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	<title>Ocultura - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<updated>2026-04-16T04:38:48Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Zohar&amp;diff=9215</id>
		<title>Zohar</title>
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		<updated>2008-07-22T00:05:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: O Zohar (do hebraico זהר &amp;quot;esplendor&amp;quot;) é considerado como um dos trabalhos mais importantes da Cabalá, no misticismo judeu.  Trata-se de comentários místicos sobre o Torá (os ci...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Zohar (do hebraico זהר &amp;quot;esplendor&amp;quot;) é considerado como um dos trabalhos mais importantes da Cabalá, no misticismo judeu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se de comentários místicos sobre o Torá (os cinco livros de Moisés) escrito em Aramaico medieval e Hebraico medieval. Contém uma discussão mística sobre a natureza de Deus e considerações sobre a origem e estrutura do universo, a natureza das almas, pecado, redenção, o bem e o mal, e diversos temas relacionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Zohar não é um livro, mas um grupo de livros. Estes livros incluem interpretações bíblicas assim como matérias sobre teologia, teosofia, cosmogonia mística, psicologia mística, e também o que alguns poderiam chamar de antropologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o historiador religioso do século XX , Scholem de Gershom, a maior parte do Zohar foi escrito num estilo excêntrico e exaltado de Aramaico, uma linguagem que foi falada em Israel durante o Período romano nos primeiros séculos da Era atual. O Zohar teria aparecido primeiro na Espanha, no século XIII, e foi publicado por um escritor Judeu chamado Moses de Leon.[1]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Scholem, baseado em contos contemporâneos de De Leon e em evidência com os textos do Zohar (sintaxes do idioma espanhol por exemplo) concluiu que De Leon seria o autor original das traduções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De Leon atribuiu este trabalho a um rabino do segundo século, Shimon bar Yochai, uma lenda judaica durante o tempo da perseguição romana. O Rabino Shimon teria se escondido em uma caverna por 13 anos, estudando a Torá com seu filho, Eleazar [2]. Ele diz que durante este tempo foi inspirado por Deus para escrever o Zohar, permanecendo oculto durante muitos séculos e,somente no Século Treze foi publicado e disseminado por Moshe de Leon .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A suspeita de que o Zohar teria sido encontrado por uma pessoa - Moses de Leon - onde faz referências a acontecimentos do período pós-Talmúdico, foi a causa inicial sobre o questionamento da autenticidade deste trabalho. Uma história conta que após a morte de Moses de Leon, um homem rico de Avila chamado Joseph ofereceu a viúva de Moses (que após o falecimento do marido não tinha nenhuma forma de sustento) uma grande soma de dinheiro pelo original que seu marido havia feito uma cópia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na época confessou que seu marido seria o autor do trabalho. Ela disse que várias vezes havia perguntado o por que dele creditar os próprios ensinamentos a outro, e ele sempre respondia que as doutrinas de Shimon bar Yochai colocadas publicamente poderiam ser um trabalho milagroso, e também uma rica fonte de lucro. A história indica que pouco depois das primeiras publicações do trabalho os créditos foram dirigidos como se Moses de Leon os tivesse escrito.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Sociedade_Vril&amp;diff=9214</id>
		<title>Sociedade Vril</title>
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		<updated>2008-07-21T23:58:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: A Socieade Vril não tem actividades documentadas até 1915, mas crê-se que foi fundada pelo General Karl Haushofer, um aluno do mágico e metafisico russo Georg Ivanovitch Gurdjieff....&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Socieade Vril não tem actividades documentadas até 1915, mas crê-se que foi fundada pelo General Karl Haushofer, um aluno do mágico e metafisico russo Georg Ivanovitch Gurdjieff. Em Berlim, Haushofer fundou a Sociedade Vril. O seu objectivo era explorar as origens da raça ariana e praticar exercícios de concentração para a acordar as forças de Vril (uma raça subterrânea, baseada na obra de ficção A Raça Futura, de Edward Bulwer-Lytton). Quer Gurdjieff quer Haushofer afirmavam ter contactos com fontes tibetanas que tinham o segredo dos “superhomens”. Há quem afirme que o poder persuasivo de Hitler adivinha dos segredos ensinados por Gurdjieff, que tinha aprendido com os Sufis e os Lamas tibetanos, e estava familiarizado com os ensinamentos Zen da Sociedade Japonesa do Dragão Verde.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Mabon&amp;diff=9213</id>
		<title>Mabon</title>
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		<updated>2008-07-21T23:27:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: Mabon (pronuncia-se Mêibon) é também conhecido como Equinócio de Outono ou Lar da Colheita ou Festival da Segunda Colheita. Dia sagrado no paganismo, em especial na religião Wicca...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Mabon (pronuncia-se Mêibon) é também conhecido como Equinócio de Outono ou Lar da Colheita ou Festival da Segunda Colheita. Dia sagrado no paganismo, em especial na religião Wicca. Celebrado no dia do equinócio de outono, que corresponde a aproximadamente dia 20 de março no hemisfério Sul e no dia 22 de setembro no hemisfério Norte (as datas dos equinócios podem apresentar uma variação de até 3 dias de acordo com o ano).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Simbolismo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse sabbat (Sabá no Brasil), que ocorre entre o Primeiro festival da colheita (Lughnasadh) e o Ano novo pagão (Samhain), marca o início do outono, dia santo pagão de descanso da colheita e comemoração, uma época de agradecimento aos Deuses por tudo o que foi colhido e caçado. É uma época de equilíbrio, onde o dia e a noite têm a mesma duração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este é o dia de ação de graças do paganismo. Data onde os pagãos honram o Deus em seu aspecto de semente e a Grande Mãe em seu aspecto de Provedora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome Mabon veio de um deus Celtas (também conhecido como Angus), o Deus do Amor. Esta é a ocasião ideal para pedirmos por todos aqueles que amamos, além de todos os que estão doentes ou velhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Costumes e Tradições ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É tradição reunir os amigos para um jantar, a fim de celebrar a fartura e comemorar as conquistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é costume retirar um tempo para dar uma atenção à sua casa, como consertar objetos estragados, restabelecer os estoques ou simplesmente fazer uma faxina. É comum em algumas tradições realizar uma bênção na casa no dia de Mabon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As noites já começaram a ficar mais longas, desde o Solstício de Verão; aproxima-se a época da partida do Deus para a Terra do Verão, deixando a sua própria semente no ventre da Deusa, de onde renascerá (mantendo o eterno ciclo do nascer-morrer-renascer).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Correspondências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em cada um dos oito sabbats da Roda do Ano na religião Wicca existem correspondências específicas para a composição dos rituais baseadas nos simbolismos de cada época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Plantas e frutos: Flores de acácia, benjoim, madressilva, malmequer, mirra, folhas e cascas de carvalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comidas típicas: Maçãs, nozes, castanhas, amêndoas, milho, amoras pretas, jabuticabas, cravo, além de pães, tortas e outros pratos feitos a partir dos frutos da estação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bebidas típicas: Vinhos, cervejas, sidras, além de sucos e outras bebidas preparadas a partir dos frutos da estação (em especial a maçã).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Incensos: cravo, patchouli, mirra, maçã, benjoim e sálvia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cores: marrom, verde, laranja e amarela. (Cores outonais no geral).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pedras: cornalina, lápis-lázuli, safira e ágata amarela.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Elohim&amp;diff=9212</id>
		<title>Elohim</title>
