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	<title>Ocultura - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Os_Santos_Gn%C3%B3sticos&amp;diff=10198</id>
		<title>Os Santos Gnósticos</title>
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		<updated>2011-02-02T00:49:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;FraBaphMol: /* Collect V: The Saints */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{religion}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os '''Santos Gnósticos''' estão listados em [[Liber XV]], também conhecido como a Missa Gnóstica, o qual é o rito central da [[Ordo Templi Orientis]] e seu braço eclesiástico,[[Ecclessia Gnostica Catholica]]. Eles são encontrados no capítulo V do Liber XV, entitulado &amp;quot;Os Santos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas igrejas [[católicas]] e [[ortodoxas]], um santo é uma pessoa que foi canonizada (oficialmente reconhecida) depois de sua morte. Porém, na EGC, a morte não é necessariamente um pré requisito para a santidade, desde que [[Aleister Crowley]] estava certamente vivo quando ele escreveu Liber XV (onde ele, de fato, se incluiu como santo duas vezes). Os Santos Gnósticos são geralmente considerados aqueles que estabeleceram os princípios essenciais de [[Thelema]] e formaram uma linhagem de [[adeptos]] pelas eras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único Santo Gnóstico que foi oficialmente adicionado à lista original foi [[William Blake]], baseado no descobrimento de uma carta escrita por [[Aleister Crowley]] que o descreveu como tal. É também considerado apropriado incluir o nome de Grão-Mestres da O.T.O. tal como [[Hymenaeus Alpha]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do Liber XV, todo o capítulo está escrito abaixo. Estes nomes em itálico são comemorados em missas ordinárias, enquanto que a lista inteira é entoada em uma &amp;quot;missa de celebração&amp;quot;, como a mesma realizada em conjunto com um [[Casamento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Collect V: The Saints==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Senhor da Vida e Alegria, tu és a força do homem, tu és a essência do todo verdadeiro Deus que está sobre a superfície da Terra, Tu és o conhecimento de geração a geração contínua, Tu em cima de nós és adorado nos bréjos e florestas, nas montanhas e nas cavernas, abertamente nos mercados e secretamente nas salas de nossas casas, nos templos de ouro, marfim e mármore, como nesses outros templos de nossos corpos, comemoramos dignamente quando dignos de quem fez a ti adoro antigo e manifestação aos homens à tua glória; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''[[Lao-tzu]]'', ''[[Siddhartha]]'', [[Krishna]], ''[[Tahuti]]'', [[Mosheh]], ''[[Dionysus]]'', ''[[Mohammed]]'', ''[[To Mega Therion]]'', [[Hermes]], ''[[Pan]]'', [[Priapus]], [[Osiris]], [[Melchizedek]], [[Khem]], [[Amoun]], ''[[Mentu]]'', ''[[Heracles]]'', [[Orpheus]], [[Odysseus]], [[Vergilius]], ''[[Catullus]]'', [[Martialis]], ''[[Rabelais]]'', ''[[Swinburne]]'', ''[[Apollonius Tyanæus]]'', [[Simon  Magus]], [[Manes]], ''[[Pythagoras]]'', [[Basilides]], [[Valentinus]], ''[[Bardesanes]]'', ''[[Hippolytus]]'', [[Merlin]], [[Arthur]], [[Kamuret]], [[Parzival]], [[Carolus  Magnus]], [[William of Schyren]], [[Frederick of Hohenstaufen]], [[Roger Bacon]], ''[[Jacobus Burgundus Molensis|Jacobus Burgundus Molensis the Martyr]]'', ''[[Christian Rosencreutz]]'', [[Ulrich  von Hutten]], [[Paracelsus]], [[Michael Maier]], ''[[Roderic Borgia|Roderic Borgia Pope Alexander the Sixth]]'', [[ Jacob Boehme]], [[Francis Bacon|Francis Bacon Lord Verulam]], [[Andrea]], [[Robertus de Fluctibus]], [[Johannes Dee]], ''[[Edward Kelly|Sir Edward Kelly]]'', [[Thomas  Vaughan]], [[Elias Ashmole]], [[Molinos]], [[Adam Weishaupt]], [[Wolfgang von Goethe]], [[William Blake]], [[Ludovicus Rex Bavariae]], [[Richard Wagner]], ''[[Alphonse Louis Constant]]'', [[Friedrich  Nietzsche]], [[Hargrave Jennings]], [[Carl Kellner]], [[Forlong dux]], [[Richard  Payne Knight|Sir Richard  Payne Knight]], [[Paul Gaugin]], [[Richard Francis Burton|Sir Richard Francis Burton]], [[Gerard Encausse|Doctor Gerard Encausse]], [[Theodor Reuss|Doctor Theodor Reuss]], ''[[Aleister Crowley|Sir Aleister Crowley]]''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: - Ó filhos do Leão e da Cobra! Com todos os teus santos nós dignamente comemoramos os que foram, são e hão de vir. Que suas essências estejam aqui presentes, potentes, poderosas e paternas para aperfeiçoar esta festa!&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Relevant Links==&lt;br /&gt;
*[http://www.hermetic.com/sabazius/saints.html The Invisible Basilica: Saints of Ecclesia Gnostica Catholica]&lt;br /&gt;
*[http://www.scarletwoman.org/docs/docs_mass.html Liber XV, The Gnostic Mass]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Os Santos Gnósticos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FraBaphMol</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Os_Santos_Gn%C3%B3sticos&amp;diff=10181</id>
		<title>Os Santos Gnósticos</title>
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		<updated>2011-01-31T13:55:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;FraBaphMol: /* Collect V: The Saints */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{religion}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os '''Santos Gnósticos''' estão listados em [[Liber XV]], também conhecido como a Missa Gnóstica, o qual é o rito central da [[Ordo Templi Orientis]] e seu braço eclesiástico,[[Ecclessia Gnostica Catholica]]. Eles são encontrados no capítulo V do Liber XV, entitulado &amp;quot;Os Santos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas igrejas [[católicas]] e [[ortodoxas]], um santo é uma pessoa que foi canonizada (oficialmente reconhecida) depois de sua morte. Porém, na EGC, a morte não é necessariamente um pré requisito para a santidade, desde que [[Aleister Crowley]] estava certamente vivo quando ele escreveu Liber XV (onde ele, de fato, se incluiu como santo duas vezes). Os Santos Gnósticos são geralmente considerados aqueles que estabeleceram os princípios essenciais de [[Thelema]] e formaram uma linhagem de [[adeptos]] pelas eras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único Santo Gnóstico que foi oficialmente adicionado à lista original foi [[William Blake]], baseado no descobrimento de uma carta escrita por [[Aleister Crowley]] que o descreveu como tal. É também considerado apropriado incluir o nome de Grão-Mestres da O.T.O. tal como [[Hymenaeus Alpha]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do Liber XV, todo o capítulo está escrito abaixo. Estes nomes em itálico são comemorados em missas ordinárias, enquanto que a lista inteira é entoada em uma &amp;quot;missa de celebração&amp;quot;, como a mesma realizada em conjunto com um [[Casamento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Collect V: The Saints==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Senhor da Vida e Alegria, tu és a força do homem, tu és a essência do todo verdadeiro Deus que está sobre a superfície da Terra, Tu és o conhecimento de geração a geração contínua, &amp;lt;aguardando término da tradução&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;LORD of Life and Joy, that art the might of man, that art the essence of every true god that is upon the surface of the Earth, continuing  knowledge from generation unto generation, thou adored of us upon  heaths and in woods, on mountains and in caves, openly in the marketplaces  and secretly in the chambers of our houses, in temples of gold and  ivory and marble as in these other temples of our bodies, we worthily  commemorate them worthy that did of old adore thee and manifest thy  glory unto men,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''[[Lao-tzu]]'', ''[[Siddhartha]]'', [[Krishna]], ''[[Tahuti]]'', [[Mosheh]], ''[[Dionysus]]'', ''[[Mohammed]]'', ''[[To Mega Therion]]'', [[Hermes]], ''[[Pan]]'', [[Priapus]], [[Osiris]], [[Melchizedek]], [[Khem]], [[Amoun]], ''[[Mentu]]'', ''[[Heracles]]'', [[Orpheus]], [[Odysseus]], [[Vergilius]], ''[[Catullus]]'', [[Martialis]], ''[[Rabelais]]'', ''[[Swinburne]]'', ''[[Apollonius Tyanæus]]'', [[Simon  Magus]], [[Manes]], ''[[Pythagoras]]'', [[Basilides]], [[Valentinus]], ''[[Bardesanes]]'', ''[[Hippolytus]]'', [[Merlin]], [[Arthur]], [[Kamuret]], [[Parzival]], [[Carolus  Magnus]], [[William of Schyren]], [[Frederick of Hohenstaufen]], [[Roger Bacon]], ''[[Jacobus Burgundus Molensis|Jacobus Burgundus Molensis the Martyr]]'', ''[[Christian Rosencreutz]]'', [[Ulrich  von Hutten]], [[Paracelsus]], [[Michael Maier]], ''[[Roderic Borgia|Roderic Borgia Pope Alexander the Sixth]]'', [[ Jacob Boehme]], [[Francis Bacon|Francis Bacon Lord Verulam]], [[Andrea]], [[Robertus de Fluctibus]], [[Johannes Dee]], ''[[Edward Kelly|Sir Edward Kelly]]'', [[Thomas  Vaughan]], [[Elias Ashmole]], [[Molinos]], [[Adam Weishaupt]], [[Wolfgang von Goethe]], [[William Blake]], [[Ludovicus Rex Bavariae]], [[Richard Wagner]], ''[[Alphonse Louis Constant]]'', [[Friedrich  Nietzsche]], [[Hargrave Jennings]], [[Carl Kellner]], [[Forlong dux]], [[Richard  Payne Knight|Sir Richard  Payne Knight]], [[Paul Gaugin]], [[Richard Francis Burton|Sir Richard Francis Burton]], [[Gerard Encausse|Doctor Gerard Encausse]], [[Theodor Reuss|Doctor Theodor Reuss]], ''[[Aleister Crowley|Sir Aleister Crowley]]''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: - Ó filhos do Leão e da Cobra! Com todos os teus santos nós dignamente comemoramos os que foram, são e hão de vir. Que suas essências estejam aqui presentes, potentes, poderosas e paternas para aperfeiçoar esta festa!&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Relevant Links==&lt;br /&gt;
