistas assenta nos escritos de [[Louis Claude de Saint-Martin]] e de [[Martinès de Pasqually]]. Dentre os assuntos propostos à reflexão contam-se os seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Os símbolos místicos&lt;br /&gt;
* A natureza tríplice do homem&lt;br /&gt;
* O estudo esotérico do Gênesis&lt;br /&gt;
* O livre-arbítrio e o destino&lt;br /&gt;
* A lei quaternária&lt;br /&gt;
* Reconciliação e reintegração&lt;br /&gt;
* Os mundos visível e invisível&lt;br /&gt;
* Os sonhos e a iniciação&lt;br /&gt;
* A ciência dos números&lt;br /&gt;
* A prece&lt;br /&gt;
* Os ciclos da humanidade&lt;br /&gt;
* A civilização e o Estado ideal&lt;br /&gt;
* Arte, música e linguagem&lt;br /&gt;
* A regeneração mística&lt;br /&gt;
* O mundo elementar&lt;br /&gt;
* O mundo dos Orbes&lt;br /&gt;
* O mundo do Empíreo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O martinismo moderno==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a transição de Louis Claude de Saint Martin, os martinistas (assim eram chamados seus discípulos) não estiveram muito ativos. As cerimônias e os ensinamentos tradicionais eram transmitidos somente de maneira pessoal e privada. Após um longo período de discrição, um grande esforço foi feito em 1888 para estruturar aquilo que na época não podia verdadeiramente ser chamado de uma Ordem iniciática e que se limitava a alguns iniciados. Foi graças ao empenho de [[Papus]] e [[Augustin Chaboseau]] que essa Ordem veio à luz e recebeu o nome de Ordem Martinista. Esse movimento foi coroado de êxito em 1891 e resultou na formação do Conselho Supremo da '''Ordem Martinista''', composto de vinte e um Membros, com autoridade sobre todas as Lojas do mundo. O célebre ocultista francês Papus ([[Papus | Dr. Gerard Encause]]) foi eleito primeiro Presidente desse Conselho Supremo. Sob sua brilhante e infatigável direção, a Ordem cresceu rapidamente e, por volta de 1900, contava com centenas de Membros ativos na maior parte dos países do mundo. Papus tornou-se rapidamente uma autoridade em matéria de martinismo e suas obras constituem uma fonte preciosa de informação para os martinistas e todos aqueles que se interessam pela Tradição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As ordens martinistas visíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No decorrer do tempo a luz martinista difundiu-se pelo mundo. Atualmente, existem vários grupos organizados sob o título de martinistas. Eis algumas delas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tradicional ordem martinista===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Tradicional Ordem Martinista permanece como a maior Ordem Martinista não operativa em atividade no mundo, para tanto conta com a aliança com a Ordem Rosacruz AMORC, é a organização Martinista que possui o maior número de Heptadas tradicionalmente constituídas e é a que possui a melhor organização administrativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sucessão da Tradicional Ordem Martinista possui vários ramos a saber :1. V.E. Michelet 2. Augustin Chaboseau (Sar Augustus) 3. Ralph Maxwell Lewis (Sar Validivar) 4. Gary L. Stewart 5. Cristian Bernard (Phenix) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sucessões iniciáticas: 1. Papus &amp;amp; Chaboseau (linhagem em dobro) 2. o Charles Deter (Teder) 3. Blanchard 4. H.S.Lewis &lt;br /&gt;
1. Papus &amp;amp; Chaboseau (linhagem em dobro) 2. Charles Deter (Teder) 3. Georges de Bogè LagrËze (Mikael) 4. Ralph Lewis. &lt;br /&gt;
O Soberano Grande Mestre da Tradicional Ordem Martinista é o Ir Christian Bernard ( Phenix) que possui duas linhagens: &lt;br /&gt;
1. Ralph Lewis 2. Sepulcros de Orval 3. Cristian Bernard e&lt;br /&gt;
1. Ralph Lewis 2. Cecil UM. Poole 3. Gary L. Stewart 4. Christian Bernard.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Tradicional Ordem Martinista, trabalham-se em três graus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Associado&lt;br /&gt;
* Iniciado&lt;br /&gt;
* S.I.(Superior Incógnito) e CFD (Círculo dos Filósofos Desconhecidos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se afiliar à TOM, é exigido que o aspirante seja um membro iniciado ao primeiro Grau de Templo da Ordem Rosacruz, AMORC e que esteja em dia com suas contribuições. Então, após a admissão à classe dos membros de Oratório ele pode solicitar afiliação a uma das Heptadas Martinistas espalhadas pela jurisdição. Para ser iniciado em uma Heptada Martinista, no grau Associado, deve-se passar por uma entrevista com o mestre em exercício. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da TOM reúnem-se em reuniões chamadas de &amp;quot;Conventículos Martinistas&amp;quot;, onde são estudados os manuscritos correspondentes ao grau do conventículo. Para ser admitido ao grau seguinte, exige-se, principalmente, que o membro participe, durante 1 ano, de todos os conventículos referente ao seu grau atual (tolerando-se no máximo 6 faltas). Os conventículos de cada grau são realizados quinzenalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final do estudo do S.I. em Heptada, e desde que eles tenham atendido todas as exigências estabelecidas pela Grande Heptada, os membros são admitidos ao Círculo dos Filósofos Desconhecidos (CFD), onde escolhem um nome místico. No CFD, os novos mestres estão aptos a participarem de todos os trabalhos templários, a escreverem manuscritos e enviarem para a Grande Heptada, onde serão apreciados e redistribuídos para as outras Heptadas, para estudo e meditação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O intuito desta compilação é o de fornecer informações históricas sobre o Martinismo através dos séculos. Como todo Martinista deve saber, não se julga um irmão pela riqueza ou pobreza do berço que o embalou e sim pela fraternidade que une dois seres que possuem gravados em seus íntimos a mesma iniciação e a mesma paternidade espiritual. Este é o elo que nos une.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem martinista sinárquica===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta ordem é a mais antiga das que tiveram uma existência ininterrupta desde sua fundação em 1918 por Blanchard (Sar Yesir). Originalmente era Blanchard que iria se tornar o sucessor de Detré como Grande Mestre da Ordem Martinista Martinezista. Blanchard desistiu disto, pois ele não estava a favor da exigência de afiliação maçônica no Martinismo. Assim em 1918 Blanchard reuniu o Conselho Supremo anterior de Martinistas e Martinistas independentes que não aderiram ou pertenceram às Ordens Martinistas maçônicas e formaram uma Ordem de Martinistas sob a constituição original que Iniciou homens e mulheres. Depois, em 1934 a Ordem de Blanchard mudou seu nome para Ordem Martinista e Sinarquica, e Blanchard foi eleito Soberano Grande Mestre Universal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uma idade de 75 anos, Blanchard faleceu em 1953, em Paris. O Soberano Grão Mestre a substitui-lo foi Sar Alkmaion (Dr. Edouard Bertholet), da Suíça. Foi Sar Alkmaion, Soberano Grão Mestre da Ordem para as Lojas Inglesas que recebeu a Carta Constitutiva como Delegado Geral para a Grã Bretanha e a Comunidade britânica. A Grande Loja Britânica era governada por um comitê interno conhecido como o Tribunal Soberano do qual este era um dos membros permanentes: Presidente: Sar Sorath (também conhecido como Sar Gulion, ainda em vida). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento, a jurisdição principal desta ordem está na Inglaterra sob da liderança de Sar Gulion. Nos E.U.A. há uma filial da ordem que funciona regularmente com uma carta constitutiva da Inglaterra. Depois da morte de Fusiller, o sucessor de Blanchard, a Ordem Martinista dos Eleitos Cohens fundiu com o OMS e mantém o nome do posterior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A linhagem de OMS atual: 1. Papus &amp;amp; Chaboseau (linhagem dobro) 2. Charles Detrè (Teder) 3. Georges de BogÈ LagrËze (Mikael) 4. Auguste Reichel (Amertis) 5. V. Churchill (Sar Vernita) 6. Sar Gulion/Sorath (o Grande Mestre Inglês) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OM&amp;amp;S independente do Canadá, tem estas linhagens; 1. Papus &amp;amp; Chaboseau (linhagem dobro) 2. Charles Detrè (Teder) 3. Georges de Bogè Lagrëze (Mikael) 4. Auguste Reichel (Amertis) 5. V. Churchill (Sar Vernita) 6. Sar Sendivogius 7. William Pendleton 8. Sar Parsifal/Petrus (morto 1994). &lt;br /&gt;
O tribunal de OM&amp;amp;S no Canadá, 1965, era compostos de: 1. Sar Resurrectus, Presidente (iniciado por Pendleton) 2. Sar Sendivogious, 3. Sar Petrus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Jurisdição canadense se declarou independente. Sar Resurrectus se tornou o Grande Mestre, Sar Sendivogious se retirou das atividades da OMS para se concentrar nos Elus Cohen, e Sar Petrus se tornou Grande Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem Martinista dos Elus Cohens===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente fundado por Martinez de Pasqually em 1768. Foi fundido com alguns ritos Maçons pelo discípulo dele e sucessor Jean-Baptiste Willermoz. O Dr. Blitz de Eduoard, um companheiro antigo de Papus, trabalhou com os Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa de Willermoz, nos E.U.A., e consequentemente mantinha a exigência de afiliação maçônica. Depois da Segunda Guerra Mundial, Robert Ambelain (Sar Aurifer),era seu Grande Mestre e mantinha rituais Elus Cohen que ele tinha obtido de várias fontes , reavivou a Ordem Martiniste des lus Cohens que praticava justamente esta forma operativa de teurgia. Ambelain também preservou somente esta Ordem aos Homens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem original do Cohens Eleitos tinha trabalhado de 1767 a pelo menos até 1807. De lá para cá a linhagem está quebrada ou pelo menos incompleta. Estes são o iniciados principais da Ordem dos Cavaleiros Maçons Eleitos do Elus Cohen do Universo na França: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Martinez de Pasqually 1767-1774 2. Caignet Lestere 1774-1779 3. o Sebastian las de Casas 1780 4. G.Z.W.J. 1807 de 1942-1967: 1. Robert Ambelain (Aurifer) 1942-1967 2. Ivan Mosca (Hermete) 1967-1968 &lt;br /&gt;
No seguimento Italiano : 1. Krisna Frater 2. Francesco Brunelli &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os graus transmitidos nos Elus Cohen são assim: &lt;br /&gt;
1º grau - o Mestre Elus-Cohen 2º grau - Cavaleiro do Oriente 3º grau - o Chefe do Oriente 4º grau - RÈaux-Croix Outras fontes relatam assim: 1 - Ordem dos Cavaleiros de Elus-Cohen L'Univers 2 - ordem de Cavaleiros maçons 3 - Eleitos sacerdotes do Universo 4 - RÈaux-Croix &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem se fundiu com a Ordem de Martinista de Phillipe Encausse. Ambelain publicou uma declaração na revista de Martinista ´L'Initiation&amp;quot; em 1964 relatando o fechamento da ordem. 30 anos depois foi reavivado mais uma vez - novamente por Ambelain - que ainda parece estar morando em Paris. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem martinista (de Papus)===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o nome da primeira ordem criado por Papus em Paris 1888. Papus foi o primeiro Soberano Grande Mestre de 1888 até a sua morte em 1916. O seu primeiro Conselho Supremo foi constituído dos seguintes Irmãos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Papus (o Grande Mestre ) 2. Pierre Augustin Chaboseau 3. Paul Adam 4. Charles Barlet 5. Maurice Barres 6. Burget 7. Lucien Chamuel, 8. de Stanislas Guaita 9. LeJay 10. Montiere 11. Josephin Peladan 12. Yvon Le Loup (Sedir) 13. Eduoard&lt;br /&gt;
Maurice Barres e Josephin Peladan foram posteriormente substituídos por Marc e Emile Michelet. O Dr. Blitz de Edouard , Delegado Soberano no E.U.A., também era um membro do Conselho Supremo, entretanto ele é negligenciado freqüentemente na história do Martinismo, provavelmente porque ele deixou a Ordem, depois de uma controvérsia com Papus que não pretendia manter a subordinação maçônica em sua organização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem Martinista Sufi===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta linhagem do Martinismo concilia ensinamentos da tradição esotérica cristã com ensinamentos da tradição esotérica islâmica, também conhecido como sufismo. Papus travou contato com algumas fraternidades iniciáticas do oriente médio que resultou na união de alguns martinistas europeus com adeptos do sufismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sucessão de Papus na linhagem de Saint Martin era assim: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. o Louis-Claude Saint Martin (1743-1803) 2. Jean-Antoine Chaptal (de Compte Chanteloup)(morto em 1832) 3. (?)X 4. Henri Delaage (morreu 1882) 5. Dr. Gérard Encausse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, havia um elo, ou melhor, um vácuo (o X) na linhagem de Papus, assim em 1888, Augustin Chaboseau (um membro do Conselho Supremo original de 1888) e Gérard Encausse trocaram Iniciações pessoais para consolidar a sucessão. A Ordem Martinista se constituiu então de duas linhagens espirituais, a que vimos acima e a seguinte: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. o Louis-Claude de Saint Martin (1743-1803) 2. Abbe de la Noue (morreu 1820) 3. J. Antoine-Marie Hennequin (morreu 1851) 4. Adolphe Desbarolles (morto em 1880) 5. Henri la de Touche (Paul-Hyacinthe de Nouel de la Touche)(morto em 1851) 6. a marquesa de Amélie de Mortemart Boisse 7. Pierre Augustin Chaboseau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de morte de Papus , Charles Detré (nome místico Teder ) se tornou o Soberano Grande Mestre, ele decidiu limitar a afiliação à Ordem Martinista (L`Ordre Martiniste) para Mestres Maçons, especialmente do Rito de Memphis &amp;amp; Misraim. Claro que isto significou que as mulheres seriam excluídas do Martinismo, e isto também não estava de acordo à filosofia do Martinismo original. Naturalmente isto causou grande discordância entre os membros, e vários membros do Conselho Supremo original de 1891 deixaram a Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem Martinista Britânica===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma linha de sucessão da TOM, Gary Lee Stuart recebeu o “importantíssimo 4° Grau de Livre Iniciador” diretamente de Cecil Poole, que por sua vez o recebeu de Victor Blanchard, Grande Mestre da OM&amp;amp;S. Tal fato leva Stuart a reclamar ter sido automaticamente elevado ao cargo de Mestre Soberano pela linha de sucessão da TOM. &lt;br /&gt;