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		<updated>2008-07-21T23:14:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: Elohim (do hebraico אֱלוֹהִים , אלהים ) é o termo hebraico para designar divindades e poderes celestiais, em especial Deus, ou (D-us ou ainda 'D'us' segundo como transcr...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Elohim (do hebraico אֱלוֹהִים , אלהים ) é o termo hebraico para designar divindades e poderes celestiais, em especial Deus, ou (D-us ou ainda 'D'us' segundo como transcrevem os judeus em lingua portguesa). Na Torá é o primeiro termo utilizado em relação a divindade como consta no livro Bereshit/Gênesis: &amp;quot;No princípio criou Elohim os céus e a terra&amp;quot;. Consiste na palavra אלוה (Eloah), com o sufixo plural, que em relação à YHWH, o único Deus judaico teria o sentido de plural majestático, ou seja, uma reafirmação do poder da divindade (algo como &amp;quot;Poderosissímo&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Gramática ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elohim é uma palavra flexionada no plural, mas errôneamente usada no sentido singular. Elohim = deuses / Elohá = Deus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;No princípio criaram os deuses os céus e a terra&amp;quot;. Gênesis 1:1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Hebraico Transliterado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Bereshit bara Elohim et hashamayim ve'et ha'arets..&amp;quot; Bereshit 1:1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Posicionamento ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas que tentam provar que não há pluralidade na palavra Elohim, se esquecem que tal pluralidade nesta palavra não se conota no sentido de plural Majestático, ou seja se especifica para demonstrar e realçar tal poder de determinado ser, seja o Eterno, divindades ou pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas que teimam a ensinar através da palavra hebraica &amp;quot;Elohim&amp;quot; que não se referia a mais de um Deus estão agindo de má fé e são corrompidos por imposição de seitas, religiões e denominações.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Pistis_Sophia&amp;diff=9192</id>
		<title>Pistis Sophia</title>
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		<updated>2008-07-21T21:06:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Pistis Sophia é um importante texto Gnóstico. As cinco cópias remanescentes, que os estudiosos datam de c. 250–300 AD, relatam os ensinamentos Gnósticos do Jesus transfigurado aos apóstolos (incluindo Maria de Magdala, Maria, mãe de Jesus e Marta), quando o Cristo elevado havia cumprido onze anos falando com seus discípulos. Nele as estruturas complexas e as hierarquias celestes familiares nos ensinamentos gnósticos são reveladas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O título Pistis Sophia é obscuro e é, às vezes, traduzido como Sabedoria da Fé, Sabedoria na Fé ou Fé na Sabedoria. Uma tradução mais exata, levando em conta seu contexto gnóstico, é &amp;quot;a fé de Sophia&amp;quot;, uma vez que Sophia para os gnósticos era a syzygy divina do Cristo, e não uma simples palavra significando sabedoria. Numa versão anterior e mais simples de uma Sophia no Códice de Berlim e também encontrado em um papiro em Nag Hammadi, o Cristo transfigurado explica Pistis de um modo bastante obscuro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novamente, seus discípulos disseram: Diga-nos claramente como eles desceram das invisibilidades, do imortal para o mundo que morre?'&lt;br /&gt;
O perfeito Salvador disse: O Filho do Homem entendeu-se com Sophia, sua consorte, e revelou uma grande luz andrógina. Seu nome masculino é designado 'Salvador, progenitor de todas as coisas'. Seu nome feminino é designado 'Todo-progenitora Sophia'. Alguns a chamam de 'Pistis'. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais bem conhecido dos cinco manuscritos da Pistis Sophia está amarrado com um outro texto gnóstico intitulado na encadernação &amp;quot;Piste Sophiea Cotice&amp;quot;. Este &amp;quot;Códice Askew&amp;quot; foi adquirido pelo Museu Britânico em 1795 de um certo Dr. Askew. Até a descoberta da biblioteca de Nag Hammadi em 1945, o Códice Askew era um dos três códices que continha quase todos os escritos gnósticos que tinham sobrevivido a eliminação dessa literatura tanto no Leste quanto no Oeste, sendo os dois outros códices o Códice Bruce e o Códice de Berlim. A menos dessas fontes, tudo o que foi escrito sobre o Gnosticismo antes da Segunda Guerra Mundial é baseado em cotações, referências e inferências a partir dos escritos Patrísticos dos inimigos do Gnosticismo, uma fonte nada neutra, onde as crenças gnósticas eram selecionadas para mostrar seus absurdos, seu comportamento bizarro e não ético e sua heresia do ponto de vista do Cristianismo Paulino ortodoxo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto proclama que Jesus permaneceu no mundo após a ressurreição por 11 anos e foi capaz nesse tempo de ensinar a seus discípulos até o primeiro (isto é, inicial) nível do mistério. Começa com uma alegoria fazendo um paralelo entre a morte e ressurreição de Jesus e decrevendo a descida e a ascensão da alma. Depois disso, ele prossegue descrevendo figuras importantes na cosmologia gnóstica e então, finalmente, lista 32 desejos carnais que devem ser superados antes que a salvação seja possível, sendo que a superação de todos os 32 constitui a salvação.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Pistis_Sophia&amp;diff=9191</id>
		<title>Pistis Sophia</title>
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		<updated>2008-07-21T21:06:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: Pistis Sophia é um importante texto Gnóstico. As cinco cópias remanescentes, que os estudiosos datam de c. 250–300 AD, relatam os ensinamentos Gnósticos do Jesus transfigurado ao...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Pistis Sophia é um importante texto Gnóstico. As cinco cópias remanescentes, que os estudiosos datam de c. 250–300 AD, relatam os ensinamentos Gnósticos do Jesus transfigurado aos apóstolos (incluindo Maria de Magdala, Maria, mãe de Jesus e Marta), quando o Cristo elevado havia cumprido onze anos falando com seus discípulos. Nele as estruturas complexas e as hierarquias celestes familiares nos ensinamentos gnósticos são reveladas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O título Pistis Sophia é obscuro e é, às vezes, traduzido como Sabedoria da Fé, Sabedoria na Fé ou Fé na Sabedoria. Uma tradução mais exata, levando em conta seu contexto gnóstico, é &amp;quot;a fé de Sophia&amp;quot;, uma vez que Sophia para os gnósticos era a syzygy divina do Cristo, e não uma simples palavra significando sabedoria. Numa versão anterior e mais simples de uma Sophia no Códice de Berlim e também encontrado em um papiro em Nag Hammadi, o Cristo transfigurado explica Pistis de um modo bastante obscuro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    Novamente, seus discípulos disseram: Diga-nos claramente como eles desceram das invisibilidades, do imortal para o mundo que morre?'&lt;br /&gt;
    O perfeito Salvador disse: O Filho do Homem entendeu-se com Sophia, sua consorte, e revelou uma grande luz andrógina. Seu nome masculino é designado 'Salvador, progenitor de todas as coisas'. Seu nome feminino é designado 'Todo-progenitora Sophia'. Alguns a chamam de 'Pistis'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais bem conhecido dos cinco manuscritos da Pistis Sophia está amarrado com um outro texto gnóstico intitulado na encadernação &amp;quot;Piste Sophiea Cotice&amp;quot;. Este &amp;quot;Códice Askew&amp;quot; foi adquirido pelo Museu Britânico em 1795 de um certo Dr. Askew. Até a descoberta da biblioteca de Nag Hammadi em 1945, o Códice Askew era um dos três códices que continha quase todos os escritos gnósticos que tinham sobrevivido a eliminação dessa literatura tanto no Leste quanto no Oeste, sendo os dois outros códices o Códice Bruce e o Códice de Berlim. A menos dessas fontes, tudo o que foi escrito sobre o Gnosticismo antes da Segunda Guerra Mundial é baseado em cotações, referências e inferências a partir dos escritos Patrísticos dos inimigos do Gnosticismo, uma fonte nada neutra, onde as crenças gnósticas eram selecionadas para mostrar seus absurdos, seu comportamento bizarro e não ético e sua heresia do ponto de vista do Cristianismo Paulino ortodoxo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto proclama que Jesus permaneceu no mundo após a ressurreição por 11 anos e foi capaz nesse tempo de ensinar a seus discípulos até o primeiro (isto é, inicial) nível do mistério. Começa com uma alegoria fazendo um paralelo entre a morte e ressurreição de Jesus e decrevendo a descida e a ascensão da alma. Depois disso, ele prossegue descrevendo figuras importantes na cosmologia gnóstica e então, finalmente, lista 32 desejos carnais que devem ser superados antes que a salvação seja possível, sendo que a superação de todos os 32 constitui a salvação.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Sol_Negro_(Alquimia)&amp;diff=9190</id>
		<title>Sol Negro (Alquimia)</title>
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		<updated>2008-07-21T21:02:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: O sol negro na alquimia é o nome do resultado do primeiro estágio do Opus Magnum, o completo Opus Magnum (Grande Obra) finaliza com a produção do ouro. Você pode encontrar termos ...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O sol negro na alquimia é o nome do resultado do primeiro estágio do Opus Magnum, o completo Opus Magnum (Grande Obra) finaliza com a produção do ouro.&lt;br /&gt;
Você pode encontrar termos contemporâneos do Sol Negro em trabalhos esotéricos de músicos como COIL e Boyd Rice, e grupos ocultistas como [http://www.myspace.com/blacksunrisingpylon].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Alkadansociety&amp;diff=9189</id>