*[http://www.hermetic.com/sabazius/saints.html The Invisible Basilica: Saints of Ecclesia Gnostica Catholica]&lt;br /&gt;
*[http://www.scarletwoman.org/docs/docs_mass.html Liber XV, The Gnostic Mass]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Os Santos Gnósticos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FraBaphMol</name></author>
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		<title>Os Santos Gnósticos</title>
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		<updated>2011-01-31T12:12:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;FraBaphMol: /* Collect V: The Saints */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{religion}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os '''Santos Gnósticos''' estão listados em [[Liber XV]], também conhecido como a Missa Gnóstica, o qual é o rito central da [[Ordo Templi Orientis]] e seu braço eclesiástico,[[Ecclessia Gnostica Catholica]]. Eles são encontrados no capítulo V do Liber XV, entitulado &amp;quot;Os Santos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas igrejas [[católicas]] e [[ortodoxas]], um santo é uma pessoa que foi canonizada (oficialmente reconhecida) depois de sua morte. Porém, na EGC, a morte não é necessariamente um pré requisito para a santidade, desde que [[Aleister Crowley]] estava certamente vivo quando ele escreveu Liber XV (onde ele, de fato, se incluiu como santo duas vezes). Os Santos Gnósticos são geralmente considerados aqueles que estabeleceram os princípios essenciais de [[Thelema]] e formaram uma linhagem de [[adeptos]] pelas eras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único Santo Gnóstico que foi oficialmente adicionado à lista original foi [[William Blake]], baseado no descobrimento de uma carta escrita por [[Aleister Crowley]] que o descreveu como tal. É também considerado apropriado incluir o nome de Grão-Mestres da O.T.O. tal como [[Hymenaeus Alpha]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do Liber XV, todo o capítulo está escrito abaixo. Estes nomes em itálico são comemorados em missas ordinárias, enquanto que a lista inteira é entoada em uma &amp;quot;missa de celebração&amp;quot;, como a mesma realizada em conjunto com um [[Casamento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Collect V: The Saints==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;LORD of Life and Joy, that art the might of man, that art the essence of every true god that is upon the surface of the Earth, continuing  knowledge from generation unto generation, thou adored of us upon  heaths and in woods, on mountains and in caves, openly in the marketplaces  and secretly in the chambers of our houses, in temples of gold and  ivory and marble as in these other temples of our bodies, we worthily  commemorate them worthy that did of old adore thee and manifest thy  glory unto men,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''[[Lao-tzu]]'', ''[[Siddhartha]]'', [[Krishna]], ''[[Tahuti]]'', [[Mosheh]], ''[[Dionysus]]'', ''[[Mohammed]]'', ''[[To Mega Therion]]'', [[Hermes]], ''[[Pan]]'', [[Priapus]], [[Osiris]], [[Melchizedek]], [[Khem]], [[Amoun]], ''[[Mentu]]'', ''[[Heracles]]'', [[Orpheus]], [[Odysseus]], [[Vergilius]], ''[[Catullus]]'', [[Martialis]], ''[[Rabelais]]'', ''[[Swinburne]]'', ''[[Apollonius Tyanæus]]'', [[Simon  Magus]], [[Manes]], ''[[Pythagoras]]'', [[Basilides]], [[Valentinus]], ''[[Bardesanes]]'', ''[[Hippolytus]]'', [[Merlin]], [[Arthur]], [[Kamuret]], [[Parzival]], [[Carolus  Magnus]], [[William of Schyren]], [[Frederick of Hohenstaufen]], [[Roger Bacon]], ''[[Jacobus Burgundus Molensis|Jacobus Burgundus Molensis the Martyr]]'', ''[[Christian Rosencreutz]]'', [[Ulrich  von Hutten]], [[Paracelsus]], [[Michael Maier]], ''[[Roderic Borgia|Roderic Borgia Pope Alexander the Sixth]]'', [[ Jacob Boehme]], [[Francis Bacon|Francis Bacon Lord Verulam]], [[Andrea]], [[Robertus de Fluctibus]], [[Johannes Dee]], ''[[Edward Kelly|Sir Edward Kelly]]'', [[Thomas  Vaughan]], [[Elias Ashmole]], [[Molinos]], [[Adam Weishaupt]], [[Wolfgang von Goethe]], [[William Blake]], [[Ludovicus Rex Bavariae]], [[Richard Wagner]], ''[[Alphonse Louis Constant]]'', [[Friedrich  Nietzsche]], [[Hargrave Jennings]], [[Carl Kellner]], [[Forlong dux]], [[Richard  Payne Knight|Sir Richard  Payne Knight]], [[Paul Gaugin]], [[Richard Francis Burton|Sir Richard Francis Burton]], [[Gerard Encausse|Doctor Gerard Encausse]], [[Theodor Reuss|Doctor Theodor Reuss]], ''[[Aleister Crowley|Sir Aleister Crowley]]''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: - Ó filhos do Leão e da Cobra! Com todos os teus santos nós dignamente comemoramos os que foram, são e hão de vir. Que suas essências estejam aqui presentes, potentes, poderosas e paternas para aperfeiçoar esta festa!&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Relevant Links==&lt;br /&gt;
*[http://www.hermetic.com/sabazius/saints.html The Invisible Basilica: Saints of Ecclesia Gnostica Catholica]&lt;br /&gt;
*[http://www.scarletwoman.org/docs/docs_mass.html Liber XV, The Gnostic Mass]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Os Santos Gnósticos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FraBaphMol</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Jacobus_Burgundus_Molensis&amp;diff=10179</id>
		<title>Jacobus Burgundus Molensis</title>
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		<updated>2011-01-28T13:49:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;FraBaphMol: /* Jacques Bourbouloun de Molai */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Biografia&lt;br /&gt;
|nome                 = Jacques de Molay&lt;br /&gt;
|imagem               = JacquesdeMolay.jpg&lt;br /&gt;
|imagem_tamanho       = 250px&lt;br /&gt;
|legenda              = Jacques de Molay, o último [[Grão-Mestre]] da [[Ordem dos Templários]]&lt;br /&gt;
|nome_completo        = Jacques de Molay&lt;br /&gt;
|data_nascimento      = [[1243]]/[[1244]] ou [[1249]]/[[1250]]&lt;br /&gt;
|local_nascimento     = Vitrey - [[França]]&lt;br /&gt;
|data_morte           = 18 de Março de [[1314]]&lt;br /&gt;
|local_morte          = Paris - [[França]]&lt;br /&gt;
|nacionalidade        = Francês&lt;br /&gt;
|ocupação             = Último grão-mestre da Ordem dos Templários&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Jacques de Molay''' (Vitrey, [[1243]]/[[1244]] ou [[1249]]/[[1250]] - [[Paris]], [[18]] de [[Março]] de [[1314]])&lt;br /&gt;
nasceu no [[Condado]] da [[Borgonha]] e pertencia a uma família da pequena [[nobreza]] [[franca]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Biografia ==&lt;br /&gt;