Após a cisão com a AMORC e consequentemente com a TOM, em 1991, Stuart cria a BMO (British Martinist Order) baseando-se em uma antiga linhagem martinista russa (Golitzin), que ele teria recebido na Bélgica nos anos 70 ( da I.S. Milites Templi, uma ordem “Templária” que possui Lojas na Bélgica)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Martinismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ordens]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Martinismo&amp;diff=9049</id>
		<title>Martinismo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Martinismo&amp;diff=9049"/>
		<updated>2008-06-27T01:12:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: /* As ordens martinistas visíveis */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[imagem:Pantáculo.gif|thumb|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Ordem Martinista''' é uma Ordem iniciática e uma escola de cavalheirismo moral, com base essencialmente na mística cristã, muito embora exista algumas linhagens do Martinismo que conciliam os ensinamentos da tradição esotérica cristã com os ensinamentos de algumas tradições esotéricas do oriente. Essa Ordem fraternal está aberta tanto a homens quanto a mulheres. Sua denominação vem do nome [[Louis Cloude de Saint-Martin]]. Por ele a Ordem está ligada a uma tradição que tem raízes na Tradição Primordial, numa época em que o ser humano tinha o privilégio de comungar livremente com a Divindade, sem intermediações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
==A senda martinista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os martinistas se questionavam quanto à capacidade atual do ser humano para realizar essa união. Se, como indica a Bíblia, ele foi criado à imagem de Deus, como se explica sua deplorável situação atual? Essa pergunta leva os martinistas a estudar a história do ser humano desde sua emanação da imensidade divina até sua presente condição. Para eles o ser humano não pode conhecer sua natureza fundamental sem estudar as relações que existem entre Deus, o universo e ele próprio. O universo e o ser humano formam um todo, duas progressões ligadas uma à outra e evoluindo juntas. Por outro lado, a última etapa do conhecimento do homem deve levá-lo à última etapa de seu conhecimento da natureza. Mas se ele quer compreender sua verdadeira natureza é para Deus que deve se voltar, pois ''“...só nós podemos ler no Próprio Deus e nos compreender em Seu próprio esplendor...”'' Se o ser humano não mais está disposto a ceder a esse conhecimento, é porque cometeu o erro de tornar-se vazio de Deus e se perder no mundo das aparências, no mundo temporal. Tornou-se de certo modo adormecido para o mundo espiritual. Seu Templo interior está em ruínas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em “O ministério do Homem-Espírito”, diz Louis Claude de Saint-Martin:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''“Homem, lembra-te por um instante do teu julgamento. Por um momento quero de bom grado te desculpar por ainda desconheceres o destino sublime que terias a cumprir no universo; mas pelo menos não deverias ser cego ao papel insignificante que nele cumpres durante o curto intervalo que percorres desde o teu berço até o teu túmulo. Lança um olhar sobre o que te ocupa durante esse trajeto. Poderias acaso crer que teria sido para um destino tão nulo que te verias dotado de faculdades e propriedades tão importantes?”''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como reencontrar esse estado paradisíaco pelo qual o ser humano era ao mesmo tempo um Pensamento, uma Palavra e uma Ação de Deus? Aí está toda a busca martinista, que é a busca da '''Reintegração'''. Se o ser humano perdeu sua potencialidade primordial, dela conserva no entanto o germe e basta-lhe que aplique sua vontade para cultivar essa raiz e fazê-la frutificar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem bem sente que se encontra em estado de privação e nada neste plano consegue satisfazê-lo plenamente. O que ele deseja, fundamentalmente, não pertence a este mundo, e é por isto que ele se desencaminha incessantemente, tomado de uma imensa cobiça de tudo atrair para si mesmo, como para reencontrar aquela faculdade que outrora lhe permitia tudo possuir, tudo dominar e tudo compreender. Dizia Saint-Martin: ''Nada é mais comum do que a cobiça e mais raro do que o desejo.'' Com efeito, aquele que toma consciência da origem dessa nostalgia, dessa lembrança fugaz de uma grandeza perdida; aquele que aspira a reencontrar sua primeva pureza, é um '''Homem de Desejo'''. Seu desejo é o desejo de Deus. E o desejo é a raiz da eternidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O martinismo é um caminho da '''Vontade'''. Entre o Destino, por vezes cego, e a divina Providência, é preciso então escolher. Para o martinista, tornar-se um Homem de Desejo é empreender a reconstrução de seu Templo interior. Para edificar esse Templo eterno, ele se apóia em dois pilares: o da iniciação e o dos ensinamentos martinistas. A iniciação marca efetivamente o começo de seu grande trabalho, pois é o momento em que ele recebe a semente de luz que constitui o alicerce de sua obra. Cabe-lhe em seguida trabalhar para manifestar e irradiar essa luz. As iniciações martinistas constituem um momento privilegiado, no reencontro de um Homem de Desejo com o seu Iniciador. Só podem ser conferidas num Templo e na presença conjunta e efetiva daquele que outorga e daquele que recebe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os martinistas as iniciações humanas, embora sejam um preliminar indispensável, são apenas “representações” terrenas de uma transformação maior. Só se tornam efetivas quando recebemos a iniciação central. Esta, segundo Saint-Martin, é aquela pela qual ''podemos entrar no coração de Deus e fazer entrar o coração de Deus em nós, para aí fazer um casamento indissolúvel... Não há outro mistério para se chegar a essa iniciação sagrada que o de mergulharmos cada vez mais nas profundezas do nosso ser e de não deixarmos escapar a vivificadora raiz, para que não corramos o risco de extirpá-la; graças a isso, então, todos os frutos que deveremos gerar, segundo nossa espécie, haverão de se produzir naturalmente em nós e fora de nós.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Os ensinamentos martinistas===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos constituem para o martinista a nutrição pela qual ele vai fazer crescer o germe recebido em sua iniciação. A base dos ensinamentos martinistas assenta nos escritos de [[Louis Claude de Saint-Martin]] e de [[Martinès de Pasqually]]. Dentre os assuntos propostos à reflexão contam-se os seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Os símbolos místicos&lt;br /&gt;