		<title>Usuário:Alkadansociety</title>
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		<updated>2008-07-21T20:56:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: /* Ericson Willians */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um prazer participar deste site, ele inteiro é uma perfeita idéia.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Sol_Negro&amp;diff=9188</id>
		<title>Sol Negro</title>
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		<updated>2008-07-21T20:54:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Images.jpg]]                                                  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sol negro (Alemão:schwarze Sonne) foi um símbolo esotérico e ocultista que fazia parte do misticismo nazi e especificamente por suas representações em mosaicos no castelo Wewelsburg. Hoje ele é utilizado por correntes do neopaganismo e especialmente na cena neonazista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sol negro é um símbolo em forma de sol roda com doze raios. O símbolo contém três suásticas ou doze runas de Sig inversas. O sol negro na versão mostrada não é símbolo histórico. A SS embutido é um ornamento semelhante em forma de mosaico verde escuro no andar de mármore do antigo &amp;quot;Obergruppenführersaal&amp;quot; (literalmente: hall do Obergruppenführer - originalmente mais importantes generais da SS) ao norte da torre do castelo de Wewelsburg, perto da cidade de Paderborn (foto do ornamento).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente um disco dourado foi colocado no meio do ornamento. O castelo de Wewelsburg foi ampliado, de forma a que o centro ideológico e representativo da Ordem SS era um centro planejado de uma religião racista. Segundo o ex-arquitecto, a torre norte estava a tornar-se o &amp;quot;centro do mundo&amp;quot;. Como amostra para o ornamento, provavelmente broches de bronze, desde o período merovíngio, eram usadas, que são interpretados como representação do sol visível ou a sua passagem através dos meses do ano. O termo sol negro para a roda solar do Castelo de Wewelsburg se tornou popular após a Segunda Guerra Mundial. Normalmente, a sala onde está o ornamento pode ser vista a partir do exterior através de uma grade-porta. Devido à condições da luz o mosaico no chão parece negro.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Sol_Negro&amp;diff=9187</id>
		<title>Sol Negro</title>
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		<updated>2008-07-21T20:54:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;                                                                                [[Imagem:Images.jpg]]                                                  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sol negro (Alemão:schwarze Sonne) foi um símbolo esotérico e ocultista que fazia parte do misticismo nazi e especificamente por suas representações em mosaicos no castelo Wewelsburg. Hoje ele é utilizado por correntes do neopaganismo e especialmente na cena neonazista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sol negro é um símbolo em forma de sol roda com doze raios. O símbolo contém três suásticas ou doze runas de Sig inversas. O sol negro na versão mostrada não é símbolo histórico. A SS embutido é um ornamento semelhante em forma de mosaico verde escuro no andar de mármore do antigo &amp;quot;Obergruppenführersaal&amp;quot; (literalmente: hall do Obergruppenführer - originalmente mais importantes generais da SS) ao norte da torre do castelo de Wewelsburg, perto da cidade de Paderborn (foto do ornamento).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente um disco dourado foi colocado no meio do ornamento. O castelo de Wewelsburg foi ampliado, de forma a que o centro ideológico e representativo da Ordem SS era um centro planejado de uma religião racista. Segundo o ex-arquitecto, a torre norte estava a tornar-se o &amp;quot;centro do mundo&amp;quot;. Como amostra para o ornamento, provavelmente broches de bronze, desde o período merovíngio, eram usadas, que são interpretados como representação do sol visível ou a sua passagem através dos meses do ano. O termo sol negro para a roda solar do Castelo de Wewelsburg se tornou popular após a Segunda Guerra Mundial. Normalmente, a sala onde está o ornamento pode ser vista a partir do exterior através de uma grade-porta. Devido à condições da luz o mosaico no chão parece negro.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
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		<title>Sol Negro</title>
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		<updated>2008-07-21T20:54:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Images.jpg]]                                                  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sol negro (Alemão:schwarze Sonne) foi um símbolo esotérico e ocultista que fazia parte do misticismo nazi e especificamente por suas representações em mosaicos no castelo Wewelsburg. Hoje ele é utilizado por correntes do neopaganismo e especialmente na cena neonazista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sol negro é um símbolo em forma de sol roda com doze raios. O símbolo contém três suásticas ou doze runas de Sig inversas. O sol negro na versão mostrada não é símbolo histórico. A SS embutido é um ornamento semelhante em forma de mosaico verde escuro no andar de mármore do antigo &amp;quot;Obergruppenführersaal&amp;quot; (literalmente: hall do Obergruppenführer - originalmente mais importantes generais da SS) ao norte da torre do castelo de Wewelsburg, perto da cidade de Paderborn (foto do ornamento).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente um disco dourado foi colocado no meio do ornamento. O castelo de Wewelsburg foi ampliado, de forma a que o centro ideológico e representativo da Ordem SS era um centro planejado de uma religião racista. Segundo o ex-arquitecto, a torre norte estava a tornar-se o &amp;quot;centro do mundo&amp;quot;. Como amostra para o ornamento, provavelmente broches de bronze, desde o período merovíngio, eram usadas, que são interpretados como representação do sol visível ou a sua passagem através dos meses do ano. O termo sol negro para a roda solar do Castelo de Wewelsburg se tornou popular após a Segunda Guerra Mundial. Normalmente, a sala onde está o ornamento pode ser vista a partir do exterior através de uma grade-porta. Devido à condições da luz o mosaico no chão parece negro.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: /* Sol negro (Símbolo) */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Sol negro (Símbolo) ==                                                       [[Imagem:Images.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sol negro (Alemão:schwarze Sonne) foi um símbolo esotérico e ocultista que fazia parte do misticismo nazi e especificamente por suas representações em mosaicos no castelo Wewelsburg. Hoje ele é utilizado por correntes do neopaganismo e especialmente na cena neonazista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sol negro é um símbolo em forma de sol roda com doze raios. O símbolo contém três suásticas ou doze runas de Sig inversas. O sol negro na versão mostrada não é símbolo histórico. A SS embutido é um ornamento semelhante em forma de mosaico verde escuro no andar de mármore do antigo &amp;quot;Obergruppenführersaal&amp;quot; (literalmente: hall do Obergruppenführer - originalmente mais importantes generais da SS) ao norte da torre do castelo de Wewelsburg, perto da cidade de Paderborn (foto do ornamento).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente um disco dourado foi colocado no meio do ornamento. O castelo de Wewelsburg foi ampliado, de forma a que o centro ideológico e representativo da Ordem SS era um centro planejado de uma religião racista. Segundo o ex-arquitecto, a torre norte estava a tornar-se o &amp;quot;centro do mundo&amp;quot;. Como amostra para o ornamento, provavelmente broches de bronze, desde o período merovíngio, eram usadas, que são interpretados como representação do sol visível ou a sua passagem através dos meses do ano. O termo sol negro para a roda solar do Castelo de Wewelsburg se tornou popular após a Segunda Guerra Mundial. Normalmente, a sala onde está o ornamento pode ser vista a partir do exterior através de uma grade-porta. Devido à condições da luz o mosaico no chão parece negro.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Sol Negro (Símbolo)&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página:  == Sol negro (Símbolo) ==   O sol negro (Alemão:schwarze Sonne) foi um símbolo esotérico e ocultista que fazia parte do misticismo nazi e especificamente por suas representações...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Sol negro (Símbolo) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sol negro (Alemão:schwarze Sonne) foi um símbolo esotérico e ocultista que fazia parte do misticismo nazi e especificamente por suas representações em mosaicos no castelo Wewelsburg. Hoje ele é utilizado por correntes do neopaganismo e especialmente na cena neonazista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sol negro é um símbolo em forma de sol roda com doze raios. O símbolo contém três suásticas ou doze runas de Sig inversas. O sol negro na versão mostrada não é símbolo histórico. A SS embutido é um ornamento semelhante em forma de mosaico verde escuro no andar de mármore do antigo &amp;quot;Obergruppenführersaal&amp;quot; (literalmente: hall do Obergruppenführer - originalmente mais importantes generais da SS) ao norte da torre do castelo de Wewelsburg, perto da cidade de Paderborn (foto do ornamento).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente um disco dourado foi colocado no meio do ornamento. O castelo de Wewelsburg foi ampliado, de forma a que o centro ideológico e representativo da Ordem SS era um centro planejado de uma religião racista. Segundo o ex-arquitecto, a torre norte estava a tornar-se o &amp;quot;centro do mundo&amp;quot;. Como amostra para o ornamento, provavelmente broches de bronze, desde o período merovíngio, eram usadas, que são interpretados como representação do sol visível ou a sua passagem através dos meses do ano. O termo sol negro para a roda solar do Castelo de Wewelsburg se tornou popular após a Segunda Guerra Mundial. Normalmente, a sala onde está o ornamento pode ser vista a partir do exterior através de uma grade-porta. Devido à condições da luz o mosaico no chão parece negro.&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Serpente</title>