Nasceu em Vitrey, Departamento de Haute Saone, França, no ano de 1244. Muito pouco se sabe sobre sua infância e adolescência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos seus 21 anos de idade, Jacques DeMolay entrou para a Ordem dos Cavaleiros Templários. Estes eram uma organização sancionada pela Igreja Católica Romana de 1128, para proteger e guardar as estradas entre Jerusalém e Acre, um importante porto da cidade no Mar Mediterrâneo. A Ordem dos Cavaleiros Templários participou das Cruzadas, e conquistou um nome de valor e heroísmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nobres e príncipes enviaram seus filhos para serem Cavaleiros Templários, e isso fez com que a Ordem passasse a ser muito rica e popular em toda a Europa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1298, Jacques DeMolay foi nomeado Grande Mestre dos Cavaleiros, uma posição de poder e prestígio. Jacques DeMolay assumiu o cargo após a morte de seu antecessor Teobaldo Gaudini no mesmo ano (1298). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como Grande Mestre, Jacques DeMolay passou por uma difícil posição pois as cruzadas não estavam atingindo seus objetivos. O anticristianismo sarraceno derrotou as Cruzadas em batalhas capturando algumas cidades e portos vitais dos Cavaleiros Templários e os Hospitaleiros (outra ordem de cavalaria), restaram apenas um único grupo do confronto contra os Sarracenos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Cavaleiros Templários resolveram se reorganizar e readquirir sua força. Eles viajaram para a Ilha de Chipre, esperando pelo público geral para levantar-se em apoio à outra Cruzada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vez de apoio público; como sempre, os Cavaleiros atraíram a atenção dos poderosos Lordes. Em 1305, Filipe IV &amp;quot;o Belo&amp;quot;, rei da França, resolveu obter o controle dos Templários para impedir uma ascensão no poder da Igreja. O Rei era amigo de Jacques DeMolay (um de seus filhos era afilhado de Jacques DeMolay, Delfim Carlos, que mais tarde se chamaria Carlos IV e seria rei da França). Mesmo sendo seu amigo, o rei da França com toda a sua ganância tentou juntar a ordem dos Templários e a ordem dos Hospitaleiros, pois sentiu que as duas ordens formavam uma grande potência econômica. Filipe IV sabia que a Ordem dos Templários, possuía várias propriedades e outros tipos de riqueza, doados pelos que um dia, haviam recebido a ajuda dos Templários em várias cruzadas pela Europa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem obter o sucesso desejado, que era a de juntar as duas ordens e se transformar em um líder absoluto, o rei da França armou um plano para acabar com a Ordem dos Templários. Usando um nobre francês de nome Esquin de Floyran. O nobre francês teria como missão denegrir a imagem dos templários e de seu Grão Mestre Jacques DeMolay, e como recompensa Esquin de Floyran receberia terras pertencentes aos Templários logo após derrubá-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1307 viu o começo da perseguição aos Cavaleiros. Apesar de possuir um exército com cerca de 15 mil homens, Jacques Demolay havia ido a França para o funeral de uma Princesa da casa Real Francesa e havia levado consigo poucos homens, sendo esses todos nobres. Na madrugada de 13 de outubro Jacques DeMolay, juntamente a seus amigos, foram capturados e lançados nas masmorras pelo chefe real Guilherme de Nogaret (este era um de seus conselheiros) . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante sete anos, Jacques DeMolay e os Cavaleiros sofreram torturas e viveram em condições subumanas. Enquanto os Cavaleiros não se dobravam, Filipe IV gerenciava as forças do Papa Clement para condenar os Templários. Suas riquezas e propriedades foram confiscadas e dadas a proteção de Filipe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após três julgamentos, Jacques DeMolay continuou sendo leal para com seus amigos e Cavaleiros. Ele se recusou a revelar o local das riquezas da Ordem, e recusou-se a denunciar seus companheiros. Em 18 de Março de 1314, ele foi levado à Corte Especial. Como evidências, a Corte dependia de confissões forjadas, supostamente assinadas por Jacques DeMolay. Ele desmentiu as confissões forjadas. Sob as leis da época, a pena por desmentir uma confissão, era a morte. Jacques Demolay foi julgado pelo Papa Clemente, e assim como Jacques Demolay, outro Cavaleiro, Guy D'Auvergne, desmentiu sua confissão e ambos foram condenados . O Rei Filipe ordenou que ambos fossem queimados naquele mesmo dia, e deste modo a história de Jacques DeMolay se tornou um testemunho de lealdade e companheirismo. Demolay veio a falecer aos seus 70 anos de idade no dia 18 de Março de 1314. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jacques DeMolay durante sua morte na fogueira intimou aos seus três algozes, a comparecer diante do tribunal de Deus, amaldiçoando os descendentes do Rei da França, Filipe o Belo. O primeiro a morrer foi o Papa Clemente V, logo em seguida o Chefe da guarda e conselheiro real Guilherme de Nogaret e no dia 27 de novembro de 1314 morreu o rei Filipe IV com seus 46 anos de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Grão-Mestrado==&lt;br /&gt;
Jacques DeMolay assume o mestrado da ordem em [[1295]], não se sabendo no entanto a data exata da sua eleição. Será eleito em detrimento de outra figura de peso dentro da ordem, [[Hugues de Pérraud]], sobrinho do visitador do [[templo]] em [[França]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No inicio do seu mestrado é conhecido pela sua ação a favor de uma nova [[cruzada]], desenvolvendo uma campanha diplomática na [[França]], [[Catalunha]], [[Inglaterra]] e na [[Itália]] junto ao papado. Esta campanha visou não só resolver problemas internos que a ordem tinha, como também problemas locais, sendo resolvidas diversas disputas entre a ordem e [[bispos]] e também no sentido de pressionar as coroas e a [[Igreja]] a uma nova [[cruzada]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organiza a partir da ilha de [[Chipre]] ataques contra as costas egípcias e [[síria]] para enfraquecer os [[mamelucos]], providencia apoio logístico e armado à Pequena Armênia, chega a intentar uma aliança com o Canato da Pérsia sem resultados visíveis.&lt;br /&gt;
Outro assunto que será discutido durante o seu mestrado na ordem será o da fusão entre as duas maiores [[ordens militares]], a do [[Templo]] e a do [[Hospital]] numa só. A Ordem do [[Templo]] com a perda de Acre começava a ser questionada quanto à razão da sua existência, as suas funções de proteger os [[peregrinos]] e de defender a [[Terra Santa]] tinham cessado quando retiraram para a ilha de [[Chipre]]. Jacques DeMolay em [[Maio]] de [[1307]] em [[Poitiers]], junto do [[papa]] [[Clemente V]] conseguira apresentar uma defesa contra esta fusão e ela não se realizara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A prisão e o processo==&lt;br /&gt;
Na [[sexta-feira]] de [[13]] de [[Outubro]] de [[1307]], os [[templários]] no [[reino]] da [[França]] são presos em massa por ordem de [[Filipe, o Belo]]. O [[grão-mestre]] Jacques DeMolay é capturado em Paris.&lt;br /&gt;
Imediatamente após a prisão, [[Guillaume de Nogaret]] proclama publicamente nos jardins do palácio real em [[Paris]] as acusações contra a ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta manobra régia impedira o inquérito pontifício pedido pelo próprio [[grão-mestre]], o qual interno à [[Igreja]], discreto e desenvolvido com base no direito canônico, emendaria a ordem das suas faltas promovendo a sua reforma interna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[prisão]], as [[tortura]]s, as confissões do grão-mestre, criam um conflito diplomático com a Santa Sé, sendo o papa o único com autoridade para efetuar esta ação. Depois de uma [[guerra]] diplomática face ao processo instaurado contra a ordem entre [[Filipe, o Belo]] e [[Clemente V]], chegam a um impasse, pois estando o [[grão-mestre]] e o [[Preceptor]] da [[Normandia]], Geoffroy de Charnay sob custódia dos agentes do [[rei]], estão no entanto protegidos pela imunidade sancionada pelo [[papa]] e absolvidos não podendo ser considerados [[heréticos]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em [[1314]] o [[rei]] pressiona para uma decisão relativa à sorte dos prisioneiros. Já num estado terminal da sua doença, com violentas hemorragias internas que o impedem de sair do leito, [[Clemente V]] ordena que uma comissão de bispos trate da questão. As suas ordens seriam a salvação dos prisioneiros ficando estes num regime de prisão perpétua sob custódia apostólica e assegurando ao [[rei]] que a temida recuperação da ordem não será efetuada. Perante a comissão Jacques de Molay e Geoffroy de Charnay proclamam a inocência de toda a ordem face às acusações dirigidas a ela, a comissão pára o processo e decide consultar a vontade do papa neste assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao ver que o processo estava ficando fora do seu controle e estando a absolvição da ordem ainda pendente, [[Filipe, o Belo]] decide um golpe de mão para que a questão templária fosse terminada, ordena o rapto de Jacques de Molay e de Geoffroy de Charnay, então sob a custódia da comissão de bispos, e ordena que sejam queimados na fogueira na Ile de la Cité pouco depois das vésperas em [[18]] de [[Março]] de [[1314]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isso Jacques DeMolay passou a ser conhecido como um símbolo de lealdade e companheirismo. Pois ele preferiu morrer a entregar seus companheiros ou faltar com seu juramento. E por esse motivo o Maçom Frank Sherman Land veio a fundar a [[Ordem_DeMolay|Ordem Demolay]], usando seu nome como mártir e exemplo a ser seguido.&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Jacques DeMOLAY]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fontes==&lt;br /&gt;