* A natureza tríplice do homem&lt;br /&gt;
* O estudo esotérico do Gênesis&lt;br /&gt;
* O livre-arbítrio e o destino&lt;br /&gt;
* A lei quaternária&lt;br /&gt;
* Reconciliação e reintegração&lt;br /&gt;
* Os mundos visível e invisível&lt;br /&gt;
* Os sonhos e a iniciação&lt;br /&gt;
* A ciência dos números&lt;br /&gt;
* A prece&lt;br /&gt;
* Os ciclos da humanidade&lt;br /&gt;
* A civilização e o Estado ideal&lt;br /&gt;
* Arte, música e linguagem&lt;br /&gt;
* A regeneração mística&lt;br /&gt;
* O mundo elementar&lt;br /&gt;
* O mundo dos Orbes&lt;br /&gt;
* O mundo do Empíreo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O martinismo moderno==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a transição de Louis Claude de Saint Martin, os martinistas (assim eram chamados seus discípulos) não estiveram muito ativos. As cerimônias e os ensinamentos tradicionais eram transmitidos somente de maneira pessoal e privada. Após um longo período de discrição, um grande esforço foi feito em 1888 para estruturar aquilo que na época não podia verdadeiramente ser chamado de uma Ordem iniciática e que se limitava a alguns iniciados. Foi graças ao empenho de [[Papus]] e [[Augustin Chaboseau]] que essa Ordem veio à luz e recebeu o nome de Ordem Martinista. Esse movimento foi coroado de êxito em 1891 e resultou na formação do Conselho Supremo da '''Ordem Martinista''', composto de vinte e um Membros, com autoridade sobre todas as Lojas do mundo. O célebre ocultista francês Papus ([[Papus | Dr. Gerard Encause]]) foi eleito primeiro Presidente desse Conselho Supremo. Sob sua brilhante e infatigável direção, a Ordem cresceu rapidamente e, por volta de 1900, contava com centenas de Membros ativos na maior parte dos países do mundo. Papus tornou-se rapidamente uma autoridade em matéria de martinismo e suas obras constituem uma fonte preciosa de informação para os martinistas e todos aqueles que se interessam pela Tradição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As ordens martinistas visíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No decorrer do tempo a luz martinista difundiu-se pelo mundo. Atualmente, existem vários grupos organizados sob o título de martinistas. Eis algumas delas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tradicional ordem martinista===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Tradicional Ordem Martinista permanece como a maior Ordem Martinista não operativa em atividade no mundo, para tanto conta com a aliança com a Ordem Rosacruz AMORC, é a organização Martinista que possui o maior número de Heptadas tradicionalmente constituídas e é a que possui a melhor organização administrativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sucessão da Tradicional Ordem Martinista possui vários ramos a saber :1. V.E. Michelet 2. Augustin Chaboseau (Sar Augustus) 3. Ralph Maxwell Lewis (Sar Validivar) 4. Gary L. Stewart 5. Cristian Bernard (Phenix) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sucessões iniciáticas: 1. Papus &amp;amp; Chaboseau (linhagem em dobro) 2. o Charles Deter (Teder) 3. Blanchard 4. H.S.Lewis &lt;br /&gt;
1. Papus &amp;amp; Chaboseau (linhagem em dobro) 2. Charles Deter (Teder) 3. Georges de Bogè LagrËze (Mikael) 4. Ralph Lewis. &lt;br /&gt;
O Soberano Grande Mestre da Tradicional Ordem Martinista é o Ir Christian Bernard ( Phenix) que possui duas linhagens: &lt;br /&gt;
1. Ralph Lewis 2. Sepulcros de Orval 3. Cristian Bernard e&lt;br /&gt;
1. Ralph Lewis 2. Cecil UM. Poole 3. Gary L. Stewart 4. Christian Bernard.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Tradicional Ordem Martinista, trabalham-se em três graus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Associado&lt;br /&gt;
* Iniciado&lt;br /&gt;
* S.I.(Superior Incógnito) e CFD (Círculo dos Filósofos Desconhecidos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se afiliar à TOM, é exigido que o aspirante seja um membro iniciado ao primeiro Grau de Templo da Ordem Rosacruz, AMORC e que esteja em dia com suas contribuições. Então, após a admissão à classe dos membros de Oratório ele pode solicitar afiliação a uma das Heptadas Martinistas espalhadas pela jurisdição. Para ser iniciado em uma Heptada Martinista, no grau Associado, deve-se passar por uma entrevista com o mestre em exercício. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da TOM reúnem-se em reuniões chamadas de &amp;quot;Conventículos Martinistas&amp;quot;, onde são estudados os manuscritos correspondentes ao grau do conventículo. Para ser admitido ao grau seguinte, exige-se, principalmente, que o membro participe, durante 1 ano, de todos os conventículos referente ao seu grau atual (tolerando-se no máximo 6 faltas). Os conventículos de cada grau são realizados quinzenalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final do estudo do S.I. em Heptada, e desde que eles tenham atendido todas as exigências estabelecidas pela Grande Heptada, os membros são admitidos ao Círculo dos Filósofos Desconhecidos (CFD), onde escolhem um nome místico. No CFD, os novos mestres estão aptos a participarem de todos os trabalhos templários, a escreverem manuscritos e enviarem para a Grande Heptada, onde serão apreciados e redistribuídos para as outras Heptadas, para estudo e meditação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O intuito desta compilação é o de fornecer informações históricas sobre o Martinismo através dos séculos. Como todo Martinista deve saber, não se julga um irmão pela riqueza ou pobreza do berço que o embalou e sim pela fraternidade que une dois seres que possuem gravados em seus íntimos a mesma iniciação e a mesma paternidade espiritual. Este é o elo que nos une.