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		<updated>2008-07-21T20:21:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: Serpente é uma palavra de origem do latim (serpens, serpentis) que é normalmente substituída por &amp;quot;cobra&amp;quot; especificamente no contexto mítico, com a finalidade de distinguir tais cri...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Serpente é uma palavra de origem do latim (serpens, serpentis) que é normalmente substituída por &amp;quot;cobra&amp;quot; especificamente no contexto mítico, com a finalidade de distinguir tais criaturas do campo da biologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Serpente: mitologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A serpente é um antigo deus da sabedoria no Médio Oriente e na região do mar Egeu, sendo, intuitivamente, um símbolo telúrico. No Egito, Rá e Áton (&amp;quot;aquele que termina ou aperfeiçoa&amp;quot;) eram o mesmo deus. Áton o &amp;quot;oposto a Rá,&amp;quot; foi associado com os animais da terra, incluindo a serpente. Nehebkau (&amp;quot;aquele que se aproveita das almas&amp;quot;) era o deus da serpente que guardava a entrada do mundo subterrâneo. Se nos afastarmos mais, tanto em termos geográficos como culturais - por exemplo, até às ilhas Fiji, encontramos Ratu-mai-mbula, um deus-serpente que governa o mundo subterrâneo (e faz a energia vital fluir).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Louvre, existe um famoso vaso verde esteatite esculpido para o rei Gudea de Lagash (data aproximada entre 2200 a.C. e 2025 a.C.), dedicado por sua inscrição a Ningizzida, &amp;quot;senhor da árvore da verdade&amp;quot; que carrega um relevo das serpentes gêmeas em volta dos sacerdotes, exatamente como os caduceus de Hermes. Na mitologia Grega a serpente também aparece como símbolo da sabedoria, (símbolo da medicina) com Asclepio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na distante extremidade ocidental do mundo da antiquidade, no jardim de Hespérides, uma outra serpente guardiã da árvore, Ladon, protege a fruta dourada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto sob uma outra árvore da Iluminação, está o Buda sentado em posição de meditação. Quando uma tempestade se levantou, o rei poderoso da serpente levantou-se acima de seu caverna subterrânea e envolveu o Buda em sete espirais por sete dias, para não interromper o seu estado de meditação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Minoan ,grande divindade, pode manusear uma serpente em uma das mãos, talvez evocando seu papel como a fonte da sabedoria, melhor que seu papel como o senhor dos animais (Potnia theron), com um leopardo sob cada braço. Não por acaso mais tarde este infante Héracles, um herói limítrofe entre o velho e o mundo novo de Olympia, também manuseara duas serpentes que &amp;quot;o ameaçaram&amp;quot; em seu berço. Os gregos clássicos não perceberam que a ameaça era meramente a ameaça da sabedoria. Mas o gesto é o mesmo que aquele da divindade de Creta. A haste que Moisés carrega é uma serpente. Quando a joga para a terra, ao comando de Yahweh, ela toma a forma de serpente. Se a identidade não puder ainda estar desobstruída o bastante, quando Moisés segura a serpente, esta se transforma em uma haste uma vez mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As serpentes são figuras proeminente em mitos gregos muito arcaicos: o mito-elemento de Laocoonte, a antiga Hidra de Lerna, que lutou com Hércules, a serpente do mais velho oráculo de Delfos, etc...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A imagem da serpente como a incorporação da sabedoria transmitida por Sophia é um emblema usado pelo gnosticismo, especialmente aquelas seitas mais ortodoxas caracterizadas como &amp;quot;Ofídeas&amp;quot;, (&amp;quot;Homens Serpente&amp;quot;). A serpente ctónica é um dos animais associados com o culto de Mitras. O Basilisco, o famoso &amp;quot;rei das serpentes&amp;quot; com o bote da morte, foi atacado por uma serpente, Pliny e outros pensaram, do ovo ao adulto. Tais fantasias encheram o pensamento medieval.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Mitologia nórdica, Jormungand, a serpente de Midgard, abraça o mundo no abismo do oceano. Na mitologia de Daomé, na África ocidental, a serpente que suporta tudo em suas muitas espirais é nomeada Dan. Vishnu é posta a dormir no yoga Nidra, flutuando nas águas cósmicas na serpente Shesha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por a serpente tirar sua pele e sair do esconderijo da casca morta brilhante e fresca, ela é um símbolo universal da renovação, e a regeneração que pode conduzir para imortalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Epopeia de Gilgamesh (de origem suméria), Gilgamesh mergulha no fundo das águas para recuperar a planta da vida. Mas quando decide descansar do seu trabalho, aparece uma serpente que come a planta. A serpente torna-se imortal, e Gilgamesh fica destinado a morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Mitologia Yoruba, Oshumare é do mesmo modo uma serpente mítica regenerada serpente da visão. É também um símbolo da ressureição na Mitologia Maya, abastecendo alguns contextos culturais além do Atlântico favorecidos na pseudoarqueologia Maya.Gukumatz, a serpente emplumada é mais familiar sob seu nome Azteca,Quetzalcoatl.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Serpente do mar são criaturas gigantes cryptozoologia uma vez acreditou-se viverem na água, seriam monstros do mar tais como o Leviathan ou monstros do lago tais como o monstro do lago Ness. Se forem referidas como &amp;quot; serpentes do mar&amp;quot;, foram entendidos para ser as atuais serpentes que vivem nas águas Indo-Pacíficas (família Hydrophiidae).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Serpente: Tanakh ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A 'serpente falante' (nachash) no Jardim do Éden induziria conhecimento proibido, mas não é identificado com Satã no Livro do Génesis. Não há, contudo indicação no Génesis que a serpente era uma divindade em seu próprio direito, com exceção do fato que o Pentateuco não é de outra maneira abundante como animais falantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A informação dada pela Serpente poderia ser proibida , e foram as suas palavras as primeiras mentiras relatadas na bíblia. &amp;quot;...certamente não morrereis...&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Agora a serpente era mais subtil do que qualquer animal do campo que o senhor Deus fêz, -Gênesis 3:1&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A serpente é a manifesta personificação da desobediência e da provocação a Deus. Por este motivo foi sempre associada a uma representação das forças do mal. O porquê da utilização desta personificação na Bíblia pode dar-se ao facto de que o processo narrativo que levou à criação deste mito tenha origem em factos transmitidos através de gerações até ao egípcio Moisés autor deste episódio de Genesis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mateus exortou seus ouvintes &amp;quot;fossem vocês conseqüentemente sábios como serpentes.&amp;quot; (Mateus 10:16).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora tenha sido amaldiçoada por seu papel no Jardim, este não foi o fim da serpente, que continuou a ser venerada na religião popular de Judá e foi tolerada pela religião oficial até o tempo do rei Ezequias. Os editores do Livro dos Números - 700 A.C. forneceram aparentemente uma origem para um ídolo de bronze antigo da serpente que a justificasse associada a Moisés, com a seguinte narrativa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot; 21.6. E o Senhor enviou serpentes agressivas sobre as pessoas , e elas morderam as pessoas; e muitos israelitas morreram. 7. Então as pessoas vieram até Moisés , e disseram : Nós somos pecadores, por termos ido contra as leis do Senhor , e contra Ele , reze para o Senhor, peça para Ele levar as serpentes embora. E Moisés rezou para o povo. 8. E o Senhor disse a Moisés: Faça você uma serpente zangada, e coloque-a sobre um bastão;e deixe-a passar, pois todos que foram mordidos, quando ela olhar o bastão, viverão. 