* Barbara Frale. Os Templários, Edições 70, Lisboa, 2005.&lt;br /&gt;
* [http://www.jacquesdemolay.org/ The Story of Jacques de Molay]&lt;br /&gt;
* [http://www.newadvent.org/cathen/10433a.htm The Catholic Encyclopedia's article about Jacques de Molay]&lt;br /&gt;
* [http://www.ordotempli.org/grand_masters_of_our_order.htm Grand Masters of Our Knights Templar Order]&lt;br /&gt;
* [http://www.capflorianopolis.org.br/ordem/demolay Quem foi Jacques de Molay - Cap. Florianópolis]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=={{Ver também}}==&lt;br /&gt;
*[[Pont Neuf]] - Ponte em Paris onde se encontra o marco do local de sua execução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Comeca caixa}}&lt;br /&gt;
{{Caixa de sucessão&lt;br /&gt;
| título = Grão-Mestre da Ordem do Templo&lt;br /&gt;
| anos = [[1295]] - [[1314]]&lt;br /&gt;
| antes = Thibaud Gaudin&lt;br /&gt;
| depois =  -&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
{{Termina caixa}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FraBaphMol</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Jacobus_Burgundus_Molensis&amp;diff=10178</id>
		<title>Jacobus Burgundus Molensis</title>
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		<updated>2011-01-28T13:48:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;FraBaphMol: Nova página: ==Jacques Bourbouloun de Molai==  Jacques de Molay (Vitrey, 1243/1244 ou 1249/1250 - Paris, 18 de Março de 1314) nasceu no Condado da Borgonha no distrito de Haute-Saône e pertencia ...&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Jacques Bourbouloun de Molai==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jacques de Molay (Vitrey, 1243/1244 ou 1249/1250 - Paris, 18 de Março de 1314) nasceu no Condado da Borgonha no distrito de Haute-Saône e pertencia a uma família da pequena nobreza franca.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FraBaphMol</name></author>
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		<title>Os Santos Gnósticos</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;FraBaphMol: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{religion}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os '''Santos Gnósticos''' estão listados em [[Liber XV]], também conhecido como a Missa Gnóstica, o qual é o rito central da [[Ordo Templi Orientis]] e seu braço eclesiástico,[[Ecclessia Gnostica Catholica]]. Eles são encontrados no capítulo V do Liber XV, entitulado &amp;quot;Os Santos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas igrejas [[católicas]] e [[ortodoxas]], um santo é uma pessoa que foi canonizada (oficialmente reconhecida) depois de sua morte. Porém, na EGC, a morte não é necessariamente um pré requisito para a santidade, desde que [[Aleister Crowley]] estava certamente vivo quando ele escreveu Liber XV (onde ele, de fato, se incluiu como santo duas vezes). Os Santos Gnósticos são geralmente considerados aqueles que estabeleceram os princípios essenciais de [[Thelema]] e formaram uma linhagem de [[adeptos]] pelas eras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único Santo Gnóstico que foi oficialmente adicionado à lista original foi [[William Blake]], baseado no descobrimento de uma carta escrita por [[Aleister Crowley]] que o descreveu como tal. É também considerado apropriado incluir o nome de Grão-Mestres da O.T.O. tal como [[Hymenaeus Alpha]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do Liber XV, todo o capítulo está escrito abaixo. Estes nomes em itálico são comemorados em missas ordinárias, enquanto que a lista inteira é entoada em uma &amp;quot;missa de celebração&amp;quot;, como a mesma realizada em conjunto com um [[Casamento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Collect V: The Saints==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;LORD of Life and Joy, that art the might of man, that art the essence of every true god that is upon the surface of the Earth, continuing  knowledge from generation unto generation, thou adored of us upon  heaths and in woods, on mountains and in caves, openly in the marketplaces  and secretly in the chambers of our houses, in temples of gold and  ivory and marble as in these other temples of our bodies, we worthily  commemorate them worthy that did of old adore thee and manifest thy  glory unto men,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''[[Lao-tzu]]'', ''[[Siddhartha]]'', [[Krishna]], ''[[Tahuti]]'', [[Mosheh]], ''[[Dionysus]]'', ''[[Mohammed]]'', ''[[To Mega Therion]]'', [[Hermes]], ''[[Pan]]'', [[Priapus]], [[Osiris]], [[Melchizedek]], [[Khem]], [[Amoun]], ''[[Mentu]]'', ''[[Heracles]]'', [[Orpheus]], [[Odysseus]], [[Vergilius]], ''[[Catullus]]'', [[Martialis]], ''[[Rabelais]]'', ''[[Swinburne]]'', ''[[Apollonius Tyanæus]]'', [[Simon  Magus]], [[Manes]], ''[[Pythagoras]]'', [[Basilides]], [[Valentinus]], ''[[Bardesanes]]'', ''[[Hippolytus]]'', [[Merlin]], [[Arthur]], [[Kamuret]], [[Parzival]], [[Carolus  Magnus]], [[William of Schyren]], [[Frederick of Hohenstaufen]], [[Roger Bacon]], ''[[Jacobus Burgundus Molensis|Jacobus Burgundus Molensis the Martyr]]'', ''[[Christian Rosencreutz]]'', [[Ulrich  von Hutten]], [[Paracelsus]], [[Michael Maier]], ''[[Roderic Borgia|Roderic Borgia Pope Alexander the Sixth]]'', [[ Jacob Boehme]], [[Francis Bacon|Francis Bacon Lord Verulam]], [[Andrea]], [[Robertus de Fluctibus]], [[Johannes Dee]], ''[[Edward Kelly|Sir Edward Kelly]]'', [[Thomas  Vaughan]], [[Elias Ashmole]], [[Molinos]], [[Adam Weishaupt]], [[Wolfgang von Goethe]], [[William Blake]], [[Ludovicus Rex Bavariae]], [[Richard Wagner]], ''[[Alphonse Louis Constant]]'', [[Friedrich  Nietzsche]], [[Hargrave Jennings]], [[Carl Kellner]], [[Forlong dux]], [[Richard  Payne Knight|Sir Richard  Payne Knight]], [[Paul Gaugin]], [[Richard Francis Burton|Sir Richard Francis Burton]], [[Gerard Encausse|Doctor Gerard Encausse]], [[Theodor Reuss|Doctor Theodor Reuss]], ''[[Aleister Crowley|Sir Aleister Crowley]]''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: - Oh  Sons of the Lion and the Snake! With all thy saints we worthily commemorate  them worthy that were and are and are to come. May their essence be here present, potent, puissant and paternal to perfect this feast!&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Relevant Links==&lt;br /&gt;
*[http://www.hermetic.com/sabazius/saints.html The Invisible Basilica: Saints of Ecclesia Gnostica Catholica]&lt;br /&gt;
*[http://www.scarletwoman.org/docs/docs_mass.html Liber XV, The Gnostic Mass]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Os Santos Gnósticos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FraBaphMol</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;FraBaphMol: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{religion}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os '''Santos Gnósticos''' estão listados em [[Liber XV]], também conhecido como a Missa Gnóstica, o qual é o rito central da [[Ordo Templi Orientis]] e seu braço eclesiástico,[[Ecclessia Gnostica Catholica]]. Eles são encontrados no capítulo V [[The Collects|Collect]] do Liber XV, entitulado &amp;quot;Os Santos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas igrejas [[católicas]] e [[ortodoxas]], um santo é uma pessoa que foi canonizada (oficialmente reconhecida) depois de sua morte. Porém, na EGC, a morte não é necessariamente um pré requisito para a santidade, desde que [[Aleister Crowley]] estava certamente vivo quando ele escreveu Liber XV (onde ele, de fato, se incluiu como santo duas vezes). Os Santos Gnósticos são geralmente considerados aqueles que estabeleceram os princípios essenciais de [[Thelema]] e formaram uma linhagem de [[adeptos]] pelas eras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The only Gnostic Saint to have been officially added to the original list is [[William Blake]], based on a discovered writing by [[Aleister Crowley]] who described him as such. It is also considered appropriate to include the name of deceased Grand Masters of O.T.O., such as [[Hymenaeus Alpha]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