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem martinista sinárquica===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta ordem é a mais antiga das que tiveram uma existência ininterrupta desde sua fundação em 1918 por Blanchard (Sar Yesir). Originalmente era Blanchard que iria se tornar o sucessor de Detré como Grande Mestre da Ordem Martinista Martinezista. Blanchard desistiu disto, pois ele não estava a favor da exigência de afiliação maçônica no Martinismo. Assim em 1918 Blanchard reuniu o Conselho Supremo anterior de Martinistas e Martinistas independentes que não aderiram ou pertenceram às Ordens Martinistas maçônicas e formaram uma Ordem de Martinistas sob a constituição original que Iniciou homens e mulheres. Depois, em 1934 a Ordem de Blanchard mudou seu nome para Ordem Martinista e Sinarquica, e Blanchard foi eleito Soberano Grande Mestre Universal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uma idade de 75 anos, Blanchard faleceu em 1953, em Paris. O Soberano Grão Mestre a substitui-lo foi Sar Alkmaion (Dr. Edouard Bertholet), da Suíça. Foi Sar Alkmaion, Soberano Grão Mestre da Ordem para as Lojas Inglesas que recebeu a Carta Constitutiva como Delegado Geral para a Grã Bretanha e a Comunidade britânica. A Grande Loja Britânica era governada por um comitê interno conhecido como o Tribunal Soberano do qual este era um dos membros permanentes: Presidente: Sar Sorath (também conhecido como Sar Gulion, ainda em vida). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento, a jurisdição principal desta ordem está na Inglaterra sob da liderança de Sar Gulion. Nos E.U.A. há uma filial da ordem que funciona regularmente com uma carta constitutiva da Inglaterra. Depois da morte de Fusiller, o sucessor de Blanchard, a Ordem Martinista dos Eleitos Cohens fundiu com o OMS e mantém o nome do posterior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A linhagem de OMS atual: 1. Papus &amp;amp; Chaboseau (linhagem dobro) 2. Charles Detrè (Teder) 3. Georges de BogÈ LagrËze (Mikael) 4. Auguste Reichel (Amertis) 5. V. Churchill (Sar Vernita) 6. Sar Gulion/Sorath (o Grande Mestre Inglês) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OM&amp;amp;S independente do Canadá, tem estas linhagens; 1. Papus &amp;amp; Chaboseau (linhagem dobro) 2. Charles Detrè (Teder) 3. Georges de Bogè Lagrëze (Mikael) 4. Auguste Reichel (Amertis) 5. V. Churchill (Sar Vernita) 6. Sar Sendivogius 7. William Pendleton 8. Sar Parsifal/Petrus (morto 1994). &lt;br /&gt;
O tribunal de OM&amp;amp;S no Canadá, 1965, era compostos de: 1. Sar Resurrectus, Presidente (iniciado por Pendleton) 2. Sar Sendivogious, 3. Sar Petrus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Jurisdição canadense se declarou independente. Sar Resurrectus se tornou o Grande Mestre, Sar Sendivogious se retirou das atividades da OMS para se concentrar nos Elus Cohen, e Sar Petrus se tornou Grande Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem Martinista dos Elus Cohens===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente fundado por Martinez de Pasqually em 1768. Foi fundido com alguns ritos Maçons pelo discípulo dele e sucessor Jean-Baptiste Willermoz. O Dr. Blitz de Eduoard, um companheiro antigo de Papus, trabalhou com os Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa de Willermoz, nos E.U.A., e consequentemente mantinha a exigência de afiliação maçônica. Depois da Segunda Guerra Mundial, Robert Ambelain (Sar Aurifer),era seu Grande Mestre e mantinha rituais Elus Cohen que ele tinha obtido de várias fontes , reavivou a Ordem Martiniste des lus Cohens que praticava justamente esta forma operativa de teurgia. Ambelain também preservou somente esta Ordem aos Homens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem original do Cohens Eleitos tinha trabalhado de 1767 a pelo menos até 1807. De lá para cá a linhagem está quebrada ou pelo menos incompleta. Estes são o iniciados principais da Ordem dos Cavaleiros Maçons Eleitos do Elus Cohen do Universo na França: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Martinez de Pasqually 1767-1774 2. Caignet Lestere 1774-1779 3. o Sebastian las de Casas 1780 4. G.Z.W.J. 1807 de 1942-1967: 1. Robert Ambelain (Aurifer) 1942-1967 2. Ivan Mosca (Hermete) 1967-1968 &lt;br /&gt;
No seguimento Italiano : 1. Krisna Frater 2. Francesco Brunelli &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os graus transmitidos nos Elus Cohen são assim: &lt;br /&gt;
1º grau - o Mestre Elus-Cohen 2º grau - Cavaleiro do Oriente 3º grau - o Chefe do Oriente 4º grau - RÈaux-Croix Outras fontes relatam assim: 1 - Ordem dos Cavaleiros de Elus-Cohen L'Univers 2 - ordem de Cavaleiros maçons 3 - Eleitos sacerdotes do Universo 4 - RÈaux-Croix &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem se fundiu com a Ordem de Martinista de Phillipe Encausse. Ambelain publicou uma declaração na revista de Martinista ´L'Initiation&amp;quot; em 1964 relatando o fechamento da ordem. 30 anos depois foi reavivado mais uma vez - novamente por Ambelain - que ainda parece estar morando em Paris. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem martinista de papus===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o nome da primeira ordem criado por Papus em Paris 1888. Papus foi o primeiro Soberano Grande Mestre de 1888 até a sua morte em 1916. O seu primeiro Conselho Supremo foi constituído dos seguintes Irmãos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Papus (o Grande Mestre ) 2. Pierre Augustin Chaboseau 3. Paul Adam 4. Charles Barlet 5. Maurice Barres 6. Burget 7. Lucien Chamuel, 8. de Stanislas Guaita 9. LeJay 10. Montiere 11. Josephin Peladan 12. Yvon Le Loup (Sedir) 13. Eduoard&lt;br /&gt;
Maurice Barres e Josephin Peladan foram posteriormente substituídos por Marc e Emile Michelet. O Dr. Blitz de Edouard , Delegado Soberano no E.U.A., também era um membro do Conselho Supremo, entretanto ele é negligenciado freqüentemente na história do Martinismo, provavelmente porque ele deixou a Ordem, depois de uma controvérsia com Papus que não pretendia manter a subordinação maçônica em sua organização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem Martinista Sufi===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta linhagem do Martinismo concilia ensinamentos da tradição esotérica cristã com ensinamentos da tradição esotérica islâmica, também conhecido como sufismo. Papus travou contato com algumas fraternidades iniciáticas do oriente médio que resultou na união de alguns martinistas europeus com adeptos do sufismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sucessão de Papus na linhagem de Saint Martin era assim: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. o Louis-Claude Saint Martin (1743-1803) 2. Jean-Antoine Chaptal (de Compte Chanteloup)(morto em 1832) 3. (?)X 4. Henri Delaage (morreu 1882) 5. Dr. Gérard Encausse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, havia um elo, ou