9.E Moisés fez uma serpente de metal,e colocou-a sobre um bastão, e deixou-a passar , e se a serpente tivesse mordido qualquer homem , quando ele olhasse a serpente de metal, ele viveria.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o jovem e reformado rei Ezequias veio ao trono de Judá no oitavo século: &amp;quot;Ele removeu os mais altos palácios, e quebrou as imagens, e matou os seres rastejantes, e quebrou as serpentes de metal que Moisés havia feito; e naqueles dias as crianças de Israel acenderam incensos para ela; e ele chamou Nebushtan.&amp;quot;( Reis 18.4)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O complemento &amp;quot;-an&amp;quot; ao final significa que o ídolo possui duas serpentes sobre um bastão, as familiares serpentes entrelaçadas dos discípulos que sobreviveram no caudeceu de Hermes e os serviçais de Asclepias. A idéia de um ídolo serpente era abominável aos editores do &amp;quot;Dicionário Bíblico Ocidental&amp;quot;, 1897:conforme o verbete &amp;quot;Nehushtan&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Serpente: Novo Testamento ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conexão da serpente com o Diabo é muito reforçada no Novo Testamento. Em &amp;quot;Mateus 23:33&amp;quot;, Jesus observa &amp;quot;Serpentes, gerações de víboras, como podemos escapar da dominação de Gehenna?&amp;quot; (&amp;quot;inferno&amp;quot; é normalmente a tradução para &amp;quot;Gehenna&amp;quot;). Contudo, a tradução mais correta para &amp;quot;Gehenna&amp;quot; não é inferno, e sim um local afastado onde se depositava o lixo produzido nas cidades. A serpente é usada como um símbolo voltado para o demônio, para o mal no Catolicismo e no Protestantismo, mas não em determinadas vertentes cristãs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Serpente: símbolo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora seja usada como símbolo de regeneração e Imortalidade, a serpente, quando formando um anel com a cauda em sua boca, é também um claro símbolo da unidade em tudo e todos, a totalidade da existência. Veja: Anfisbena e Ouroboros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serpentes envolviam os seguidores de Hermes(o caduceu, &amp;quot;ilustração à esquerda&amp;quot;)e de Asclepius, onde uma única serpente envolvia o cedro. No caduceu de Hermes, as serpentes não eram simetricamente gêmeas, elas pareciam adversárias. As asas sobre o cedro são identificadas como asas mensageiras; Hermes o Mercúrio para os romanos, que era o mestre da diplomacia e retórica, de invenções e descobertas, protetor dos comerciantes e dos aliados e na visão dos mitologistas, dos ladrões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Antiguidade clássica, com avanço no estudo da alquimia, Mercúrio foi reconhecido como o protetor destas artes e outras informações 'ocultas' em geral, &amp;quot; Herméticas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim a Química e a medicina associaram o bastão de Hermes com os discípulos do curador Asclepius, que era envolvido por uma serpente; o bastâo de Mercúrio e o moderno símbolo médico, que podia simplesmente ser o bastão de Asclepius, tornou-se um bastão do comércio. o historiador de arte J. Friedlander, em O Bastão dourado da Medicina: A História do Símbolo caudeceu na Medicina(1992) coletou centenas de exemplares de caudeceus e bastões de Asclepius e descobriu que as associações profissionais eram mais relacionadas aos bastões de Asclepius , enquanto as organizaçõs comerciais na área médica eram mais relacionadas ao caudeceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma similar conversão de bastão para serpente foi experimentada por Moisés e mais tarde seu irmão Aarão: E 0 Senhor lhe disse, O que você tem em suas mãos? E este respondeu, um bastão. E foi lhe dito para por o bastão no chão. O bastão estava no chão, e transformou-se em serpente; e Moisés cobriu-o antes. E o Senhor disse a Moisés, Ponha a mão sobre ela e pegue-a pela cauda. E ele pos a mão sobre ela e a pegou pela cauda, e ela transformou-se em um bastão em sua mão.( Êxodo 4:2-4)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
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		<title>Usuário:Alkadansociety</title>
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		<updated>2008-07-21T20:18:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: /* Ericson Willians */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Ericson Willians ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cidade: São Paulo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Orkut: http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=9957125545119210533&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um prazer participar deste site, ele inteiro é uma perfeita idéia.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
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		<updated>2008-07-21T20:18:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: /* Ericson Willians */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Ericson Willians ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cidade: São Paulo&lt;br /&gt;
Orkut: http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=9957125545119210533&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um prazer participar deste site, ele inteiro é uma perfeita idéia.&lt;/div&gt;</summary>
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		<updated>2008-07-21T20:17:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página:  == Ericson Willians ==  Cidade: São Paulo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Ericson Willians ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cidade: São Paulo&lt;/div&gt;</summary>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Adonai&amp;diff=9178</id>
		<title>Adonai</title>
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		<updated>2008-07-21T20:15:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: ADONAI (significado hebraico para &amp;quot;SENHOR&amp;quot;, Ou melhor &amp;quot;SOBERANO SENHOR&amp;quot; já que ADONAI é um termo mais forte que Adon, que é a palavra simples para &amp;quot;senhor&amp;quot;) é um título utilizado ...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;ADONAI (significado hebraico para &amp;quot;SENHOR&amp;quot;, Ou melhor &amp;quot;SOBERANO SENHOR&amp;quot; já que ADONAI é um termo mais forte que Adon, que é a palavra simples para &amp;quot;senhor&amp;quot;) é um título utilizado para O ETERNO na PRIMEIRA ALIANÇA. É visto no Vulgate e em suas versões dependentes, Êxodo, vi, 3; Judith, xvi, 16. Nenhum outro título aplicado ao ETERNO é mais definitivo e compreendido mais facilmente do que este.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Etimologicamente é o plural de Adon, com o sufixo do pronome possessivo, primeira pessoa, número singular. Este plural foi sujeitado às várias explanações. Pode ser olhado como um abstractum do plural, e porque ele indicaria a grandeza e o ponto divino do ETERNO, como o SENHOR dos Senhores. Esta explanação tem o endosso dos gramáticos hebreus, que distinguem um virium do plural, ou do virtutum. Outros preferem designar este termo como o excellentiæ do plural, os magnitudinis, ou os majestatis do plural. Olhar para ele como um termo de polidez tal como o Sie alemão para o du. O pronome possessivo não tem não mais significado nesta palavra do que tem em RABBI (MEU MESTRE), em Monsieur, ou em Madonna. ADONAI é também o substituto perpétuo para o YHVH conhecido inefável, a que empresta suas vogais. Sempre que a palavra YHVH ocorre no texto, o judeu lerá ADONAI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lEMBREM- SE DE QUE HÁ OUTROS TERMOS: ETERNO, ADONAI, ELOHIM.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Shiva&amp;diff=9173</id>
		<title>Shiva</title>