From Liber XV, the entire Collect is written below. Those names in italics are commemorated in ordinary masses, whereas the entire list is intoned for a &amp;quot;celebratory mass,&amp;quot; such as when it is performed in conjunction with a [[Wedding]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Collect V: The Saints==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;LORD of Life and Joy, that art the might of man, that art the essence of every true god that is upon the surface of the Earth, continuing  knowledge from generation unto generation, thou adored of us upon  heaths and in woods, on mountains and in caves, openly in the marketplaces  and secretly in the chambers of our houses, in temples of gold and  ivory and marble as in these other temples of our bodies, we worthily  commemorate them worthy that did of old adore thee and manifest thy  glory unto men,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''[[Lao-tzu]]'', ''[[Siddhartha]]'', [[Krishna]], ''[[Tahuti]]'', [[Mosheh]], ''[[Dionysus]]'', ''[[Mohammed]]'', ''[[To Mega Therion]]'', [[Hermes]], ''[[Pan]]'', [[Priapus]], [[Osiris]], [[Melchizedek]], [[Khem]], [[Amoun]], ''[[Mentu]]'', ''[[Heracles]]'', [[Orpheus]], [[Odysseus]], [[Vergilius]], ''[[Catullus]]'', [[Martialis]], ''[[Rabelais]]'', ''[[Swinburne]]'', ''[[Apollonius Tyanæus]]'', [[Simon  Magus]], [[Manes]], ''[[Pythagoras]]'', [[Basilides]], [[Valentinus]], ''[[Bardesanes]]'', ''[[Hippolytus]]'', [[Merlin]], [[Arthur]], [[Kamuret]], [[Parzival]], [[Carolus  Magnus]], [[William of Schyren]], [[Frederick of Hohenstaufen]], [[Roger Bacon]], ''[[Jacobus Burgundus Molensis|Jacobus Burgundus Molensis the Martyr]]'', ''[[Christian Rosencreutz]]'', [[Ulrich  von Hutten]], [[Paracelsus]], [[Michael Maier]], ''[[Roderic Borgia|Roderic Borgia Pope Alexander the Sixth]]'', [[ Jacob Boehme]], [[Francis Bacon|Francis Bacon Lord Verulam]], [[Andrea]], [[Robertus de Fluctibus]], [[Johannes Dee]], ''[[Edward Kelly|Sir Edward Kelly]]'', [[Thomas  Vaughan]], [[Elias Ashmole]], [[Molinos]], [[Adam Weishaupt]], [[Wolfgang von Goethe]], [[William Blake]], [[Ludovicus Rex Bavariae]], [[Richard Wagner]], ''[[Alphonse Louis Constant]]'', [[Friedrich  Nietzsche]], [[Hargrave Jennings]], [[Carl Kellner]], [[Forlong dux]], [[Richard  Payne Knight|Sir Richard  Payne Knight]], [[Paul Gaugin]], [[Richard Francis Burton|Sir Richard Francis Burton]], [[Gerard Encausse|Doctor Gerard Encausse]], [[Theodor Reuss|Doctor Theodor Reuss]], ''[[Aleister Crowley|Sir Aleister Crowley]]''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: - Oh  Sons of the Lion and the Snake! With all thy saints we worthily commemorate  them worthy that were and are and are to come. May their essence be here present, potent, puissant and paternal to perfect this feast!&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Relevant Links==&lt;br /&gt;
*[http://www.hermetic.com/sabazius/saints.html The Invisible Basilica: Saints of Ecclesia Gnostica Catholica]&lt;br /&gt;
*[http://www.scarletwoman.org/docs/docs_mass.html Liber XV, The Gnostic Mass]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Os Santos Gnósticos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FraBaphMol</name></author>
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		<title>Os Santos Gnósticos</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;FraBaphMol: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{religion}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os '''Santos Gnósticos''' estão listados em [[Liber XV]], também conhecido como a Missa Gnóstica, o qual é o rito central da [[Ordo Templi Orientis]] e seu braço eclesiástico,[[Ecclessia Gnostica Catholica]]. Eles são encontrados no capítulo V [[The Collects|Collect]] do Liber XV, entitulado &amp;quot;Os Santos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In the [[Roman Catholic Church|Catholic]] and Orthodox churches, a saint is a person who has been canonized (officially recognized) after his or her death. However, in the EGC, death is not necessarily a prerequisite for sainthood, since [[Aleister Crowley]] was certainly alive when he wrote Liber XV (he included himself twice, in fact). The Gnostic Saints are generally considered to those who have embodied the essential principles of Thelema and formed a line of [[adept]]s through the ages.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The only Gnostic Saint to have been officially added to the original list is [[William Blake]], based on a discovered writing by [[Aleister Crowley]] who described him as such. It is also considered appropriate to include the name of deceased Grand Masters of O.T.O., such as [[Hymenaeus Alpha]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
From Liber XV, the entire Collect is written below. Those names in italics are commemorated in ordinary masses, whereas the entire list is intoned for a &amp;quot;celebratory mass,&amp;quot; such as when it is performed in conjunction with a [[Wedding]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Collect V: The Saints==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;LORD of Life and Joy, that art the might of man, that art the essence of every true god that is upon the surface of the Earth, continuing  knowledge from generation unto generation, thou adored of us upon  heaths and in woods, on mountains and in caves, openly in the marketplaces  and secretly in the chambers of our houses, in temples of gold and  ivory and marble as in these other temples of our bodies, we worthily  commemorate them worthy that did of old adore thee and manifest thy  glory unto men,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:''[[Lao-tzu]]'', ''[[Siddhartha]]'', [[Krishna]], ''[[Tahuti]]'', [[Mosheh]], ''[[Dionysus]]'', ''[[Mohammed]]'', ''[[To Mega Therion]]'', [[Hermes]], ''[[Pan]]'', [[Priapus]], [[Osiris]], [[Melchizedek]], [[Khem]], [[Amoun]], ''[[Mentu]]'', ''[[Heracles]]'', [[Orpheus]], [[Odysseus]], [[Vergilius]], ''[[Catullus]]'', [[Martialis]], ''[[Rabelais]]'', ''[[Swinburne]]'', ''[[Apollonius Tyanæus]]'', [[Simon  Magus]], [[Manes]], ''[[Pythagoras]]'', [[Basilides]], [[Valentinus]], ''[[Bardesanes]]'', ''[[Hippolytus]]'', [[Merlin]], [[Arthur]], [[Kamuret]], [[Parzival]], [[Carolus  Magnus]], [[William of Schyren]], [[Frederick of Hohenstaufen]], [[Roger Bacon]], ''[[Jacobus Burgundus Molensis|Jacobus Burgundus Molensis the Martyr]]'', ''[[Christian Rosencreutz]]'', [[Ulrich  von Hutten]], [[Paracelsus]], [[Michael Maier]], ''[[Roderic Borgia|Roderic Borgia Pope Alexander the Sixth]]'', [[ Jacob Boehme]], [[Francis Bacon|Francis Bacon Lord Verulam]], [[Andrea]], [[Robertus de Fluctibus]], [[Johannes Dee]], ''[[Edward Kelly|Sir Edward Kelly]]'', [[Thomas  Vaughan]], [[Elias Ashmole]], [[Molinos]], [[Adam Weishaupt]], [[Wolfgang von Goethe]], [[William Blake]], [[Ludovicus Rex Bavariae]], [[Richard Wagner]], ''[[Alphonse Louis Constant]]'', [[Friedrich  Nietzsche]], [[Hargrave Jennings]], [[Carl Kellner]], [[Forlong dux]], [[Richard  Payne Knight|Sir Richard  Payne Knight]], [[Paul Gaugin]], [[Richard Francis Burton|Sir Richard Francis Burton]], [[Gerard Encausse|Doctor Gerard Encausse]], [[Theodor Reuss|Doctor Theodor Reuss]], ''[[Aleister Crowley|Sir Aleister Crowley]]''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: - Oh  Sons of the Lion and the Snake! With all thy saints we worthily commemorate  them worthy that were and are and are to come. May their essence be here present, potent, puissant and paternal to perfect this feast!&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Relevant Links==&lt;br /&gt;
*[http://www.hermetic.com/sabazius/saints.html The Invisible Basilica: Saints of Ecclesia Gnostica Catholica]&lt;br /&gt;
*[http://www.scarletwoman.org/docs/docs_mass.html Liber XV, The Gnostic Mass]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Os Santos Gnósticos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FraBaphMol</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Hiram&amp;diff=10174</id>
		<title>Hiram</title>
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		<updated>2011-01-26T11:53:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;FraBaphMol: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Hiram I de Tiro''' é o rei mítico da cidade fenícia de Tiro. É mencionado na Bíblia, em um tratado comercial com Rei Salomão. Segundo a Bíblia (mais precisamente no Primeiro livro dos Reis, capitulo 5). Também é conhecido um segundo '''Hiram''', um ajudante da construção do Templo, que relaciona-se na história com Hiram Rei de Tiro e Salomão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Lenda de Hiram==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lenda diz que Salomão, querendo fazer de seu corpo um templo digno, pediu a Hiram, rei de Tiro, um mestre arquiteto de obra. Hiram, Rei Consciência, envia e lhe recomenda Hiram Abiff (Mestre Construtor), filho de uma viúva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hiram Abiff é designado como chefe supremo dos obreiros para a construção do templo. Estes obreiros tinham diversos graus de capacidade e diferentes talentos individuais. Era, pois, necessário dividi-los segundo suas capacidades para poder aproveitar melhor o trabalho de cada&lt;br /&gt;