melhor, um vácuo (o X) na linhagem de Papus, assim em 1888, Augustin Chaboseau (um membro do Conselho Supremo original de 1888) e Gérard Encausse trocaram Iniciações pessoais para consolidar a sucessão. A Ordem Martinista se constituiu então de duas linhagens espirituais, a que vimos acima e a seguinte: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. o Louis-Claude de Saint Martin (1743-1803) 2. Abbe de la Noue (morreu 1820) 3. J. Antoine-Marie Hennequin (morreu 1851) 4. Adolphe Desbarolles (morto em 1880) 5. Henri la de Touche (Paul-Hyacinthe de Nouel de la Touche)(morto em 1851) 6. a marquesa de Amélie de Mortemart Boisse 7. Pierre Augustin Chaboseau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de morte de Papus , Charles Detré (nome místico Teder ) se tornou o Soberano Grande Mestre, ele decidiu limitar a afiliação à Ordem Martinista (L`Ordre Martiniste) para Mestres Maçons, especialmente do Rito de Memphis &amp;amp; Misraim. Claro que isto significou que as mulheres seriam excluídas do Martinismo, e isto também não estava de acordo à filosofia do Martinismo original. Naturalmente isto causou grande discordância entre os membros, e vários membros do Conselho Supremo original de 1891 deixaram a Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ordem Martinista Britânica===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma linha de sucessão da TOM, Gary Lee Stuart recebeu o “importantíssimo 4° Grau de Livre Iniciador” diretamente de Cecil Poole, que por sua vez o recebeu de Victor Blanchard, Grande Mestre da OM&amp;amp;S. Tal fato leva Stuart a reclamar ter sido automaticamente elevado ao cargo de Mestre Soberano pela linha de sucessão da TOM. &lt;br /&gt;
Após a cisão com a AMORC e consequentemente com a TOM, em 1991, Stuart cria a BMO (British Martinist Order) baseando-se em uma antiga linhagem martinista russa (Golitzin), que ele teria recebido na Bélgica nos anos 70 ( da I.S. Milites Templi, uma ordem “Templária” que possui Lojas na Bélgica)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Martinismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ordens]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Kremmerz&amp;diff=8936</id>
		<title>Kremmerz</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Kremmerz&amp;diff=8936"/>
		<updated>2008-04-18T22:56:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Kremmerz.jpg|thumb|right|Giuliano Kremmerz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciro Formisano, conhecido publicamente com o nome iniciático de Giuliano Kremmerz, nasceu em Portici, próximo de Nápoles em 8 de abril de 1891.&lt;br /&gt;
Travou seus primeiros contatos com estudo e prática do hermetismo através de Pasquale de Servis (1818 – 1893) na esfera iniciática conhecida como “Izar”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O velho professor reconheceu nele um grande iniciado, vivendo muitos anos como inquilino no apartamento pertencente aos Formisiano, tornando-se muito afeiçoado ao jovem Ciro.&lt;br /&gt;
Assim que alcançou a maioridade, Ciro foi admitido junto aos Izar através do Grande Oriente Egípcio, última manifestação de uma antiga tradição iniciática que vinha sobrevivendo à passagem do século.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jovem Ciro, de apenas 17 anos, já era habilitado na área de ensino nas matérias de literatura italiana, geografia e história, para a província de Nápoles.&lt;br /&gt;
Alcançou seu doutorado em literatura pela Universidade de Nápoles, em 1883, dedicando-se ao jornalismo e à educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1896, Giuliano Kremmerz fundou a Fraternidade Terapêutico-Mágica de Miriam (Fratellanza Terapeutico-Magica di Miriam) [I].&lt;br /&gt;
No mesmo período, as próprias custas, iniciou a publicação do fascículo “O Mundo Secreto” ( “Il Mondo Secreto”), revista que sucitou um grande número de interessados e muitas controvérsias. &lt;br /&gt;
Alguns iniciados, que sempre consideraram a Magia como um privilégio reservado a poucos e escolhidos, não toleravam tal divulgação aberta e publicação impressa a respeito do assunto.&lt;br /&gt;
Giuliano Kremmerz, no entanto, propôs sempre assuntos gerais da Magia Natural em suas publicações, reservando do grande público questões mais complexas e que só são transmitidas de modo pessoal e confidencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas referências à “Magia Transmutatória”, em verdade, sempre foram discretas, de modo a deixar pistas aos reais interessados. O Mestre nunca foi explícito em informações que só poderiam ser transmitidas de modo direto e pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a Fraternidade de Miriam, Kremmerz restabeleceu a prática do hermetismo como método terapêutico, tornando-o mais acessível aos interessados, fato que não era uma profanação, mas uma revitalização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, o mérito do Mestre Kremmerz foram muitos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Resgatando a Magia de séculos de ignorância, negligência e obscurantismo, esclarecendo aos interessados mas temerosos, aos ignorantes e ao público em geral do que se tratava esta ciência, proporcionando toda a teoria em linguagem acessível e práticas simples e compreensíveis, mantendo ainda independência de movimentos como a teosofia e o espiritismo que polarizavam a visão da sociedade da época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Valorizou sempre os conhecimentos das Tradições místicas e mágicas ocidentais, especialmente italianas, protegendo-as da possível influência ou mesmo esquecimento perante o crescente movimento orientalista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Possibilitando o ensino das práticas e treinamentos iniciáticos a partir de graus mais baixos, possibilitando a dedicação de sinceros buscadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Deixou como herança além de sua Fraternidade, o resgate das práticas herméticas e um certo ramo Martinista Napolitano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciro Formisano, mais conecido como Giuliano Kremmerz, faleceu em Beausoleil, aos 7 dias de maio de 1930. Hoje é uma das referências do hermetismo e resgate da tradição hermética no século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
[I] A Fraternidade de Miriam “ foi fundada sobre as bases do Amor aos seres humanos” e “se ocupa exclusivamente da medicina oculta, em benefício de seus membros, Irmãos e Irmãs, e de todas as pessoas que sofrem física, moral ou espiritualmente, e que podem buscar nela um meio de cura”, sendo que todas as despesas da Fraternidade “ são cobertas por doações e ofertas espontâneas de seus Irmãos e Irmãs, dos beneficiados em geral e seus Terapeutas.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Kremmerz&amp;diff=8935</id>