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		<updated>2008-07-21T00:13:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: Xiva, conhecido mais corriqueiramente pela grafia Shiva é um deus (&amp;quot;Deva&amp;quot;) hindu, o Destruidor (ou o Transformador), participante da Trimurti juntamente com Brama, o Criador, e Vixnu,...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Xiva, conhecido mais corriqueiramente pela grafia Shiva é um deus (&amp;quot;Deva&amp;quot;) hindu, o Destruidor (ou o Transformador), participante da Trimurti juntamente com Brama, o Criador, e Vixnu, o Preservador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das duas principais linhas gerais do hinduísmo é chamada de shivaísmo, em referência ao deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na tradição hindu, Shiva é o destruidor. Na verdade ele destrói para construir algo novo, assim, prefiro chamá-lo de &amp;quot;renovador&amp;quot; ou &amp;quot;transformador&amp;quot;. Suas primeiras representações surgiram no neolítico (em torno de 4.000 a.C.) na forma de Pashupati, o Senhor dos Animais. A criação da ioga é atribuída a ele e o Yôga é uma prática que produz transformação física, mental e emocional, portanto, está intimamente ligado ao deus da transformação. Shiva é o deus supremo (Mahadeva), o meditante (Shankara) e o benevolente, onde reside toda a alegria (Shambo ou Shambhu).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O trishula ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tridente que aparece nas ilustrações de Shiva é o trishula. É com essa arma que ele destrói a ignorância nos seres humanos. Suas três pontas representam as três qualidades dos fenômenos: tamas (a inércia), rajas (o movimento) e sattva (o equilíbrio)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A serpente ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A naja é a mais mortal das serpentes. Usar uma serpente em volta da cintura e do pescoço, simboliza que Shiva dominou a morte e tornou-se imortal. Na tradição da ioga, ela também representa kundalini, a energia de fogo que reside adormecida na base da coluna. Quando despertamos essa energia, ela sobe pela coluna, ativando os centros de energia (chakras) e produzindo um estado de hiperconsciência (samádhi), um estado de consciência expandida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ganga ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No topo da cabeça de Shiva se vê um jorro d'água. Na verdade é o rio Ganges (Ganga) que nasce dos cabelos de Shiva. Há uma lenda que diz que Ganges era um rio muito violento e não podia descer à Terra pois a destruiria com a força do impacto. Então, os homens pediram a Shiva que ajudasse e ele permitiu que o rio caísse primeiro sobre sua cabeça, amortecendo o impacto e depois, mais tranqüílo, corresse pela Terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lingam ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lingam (&amp;quot;emblema&amp;quot;, &amp;quot;distintivo&amp;quot;, &amp;quot;signo&amp;quot;), também chamado de linga, é o símbolo fálico de Shiva. Ele representa o pênis, instrumento da criação e da força vital, a energia masculina que está presente na origem do universo. Está associado ao poder criador de Shiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O lingam é o emblema de Shiva. Na Índia, reverenciar o lingam é o mesmo que reverenciar a Shiva. Ele pode ser feito em qualquer material, embora o preferido seja o de pedra negra. Na falta de uma escultura, se constrói um lingam com a areia da praia ou do leito do rio; ou simplesmente se coloca em pé uma pedra ovalada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É comum, nos templos, se pendurar sobre o lingam uma vasilha com um pequeno orifício no fundo. A água é derramada constantemente sobre ele numa forma de reverência. A base do lingam representa yoni, a vagina, mostrando que a criação se dá com a união do masculino e feminino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Damaru ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tambor em forma de ampulheta representa o som da criação do universo. No hinduísmo, o universo brota da sílaba /ôm/. É interessante comparar essa afirmação com a conhecido prólogo do Evangelho de São João: &amp;quot;No princípio era o Verbo (a sílaba, o som). E o Verbo era Deus. (...) Tudo foi feito por Ele (o Verbo) e sem Ele nada se fez.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É com o som do damaru que Shiva marca o ritmo do universo e o compasso de sua dança. As vezes, ele deixa de tocar por um instante, para ajustar o som do tambor ou para achar um ritmo melhor e, então, todo o universo se desfaz e só reaparece quando a música recomeça.Damaru&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tambor em forma de ampulheta representa o som da criação do universo. No hinduísmo, o universo brota da sílaba /ôm/. É interessante comparar essa afirmação com a conhecido prólogo do Evangelho de São João: &amp;quot;No princípio era o Verbo (a sílaba, o som). E o Verbo era Deus. (...) Tudo foi feito por Ele (o Verbo) e sem Ele nada se fez.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É com o som do damaru que Shiva marca o ritmo do universo e o compasso de sua dança. As vezes, ele deixa de tocar por um instante, para ajustar o som do tambor ou para achar um ritmo melhor e, então, todo o universo se desfaz e só reaparece quando a música recomeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fogo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Shiva está intimamente associado ao fogo, pois esse elemento representa a transformação. Nada que tenha passado pelo fogo, permanecerá o mesmo: o alimento vai ao fogo e se transforma, a água se evapora, os corpos cremados viram cinzas. Assim, Shiva nos convida a nos transformarmos através do fogo da ioga. O calor físico e psíquico que essa prática produz nos auxilia a transcender nossos próprios limites.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nandi ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nandi (&amp;quot;aquele que dá a alegria&amp;quot;) é o touro branco que acompanha Shiva, sua montaria e seu mais fiel servo. O touro está associado às forças telúricas e à virilidade. Também representa a força física e a violência. Montar o touro branco, significa dominar a violência e controlar sua própria força.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua devoção por seu senhor é tão grande que sempre se encontra sua figura diante dos templos dedicados a Shiva. Ele está deitado, guardando o portão principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A lua crescente ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lua, que muda de fase constantemente, representa a ciclicidade da natureza e a renovação contínua a qual todos estamos sujeitos. Ela também representa as emoções e nossos humores que são regidos por esse astro. Usar um crescente nos cabelos simboliza que Shiva está além das emoções. Ele não é mais manipulado por seus humores como são os humanos, ele está acima das variações e mudanças, ou melhor, ele não se importa com as mudanças pois sabe que elas fazem parte do mundo manifesto. Os mestres que se iluminaram afirmam que as transformações pelas quais passamos durante a vida (nascimento e morte, o final de uma relação, mudança de emprego, etc.) não afetam nosso ser verdadeiro e, portanto, não deveríamos nos preocupar tanto com elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nataraja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste aspecto, Shiva aparece como o rei (raja) dos dançarinos (nata). Ele dança dentro de um círculo de fogo, símbolo da renovação e, através de sua dança, Nataraja cria, conserva e destrói o universo. Ela representa o eterno movimento do universo que foi impulsionado pelo ritmo do tambor e da dança. Apesar de seus movimentos serem dinâmicos, como mostram seus cabelos esvoaçantes, Shiva Nataraja permanece com seus olhos parados, olhando internamente, em atitude meditativa. Ele não se envolve com a dança do universo pois sabe que ela não é permanente. Como um yogue, ele se fixa em sua própria natureza, seu ser interior, que é perene.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma das mãos, ele segura o Damaru, o tambor em forma de ampulheta com o qual marca o ritmo cósmico e o fluir do tempo. Na outra, traz uma chama, símbolo da transformação e da destruição de tudo que é ilusório. As outras duas mãos, encontram-se em gestos específicos. A direita, cuja palma está a mostra, representa um gesto de proteção e bênçãos (abhaya mudrá). A esquerda representa a tromba de um elefante, aquele que destrói os obstáculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nataraja pisa com seu pé direito sobre as costas de um anão. Ele é o demônio da ignorância interior, a ignorância que nos impede de perceber nosso verdadeiro eu. O pedestal da estátua é uma flor de lótus, símbolo do mundo manifestado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A imagem toda nos diz: &amp;quot;Vá além do mundo das aparências, vença a ignorância interior e torne-se Shiva, o meditador, aquele que enxerga a verdade através do olho que tudo vê (terceiro olho, Ájña Chakra).&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pashupati ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pashupati (&amp;quot;senhor dos animais&amp;quot;, de pashu, &amp;quot;animais&amp;quot;, &amp;quot;feras&amp;quot;, &amp;quot;bestas&amp;quot;, e pati, &amp;quot;senhor&amp;quot;, &amp;quot;mestre&amp;quot;) é uma das primeiras representações de Shiva e surgiu no neolítico, por volta de 4.000 a.C.. É representado com três faces, olhando o passar do tempo (passado-presente-futuro). A coroa em forma de cornos de búfalo evidencia a proximidade de Shiva com esse animal que representa as forças da terra e da virilidade. Pashupati está sentado em posição de meditação, o que nos faz pensar que as técnicas meditativas já existiam naquele período. Os quatro animais ao seu redor são o tigre, o elefante, o rinoceronte e o búfalo. Por ser o Senhor das Feras, Pashupati podia meditar entre elas sem ser atacado. Mas, há um outro simbolismo. Esses animais podem representar nossas emoções e instintos mais básicos como o orgulho, a força bruta, o ódio e a sexualidade desenfreada. Pahupati, então, é também aquele que domou suas feras interiores, suas emoções e convive sabiamente com elas. O Shiva Purana, conta que os deuses estavam em luta com os demônios e, como não estavam conseguindo vencê-los, foram pedir auxílio a Shiva. Shiva lhes disse: &amp;quot;Eu sou o Senhor dos Animais (Pashupati). Os corajosos titãs só poderão ser vencidos se todos os deuses e outros seres assumirem sua natureza de animal.