um.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hiram, como sábio, justo e benevolente, os repartiu em três categorias: aprendizes, companheiros  e mestres. Hiram deu a cada um a maneira de se fazer conhecido como tal por meio de signos, toques e palavras apropriados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hiram construiu e ergueu no Templo duas grandes colunas bronze, ocas. Determinou que os Aprendizes recebessem seu salário na primeira coluna, os Companheiros, na segunda e os Mestres na &amp;quot;câmara do meio&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada classe de obreiro, para poder receber seu salário, se fazia conhecer pelo esforço e trabalho que havia dedicado à Obra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho foi dirigido e executado com sabedoria, ordem e exatidão, segundo as instruções recebidas, e a obra avançou em progresso e elevação rapidamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar do número de obreiros, que entre todos eram mais de oitenta mil, e de ser feito todo gênero de obra, não se ouvia nenhum ruído de instrumento de metal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante sete anos ou mais de construção, não houve chuva, porque o templo estava constantemente coberto. Igualmente reinaram a paz e a prosperidade durante a construção do Templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três obreiros da classe dos companheiros, julgando-se merecedores e dignos de serem mestres, e querendo conseguir isso pela força, como acontece com todos os ignorantes, tramaram uma conspiração para se apoderarem, pela violência, da Palavra Sagrada, e de serem reconhecidos como Mestres. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes três trataram de convencer outros nove companheiros mestres, mas estes, no último momento, desistiram, porque foram perturbados pelo remorso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os três cúmplices ficaram sozinhos, e, urdindo o crime, resolveram obter a Palavra&lt;br /&gt;
pela força, do próprio Hiram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os três aguardaram-no, a quem, por sua bondade, esperavam intimidar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escolheram o meio-dia como a hora mais propícia, pois a essa hora Hiram costumava visitar e revisar o trabalho, e elevar suas preces enquanto os demais descansavam. Os três se dirigiram para as três portas do Templo, que naquele momento já estavam desertas, porque todos os obreiros já haviam saído para descansar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Hiram terminou sua prece e quis atravessar a porta do sul, o companheiro ali postado o ameaçou com sua régua de vinte e quatro polegadas, pedindo-lhe a Palavra e o Sinal de Mestre. Todavia, o Mestre respondeu-lhe: &amp;quot;Trabalha, e serás recompensado!&amp;quot; Vendo a inutilidade de seus esforços, o companheiro ignorante o golpeou fortemente com a régua. E, havendo o Mestre levantado o braço direito para deter o golpe vibrado sobre sua garganta, seu ombro direito foi atingido, paralisando o braço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mestre dirigiu-se, então, até a porta do Ocidente, e, ali, o segundo companheiro lhe exigiu, como o primeiro, A Palavra e o Sinal de Mestre, recebendo a mesma resposta: &amp;quot;Trabalha, e obterás&amp;quot;. Então este companheiro deu-lhe um forte golpe no peito com o esquadro de ferro. Meio aturdido, Hiram dirigiu-se até a porta do Oriente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta porta o terceiro o esperava. Era o pior intencionado dos três, que, recebendo a mesma negativa do Mestre, deu-lhe um golpe mortal sobre a fronte, com o malhete que havia levado consigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os três se encontraram novamente, comprovaram que nenhum possuía o Sinal nem a Palavra; horrorizaram-se pelo crime inútil e não tiveram outro pensamento senão o de ocultá-lo e fazer desaparecer seus vestígios. E, assim, de noite, levaram a vítima em direção ao Ocidente e a esconderam no cume de uma colina, perto do local da construção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Hiram não apareceu no lugar do trabalho, todos ficaram perplexos, pressagiando uma desgraça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terminou o dia, e o Arquiteto não apareceu; então, os nove companheiros, que haviam se oposto à empresa dos três malvados, decidiram revelar aos Mestres o ocorrido. Foram conduzidos à presença de Salomão, que, depois de ter escutado o relato dos três mestres e dos nove companheiros, ordenou aos primeiros que formassem três grupos, cada um deles unindo-se com seus companheiros para esquadrinhar os territórios e regiões do Oriente, do Ocidente e do Meio-dia, em busca do Grande Mestre e Arquiteto Hiram Abiff, e dos três companheiros da Palavra Perdida, a qual nem mesmo Salomão conhecia, e que havia se perdido com o desaparecimento de Hiram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante três dias o procuraram, inutilmente; porém, na manhã do quarto dia, um dos grupos que se dirigia para o Ocidente achava-se sobre as montanhas do Líbano a fim de encontrar um lugar onde pudesse passar a noite; ouviu então vozes humanas numa caverna. Eram os três companheiros assassinos. Estes viram os visitantes fazer os sinais do castigo, sinais que foram adotados depois para os três graus, como meio de reconhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os três delinqüentes escaparam por outra saída da caverna, e ninguém depois conseguiu encontrar seus rastros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando regressavam a Jerusalém, na noite do sexto dia (já perto da cidade), um dos três viajantes se deixou cair, extenuado, sobre um montículo. Observou, então, que a terra havia sido recentemente removida, e que dela emanava o odor putrefato dos cadáveres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começando a escavar, chegaram a apalpar o corpo mas, como estava escuro, não se atreveram a continuar suas pesquisas. Recobriram então o cadáver e colocaram sobre o montículo um ramo de acácia, espécie de árvore comum, cujas flores e folhas são sempiternas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia seguinte, relataram seu descobrimento a Salomão; este fez o Sinal e pronunciou a palavra, que depois foram usados como sinais de socorro. Em seguida encarregou os nove mestres de verificar se se tratava do Grande Mestre Hiram, e de buscar nele os sinais de reconhecimento, os quais ficaram fixados pelas palavras que foram pronunciadas no momento em que o corpo foi levantado da sepultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim procederam e, ao verem a fronte ensangüentada, coberta por um avental, e sobre o peito a insígnia do grau, fizeram o Sinal de Horror, que ficou sendo o sinal de reconhecimento entre os maçons.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Hiram na Tradição Maçônica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a lenda Maçônica, Hiram Abiff era um homem de Tire, o filho de uma viúva e o arquiteto-chefe do Templo construído pelo Rei Salomão. Ele era o personagem principal da construção do Templo (Hiram, Rei de Tire) e também um de outros três personagens envolvidos com Salomão e ele. Hiram Abiff, segundo a Maçonaria, era o único no mundo que conhecia os &amp;quot;segredos de um Mestre Maçon&amp;quot;, incluindo o mais importante deles, a &amp;quot;Grande Palavra Maçônica&amp;quot;, o nome de Deus (&amp;quot;o inefável nome&amp;quot;).  Do mesmo modo, na doutrina oculta, saber o nome de um espírito é uma chave de ter seu poder, e existe um grande poder envolvido com o conhecimento desta palavra. Saber os outros &amp;quot;segredos de um Mestre Maçon&amp;quot; habilitava os maçons/obreiros a trabalhar no projeto do Templo '''to go out on their own''', trabalhando como Mestres Maçons e recebendo o salário de Mestres Maçons.