		<title>Kremmerz</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Kremmerz&amp;diff=8935"/>
		<updated>2008-04-18T22:55:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Kremmerz.jpg|thumb|right|Giuliano Kremmerz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciro Formisano, conhecido publicamente com o nome iniciático de Giuliano Kremmerz, nasceu em Portici, próximo de Nápoles em 8 de abril de 1891.&lt;br /&gt;
Travou seus primeiros contatos com estudo e prática do hermetismo através de Pasquale de Servis (1818 – 1893) na esfera iniciática conhecida como “Izar”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O velho professor reconheceu nele um grande iniciado, vivendo muitos anos como inquilino no apartamento pertencente aos Formisiano, tornando-se muito afeiçoado ao jovem Ciro.&lt;br /&gt;
Assim que alcançou a maioridade, Ciro foi admitido junto aos Izar através do Grande Oriente Egípcio, última manifestação de uma antiga tradição iniciática que vinha sobrevivendo à passagem do século.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jovem Ciro, de apenas 17 anos, já era habilitado na área de ensino nas matérias de literatura italiana, geografia e história, para a província de Nápoles.&lt;br /&gt;
Alcançou seu doutorado em literatura pela Universidade de Nápoles, em 1883, dedicando-se ao jornalismo e à educação.&lt;br /&gt;
Em 1896, Giuliano Kremmerz fundou a Fraternidade Terapêutico-Mágica de Miriam (Fratellanza Terapeutico-Magica di Miriam) [I] , “seguindo o exemplo dos antigos sacerdotes egípcios, de cuja recente representação temos a Rosa-Cruz”.&lt;br /&gt;
No mesmo período, as próprias custas, iniciou a publicação do fascículo “O Mundo Secreto” ( “Il Mondo Secreto”), revista que sucitou um grande número de interessados e muitas controvérsias. &lt;br /&gt;
Alguns iniciados, que sempre consideraram a Magia como um privilégio reservado a poucos e escolhidos, não toleravam tal divulgação aberta e publicação impressa a respeito do assunto.&lt;br /&gt;
Giuliano Kremmerz, no entanto, propôs sempre assuntos gerais da Magia Natural em suas publicações, reservando do grande público questões mais complexas e que só são transmitidas de modo pessoal e confidencial.&lt;br /&gt;
Suas referências à “Magia Transmutatória”, em verdade, sempre foram discretas, de modo a deixar pistas aos reais interessados. O Mestre nunca foi explícito em informações que só poderiam ser transmitidas de modo direto e pessoal.&lt;br /&gt;
Com a Fraternidade de Miriam, Kremmerz restabeleceu a prática do hermetismo como método terapêutico, tornando-o mais acessível aos interessados, fato que não era uma profanação, mas uma revitalização.&lt;br /&gt;
Neste sentido, o mérito do Mestre Kremmerz foram muitos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Resgatando a Magia de séculos de ignorância, negligência e obscurantismo, esclarecendo aos interessados mas temerosos, aos ignorantes e ao público em geral do que se tratava esta ciência, proporcionando toda a teoria em linguagem acessível e práticas simples e compreensíveis, mantendo ainda independência de movimentos como a teosofia e o espiritismo que polarizavam a visão da sociedade da época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Valorizou sempre os conhecimentos das Tradições místicas e mágicas ocidentais, especialmente italianas, protegendo-as da possível influência ou mesmo esquecimento perante o crescente movimento orientalista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Possibilitando o ensino das práticas e treinamentos iniciáticos a partir de graus mais baixos, possibilitando a dedicação de sinceros buscadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Deixou como herança além de sua Fraternidade, o resgate das práticas herméticas e um certo ramo Martinista Napolitano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciro Formisano, mais conecido como Giuliano Kremmerz, faleceu em Beausoleil, aos 7 dias de maio de 1930. Hoje é uma das referências do hermetismo e resgate da tradição hermética no século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
[I] A Fraternidade de Miriam “ foi fundada sobre as bases do Amor aos seres humanos” e “se ocupa exclusivamente da medicina oculta, em benefício de seus membros, Irmãos e Irmãs, e de todas as pessoas que sofrem física, moral ou espiritualmente, e que podem buscar nela um meio de cura”, sendo que todas as despesas da Fraternidade “ são cobertas por doações e ofertas espontâneas de seus Irmãos e Irmãs, dos beneficiados em geral e seus Terapeutas.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Kremmerz&amp;diff=8934</id>
		<title>Kremmerz</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Kremmerz&amp;diff=8934"/>
		<updated>2008-04-18T22:51:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Kremmerz.jpg|thumb|right|Giuliano Kremmerz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciro Formisano, conhecido publicamente com o nome iniciático de Giuliano Kremmerz, nasceu em Portici, próximo de Nápoles em 8 de abril de 1891.&lt;br /&gt;
Travou seus primeiros contatos com estudo e prática do hermetismo através de Pasquale de Servis (1818 – 1893) na esfera iniciática conhecida como “Izar”.&lt;br /&gt;
O velho professor reconheceu nele um grande iniciado, vivendo muitos anos como inquilino no apartamento pertencente aos Formisiano, tornando-se muito afeiçoado ao jovem Ciro.&lt;br /&gt;
Assim que alcançou a maioridade, Ciro foi admitido junto aos Izar através do Grande Oriente Egípcio, última manifestação de uma antiga tradição iniciática que vinha sobrevivendo à passagem do século.&lt;br /&gt;
O jovem Ciro, de apenas 17 anos, já era habilitado na área de ensino nas matérias de literatura italiana, geografia e história, para a província de Nápoles.&lt;br /&gt;
Alcançou seu doutorado em literatura pela Universidade de Nápoles, em 1883, dedicando-se ao jornalismo e à educação.&lt;br /&gt;
Em 1896, Giuliano Kremmerz fundou a Fraternidade Terapêutico-Mágica de Miriam (Fratellanza Terapeutico-Magica di Miriam) [I] , “seguindo o exemplo dos antigos sacerdotes egípcios, de cuja recente representação temos a Rosa-Cruz”.&lt;br /&gt;
No mesmo período, as próprias custas, iniciou a publicação do fascículo “O Mundo Secreto” ( “Il Mondo Secreto”), revista que sucitou um grande número de interessados e muitas controvérsias. &lt;br /&gt;
Alguns iniciados, que sempre consideraram a Magia como um privilégio reservado a poucos e escolhidos, não toleravam tal divulgação aberta e publicação impressa a respeito do assunto.&lt;br /&gt;
Giuliano Kremmerz, no entanto, propôs sempre assuntos gerais da Magia Natural em suas publicações, reservando do grande público questões mais complexas e que só são transmitidas de modo pessoal e confidencial.&lt;br /&gt;