&amp;quot; Os deuses hesitaram pois achavam que isso seria uma humilhação. E Shiva falou novamente: &amp;quot;Não é uma perda reconhecer seu animal ( a espécie que corresponde no mundo animal ao princípio que cada deus encarna no plano universal). Apenas aqueles que praticam os ritos dos irmãos dos animais (Pashupatas) podem ultrapassar sua animalidade.&amp;quot; Assim, todos os deuses e titãs reconheceram que eram o rebanho do Senhor e que ele é conhecido pelo nome de Pashupati, O Senhor dos animais. Esse textos nos mostra a ligação do Yoga primitivo com o Xamanismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ardhanaríshvara ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O lado direito da estátua é claramente masculino, apresentando os atributos de Shiva: a serpente, o tridente, etc. Do lado esquerdo, vemos uma figura feminina, com os trajes típicos, o brinco feminino, etc. Esse aspecto de Shiva representa a união cósmica entre o princípio masculino (Shiva) e o feminino (Parvati), entre a consciência (Shiva) e a matéria (Parvati).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As cobras que Shiva usa como colares e braceletes simbolizam o seu triunfo sobre a morte, a sua imortalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filete de água que se vê jorrar de seus cabelos é o rio Ganges. Conta a lenda que o Ganges era um rio muito revolto que corria na morada dos deuses. Os homens pediram para que o rio corresse também na terra. Porém, o impacto da queda de água seria muito violento. Para resolver o problema, Shiva permitiu que o rio escorresse suavemente para a terra pelos seus longos cabelos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo o asceta eremita da Trimurti, Shiva é considerado o criador do Yôga, que teria ensinado pela primeira vez a sua esposa Parvati.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Lem%C3%BAria&amp;diff=9172</id>
		<title>Lemúria</title>
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		<updated>2008-07-21T00:00:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: Lemúria é o nome de um suposto continente perdido, localizado no Oceano Índico ou no Oceano Pacífico. A idéia teve origem no século XIX, pela teoria geológica do Catastrofismo, ...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Lemúria é o nome de um suposto continente perdido, localizado no Oceano Índico ou no Oceano Pacífico. A idéia teve origem no século XIX, pela teoria geológica do Catastrofismo, mas desde então tem vindo a ser adotada por escritores do Oculto, assim como pelo povo Tâmil, da Índia. Relatos sobre a Lemúria diferem quanto à maioria dos pormenores. No entanto, todos partilham a crença comum de que o continente existiu na pré-história mas afundou no oceano devido a alterações geológicas. A maioria dos cientistas considera hoje continentes submergidos uma impossibilidade física, dado a teoria da Isostasia. No entanto a variação do nível médio dos mares ao longo das sucessivas idades do gelo tem inundado e exposto porções de terreno mais ou menos extensos. Estas variações das áreas expostas/inundadas poderão eventualmente ter perdurado na memória colectiva dos povos pela sabedoria acumulada ao longo de várias gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Lemúria e os Teosóficos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo do século XIX, os seguidores das teorias de Madame Blavatsky, em sua Doutrina Secreta passaram a acreditar numa versão diferente da História do Mundo que encontrava respaldo na teoria geológica do Catastrofismo anteriormente referida. Esses indivíduos, influenciados por ideiais pré-fascistas, defendiam que a raça humana havia passado por quatro estágios pré-evolutivos, se encontrando no quinto estágio. Embora algumas raças do quarto estágio (e, portanto, menos evoluídas) ainda coabitassem com as do quinto estágio, notadamente os judeus. Para esses teosóficos, a quarta raça seria muito semelhante à quinta e teria habitado principalmente em Atlântida. A terceria raça, contudo, seria bem diferente e, tendo habitado a Lemúria, teria esqueleto cartilaginoso, três olhos (sendo um na nuca, hoje atrofiado, tendo dado origem à glândula pituitária (atualmente conhecida como hipófise), mãe dos poderes paranormais de tal raça que, contudo, seria muito belicista e muito desenvolvimento intelectual). A segunda raça teria sido semi-etérea e a primeira raça não seria tangível, sendo feita de éter, no sentido metafísico da palavra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal seguidor de Blavatsky e maior propagador dessas histórias sobre a Lemúria foi W. Scott Eliott, em seu livro Lendas de Atlântida e Lemúria.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Atl%C3%A2ntida&amp;diff=9171</id>
		<title>Atlântida</title>
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		<updated>2008-07-20T23:58:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: /* Relatos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Atlântida ou Atlântis teria sido uma antiga ilha ou continente, cuja real existência ou localização nunca foram confirmadas, e cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em suas obras &amp;quot;Timeu ou a Natureza&amp;quot; e &amp;quot;Crítias ou a Atlântida&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relatos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente mencionada pelo filósofo grego Platão (428-347 a.C.) em dois dos seus diálogos (Timeu e Crítias),[1] conta-nos que Sólon, no curso das suas viagens pelo Egipto, questiona um sacerdote que vivia em Sais, no delta do Nilo e que este lhe fala de umas tradições ancestrais relacionadas com uma guerra perdida nos anais dos tempos entre os atenienses e o povo de Atlântida. Segundo o sacerdote, o povo de Atlântis viveria numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles, onde o Mediterrâneo terminava e o Oceano começava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os deuses helênicos partilhavam a terra, a cidade de Atenas pertencia à deusa Atena e Hefesto, mas Atlântida tornou-se parte do reino de Poseidon, deus dos mares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Atlântida, nas montanhas ao centro da ilha, vivia uma jovem órfã de nome Clito. Conta a lenda, que Poseidon ter-se-ia apaixonado por ela e, de maneira a poder coabitar com o objeto da sua paixão, teria divisado uma barreira constituída por uma série de muralhas de água e fossos aquíferos em volta da morada da sua amada. Desta maneira viveram por muitos anos e da sua relação nasceram cinco pares de gêmeos, ao qual o mais velho o deus dos mares batizou de Atlas. Após dividir a ilha em dez áreas anelares, autorizou supremacia a Atlas, dedicando-lhe a montanha de onde Atlas espalhava o seu poder sobre o resto da ilha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em cada um dos distritos (anéis terrestres ou cinturões), reinavam as monarquias de cada um dos descendentes dos filhos de Clito e Poseidon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes reuniam-se uma vez por ano no centro da ilha, onde o palácio central e o templo a Posídon, com os seus muros cobertos de ouro, brilhavam ao sol. A reunião marcava o início de um festival cerimonioso em que cada um dos monarcas dispunha-se à caça de um touro; uma vez o touro caçado, beberiam do seu sangue e comeriam da sua carne, enquanto sinceras críticas e comprimentos eram trocados entre si à luz lunar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza, quer vegetal e mineral, não só era a ilha magnificamente prolífica em depósitos de ouro, prata, cobre, ferro, etc como ainda de oricalco, um metal que brilhava como fogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os reis de Atlântida, construíram inúmeras pontes, canais e passagens fortificadas entre os seus cinturões de terra, cada um protegido com muros revestidos de bronze no exterior e estanho pelo interior, entre estes brilhavam edifícios construídos de pedras brancas, pretas e vermelhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tanto a riqueza e a prosperidade do comércio, como a inexpugnável defesa das suas muralhas, se tornariam imagens de marca da ilha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco mais se sabe de Atlântida, segundo Platão, esta foi destruída por um desastre natural (possivelmente um terremoto ou maremoto) cerca de 9000 anos antes da sua era. Crê-se ainda que os atlantes teriam sido vítimas das suas ambições de conquistar o mundo ao serem dizimados pelos atenienses nesta tentativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra tradição completamente diferente chega-nos por Diodoro da Sicília, em que os atlantes eram vizinhos dos líbios e que teriam sido atacados e destruídos pelas amazonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo uma outra lenda, o povo que habitava a Atlântida era muito mais evoluído que os outros povos da época, e, ao prever a destruição iminente, teria emigrado para África, sendo os antigos egípcios descendentes da cultura de Atlântida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na cultura pop do século XX, muitas histórias em quadrinhos, filmes e desenhos animados retratam Atlântida como uma cidade submersa, povoada por sereias ou outros tipos de humanos subaquáticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Localizações atribuídas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há diversas correntes de teóricos sobre onde se situaria Atlântida, e quem seria o seu povo. A lenda que postula Atlântida, Lemúria e Mu como continentes perdidos, ocupados por diferentes raças humanas, ainda encontra bastante aceitação popular, sobretudo no meio esotérico. (Não confundir com os antigos continentes que, de acordo com a teoria da tectónica de placas existiram durante a história da Terra, como a Pangéia e o Sahul).