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este Hiram prometeu revelar os &amp;quot;segredos de um Mestre Maçon&amp;quot;, incluindo o nome de Deus, ao completar-se a construção do templo, e fazer com que os obreiros se tornem Mestres Maçons, aptos a frequentar seu interior como mestres (they were, as yet, only &amp;quot;fellowcraft&amp;quot; Masons). One day Hiram went, as was his custom, into the unfinished Holy of Holies at noon (&amp;quot;High Twelve&amp;quot;) to worship and to draw up the work plans (on his &amp;quot;trestleboard&amp;quot;) for the workmen to follow the next day. The workmen were outside the Temple for their lunch break (&amp;quot;…the craft were called from labor to refreshment…&amp;quot;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Hiram was leaving the Temple he was accosted by three &amp;quot;ruffians,&amp;quot; in succession, who demanded that they be given the secrets immediately (without waiting for the Temple to be completed). He was handled roughly by the first ruffian (Jubela), but escaped. Accosted and handled roughly by the second ruffian (Jubelo), he again refused to divulge the secrets and again escaped. The third ruffian (Jubelum) then accosted him and, when Hiram again refused to divulge the secrets, killed him with a blow to the forehead with a setting maul. The body was hastily concealed under some rubbish in the Temple until midnight (&amp;quot;low twelve&amp;quot;) when it was taken out to the brow of a hill and buried. The grave was marked by a branch of Acacia (an evergreen tree common in the Middle East), and the three ruffians attempted to escape the country. Denied passage on a ship out of the country, they retreated into the hills to hide. Meanwhile, back at the Temple, it was noticed that Hiram was missing and King Solomon was notified. Solomon immediately ordered a search in and about the Temple with no success. At this point 12 &amp;quot;fellowcrafts&amp;quot; reported to the King that they and three others (the three &amp;quot;ruffians&amp;quot;) had conspired to extort the secrets of Hiram Abiff but they had repented and refused to go through with the murderous plan. They reported that it was those other three who had murdered Grand Master Hiram and King Solomon then sent them out in groups of three to search in all directions.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
After questioning the sea captain who had refused the murderers passage, three of the searchers then followed the murderers' path and discovered the grave with its Acacia at the head. Digging down and recognizing the body, they reported back to Solomon. Solomon sent them back to locate the grave, positively identify the body as Hiram and to attempt to raise it from the grave with the grip of an Entered Apprentice. They relocated the grave but were unable to raise the body because decomposition had caused the flesh to cleave to the bone.&lt;br /&gt;
Reporting back to Solomon, they were told to return to the grave and attempt to raise the body with the grip of a Fellowcraft. When this failed because the skin slipped away, they reported back to Solomon who, himself, went to the grave and raised the body up with the grip of a Master Mason, the &amp;quot;Strong Grip of a Lion's Paw.&amp;quot; Hiram was not only brought up out of the grave, but restored to life. The first word he spoke was the replacement for the &amp;quot;Grand Masonic Word&amp;quot; lost at his death and that word is the one passed down to Master Masons to this day. (1) This, then, is the Masonic legend of Hiram Abiff, and most Blue Lodge Masons believe that it is a factual, scriptural and historical account. It is generally believed, in spite of the fact that the Masonic authorities and writers of doctrine agree that it is not only a myth, unsupported by facts, but acknowledge that it is but a retelling of Isis and Osiris.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O registro bíblico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia registra dois homens nomeados Hiram, relativo a construção do Templo do Rei Salomão; uma é Hiram, Rei de Tire, que era assistente de Salomão e quem providenciou materiais e trabalhadores para o projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro Hiram, chamado &amp;quot;o filho de uma viúva da tribo de Naftali&amp;quot;, era um trabalhador de metais, não o arquiteto do Templo inteiro. Ele fez os pilares, pás e bacias de metal. As escrituras registram que este Hiram, o filho da viúva, completou todo o trabalho que ele tinha vindo fazer no Templo. Presumivelmente, ele voltou então à sua casa em Tire, são e salvo (não há nenhuma indicação na Bíblia de que qualquer coisa tenha ocorrido).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relativo à reivindicação maçônica que Hiram, o filho da viúva, era o arquiteto principal do Templo, a Bíblia está clara estabelecendo que ele não era tal coisa. A Bíblia revela que Deus, Ele mesmo, era o desenhista e arquiteto do Templo, que Ele deu os planos em detalhes minuciosos para Davi e que Davi os deu a Salomão, junto com a maioria dos materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A conexão egípcia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o consenso da opinião entre autoridades maçônicas, filósofos e escritores da doutrina que a lenda de Hiram Abiff somente é a versão maçônica de uma lenda muito mais antiga que a de [[Ísis]] e Osíris, a base dos Mistérios egípcios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A Lenda de Ísis e Osiris===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Osíris, Rei dos Egípcios e seu Deus, realizou uma longa viagem para abençoar nações vizinhas com o seu conhecimento das artes e ciências. Seu irmão ciumento, Tifão (deus do Inverno) conspirou para assiná-lo e roubar seu reino. E assim aconteceu. Isis, irmã e esposa de Osiris e sua rainha (e também deusa da lua) partiu em procura do corpo de seu marido, investigando tudo que encontrou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após certas aventuras, ela encontrou o corpo com uma Acácia próxima à parte da cabeça no caixão. Retornando ao lar, ela secretamente enterrou o corpo, pretendendo dar um verdadeiro enterro assim que os preparativos fossem feitos. Tifão, por traição, roubou o corpo e cortou-o em 14 pedaços e os escondeu em diversos lugares. Isis então fez uma segunda busca e localizou todos os pedaços com exceção de um: o phallus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
She made a substitute phallus, consecrated it, and it became a sacred substitute, and object of worship.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
This, in extremely abbreviated form, is the Egyptian legend of Isis and Osiris. It is without doubt, the basis for the Masonic legend of Hiram Abiff. To support this &amp;quot;Egyptian connection,&amp;quot; let's consider two things: a brief comparison of key elements in both stories and the conclusions of the Masonic authorities in Masonic source-writings.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Uma breve comparação das Lendas de Hiram Abiff e Osíris===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A semelhança fundamental entre as duas histórias pode ser vista em muitos aspectos, a seguir estão alguns dos mais importantes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Ambos os homens foram para terras estrangeiras para partilhar os seus conhecimentos de artes e ciências.&lt;br /&gt;
#Em ambas as lendas os dois possuiam algo precioso: Hiram possuía a palavra secreta, Osiris possuía o reino.&lt;br /&gt;
#Em ambas as lendas há uma conspiração perversa por homens maus para adquirir as posses dos dois.&lt;br /&gt;
#Em ambas as lendas há uma luta e um assassinato do líder virtuoso.&lt;br /&gt;
#Ambos são assassinadas por seus irmãos (Osiris por Tifão; Hiram por Jubelum, seu irmão maçom).&lt;br /&gt;
#Ambos os corpos são enterrados às pressas, com a intenção de um futuro funeral.&lt;br /&gt;
#Locais dos corpos estão ambos marcados por uma Acácia na cabeça do local do enterro.&lt;br /&gt;
#Em ambas as lendas, há duas buscas separadas para encontrar os corpos.&lt;br /&gt;
#Em ambas as lendas há uma perda de algo precioso: com a morte de Hiram, a palavra secreta está perdida; na morte de Osíris, o falo está perdido.&lt;br /&gt;