Suas referências à “Magia Transmutatória”, em verdade, sempre foram discretas, de modo a deixar pistas aos reais interessados. O Mestre nunca foi explícito em informações que só poderiam ser transmitidas de modo direto e pessoal.&lt;br /&gt;
Com a Fraternidade de Miriam, Kremmerz restabeleceu a prática do hermetismo como método terapêutico, tornando-o mais acessível aos interessados, fato que não era uma profanação, mas uma revitalização.&lt;br /&gt;
Neste sentido, o mérito do Mestre Kremmerz foram muitos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Resgatando a Magia de séculos de ignorância, negligência e obscurantismo, esclarecendo aos interessados mas temerosos, aos ignorantes e ao público em geral do que se tratava esta ciência, proporcionando toda a teoria em linguagem acessível e práticas simples e compreensíveis, mantendo ainda independência de movimentos como a teosofia e o espiritismo que polarizavam a visão da sociedade da época.&lt;br /&gt;
•	Valorizou sempre os conhecimentos das Tradições místicas e mágicas ocidentais, especialmente italianas, protegendo-as da possível influência ou mesmo esquecimento perante o crescente movimento orientalista.&lt;br /&gt;
•	Possibilitando o ensino das práticas e treinamentos iniciáticos a partir de graus mais baixos, possibilitando a dedicação de sinceros buscadores. &lt;br /&gt;
•	Deixou como herança além de sua Fraternidade um certo ramo Napolitano da Tradição Martinista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciro Formisano, mais conecido como Giuliano Kremmerz, faleceu em Beausoleil, aos 7 dias de maio de 1930. Hoje é uma das referências do hermetismo e resgate da tradição hermética no século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
[I] A Fraternidade de Miriam “ foi fundada sobre as bases do Amor aos seres humanos” e “se ocupa exclusivamente da medicina oculta, em benefício de seus membros, Irmãos e Irmãs, e de todas as pessoas que sofrem física, moral ou espiritualmente, e que podem buscar nela um meio de cura”, sendo que todas as despesas da Fraternidade “ são cobertas por doações e ofertas espontâneas de seus Irmãos e Irmãs, dos beneficiados em geral e seus Terapeutas.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Kremmerz&amp;diff=8933</id>
		<title>Kremmerz</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Kremmerz&amp;diff=8933"/>
		<updated>2008-04-18T22:50:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Frater AEL: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Kremmerz.jpg|thumb|right|Giuliano Kremmerz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciro Formisano, conhecido publicamente com o nome iniciático de Giuliano Kremmerz, nasceu em Portici, próximo de Nápoles em 8 de abril de 1891.&lt;br /&gt;
Travou seus primeiros contatos com estudo e prática do hermetismo através de Pasquale de Servis (1818 – 1893) na esfera iniciática conhecida como “Izar”.&lt;br /&gt;
O velho professor reconheceu nele um grande iniciado, vivendo muitos anos como inquilino no apartamento pertencente aos Formisiano, tornando-o muito afeiçoado ao jovem Ciro.&lt;br /&gt;
Assim que alcançou a maioridade, Ciro foi admitido junto aos Izar através do Grande Oriente Egípcio, última manifestação de uma antiga tradição iniciática que vinha sobrevivendo à passagem do século.&lt;br /&gt;
O jovem Ciro, de apenas 17 anos, já era habilitado na área de ensino nas matérias de literatura italiana, geografia e história, para a província de Nápoles.&lt;br /&gt;
Alcançou seu doutorado em literatura pela Universidade de Nápoles, em 1883, dedicando-se ao jornalismo e à educação.&lt;br /&gt;
Em 1896, Giuliano Kremmerz fundou a Fraternidade Terapêutico-Mágica de Miriam (Fratellanza Terapeutico-Magica di Miriam) [I] , “seguindo o exemplo dos antigos sacerdotes egípcios, de cuja recente representação temos a Rosa-Cruz”.&lt;br /&gt;
No mesmo período, as próprias custas, iniciou a publicação do fascículo “O Mundo Secreto” ( “Il Mondo Secreto”), revista que sucitou um grande número de interessados e muitas controvérsias. &lt;br /&gt;
Alguns iniciados, que sempre consideraram a Magia como um privilégio reservado a poucos e escolhidos, não toleravam tal divulgação aberta e publicação impressa a respeito do assunto.&lt;br /&gt;
Giuliano Kremmerz, no entanto, propôs sempre assuntos gerais da Magia Natural em suas publicações, reservando do grande público questões mais complexas e que só são transmitidas de modo pessoal e confidencial.&lt;br /&gt;
Suas referências à “Magia Transmutatória”, em verdade, sempre foram discretas, de modo a deixar pistas aos reais interessados. O Mestre nunca foi explícito em informações que só poderiam ser transmitidas de modo direto e pessoal.&lt;br /&gt;
Com a Fraternidade de Miriam, Kremmerz restabeleceu a prática do hermetismo como método terapêutico, tornando-o mais acessível aos interessados, fato que não era uma profanação, mas uma revitalização.&lt;br /&gt;
Neste sentido, o mérito do Mestre Kremmerz foram muitos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Resgatando a Magia de séculos de ignorância, negligência e obscurantismo, esclarecendo aos interessados mas temerosos, aos ignorantes e ao público em geral do que se tratava esta ciência, proporcionando toda a teoria em linguagem acessível e práticas simples e compreensíveis, mantendo ainda independência de movimentos como a teosofia e o espiritismo que polarizavam a visão da sociedade da época.&lt;br /&gt;
•	Valorizou sempre os conhecimentos das Tradições místicas e mágicas ocidentais, especialmente italianas, protegendo-as da possível influência ou mesmo esquecimento perante o crescente movimento orientalista.&lt;br /&gt;
•	Possibilitando o ensino das práticas e treinamentos iniciáticos a partir de graus mais baixos, possibilitando a dedicação de sinceros buscadores. &lt;br /&gt;
•	Deixou como herança além de sua Fraternidade um certo ramo Napolitano da Tradição Martinista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciro Formisano, mais conecido como Giuliano Kremmerz, faleceu em Beausoleil, aos 7 dias de maio de 1930. Hoje é uma das referências do hermetismo e resgate da tradição hermética no século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
[I] A Fraternidade de Miriam “ foi fundada sobre as bases do Amor aos seres humanos” e “se ocupa exclusivamente da medicina oculta, em benefício de seus membros, Irmãos e Irmãs, e de todas as pessoas que sofrem física, moral ou espiritualmente, e que podem buscar nela um meio de cura”, sendo que todas as despesas da Fraternidade “ são cobertas por doações e ofertas espontâneas de seus Irmãos e Irmãs, dos beneficiados em geral e seus Terapeutas.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Frater AEL</name></author>
	</entry>
</feed>