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns teóricos sugerem que Atlântida seria uma ilha sobre a Dorsal oceânica, que - no caso de não ser hoje parte dos Açores, Madeira, Canárias ou Cabo Verde - teria sido destruída por movimentos bruscos da crosta terrestre naquele local. Essa teoria baseia-se em supostas coincidências, como a construção de templos em forma de pirâmide na América, semelhantes às pirâmides do Egito, fato que poderia ser explicado com a existência de um povo no meio do oceano que separa estas civilizações, suficientemente avançado tecnologicamente para navegar à África e à América para dividir seus conhecimentos. Esta posição geográfica explicaria a ausência concreta de vestígios arqueológicos sobre este povo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos dos escritos de Platão acreditam que o continente de Atlântida seria na realidade a própria América, e seu povo culturalmente avançado e cobertos de riquezas seria ou o povo Chavín, da Cordilheira dos Andes, ou os olmecas da América Central, cujo uso de ouro e pedras preciosas é confirmado pelos registros arqueológicos. Terremotos, comuns nestas regiões, poderiam ter dado fim a estas culturas, ou pelo menos poderiam tê-las abalado de forma violenta por um período de tempo. Através de diversos estudos, alguns estudiosos chegaram a conclusão que Tiwanaku, localizada no altiplano boliviano, seria a antiga Atlântida. Essa civilização teria existido de 17.000 a.C. a 12.000 a.C., em uma época que a região era navegável. Foram encontrados portos de embarcações em Tiwanaku, faltando escavar 97,5% do local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para alguns arqueólogos e historiadores, Atlântida poderia ser uma mitificação da cultura minóica, que floresceu na ilha de Creta até o final do século XVI a.C.. Os ancestrais dos gregos, os micênicos, tiveram, no início de seu desenvolvimento na Península Balcânica, contato com essa civilização, culturalmente e tecnologicamente muito avançada. Com os minóicos, os micênicos aprenderam arquitetura, navegação e o cultivo de oliveiras, elementos vitais da cultura helênica posterior. No entanto, dois fortes terremotos e maremotos no Mar Egeu solaparam as cidades e os portos minóicos, e a civilização de Creta rapidamente desapareceu. É possível que as histórias sobre este povo tenham ganhado proporções míticas ao longo dos séculos, culminando com o conto de Platão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma formulação moderna da história da Atlântida e dos atlantes foi feita por Helena Petrovna Blavatsky, fundadora da Teosofia. Em seu principal livro, A Doutrina Secreta, ela descreve em detalhes a raça atlante, seu continente e sua cultura, ciência e religião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem alguns cientistas que remetem a localização da Atlântida para um local sob a superfície da Antártica.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Atl%C3%A2ntida&amp;diff=9170</id>
		<title>Atlântida</title>
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		<updated>2008-07-20T23:57:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Alkadansociety: Nova página: A Atlântida ou Atlântis teria sido uma antiga ilha ou continente, cuja real existência ou localização nunca foram confirmadas, e cuja primeira menção conhecida remonta a Platão...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Atlântida ou Atlântis teria sido uma antiga ilha ou continente, cuja real existência ou localização nunca foram confirmadas, e cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em suas obras &amp;quot;Timeu ou a Natureza&amp;quot; e &amp;quot;Crítias ou a Atlântida&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relatos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente mencionada pelo filósofo grego Platão (428-347 a.C.) em dois dos seus diálogos (Timeu e Crítias),[1] conta-nos que Sólon, no curso das suas viagens pelo Egipto, questiona um sacerdote que vivia em Sais, no delta do Nilo e que este lhe fala de umas tradições ancestrais relacionadas com uma guerra perdida nos anais dos tempos entre os atenienses e o povo de Atlântida. Segundo o sacerdote, o povo de Atlântis viveria numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles, onde o Mediterrâneo terminava e o Oceano começava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os deuses helênicos partilhavam a terra, a cidade de Atenas pertencia à deusa Atena e Hefesto, mas Atlântida tornou-se parte do reino de Poseidon, deus dos mares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Atlântida, nas montanhas ao centro da ilha, vivia uma jovem órfã de nome Clito. Conta a lenda, que Poseidon ter-se-ia apaixonado por ela e, de maneira a poder coabitar com o objeto da sua paixão, teria divisado uma barreira constituída por uma série de muralhas de água e fossos aquíferos em volta da morada da sua amada. Desta maneira viveram por muitos anos e da sua relação nasceram cinco pares de gêmeos, ao qual o mais velho o deus dos mares batizou de Atlas. Após dividir a ilha em dez áreas anelares, autorizou supremacia a Atlas, dedicando-lhe a montanha de onde Atlas espalhava o seu poder sobre o resto da ilha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em cada um dos distritos (anéis terrestres ou cinturões), reinavam as monarquias de cada um dos descendentes dos filhos de Clito e Poseidon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes reuniam-se uma vez por ano no centro da ilha, onde o palácio central e o templo a Posídon, com os seus muros cobertos de ouro, brilhavam ao sol. A reunião marcava o início de um festival cerimonioso em que cada um dos monarcas dispunha-se à caça de um touro; uma vez o touro caçado, beberiam do seu sangue e comeriam da sua carne, enquanto sinceras críticas e comprimentos eram trocados entre si à luz lunar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza, quer vegetal e mineral, não só era a ilha magnificamente prolífica em depósitos de ouro, prata, cobre, ferro, etc como ainda de oricalco, um metal que brilhava como fogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os reis de Atlântida, construíram inúmeras pontes, canais e passagens fortificadas entre os seus cinturões de terra, cada um protegido com muros revestidos de bronze no exterior e estanho pelo interior, entre estes brilhavam edifícios construídos de pedras brancas, pretas e vermelhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tanto a riqueza e a prosperidade do comércio, como a inexpugnável defesa das suas muralhas, se tornariam imagens de marca da ilha.&lt;br /&gt;
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Pouco mais se sabe de Atlântida, segundo Platão, esta foi destruída por um desastre natural (possivelmente um terremoto ou maremoto) cerca de 9000 anos antes da sua era. Crê-se ainda que os atlantes teriam sido vítimas das suas ambições de conquistar o mundo ao serem dizimados pelos atenienses nesta tentativa.&lt;br /&gt;
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Outra tradição completamente diferente chega-nos por Diodoro da Sicília, em que os atlantes eram vizinhos dos líbios e que teriam sido atacados e destruídos pelas amazonas.&lt;br /&gt;
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Segundo uma outra lenda, o povo que habitava a Atlântida era muito mais evoluído que os outros povos da época, e, ao prever a destruição iminente, teria emigrado para África, sendo os antigos egípcios descendentes da cultura de Atlântida.&lt;br /&gt;
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Na cultura pop do século XX, muitas histórias em quadrinhos, filmes e desenhos animados retratam Atlântida como uma cidade submersa, povoada por sereias ou outros tipos de humanos subaquáticos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Alkadansociety</name></author>
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		<updated>2008-07-20T23:53:40Z</updated>

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&lt;div&gt;A Germanenorden foi uma sociedade secreta na Alemanha, no início do século XX. Formada em 1912 por vários ocultistas alemães proeminentes, a ordem que tinha por símbolo a suástica, tinha uma estrutura fraternal similar à maçonaria. A sociedade ensinava aos seus iniciados ideologias nacionalistas sobre a superioridade da raça nórdica, antisemitismo e também ocultismo, quase filosofias mágicas. Alguns dizem que o partido dos trabalhadores alemães (posteriormente partido nazista) quando sob a liderança de Adolf Hitler foi sua fronte política, e de fato, a organização refletiu muitas ideologias do partido, inclusive a suástica. A sociedade Thule, outra sociedade secreta com ideologias e símbolos similares, também esteve intimamente ligada a ela.&lt;/div&gt;</summary>
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