#Em ambas as lendas há uma substituição para o bem precioso que se perdeu; A palavra perdida de Hiram é substituída pela palavra secreta; O falo perdido de Osíris é substituído por outro falo consagrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Terceiro Landmark==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;A lenda do terceiro grau é um Landmark importante, cuja integridade tem sido respeitada. Nenhum rito existe na maçonaria, em qualquer país ou em qualquer idioma, em que não sejam expostos os elementos essenciais dessa lenda. As fórmulas escritas podem variar e, na verdade, variam; porém, a lenda do construtor do Templo constitui a essência e a identidade da Maçonaria. Qualquer rito que a excluísse ou a alterasse materialmente, cessaria, por isso, de ser um rito maçônico.&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Antecedentes Históricos== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elias Ashmole, sábio e antiquário inglês (1617–1692), iniciado em 1646, teria sido o criador dos rituais dos três graus da [[maçonaria]] simbólica e, inclusive, da [[Real Arco]], autoria hoje contestada por autores modernos mas a época em que eles foram criados permanece a mesma e que é uma época interessante pelos fatos históricos que aconteceram e que muito tem a ver com o desenvolvimento da maçonaria moderna. Carlos I, príncipe da dinastia escocesa dos Stuart, foi decapitado em 1649, com o triunfo da revolução de Oliverio Cromwell que instala sua república puritana. Elias Ashmole, que era do partido dos Stuart, haveria decidido modificar o Ritual de Mest.´. fazendo uma alegoria do trágico fim de Carlos I e para que fora usado tanto os conhecimentos míticos como o espírito místico; Hiram ressuscita dos mortos assim como Carlos I será vingado pelos seus filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especulações foram desenvolvidas por quem procura descobrir a origem da Lenda e, de fato, nem seus autores são conhecidos, tendo aparecidos em escritos diversos mencionados por quem ouviu falar. A Lenda não tem mais de 300 anos, dentro da ritualística maçônica e nenhum dos antigos manuscritos maçônicos menciona a Lenda de Hiram, nem mesmo a Constituição de Anderson de 1723 e nem os Regulamentos Gerais compilados por George Payne em 1720.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma lenda é uma narração transmitida pela tradição, de eventos considerados históricos, mas cuja autenticidade não se pode provar. Sendo assim, não poderíamos falar que o fato realmente não existiu, somente que não temos provas sobre ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Lenda de Hiram não é mencionada desde o Primeiros Graus porque sem ter os conhecimentos completos do primeiro e segundo grau, não pode ser compreendido ainda o mistério da vida, da morte e da ressurreição. O novo Mestre, irá estudar que a morte vence porque, por deficiência nossa, nos não temos estudado o segredo da vida que é a verdade; com um estudo mais profundo veremos que a morte é negação, a vida é afirmação; a morte é como o erro; o erro existe porque existe a ignorância; procuremos o secredo da vida que vence a morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Antecedentes Bíblicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A morte de Hiram nas mãos dos três maus companheiros também não é mencionada na Bíblia pese a que são dedicados muitos capítulos à construção do Templo de Salomão com dados detalhados da quantidade de obreiros, financiamento, custos, arquitetura, etc. É mencionado Hiram Abif como Hirão de Tiro, (Reis 7, 13) ou Hurão Abiú sendo Hurão, meu pai, (Crônicas 2,13) filho de uma mulher viúva, filha de Dã e que, junto com ser um homem sábio de grande entendimento, sabia lavrar todos os materiais. Mas a Bíblia não credita a Hiram Abif o cargo de diretor dos trabalhos de construção do Templo e sim como um artífice encarregado de criar as obras de arte que iriam a causar admiração aos visitantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos sabemos que os livros da Bíblia não são exatos historicamente falando. Temos o exemplo das medidas do Mar de Bronze que, conforme cálculos da engenharia moderna, é de 75.000 lts. Conforme Reis era de 53.000 lts, conforme Crônicas era de 79.000 lts e, ainda, conforme uma Bíblia inglesa em Reis dá a medida de 9.273 lts. Na própria construção do Templo a quantidade de obreiros empregados era, em Reis de 30.000 que o rei Hiram de Tiro enviava em levas de 10.000 cada mês, e havia mais 150.000 entre carregadores e cabouqueiros, sendo eles 70.000 aprendizes e 80.000 companheiros, todos eles dirigidos por 3.300 mestres. Considerando que as dimensões do Templo (o interior de edifício era de 60 cúbitos de comprimento e 20 de largura, equivalentes a 30 x 10 mts) para a época eram grandes, mas hoje em dia não seria maior que qualquer igreja modesta, por tanto, aparece um exagero a quantidade de obreiros mencionado na Bíblia. O filósofo holandês Spinoza, século XVII, no seu Tratado Teológico Político menciona que os livros da Bíblia não são muito autênticos, especialmente pelo fato de ter sido escrito muitos séculos depois que os fatos neles relatados teriam acontecido, e os tradutores não sempre ter entendido a mensagem que a Bíblia encerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O martírio de Hiram e outros grandes Iniciados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Noah.'''  Conforme a tradição judaica, os três filhos de Noah tentaram ressuscitar seu pai da mesma forma e com os mesmos resultados iniciais de nosso ritual de terceiro grau e, somente com os 5 pontos de perfeição conseguiram seu objetivo. Outro detalhe relacionado com a tradição judaica e da qual, aliás, nosso ritual tem usado tantos ensinamentos, seria que o significado de dois nomes dos maus companheiros, estar-ia relacionado com o Bem e o Mal, na sua onomatopéia, similar para YH ou [[YHVH]] e [[Bael|Bel]] ou [[Bael|Baal]], que para os israelitas significavam respectivamente o Bem e o Mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Osíris.''' Osíris é assassinado pelo seu irmão Set por inveja e recupera a vida quando seu filho Horus, usa fórmulas mágicas. [[Horus]] era filho da viúva [[Isis]] e coincide com a origem da denominação &amp;quot;Filhos da Viúva&amp;quot; com que os maçons somos conhecidos. Lembremos que Hiram também era filho de uma viúva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Tammuz.''' Deus fenício amado por Astarté, chamado Adonis pelos gregos onde é amado por Afrodita, esposo de Istar babilônica, morre em Primavera e desce aos infernos onde sua viúva Istar vai procurar a fonte de água que lê devolverá a vida. O Irmão J. S. Ward, autor maçônico inglês, falecido em 1955, escreveu “Who was Hiram Abiff” onde ele pensa que a Lenda de Hiram Abiff é uma adaptação do mito de Tammuz e acrescenta que Hiram Abiff pertencia a uma ordem de sacerdotes que ordenaram seu sacrifício para dar boa ao Templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sócrates.''' Existe um paralelo entre as características de Sócrates e de Hiram Abiff, tanto na suas qualidades morais como na suas inteligências e dotes de líderes. Os acusadores de Sócrates foram três e os três de escassa significação na sociedade ateniense, sem comparação coma importância de Sócrates. Hiram e Sócrates puderam livrar-se da morte mas isso seria uma traição aos seus ideais. Sócrates vive eternamente na sua sabedoria que deixou como legado para a humanidade e Hiram vive eternamente na acácia maçônica. Ambos simbolizam o triunfo do valor moral sobre a covardia, do espírito sobre a matéria, do bem sobre o mal, do certo sobre o errado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A lenda e o Zodíaco== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As obras do Templo estavam já por terminar-se indicando que o Sol já teria percorrido as três quartas partes do seu curso anual; os três maus companheiros situam-se nas portas do Médio dia, Ocidente e Oriente, ou seja, os pontos do céu por onde sai o Sol, onde alcança sua maior força e onde se põe, ao morrer o dia. O primeiro golpe é dado com a régua de 24 polegadas que representa a revolução diária do Sol. O segundo golpe é dado com um esquadro; dividindo o círculo zodiacal em quatro partes temos quatro esquadros de 90 graus sendo que cada um deles representa uma estação do ano. O terceiro golpe é dado com o maço que tem uma forma cilíndrica o que acaba representando uma revolução anual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três CComp\matam o Mestre Hiram e nove Mestres procuram seu corpo. São os doze meses do ano zodiacal sendo que os Companheiros simbolizam os meses do Outono que antecedem o Inverno, quando a natureza morre. Os três CComp\são Libra (23/setembro à 22/outubro), Escorpião (23/outubro à 21/novembro) e Sagitário (22/novembro à 21/dezembro) quando começa o Inverno (sempre estamos falando do Hemisfério Norte, onde foi criada a simbologia maçônica) e quando nosso querido Mestre recebe o terceiro golpe que acaba com sua vida. Em Capricórnio (22/dezembro à 20/janeiro) a substância terrestre está inerte mas é fecundante; é descoberto o corpo do Mestre. Em Aquário (21/janeiro à 19/fevereiro) os elementos construtivos são reconstituídos na terra e se preparam para uma vida nova.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hiram Abiff vive para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[http://www.freemasons-freemasonry.com/lenda_hiram.html] - Retirado no dia 4 de Março de 2007 e.v.&lt;br /&gt;
*[http://www.watch.pair.com/symbol.html#hiram] - Retirado no dia 4 de Março de 2007 e.v.&lt;br /&gt;
*[http://pt.wikipedia.org/wiki/Hiram_I_de_Tiro Wikipedia] - Retirado no dia 5 de Março de 2007 e.v.&lt;br /&gt;
*'''Do Sexo à Divindade''', Dr. Jorge Adoum&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Maçonaria]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FraBaphMol</name></author>
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